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Oferta restrita de ovo mantém preços em alta

A menor disponibilidade de ovos, por sua vez, está relacionada ao elevado custo de produção.

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Foto: Pexels

Os preços dos ovos seguem avançando em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea.

Pesquisadores indicam que a oferta restrita dos ovos mantém os valores em alta.

A menor disponibilidade de ovos, por sua vez, está relacionada ao elevado custo de produção.

Além disso, agentes consultados pelo Cepea relatam que a demanda pela proteína deve se intensificar nas próximas semanas, devido ao início da Quaresma.

Fonte: Assessoria Cepea

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Safra de soja 2025/26 pode superar 183 milhões de toneladas

Avaliações em mais de 1,2 mil lavouras apontam bom desempenho em diversos estados, apesar de desafios climáticos em algumas regiões.

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Foto: Divulgação

Resultados parciais das avaliações de campo do Rally da Safra indicam aumento na estimativa de produção de soja no Brasil para a safra 2025/26. A projeção passou para 183,1 milhões de toneladas, volume 6,4% superior ao registrado na temporada anterior. O número representa um acréscimo de 850 mil toneladas em relação à estimativa inicial divulgada em janeiro. A produtividade média estimada é de 62,5 sacas por hectare.

A área plantada permanece estimada em 48,8 milhões de hectares, o que representa crescimento de 2,1% em relação à safra passada. Desde o início da expedição técnica, em janeiro, as equipes percorreram mais de 40 mil quilômetros em 11 estados e no Distrito Federal, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia, Tocantins, Pará, Maranhão, São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, e avaliaram mais de 1,2 mil lavouras.

Foto: Divulgação/Aprosoja-MT

Apesar de desafios climáticos em algumas regiões, houve melhora nas estimativas de produção na maioria dos estados. A colheita da soja alcançava 44% da área plantada no país até 26 de fevereiro, abaixo dos 52% registrados no mesmo período do ano passado.

Nove estados apresentam potencial produtivo superior a 62 sacas por hectare: Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Rondônia e Bahia.

No Mato Grosso, a produtividade média está estimada em 66 sacas por hectare, próxima do recorde da safra anterior, de 66,5 sacas. Em Goiás, a estimativa é de 67 sacas por hectare, embora a colheita esteja atrasada e cerca de 60% da área ainda permaneça no campo. O Mato Grosso do Sul apresenta produtividade projetada de 62,5 sacas por hectare.

No Paraná, a expectativa é de novo recorde, com média de 67 sacas por hectare. Em São Paulo, a produtividade pode alcançar 63,5 sacas, enquanto Minas Gerais tem média estimada em 66,5 sacas por hectare. Rondônia apresenta estimativa de 62,5 sacas, e a Bahia, de 68 sacas por hectare.

Foto: Jaelson Lucas/AEN

Entre os estados com produtividade estimada entre 55 e 62 sacas por hectare estão Tocantins, com média de 59,5 sacas, e Maranhão, Piauí e Pará, com estimativa de 60 sacas por hectare cada.

O Rio Grande do Sul é o único estado com perdas consolidadas até o momento. A irregularidade das chuvas entre janeiro e fevereiro, especialmente nas regiões sul e das Missões, comprometeu o potencial produtivo, com perdas estimadas em 2 milhões de toneladas.

As avaliações de campo seguem nas próximas semanas. As equipes ainda devem realizar levantamentos no Maranhão, Piauí, Bahia e Rio Grande do Sul, etapa considerada decisiva para a consolidação das estimativas finais da safra brasileira de soja.

Fonte: O Presente Rural
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Governo gaúcho firma parceria para ampliar uso de dados e tecnologia no agro

Protocolo assinado com a Cooperativa Central Gaúcha Ltda. prevê integração da plataforma SmartCoop com sistemas agroclimáticos e desenvolvimento de ferramentas de apoio à gestão rural.

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Foto: Joel Vargas/Ascom GVG

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi) e a Cooperativa Central Gaúcha Ltda. (CCGL), por meio da filial SmartCoop, assinaram um protocolo de intenções para ampliar o uso de tecnologias digitais no agronegócio do Rio Grande do Sul. A formalização ocorreu na terça-feira (10), durante o Fórum da Soja da Expodireto Cotrijal, em Não-Me-Toque, com a presença do vice-governador Gabriel Souza, do secretário da Agricultura e de outras autoridades e lideranças do setor.

O documento estabelece o alinhamento institucional entre o governo estadual, a CCGL e a FecoAgro/RS para a futura assinatura de um termo de cooperação técnica. A iniciativa pretende ampliar o uso integrado da plataforma digital SmartCoop e desenvolver novas funcionalidades tecnológicas voltadas à gestão e ao monitoramento da produção agropecuária.

Entre as diretrizes previstas estão a ampliação da adesão de produtores à plataforma, a integração de dados agroclimáticos e o desenvolvimento de ferramentas digitais que apoiem a gestão das propriedades rurais. O projeto também prevê a conexão entre a SmartCoop e o Sistema de Monitoramento e Alertas Agroclimáticos (Simagro/RS), além da criação de sistemas de alerta epidemiológico e de predisposição climática para doenças em culturas agrícolas.

Ampliação tecnológica

Para o secretário da Seapi, Edivilson Brum, a parceria representa um avanço na integração entre governo e cooperativismo para impulsionar a inovação no campo. “A partir desse alinhamento, avançamos na construção de soluções tecnológicas que ampliem o uso da plataforma SmartCoop, integrem dados agroclimáticos e ofereçam ferramentas que auxiliem o produtor na gestão das propriedades. A ideia é conectar informações estratégicas e desenvolver sistemas de alerta que permitam antecipar riscos climáticos e sanitários, contribuindo para decisões mais seguras e para o fortalecimento da agropecuária gaúcha”, afirmou.

O vice-governador Gabriel Souza destacou que o uso de tecnologia e inteligência de dados tornou-se fundamental diante dos desafios enfrentados pelo setor.”O agro gaúcho precisa cada vez mais de tecnologia, informação e inteligência de dados para enfrentar os desafios do clima e do financiamento da produção. Iniciativas como essa fortalecem a gestão das propriedades, qualificam a tomada de decisão e ajudam a dar mais segurança para quem produz no campo”, disse.

O presidente da FecoAgro/RS, Paulo Madalena, ressaltou que a parceria também contribui para o avanço da digitalização no setor e pode facilitar o acesso dos produtores ao crédito.

Segundo ele, além de ampliar o monitoramento da atividade agrícola, o projeto cria um ambiente mais seguro para a organização das informações produtivas e financeiras. “A proposta está alinhada à estratégia de modernização da agricultura gaúcha, com foco na inserção dos produtores no ecossistema de inovação digital, na sistematização de informações produtivas e no aprimoramento da inteligência agropecuária aplicada à gestão pública”, afirmou.

Geração de dados para tomada de decisão

O vice-presidente da CCGL, Guillermo Dawson Jr., destacou que a cooperação deve fortalecer a geração e a organização de dados técnicos do setor produtivo, ampliando a capacidade de análise e planejamento tanto nas propriedades quanto na gestão pública.

“Este ato representa um passo importante na construção de uma inteligência coletiva voltada ao agro do Rio Grande do Sul. Atualmente, já contamos com 23 mil propriedades integradas a esse ecossistema de gestão”, informou.

O protocolo assinado tem caráter institucional e não prevê, neste momento, transferência de recursos financeiros. Os detalhes da cooperação deverão ser definidos posteriormente em um termo de cooperação técnica específico entre as instituições.

Fonte: Assessoria Seapi
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Programa vai modernizar estradas rurais e impulsionar a produção agrícola no Brasil

Projeto prevê construção e manutenção de vicinais sustentáveis, facilitando escoamento, gerando empregos e conectando produtores a mercados.

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Foto: Mapa

Com o objetivo de garantir a integração das comunidades rurais, o desenvolvimento econômico local e a melhoria das condições de escoamento da produção agrícola, a Comissão de Viação e Transportes (CVT) da Câmara dos Deputados aprovou, na última quarta-feira (11), o Projeto de Lei 4673/2024, que cria o Programa de Infraestrutura Rural Sustentável.

Deputado Adriano do Baldy: “A criação deste programa representa um passo importante para a redução das desigualdades regionais, promovendo a inclusão social e o fortalecimento da agricultura familiar, além de gerar emprego e renda nas comunidades rurais”

O texto, de autoria do deputado Adriano do Baldy (PP-GO), integrante da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), busca aperfeiçoar a acessibilidade e a conectividade nas áreas rurais, favorecendo o escoamento da produção agrícola e a integração com os centros urbanos. De acordo com o parlamentar, os recursos do programa serão destinados à construção de novas estradas vicinais, com foco em acessibilidade e segurança, à melhoria das condições de tráfego nas vias já existentes e à manutenção contínua dessas estradas, com a realização de reparos periódicos e adequações necessárias, mediante o uso de tecnologias limpas e sustentáveis.

“A criação deste programa representa um passo importante para a redução das desigualdades regionais, promovendo a inclusão social e o fortalecimento da agricultura familiar, além de gerar emprego e renda nas comunidades rurais. Ao adotar práticas e tecnologias ecológicas, o programa não só melhora a acessibilidade das áreas rurais, mas também contribui para a conservação ambiental, criando um ciclo virtuoso de desenvolvimento local”, afirmou Baldy.

Deputado Neto Carletto: “É uma medida acertada para enfrentar essa deficiência histórica” – Fotos: Divulgação/FPA

O relator da matéria, deputado Neto Carletto (Avante-BA), também integrante da bancada, destacou que a proposição é de “extrema relevância” para o sistema de transportes brasileiro, uma vez que as estradas vicinais constituem componente essencial da malha rodoviária nacional e representam o elo entre as áreas de produção rural e os centros de distribuição e consumo. Segundo ele, a deficiência nessa infraestrutura compromete não apenas o escoamento da produção agrícola, mas também o acesso das populações rurais a serviços essenciais e aos centros urbanos.

“É uma medida acertada para enfrentar essa deficiência histórica. A incorporação de práticas sustentáveis na construção e manutenção das vias demonstra alinhamento com as tendências contemporâneas de desenvolvimento responsável da infraestrutura de transportes”, concluiu Carletto.

A matéria segue para a Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (CAPADR) da Câmara.

Fonte: Assessoria FPA
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