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O que esperar da chuva de abril no Brasil?

De acordo com o Climatempo, deve chover com certa regularidade em todas as regiões do país

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Um quesito importante para a agricultura, o tempo no Brasil no mês de abril ainda deve ficar úmido, segundo boletim do Climatempo. De acordo com a instituição, deve chover com certa regularidade em todas as regiões do país. Porém, dentro de cada região, algumas áreas terão chuvas mais volumosas e frequentes que outras.

“Climatologicamente abril é um mês de chuva na costa norte e na costa leste do Nordeste e no norte da Região Norte. Mas a chuva diminui bastante no Sudeste, no Centro-Oeste e no interior do Nordeste e na porção sul da Região Norte. Em anos normais, o Sul continua tendo eventos de chuva em abril, com a passagem de frentes frias”, diz o boletim.

Quando vai esfriar?

Em relação à temperatura, o boletim informa que não há expectativa da entrada de massas de ar muito frias sobre o país em abril. “Alguns dias podem ser amenos em áreas do Sul e do Sudeste, mas principalmente pelo excesso de nebulosidade e chuva e nem tanto pela presença de ar frio de origem polar. A primeira massa de ar frio de origem polar realmente forte deve ocorrer em maio”, informa o Climatempo.

Região Sul

Segundo o Climatempo, em abril a previsão é de melhora no quadro de chuva da Região, que vem vivenciando uma estiagem desde dezembro de 2019. “A expectativa é de que a chuva retorne principalmente sobre o Rio Grande do Sul. Apesar da melhora, a previsão é de que o Estado ainda termine abril com chuva abaixo da média”, explica.

Já para Santa Catarina e Paraná, a expectativa é de que chova mais do que a média na faixa centro-leste dos Estados, que inclui as capitais.

Região Sudeste

Para a região Sudeste, o Climatempo conta que o corredor de umidade convergente sobre a região enfraquece e a atmosfera vai ficando mais seca em abril. “Mas ainda há previsão de chuva acima da média em toda a Região Sudeste. Logo no início do mês, o avanço de uma frente fria provoca nebulosidade e chuva que persiste por dois dias. Após esse período, a atmosfera fica mais seca, mas ainda não se descartam alguns temporais localizados, gerados por calor e por umidade. A chuva de abril deve se concentrar na primeira quinzena do mês”, informa o Boletim.

Região Centro-Oeste

Em abril a previsão é da diminuição de chuva em toda a Região Centro-Oeste, informa o Climatempo. “O tempo fica mais seco em relação aos meses anteriores, de forma geral. Apesar disso, em comparação à média histórica, ainda se espera chuva acima da média em Brasília e em Goiás”, diz.

Região Nordeste

De acordo com o boletim, a chuva vai diminuindo em grande parte da Região Nordeste durante o mês de abril. Mas a costa norte nordestina ainda recebe muita influência ZCIT – Zona de Convergência Intertropical. “Por isso, a costa norte do Nordeste, entre o Maranhão e o Rio Grande do Norte, ainda podem ter episódios de chuvas intensas, fazendo com que o acumulado final de abril fique acima da média”, explica o Climatempo.

Região Norte

Em abril, a previsão para a Região Norte ainda é de muita instabilidade, principalmente na faixa norte da Região, explica o boletim. “A ZCIT – Zona de Convergência Intertropical continua ativa na costa norte do Brasil e influencia bastante as condições de tempo, provocando eventos de chuva volumosa. A região de Belém já teve muita chuva em março e continua sujeita a chuva volumosa em abril”, finaliza.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias Sanidade

Vazio sanitário da soja começa em 10 de junho no Paraná

Medida é essencial para o manejo e controle da ferrugem asiática, principal praga que ataca a cultura

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A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), órgão pertencente à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, alerta os produtores paranaenses sobre o período do vazio sanitário da soja, que começa em 10 de junho e vai até 10 de setembro. A medida é determinada pela Portaria número 342/2019 da Adapar. Nesse período, fica proibido cultivar, manter ou permitir a presença de plantas vivas de soja em qualquer estágio vegetativo.

Essa é uma medida essencial para o manejo e controle da ferrugem asiática, principal praga que ataca a cultura. “A estratégia ajuda a diminuir a presença contínua de esporos do fungo causador da ferrugem no campo, principalmente na entressafra, pois ele permanece ativo em plantas vivas de soja, em plantas guaxas”, explica a engenheira agrônoma e fiscal de Defesa Agropecuária da Adapar, Marlene Soranso.

A mesma Portaria fixa a data de 15 de maio como prazo final para colheita ou interrupção do ciclo da soja. “O período que antecede o vazio sanitário da cultura é necessário para que os produtores, armazéns e responsáveis por estradas e ferrovias, por exemplo, possam realizar a limpeza e a eliminação das plantas vivas de soja”, diz o gerente de Sanidade Vegetal da Adapar, Renato Rezende Young Blood.

Reduz químico

O manejo reduz a presença de esporos no ambiente e permite que as plantas de soja se desenvolvam, inicialmente, com baixa população da praga no campo. “Isso contribui para a redução da quantidade de aplicação de produtos químicos para o controle da doença e, ainda, para evitar que o fungo desenvolva resistência às moléculas agroquímicas”, explica.

A Adapar está alinhada com o Programa Nacional de Controle de Ferrugem Asiática da Soja do Ministério da Agricultura. “Seguimos o fortalecimento do sistema de produção agrícola da soja com a defesa sanitária vegetal”, diz o diretor-presidente da Adapar, Otamir Cesar Martins.

Produção

A expressividade da cultura da soja no Paraná, segundo maior produtor nacional, comprova a necessidade de preservação dessa cadeia produtiva. Na safra 2019/20 foram produzidas 20,7 milhões de toneladas em 5,5 milhões de hectares, de acordo com o Departamento de Economia Rural (Deral) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento.

Segundo estudos da Embrapa Soja, quando não são tomadas as medidas de manejo e controle adequadas, as perdas na produção causadas pela ferrugem asiática podem chegar a 75%.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Crédito Rural

Ministra da Agricultura espera estabilidade nos recursos do Plano Safra 2020/21

Tereza Cristina ainda disse que espera que questões relacionadas aos juros estejam solucionadas nas próximas semanas, para que o plano possa ser divulgado no dia 15 de junho

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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmou na terça-feira (02) que, até o momento, em uma perspectiva conservadora, o Plano Safra 2020/21 deve manter o volume de crédito rural que foi disponibilizado na temporada passada.

“Estamos trabalhando ainda com o mesmo valor do ano passado, mas estamos brigando pelo spread com os bancos… Spreads de 5% a 7%, que são muito altos”, disse a ministra durante participação em webinar do Centro de Agronegócios da Fundação Getulio Vargas (FGVAgro).

Ela não especificou o que quis dizer sobre a briga pelo “spread”, indicando apenas que busca redução das taxas de juros no novo plano. Segundo ela, os juros se tornam cada vez mais custosos para os produtores a cada redução na taxa básica de juros do país, atualmente em mínima histórica de 3% ao ano. No Plano Safra atual, anunciado no ano passado, pequenos produtores (Pronaf), que normalmente têm juros subsidiados pelo Tesouro, tiveram taxas de 3% a 4,6% ao ano.

Tereza Cristina ainda disse que espera que questões relacionadas aos juros estejam solucionadas nas próximas semanas, para que o plano possa ser divulgado no dia 15 de junho. Segundo dados do ministério, o último Plano Agrícola e Pecuário, que se encerra neste mês, foi orçado em 225,59 bilhões de reais para apoiar pequenos, médios e grandes produtores.

Do total, 222,74 bilhões foram destinados para crédito de custeio, comercialização, industrialização e investimentos; 1 bilhão de reais para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e 1,85 bilhão de reais para apoio à comercialização.

Imagem

Durante a webinar, a ministra voltou a comentar sobre como a agropecuária do Brasil deveria cuidar melhor de sua imagem no exterior, desgastada por notícias de aumento nas queimadas na Amazônia e agora arranhada pelo fato de o país ser o segundo país com mais casos de coronavírus.

“A imagem do Brasil lá fora é muito ruim hoje, nós sabemos e não adianta tampar o sol com a peneira. Esse é o grande desafio que nós temos agora, é da comunicação. Nós já vínhamos enfrentando um problema assim, depois das queimadas da Amazônia veio uma arrefecida, e agora volta de novo com o Covid-19”, disse ela.

Fonte: Reuters
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Notícias Mercado

Vietnã habilita 4 plantas de aves e 1 de suínos para exportação de carne do Brasil

Vietnã importou 12,1 mil toneladas de carne de frango brasileiro no primeiro quadrimestre; Em suínos, foram 5,9 mil toneladas

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Quatro unidades frigoríficas de aves e uma de suínos foram habilitadas na terça-feira (02) para exportar carnes do Brasil ao Vietnã, disse o Ministério da Agricultura à Reuters. A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, comentou em webinar na terça-feira que o país asiático havia ampliado as habilitações para carnes do Brasil, mas sem informar o número de plantas com precisão. “Isso mostra que o mundo olha o Brasil como grande fornecedor de alimentos”, disse.

O Vietnã importou 12,1 mil toneladas de carne de frango brasileiro no primeiro quadrimestre deste ano, 73% a mais em relação ao mesmo período de 2019, conforme dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

Em suínos, o país importou 5,9 mil toneladas de janeiro a abril, avanço de 68% no comparativo anual e, segundo a ABPA, é o oitavo maior comprador da proteína do Brasil.

No ano passado, as aquisições do Vietnã já haviam crescido 42% em frango e 86,2% em carne suína, em relação a 2018.

Fonte: Reuters
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