Avicultura IPPE 2025
O Presente Rural participa do maior evento global da avicultura e processamento de carnes
De terça (28) a quinta-feira (30) você vai poder acompanhar pelos nossos canais digitais entrevistas exclusivas com lideranças de algumas das maiores empresas do setor direto de Atlanta, nos Estados Unidos.

O International Production & Processing Expo (IPPE) 2025, que acontece entre terça (28) e quinta-feira (30) em Atlanta, nos Estados Unidos, marca a primeira participação do jornal O Presente Rural no maior evento global da avicultura e processamento de carnes. Com cerca de 1,4 mil expositores e 55 mil metros quadrados de espaço de exposição, a feira vai apresentar inovações, tecnologias e tendências que moldam o futuro do agronegócio global. O diretor do jornal O Presente Rural, Selmar Marquesin, junto com a jornalista Eliana Panty, vão trazer, durante dois dias, entrevistas exclusivas com lideranças de algumas das maiores empresas do setor. Todas as reportagens você vai poder acompanhar pelos nossos canais digitais.
A edição de 2025 do IPPE posiciona a feira como um dos maiores eventos globais da cadeia produtiva de proteínas, reunindo representantes das indústrias de aves, suínos, bovinos, aquicultura e alimentação animal. Empresários, pesquisadores, produtores e especialistas de mais de 120 países participantes do evento, que também inclui programas educacionais, fóruns científicos e workshops técnicos.
A programação abrange temas como sustentabilidade, segurança alimentar, inteligência artificial, bem-estar animal e bioeconomia circular. Um dos destaques será a Cúpula de Sustentabilidade na Agricultura Animal, que vai discutir soluções práticas para a conservação de recursos naturais, biodiversidade e bem-estar animal.
Outro ponto alto será o Fórum Científico Internacional de Avicultura (IPSF), que apresenta avanços em nutrição, fisiologia e manejo ambiental. Já o Simpósio Internacional de Renderização vai trazer reflexões sobre o uso de produtos processados na aquicultura e em mercados internacionais, reforçando a importância da bioeconomia circular para o setor.
O olhar de O Presente Rural no evento
Para Selmar Marquesin, a participação no IPPE reforça o compromisso do jornal em estar presente nos principais eventos do setor. “Estar no IPPE 2025 está sendo uma experiência enriquecedora. Vamos ter a oportunidade de ver as inovações, conversar com grandes líderes do mercado para conhecer os avanços tecnológicos que estão transformando a cadeia de produção e processamento de carne, leite e ovos. Esse conteúdo é fundamental para nossos leitores, que buscam inovação e informação de qualidade para aplicarem em suas atividades”, destaca o diretor.
Já a jornalista Eliana Panty enfatiza a riqueza do evento e a qualidade das discussões que serão promovidas. “O IPPE nos mostra como a inovação e a tecnologia estão transformando rapidamente o futuro do agronegócio global. Aqui vamos estar em contato com novas soluções para o setor, vamos entrevistar profissionais que trouxeram para cá lançamentos que não apenas otimizam a produção, mas também promovem maior sustentabilidade em todas as etapas do processo produtivo”, afirma Panty.
Principais destaques da feira
Entre os muitos atrativos do evento, o New Product Showcase apresenta inovações em alimentos para animais, processamento e produção viva. Três expositores serão premiados como os “Best of the Best” pelo impacto de seus produtos no setor.
Os participantes também vão ter acesso às TechTalks, sessões técnicas que abordam temas como inteligência artificial, segurança alimentar e produção sustentável. Serão mais de 90 apresentações lideradas por especialistas, enriquecendo o conhecimento técnico dos visitantes.
O evento destaca ainda iniciativas voltadas para a educação e sustentabilidade, como o Animal Agriculture Sustainability Summit, que reforça a importância de práticas responsáveis no setor produtivo. Painéis discutem estratégias de colaboração entre indústrias, varejo e restaurantes para reduzir impactos ambientais e ampliar o bem-estar animal.
Um encontro de conexões e oportunidades
O IPPE 2025 vai proporcionar um ambiente único para networking e troca de conhecimentos. Além dos estandes repletos de inovações, os participantes vão poder interagir diretamente com especialistas e líderes da indústria, fortalecendo parcerias e ampliando horizontes de negócios.
Para Selmar Marquesin, a feira reafirma o papel estratégico do setor de proteínas na economia global. “O IPPE é um encontro de líderes, pesquisadores e produtores comprometidos com o futuro do agro. A gente percebe que o setor está alinhado com as demandas globais por segurança alimentar, inovação e sustentabilidade. Essa é uma mensagem que queremos levar para nossos leitores e parceiros no Brasil”, salienta.
A jornalista Eliana Panty também reforça a importância de participar de um evento dessa magnitude. “Tudo que o IPPE 2025 nos apresenta é uma visão clara das tendências que estão guiando a indústria de proteínas no mundo. Compartilhar esse conhecimento é a nossa forma de contribuir para o crescimento e a modernização do setor no Brasil”, ressalta.

Avicultura Editorial
O Nordeste avícola já não cabe no rodapé
Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.
Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.
A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.
Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura
Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura
Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock
A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.
Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock
A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.
A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.
Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock
que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.
Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura No Noroeste do Estado
Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência
Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação
A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.
De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.
A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.
Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi
A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.
A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.



