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OIE oficializa o Rio Grande do Sul como zona livre de aftosa sem vacinação

O ato foi festejado em dois momentos oficiais que ocorreram em Brasília e em Porto Alegre

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Fotos: Rodger Timm e Evandro Oliveira

A Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), em sua 88º assembleia geral na manhã desta quinta-feira (27), oficializou a concessão do certificado de área livre de febre aftosa sem vacinação ao estado do Rio Grande do Sul. O anúncio foi feito no início da plenária, pouco depois das 7h. O ato foi festejado em dois momentos oficiais que ocorreram em Brasília e em Porto Alegre. Na capital federal, assistiram à transmissão da OIE o governador Eduardo Leite e a secretária da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (SEAPDR), Silvana Covatti, na presença da ministra da Agricultura, Tereza Cristina. Em Porto Alegre, representantes de entidades do setor agropecuário, servidores da SEAPDR e deputados, entre eles dois ex-secretários da Agricultura, Covatti Filho e Ernani Polo, também se reuniram para acompanhar o anúncio, recebido com aplausos.

A conquista histórica repercute em todo o Rio Grande do Sul, especialmente pelas fronteiras que serão abertas para as carnes gaúchas a partir deste novo status sanitário, agora chancelado pela maior autoridade de sanidade animal no mundo. Projeta-se que a proteína animal produzida no Estado consiga agora alcançar 70% dos mercados até então fechados. Além disso, a pecuária gaúcha poderá fortalecer sua presença em países que já compram a carne brasileira. A expectativa é que este novo patamar sanitário gere resultados positivos para toda a agropecuária, uma vez que o setor de grãos também precisará atender à demanda da cadeia de proteína animal.

Ainda na manhã desta quinta-feira, Leite, Silvana e as demais lideranças participaram de uma transmissão ao vivo no Ministério da Agricultura, ao lado da ministra Tereza Cristina, para celebrar a importante conquista. O governador destacou a cooperação entre todos os envolvidos. “O dia de hoje reforça a minha crença na colaboração, pois todos puxaram numa mesma direção, seja o Ministério, o Estado, os servidores, veterinários, produtores, entidades, entre outros, todos entendendo o reflexo positivo que isso tem na nossa produção”, disse Leite.

“É um dia de celebração, mas é também um dia de reforçar nossos compromissos, o entendimento da responsabilidade que passamos a ter, em especial no momento em que nos tornamos um Estado livre de febre aftosa sem vacinação. Para que o Brasil possa avançar nesse status sanitário, de acordo com o que foi apresentado, é um trabalho de muito tempo, muito planejamento, muita responsabilidade”, acrescentou o governador.

Leite lembrou ainda de todo o esforço para que o Estado alcançasse esse patamar. “Esse passo que é dado aqui só foi possível porque houve muito esforço de toda uma equipe técnica fortemente dedicada para fazer investimentos na estrutura necessária para nossas inspetorias veterinárias, tanto na estrutura física, viaturas, contratação de pessoal, tudo para termos a segurança necessária, diante de qualquer intercorrência, para ter uma pronta ação. Não é simplesmente deixar de vacinar, é substituir a vacinação por toda uma estrutura de pronta atenção e isso exige coordenação de esforços”, completou Leite.

A secretária da Agricultura, que comanda a pasta nesse momento de enorme relevância, reforçou os ganhos à economia do Estado. “É uma conquista histórica para o nosso Estado, depois de 20 anos de espera. Dessa forma, vamos expandir a exportação da carne gaúcha para diversos novos mercados. Os produtores ganham, os gaúchos ganham, pois isso vai gerar mais emprego e renda em nosso Estado”, celebrou a secretária Silvana Covatti.

A secretária de Relações Federativas e Internacionais, Ana Amélia Lemos, que também esteve no Mapa, ressaltou que o RS ganha um status extraordinariamente relevante. “O que estamos celebrando hoje aqui no Ministério da Agricultura tem um significado muito importante para o RS. É um dos grandes prêmios que o esforço que os governos que se sucedem, os produtores, os pecuaristas gaúchos estão fazendo para melhorar a qualidade da carne bovina que hoje ganha o mercado internacional. O mundo inteiro come carne do Brasil e do RS. Estamos de parabéns, o governo do Estado, mas sobretudo os pecuaristas que fazem o dever de casa”, completou.

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, destacou o que representam em âmbito nacional os certificados para o RS e mais dois Estados. “São 44 milhões de cabeças de gado, o que corresponde a 20% do nosso rebanho bovino, em zonas livres. Quase 50% da suinocultura, e 58% dos frigoríficos de abate estão em regiões com esse novo status sanitário. Ressalto empenho dos pecuaristas brasileiros em cumprir as normas sanitárias. Saliento a dedicação dos servidores que trabalharam incansavelmente para a execução do plano estratégico do plano nacional de vigilância para a febre aftosa, que nos permite celebrar esse reconhecimento internacional no dia de hoje”, acrescentou.

O presidente da Federação da Agriclultura do RS (Farsul), Gedeão Pereira, além de cumprimentar os produtores pelo trabalho que resultou nesse avanço, lembrou que a conquista vai beneficiar outras duas cadeias importantes para o Estado. “É verdade que a suinocultura, principalmente dos Estados do Sul, como a avicultura, que nada tem a ver com a aftosa, também se beneficia do status sanitário, porque é um conjunto de medidas sanitárias relacionadas às atividades das três carnes que hoje invadem o mundo, tanto a suinocultura, como a avicultura, como a pecuária de corte brasileira”, citou.

A diretora do Departamento de Defesa Agropecuária da SEAPDR, Rosane Collares, afirmou que a conquista do certificado foi uma decisão madura. “Ao longo desses últimos 20 anos nos preparamos tecnicamente para esse momento, com capacitação do nosso pessoal e o georreferenciamento de nossas unidades. O rebanho de vocês está em boas mãos”, garantiu.

Conforme ela, a decisão da retirada de vacina é reconhecidamente uma decisão do Estado, porque foi construída com todos os entes da cadeia do agronegócio: entidades representativas de produtores rurais, da indústria e também serviço veterinário oficial da SEAPDR e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

A superintendente do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) no Rio Grande do Sul, Helena Rugeri, destacou que todo o trabalho realizado ao longo desses 20 anos foi acompanhado pelo Mapa. “Isso que foi construído são tijolinhos colocados por cada um de vocês, colados na argamassa da vontade de avançar”.

O presidente do Fundo de Desenvolvimento e Defesa Sanitária (Fundesa), Rogério Kerber, enalteceu a caminhada de todos que contribuíram para esse momento. “Foi uma longa caminhada, de trabalhos intensos, avaliações e negociações para chegar a esse momento extraordinário para o Rio Grande do Sul e para o Brasil”. E destacou a importância do trabalho conjunto entre o setor público, através do Serviço Veterinário Oficial, e o privado, através do Fundesa.

 

 

Fonte: Secom e Ascom/SEAPDR
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Faesc avalia de forma positiva o Plano Safra 2022/2023

Com um volume recorde de R$ 340,8 bilhões para financiar o setor, os recursos serão fundamentais para o público do campo investir e custear sua produção.

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Plano Safra representa uma das principais soluções para contribuir com a segurança financeira do agronegócio - Fotos: Wenderson Araujo

A Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc) avaliou de forma positiva o Plano Agrícola e Pecuário (PAP) 2022/2023. Com um volume recorde de R$ 340,8 bilhões para financiar o setor, os recursos serão fundamentais para o público do campo investir e custear sua produção. O valor, segundo o Ministério da Agricultura, representa aumento de 36% em relação ao Plano Safra anterior, que disponibilizou R$ 251 bilhões.

Presidente do Sistema Faesc/Senar-SC, José Zeferino Pedrozo, avalia de forma positiva o Plano Safra 2022/2023

Na visão do presidente do Sistema Faesc/Senar-SC e vice-presidente de finanças da CNA, José Zeferino Pedrozo, o valor é expressivo e o mais importante neste momento é que os produtores tenham acesso aos recursos o mais rápido possível para que possam garantir uma safra extraordinária. “Com o financiamento os produtores têm condições de investir em sua produção de forma adequada e, com isso, gerar emprego e renda, fortalecendo o desenvolvimento econômico”.

Para Pedrozo, o Plano Safra representa uma das principais soluções para contribuir com a segurança financeira de um setor que é pujante, mas que é uma das atividades econômicas mais sujeitas a riscos em função de fatores como o clima, as variações de preços, sanções internacionais, entre outros. “Entre os pontos positivos deste ciclo produtivo estão as taxas de juros abaixo de dois dígitos para os pequenos e médios produtores – uma das propostas prioritárias apresentadas pela CNA”.

Os juros serão de 5% e 6% ao ano para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e de 8% para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp).

O vice-presidente da CNA e presidente da Comissão Nacional de Política Agrícola da entidade, José Mário Schreiner, realça que outro aspecto prioritário, é trabalhar para garantir, no orçamento de 2023, R$ 2 bilhões para o programa de Subvenção ao Seguro Rural (PSR). “Temos visto cada vez mais problemas climáticos, com secas e chuvas, e precisaremos assegurar pelo menos que conseguimos no ano passado, em torno de 14 milhões de hectares. E também precisaremos trabalhar no Congresso recursos suficientes para outras subvenções”.

Em maio, a CNA entregou ao governo e aos parlamentares as propostas do setor para contribuir com o governo na construção do Plano Agrícola e Pecuário. Na avaliação da entidade, um Plano Safra robusto traz benefícios não apenas para o setor agropecuário, mas para toda a sociedade, como a segurança alimentar, a geração de mais empregos, a redução da inflação sobre os alimentos, o crescimento das exportações e do Produto Interno Bruto (PIB), entre outros.

Recursos

O volume de recursos de R$ 340,8 bilhões do PAP 2022/2023 cresceu 36% em relação à safra passada (2021/2022). Deste total, R$ 246,28 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, uma alta de 39% em relação ao ano anterior, enquanto R$ 94,6 bilhões serão para investimentos (+29%).

Os recursos com juros controlados tiveram expansão de 18%, com montante de R$ 195,7 bilhões, e o volume com juros livres cresceu 69%, chegando a R$ 145,1 bilhões. O total de recursos equalizados cresceu 31%, totalizando R$ 115,8 bilhões.

O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) terá um montante de 36% a mais do que em relação ao PAP passado, com R$ 53,6 bilhões, e taxas de juros de 5% (produção de alimentos e socio biodiversidade) e 6% (demais produtos).

Já o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) terá volume de recursos de R$ 43,75 bilhões, um aumento de 28% em relação à safra passada, com juros de 8% ao ano.

Para o Programa de Agricultura de Baixa Emissão de Carbono (ABC), que financia tecnologias sustentáveis na propriedade, serão liberados R$ 6,19 bilhões, com taxas de juros de 7% ao ano para recomposição de reserva legal e Áreas de Preservação Permanente (APP) e 8,5% para as demais atividades.

O Inovagro terá R$ 3,51 bilhões com juros de 10,5% ao ano. Para o Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA), que financia investimentos necessários à ampliação e à construção de novos armazéns, serão disponibilizados R$ 5,13 bilhões, com taxas de juros de 7% ao ano para investimentos em armazenagem com capacidade de até 6 mil toneladas, e de 8,5 % ao ano para as demais finalidades.

Fonte: Assessoria com informações da CNA
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Notícias Safra e safrinha 2022/2023

Programa Troca-Troca de Sementes irá atender 81% dos municípios gaúchos

Seapdr irá atender 40,8 mil agricultores por meio de 498 entidades em 402 municípios gaúchos. Serão entregues 135 mil sacas de sementes de milho e sorgo nas etapas de cultivo de safra e safrinha 2022/2023. 

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Foto: Fernando Dias/Divulgação Seapdr

O Programa Troca-Troca de Sementes, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), irá atender 40,8 mil agricultores por meio de 498 entidades em 402 municípios gaúchos. Serão entregues 135 mil sacas de sementes de milho e sorgo nas etapas de cultivo de safra e safrinha 2022/2023.

Na safra, os pedidos foram de 53.863 sacas de milho híbrido convencional, 60.855 sacas de milho híbrido transgênico e 6.195 sacas de sorgo. O total de sementes foi de 120.913 sacas. Já os pedidos para a safrinha totalizaram 14.143 sacas de sementes, sendo 4.010 de milho híbrido convencional, 9.854 de milho híbrido transgênico e 279 sacas de sorgo.

Os pedidos para a safra foram feitos entre os dias 30 de maio e 17 de junho e para a safrinha entre 20 e 24 de junho. A entrega das sementes da etapa safra está prevista para iniciar a partir de 20 de julho e da etapa safrinha a partir de 20 de novembro.

O programa registrou, neste ano, uma ampliação na sua área de abrangência. Serão atendidos 402 municípios, sendo 11 municípios a mais do que na safra passada. Com isso, o programa chega a 81% dos municípios gaúchos. Mas mesmo atingindo mais municípios em 2022, o número de sacas totais solicitadas sofreu uma redução de 1% em relação ao último ano. “Embora o cenário seja favorável, com bons preços para a produção de grãos, é necessário considerar, por outro lado, os altos custos para a formação da lavoura, que equilibram essa balança”, afirma Jonas Wesz, coordenador do programa. A sequência de frustações de safra em função das fortes estiagens que assolaram o Estado e o aumento da área cultivada com trigo, também são fatores que podem ter contribuído para a estabilidade na demanda pelo programa, ressalta Wesz.

Entre os destaques desta safra, está a ampliação em 50% no limite da quantidade de sementes por agricultor, que passou de quatro para seis sacas em cada uma das etapas. Dentre o público beneficiário de 40,8 mil produtores, 25% destes aproveitaram a novidade lançada neste ano e reservaram mais de quatro sacas de sementes para seus cultivos, sendo que 20,6% solicitaram o novo teto de seis sacas por etapa.

O programa também registrou uma evolução no perfil das cultivares demandadas pelos agricultores, havendo um aumento de pedidos de sementes de alto potencial produtivo e com maior tecnologia agregada, dentre as 38 cultivares disponíveis. “Esse comportamento é reflexo do avanço de tecnologias na agricultura familiar gaúcha, da atuação na área da assistência técnica da Emater-RS/Ascar e da ação focada na qualificação do Programa Troca-Troca de Sementes, buscando a melhoria dos materiais técnicos, fornecimento de cultivares mais produtivas e a garantia de sementes certificadas com elevados padrões de germinação e pureza”, avalia o coordenador do Programa, Jonas Wesz.

Fonte: Ascom Seapdr
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Setor de bubalinos confirma presença no SIAVS Multiproteínas

Participação amplia oportunidades para o setor da cadeia produtiva de proteína animal.

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Foto: Divulgação/Embrapa

Após a adesão dos setores de peixes de cultivo e de bovinos de corte e de leite, o SIAVS Multiproteínas, que acontece de 09 a 11 de agosto, no Anhembi Parque, em São Paulo (SP), passou a contar, também, com a cadeia produtiva de búfalos do Brasil. Representação nacional dos produtores de bubalinos, a  Associação Brasileira de Criadores de Búfalo (ABCB) confirmou participação na exposição comercial do SIAVS.

Com um espaço exclusivo no evento, a ABCB apresentará os atributos do búfalo, que é um animal de tripla aptidão (carne, leite e tração). Neste sentido, a associação realizará uma mostra e degustação com diversos produtos derivados de leite, como queijos de búfala.

A ação também focará na divulgação do programa do Selo de Pureza da ABCB, que atesta que o produto lácteo é composto em 100% por leite de búfalas, sem adição de leite de outros animais. O selo foi criado nos anos 2000 e, desde lá, houve um aumento de 549% no volume de leite captado pelos participantes do programa, conforme estimativas da associação.

A amostra também contará com o leite com a betacaseína A2A2 que não causa reações inflamatórias no organismo que provocam a má digestão e fermentação. Uma das vantagens do leite da búfala é a presença de vitamina A *prontamente disponível*, além de ofertar o dobro da partícula CLA (ácido linoleico), que é uma substância anticancerígena.   Outra vantagem dos bubalinos está na carne, com bons atributos para a saúde, já que possui 40% menos colesterol, 55% menos calorias e 12 vezes menos gorduras.

“Estamos realizando uma forte divulgação dos produtos bubalinos em todo o Brasil. Queremos mostrar a importância do Selo de Pureza que é uma certificação da ABCB, que garante ao varejo e ao consumidor final a qualidade e origem 100% do leite de búfala e como compromisso da ABCB e selo de pureza de Divulgar a Carne de búfalo”, ressalta Desireé Hastenpflug Möller, presidente da Ascribu (Associação Sulina de Criadores de Búfalos) e conselheira fiscal da ABCB, além de médica veterinária e criadora de búfalos.

SIAVS

Principal encontro da avicultura e da suinocultura do Brasil, o Salão Internacional de Avicultura e Suinocultura (SIAVS 2022) será ainda maior que sua edição anterior, realizada em 2019. Sua área comercial foi expandida em 30%, adicionando novos anexos ao espaço tradicionalmente ocupado pela feira. A comercialização de espaços já foi praticamente encerrada.

Além das oportunidades de negócios, o SIAVS será palco do maior congresso técnico do setor, com intensa programação e mais de 100 palestrantes do Brasil e de outros países. O peso político do evento é outro diferencial. São esperadas autoridades dos poderes executivos e legislativos nacionais e dos estados, ampliando o papel do evento como principal ponto de debate dos rumos dos setores.

O credenciamento de imprensa para o SIAVS 2022 poderá ser feito antecipadamente pelo link: https://bit.ly/3OB3l58. Veja mais detalhes sobre a programação no site www.siavs.com.br.

Fonte: Assessoria
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suinfair 2022

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