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OCESC completa 50 anos de representação do cooperativismo de qualidade em SC

Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina completa meio século de história neste mês de agosto

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A Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (OCESC) completa meio século de história neste mês de agosto. Para marcar a data, a entidade representativa das cooperativas catarinenses, fará o lançamento do livro em comemoração ao jubileu de ouro, além de um filme institucional com a trajetória desses 50 anos.

A OCESC atua como entidade de registro e representação sindical patronal e representação das cooperativas de Santa Catarina. Trata dos assuntos de interesse das cooperativas, em todos os ramos, com instituições governamentais.

O primeiro órgão representativo do setor cooperativista catarinense foi a Associação das Cooperativas de Santa Catarina (ASCOOP), fundada em 1º de agosto de 1964, em Blumenau.

A estruturação legal-institucional, entretanto, ocorreu em 1971, quando o Governo Federal editou a Lei nº 5.764, de 16/12/71, que definiu a política nacional de cooperativismo e instituiu o regime político das cooperativas. Naquele ano foi criado o Conselho Nacional de Cooperativismo.

Por conta da legislação editada, foi constituída a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), órgão de cúpula do sistema na esfera nacional, na capital federal, e fundadas as Organizações de Cooperativas Estaduais (OCE) nas capitais das unidades federativas.

Foi então que, em 28 de agosto de 1971, surgiu a OCESC para representar efetivamente o sistema cooperativo catarinense e disciplinar a criação e o registro de cooperativas singulares, cooperativas centrais e federações de cooperativas.

Atualmente, a OCESC conta com 251 cooperativas registradas e fomenta o constante desenvolvimento do cooperativismo catarinense. “Para nós, é um orgulho completar meio século de história. Não podemos esquecer de agradecer a todos que contribuíram com essa trajetória, de forma profissional e com credibilidade. Mas, não paramos por aí. Ainda se tem muito a construir”, salienta o presidente da entidade, Luiz Vicente Suzin.

Desde 2011, a OCESC ocupa uma moderna e funcional sede própria com área de 1.104 metros quadrados, situada na esquina da Avenida Almirante Tamandaré e com a travessa Aroldo Pessi, no bairro de Capoeiras, em Florianópolis.

Fonte: Assessoria

Notícias

FPA cobra do Ministério da Agricultura mais crédito rural e destravamento de políticas para o agro

Reunião reuniu parlamentares e Mapa para tratar de Plano Safra, endividamento, seguro rural e política agrícola, com foco em maior alinhamento entre governo e setor produtivo.

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Foto: Guilherme Martimon/Mapa

Com o objetivo de encaminhar demandas dos produtores rurais e aprimorar a articulação entre o setor produtivo e o governo federal, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, participou de reunião promovida pela Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA) na última terça-feira (14), em Brasília (DF).

Foto: Guilherme Martimon/Mapa

Durante o encontro, o ministro destacou o papel da FPA como elo institucional entre o setor produtivo, o Legislativo e o Executivo, ressaltando sua influência na formulação e estabilidade das políticas públicas voltadas ao agro.

O presidente da FPA, deputado Pedro Lupion, afirmou que a reunião teve como foco o fortalecimento do relacionamento institucional com o Ministério da Agricultura, com ênfase na pauta regulatória, na política agrícola e na necessidade de maior alinhamento nas ações do governo.

Entre os principais temas apresentados pelos parlamentares estão o acesso ao crédito rural, o endividamento dos produtores, o Plano Safra, o seguro rural, além de questões relacionadas ao Código Florestal, defesa agropecuária, preços da produção e exportações.

Lupion reforçou a necessidade de ampliar o crédito e reduzir entraves burocráticos. Segundo ele, o cenário de juros elevados tem pressionado o setor e exige

Foto: Guilherme Martimon/Mapa

respostas mais efetivas por parte do governo.

O ministro, por sua vez, destacou a atuação transversal da pasta dentro da estrutura federal e afirmou que pretende intensificar a interlocução com outras áreas do governo em defesa dos interesses do setor agropecuário.

Também participaram da reunião integrantes da equipe técnica do ministério, parlamentares da FPA e representantes de entidades do setor, incluindo o Instituto Pensar Agropecuária.

Fonte: O Presente Rural com Mapa
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Notícias Durante ExpoLondrina

Ratinho Junior destaca vocação do Paraná na produção de alimentos

Após participar da abertura oficial da ExpoLondrina, o governador retornou ao evento para visitar os estandes e conversar com empresários e produtores rurais nesta que é uma das principais feiras do agronegócio no País.

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Foto: Geraldo Bubniak/AEN

O governador Carlos Massa Ratinho Junior esteve na sexta-feira (17) na Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina (ExpoLondrina), no Norte do Estado. Após participar da abertura oficial, em 10 de abril, Ratinho Junior retornou ao evento para visitar os estandes e conversar com empresários e produtores rurais nesta que é uma das principais feiras do agronegócio no País.

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

O governador destacou a relevância da feira para o agronegócio paranaense, servindo de vitrine para o Brasil e o mundo. “É um orgulho estar na ExpoLondrina, que cresce a cada ano e sempre batendo recordes. Essa é uma feira que não é mais só de Londrina, do Paraná e nem mesmo do Brasil. Já tem expositores da Argentina, do Paraguai, visitantes de outros países da América do Sul, ou seja, além de movimentar muito o número de visitantes, gera negócios, emprego e movimenta o setor de serviços”, afirmou.

Ele também ressaltou os bons números do Paraná na produção de proteína animal. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a agropecuária paranaense fechou 2025 com recordes de produção de carnes de frango, suína e bovina, colocando o Paraná na liderança nacional no abate de frango, com quase 35% do mercado, na vice-liderança em suínos e leite, terceiro em ovos e entre os 10 maiores produtores de carne bovina. “O Paraná consolidou aquilo que nós já sabíamos e vínhamos trabalhando, que é ser o ‘supermercado do mundo’. Somos o maior produtor de proteína animal do País, somando carnes de boi, de porco, de frango e de peixe. Isso é uma demonstração de que nós estamos industrializando os alimentos e criando empregos. Temos frigoríficos que geram 9 mil empregos diretos, mais do que muitas indústrias automotivas. Londrina é a nossa joia da coroa, mostrando a força do agronegócio paranaense”, acrescentou.

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

Parte dessa evolução na produção de alimentos passa por políticas públicas. “Criamos o Descomplica Rural para dar agilidade ao produtor. Antes, um licenciamento para aviário levava até 14 meses. Hoje, o processo é mais rápido e facilita novos investimentos. Isso permitiu que as cooperativas expandissem a produção”, explicou Ratinho Junior. “É uma demonstração que aqui tem matéria-prima, mão de obra qualificada, facilitação do governo nas licenças ambientais com segurança jurídica, incentivo fiscal, tudo isso ajuda a atrair investimento para o Estado”, complementou.

Com programação até domingo (19), a ExpoLondrina é realizada pela Sociedade Rural do Paraná (SRP) no Parque Ney Braga Eventos e tem como tema neste ano “Agro: inteligente, humano e feito de encontros”. Dentre os destaques estão uma raça bovina inédita, encontros técnicos, sabores do campo, animais exóticos e grandes nomes da música nacional.

Impacto econômico

Segundo dados levantados pela SRP, a ExpoLondrina 2026 registrou crescimento expressivo em diversos segmentos, em especial no setor de serviços: 32% nos ganhos de motoristas de aplicativo; 50% na demanda de taxistas, com impacto de 30% na renda mensal; e 15% de aumento na ocupação da rede hoteleira, com ganhos maiores em diárias. Com relação ao comércio, a expectativa é de 10% de crescimento nas vendas na comparação ao período normal.

O presidente da Sociedade Rural do Paraná, Marcelo Janene El-Kadre, reforçou que a ExpoLondrina é pensada não só para o agro, mas olhando o município como

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

um todo. “Nós temos essa preocupação. Somos uma entidade de classe e fazemos uma gama de ações aqui dentro: gastronomia, entretenimento, conhecimento, mas o mais importante é isso: fomentar os hotéis, táxis, Uber, restaurantes, shopping. A gente traz divisas para Londrina”, salientou. “O londrinense ganha, e ganha muito.”

Para o prefeito Tiago Amaral, a feira representa o que a cidade tem de melhor a oferecer. “A ExpoLondrina é o exemplo de uma cidade, de um agro, de um povo que realmente dá certo, que é modelo, exemplo e que faz acontecer de uma forma extraordinária. Isso é o povo londrinense. A feira é exatamente uma vitrine para mostrar capacidade, transformação e integração entre o agro e a cidade, o campo e a área urbana”, comentou.

Estado na feira

O Governo do Paraná participa da feira com uma ampla estrutura integrada, levando serviços, conhecimento e políticas públicas à população urbana e rural. O Sistema Estadual de Agricultura (Seagri) promove seminários, palestras e encontros técnicos, além da tradicional Via Rural “Fazendinha”, espaço com mais de 11 mil metros quadrados dedicado à difusão de tecnologias e práticas sustentáveis.

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou, durante a feira, quatro operações de crédito que somam R$ 42 milhões para investimentos no Norte do Paraná. Além disso, o banco também anunciou que foram liberados, nos últimos meses, R$ 57 milhões em 131 contratos na região.

Já a Fundação Araucária apresentou projetos inovadores voltados ao futuro do agronegócio. Na área de segurança, forças estaduais atuam com estandes, demonstrações e atendimento ao público, incluindo delegacia móvel, exposição de viaturas e atividades educativas.

No campo do turismo, os visitantes podem conhecer diferentes segmentos que impulsionam o setor, como o do Turismo Religioso, das rotas gastronômicas e a Rota do Café, apresentados pela Secretaria de Estado do Turismo. A Companhia Paranaense de Energia (Copel) conta com técnicos disponíveis para apresentar, de forma prática, o funcionamento da rede trifásica e orientar sobre os procedimentos necessários para que propriedades rurais realizem a conexão ao sistema.

Foto: Geraldo Bubniak/AEN

ExpoLondrina

A ExpoLondrina chega à 64ª edição reunindo o que há de mais atual no mundo do agronegócio, conectando pessoas e trazendo o universo do agro para perto de todos. A feira conta com oportunidades de negócios através de uma área industrial composta por maquinários agrícolas, concessionárias, cooperativas e varejo.

Em 2025, a edição teve o recorde de R$ 1,7 bilhão em negócios; mais de 590 mil visitantes em 10 dias de feira, sendo mais de 250 mil na Smart Farm; 300 expositores de todo o Brasil; 37 mil produtores conectados; e cerca de 9 mil empregos gerados pelo evento, entre diretos e indiretos.

 

Fonte: AEN-PR
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Notícias

Programa Patrulheiros da Sustentabilidade capacita 3 mil operadores para recuperar estradas rurais e nascentes no Paraná

Com R$ 7,5 milhões, iniciativa da UEM chega ao Oeste com formação técnica de operadores de máquinas, mapeamento de estradas e fontes de água e atuação em 23 municípios para conter erosão e assoreamento

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Foto: Divulgação/UEM

O Programa Patrulheiros da Sustentabilidade, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), avançou mais um passo com o lançamento em Toledo, no Oeste do Paraná. A cerimônia, realizada na última quinta-feira (16), no Centro de Eventos do município, envolveu entregas do Manual de Boas Práticas e da história em quadrinhos da Tropa Sustentável. Além disso, marcou a última etapa da formação dos multiplicadores, que iniciaram capacitação técnica nesta sexta-feira (17).

Mais de 3 mil operadores de maquinário da linha amarela, como motoniveladoras, tratores, pás carregadeiras, escavadeiras e rolos compactadores serão capacitados na etapa dentro do programa, que reebe investimentos de R$ 7,5 milhões e busca melhorar a trafegabilidade de estradas rurais, diminuir o assoreamento de rios, aumentar a proteção do solo, formar mão de obra técnica e fortalecer a competitividade agrícola no Estado.

O principal objetivo é fortalecer a relação entre produção agrícola e preservação ambiental. A UEM e a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Fadec-UEM)  são responsáveis pela realização técnica e científica do programa, que tem apoio do Sistema Estadual da Agricultura (Seagri), da Fundação Araucária e da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior. Os bolsistas selecionados como multiplicadores também estiveram presentes no evento.

Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Aldo Bona, o programa é de fundamental importância para o Estado. “É um momento de reconhecimento, pois estamos olhando para as capacidades instaladas nas nossas universidades estaduais, aliando o conhecimento produzido na academia com a aplicação prática na vida do cidadão, da população. Temos condições de fazer o melhor trabalho para ajudar o Paraná a se desenvolver”, afirmou.

O reitor da UEM, Leandro Vanalli, parabenizou a equipe da universidade que está à frente do projeto. “O programa vai, de fato, transformar a vida das pessoas nos municípios que operam essas máquinas. Elas serão treinadas para essa grande missão de cuidar mais e melhor do meio ambiente, das estradas rurais, das reservas, das minas de água, então farão a diferença na sociedade, assim como os professores, pesquisadores, servidores e estudantes de várias áreas envolvidas”, disse.

As ações abrangem 23 municípios, com atuação dos núcleos regionais do Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e envolvem mapeamento de estradas e nascentes, capacitação de equipes locais, apoio técnico às prefeituras e difusão de boas práticas ambientais.

O projeto também prevê a recuperação de 23 nascentes, a criação de uma plataforma digital para monitoramento territorial, certificações, desenvolvimento de materiais didáticos e capacitação de mais de 2,7 mil profissionais envolvidos na rotina de manutenção rural.

Tropa sustentável

O programa é baseado na tríade pesquisa-extensão-inovação e se propõe a ser um agente transformador na construção de soluções sustentáveis. O Patrulheiros da Sustentabilidade tem também o apoio do Sistema Estadual da Agricultura (Seagri), da Fundação Araucária e da Seti.  Além da capacitação, os operadores receberão uniformes e equipamentos de proteção individual padronizados, reforçando a profissionalização e a segurança durante o trabalho.

Os materiais gráficos desenvolvidos para o projeto foram apresentados na solenidade pelo coordenador técnico do Escritório de Projetos e Processos (EPP) da UEM, Sidinei Silvério da Silva. Ele explicou que a capacitação será dividida em dois módulos de 40 horas, sendo um de sustentabilidade e o outro de mecanização conservacionista sustentável. “A expectativa é criar uma governança estadual para que, de forma perene, nós possamos fazer intervenções em estradas rurais que estão com erosão e fontes de água que estão secando. Estamos muito otimistas e planejando ações a longo prazo.”

Planejamento ambiental

O geógrafo Marcelo Augusto Melo Cason é um dos patrulheiros da sustentabilidade e vai atuar como multiplicador nas regiões de Londrina Norte. e Jacarezinho (Norte Pioneiro). Segundo ele, o programa está diretamente relacionado com o planejamento ambiental, área que fez parte do trabalhou no Trabalho de Conclusão de Curso, com produtores rurais. “O projeto é exatamente o que buscamos quando entramos na universidade, pois faz a união da teoria com a prática, com a sociedade, e traz benefícios para os dois lados. Estou ansioso e empolgado para começar”, disse.

Fonte: AEN-PR
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