Avicultura
O Presente Rural e Lar promovem 2ª edição do Dia do Avicultor na quinta-feira
Mantendo a tradição dos eventos de capacitação e valorização do homem e da mulher no campo, a edição 2022 será promovida em formato híbrido.

Com mais de 180 mil produtores dedicados à avicultura, o Brasil é o segundo maior produtor e líder mundial na exportação de carne de frango. Diariamente mostramos em nossas mais diversas plataformas a importância do setor para o agronegócio brasileiro. E para homenagear os produtores e todos aqueles que integram essa cadeia produtiva, o Jornal O Presente Rural realiza, na quinta-feira (25), a 2ª edição do Dia do Avicultor.
O evento conta com o apoio da Lar Cooperativa Agroindustrial, Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar) e Associação Nacional dos Fabricantes de Equipamentos para Aves e Suínos (Anfeas).
Mantendo a tradição dos eventos de capacitação e valorização do homem e da mulher no campo, a edição 2022 será promovida em formato híbrido, com participação presencial para convidados em Marechal Cândido Rondon (PR) e on demand, para você assistir ao vivo pelos canais de O Presente Rural no Facebook e no YouTube ou na hora que você quiser.
Para acompanhar a transmissão em tempo real acesse o canal do YouTube de O Presente Rural pelo link www.youtube.com/watch?v=nxjAOJKG5Ns e ative o lembrete.
Além da qualificação, o 2º Dia do Avicultor serve também para valorizar essa importante profissão, comemorada no próximo dia 28, e uma forma de retribuir um pouco o trabalho que esses produtores fazem, incansavelmente, todos os dias, vencendo desafios tão comuns dessa atividade.
Mercado, nutrição, manejo, produção sustentável, sanidade, bem-estar e biosseguridade serão as temáticas que vão nortear a edição 2022 do evento.
A cerimônia de abertura está marcada para as 08h15, seguida da palestra “Mercados da avicultura do Paraná, do Brasil e do mundo”, com o superintendente de Suprimentos e Alimentos da Lar, Jair Meyer. Logo após, às 09h30, o médico-veterinário, doutor em Ciências Veterinárias e mestre em Produção e Nutrição Animal, Erich Helfer Carvalho, vai explanar sobre “Biosseguridade na Avicultura”.
Em seguida, fatores que afetam a conversão alimentar serão abordados pelo engenheiro agrônomo Marcelo Torreta, a partir das 10h20; e, às 11h10, a médica-veterinária, professora, doutora em Zootecnia e mestre em Nutrição Animal, Jovanir Inês Müller Fernandes, encerra a programação da manhã com a palestra “Saúde intestinal dos frangos de corte como ferramenta de melhoria dos resultados produtivos e econômicos”
A agenda técnica será retomada às 13h30, com a palestra “Manejo inicial e programa de luz”, ministrada pelo médico-veterinário Lucas Schneider. Na sequência, às 14h20, o professor, doutor em Zootecnia na área de Nutrição e Produção de Monogástricos, Thiago Petrolli, vai discorrer sobre “Manejo pré-abate”.
E o gerente de Desenvolvimento de Negócios Sustentáveis em Nutrição e Saúde Animal, José Francisco Miranda, dará continuidade a programação com a palestra sobre “Avançando de forma inteligente na produção sustentável de aves”, com início às 15h30. O representante da Anfeas, Luiz Cavagnoli, que atua como gerente de Engenharia, será o responsável por encerrar o ciclo de palestras, a partir das 16h20, quando vai falar sobre “Manutenção de granjas versus performance da atividade”.
O encerramento do 2º Dia do Avicultur está previsto para as 17h10.
Somando forças com O Presente Rural
A segunda edição do Dia do Avicultor conta com patrocínio ouro da Agroceres Multimix, Anco Fit Poultry, Boehringer Ingelheim, Bta Aditivos, Cobb e DSM; prata da Biochem, Cinergis, Imeve, Inobram, Huvepharma, Phileo e Sicredi; e bronze da AB Vista, American Nutrients, Anpário, Nnatrivm e Oligo Basics.

Avicultura Editorial
O Nordeste avícola já não cabe no rodapé
Região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta

A avicultura nordestina não nasceu agora, nem depende de descoberta recente para provar sua relevância. Há empresas, marcas, produtores e famílias que construíram trajetória na atividade por décadas. O que mudou é a escala da discussão. A região, por muito tempo observada apenas pela baixa participação no abate nacional sob inspeção federal, começa a aparecer com mais força em indicadores que mostram capacidade produtiva, alojamento de pintainhos, produção de ovos, genética, integração, verticalização e novos investimentos.
Essa diferença importa. Quando se olha apenas para o abate, o Nordeste ainda parece pequeno diante da força histórica do Sul, do Sudeste e do Centro-Oeste. Mas a fotografia fica incompleta. A região respondeu por uma fatia relevante do alojamento nacional de pintainhos de corte em 2025, avança na postura comercial, abriga operações integradas, amplia a produção de ovos, mantém presença em genética avícola e passa a se beneficiar da aproximação dos grãos produzidos no Matopiba.

Editorial escrito por Giuliano De Luca, jornalista e editor-chefe de O Presente Rural.
O Ceará é um dos exemplos mais claros dessa mudança de patamar. A avicultura está distribuída por dezenas de municípios, gera empregos, sustenta uma produção expressiva de ovos e frangos e reúne empresas que operam da ração à distribuição. A presença de uma granja de avós no estado também coloca a região em uma etapa estratégica da cadeia, muito além da produção de commodity.
A Bahia, por sua vez, mostra outro lado desse movimento: crescimento em alojamento, avanço na produção de ovos e potencial de expansão, mas também uma disputa dura contra custos, logística, energia, crédito e infraestrutura. O sinal é importante porque revela que o crescimento existe, mas não se sustenta apenas com demanda. Precisa de indústria, estrada, armazenagem, assistência técnica, mão de obra e ambiente de negócios.
Esta edição de O Presente Rural olha para o Nordeste sem folclore. Não se trata de afirmar que a avicultura brasileira mudou de endereço. O centro nacional da produção continua fortemente ancorado em regiões tradicionais. Mas também já não é possível tratar o Nordeste como nota lateral. A região construiu história, ganhou escala e entrou de forma mais consistente na conta dos investimentos avícolas do país. O rodapé ficou pequeno para o tamanho dessa pauta.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura
Sanidade, inovação e gestão estão entre os destaques da nova edição de Avicultura
Publicação reúne reportagens sobre o avanço da avicultura nordestina, sucessão familiar, biosseguridade, saúde animal e os principais temas que movimentam o setor.

A nova edição do jornal Avicultura, de O Presente Rural, reúne reportagens sobre os principais desafios, oportunidades e transformações da cadeia avícola brasileira. A publicação destaca, na reportagem de capa, o avanço da avicultura nordestina, que vem ampliando sua escala de produção e fortalecendo sua participação no setor.

Foto: Shutterstock
A edição também traz uma cobertura sobre o Alimenta 2027, evento que levará a Cascavel um congresso e uma feira voltados à proteína animal, reforçando o município como um dos principais polos do agronegócio brasileiro.
Outro tema em destaque é o alerta para a laringotraqueíte, enfermidade que também preocupa a avicultura de corte e exige atenção dos produtores quanto às medidas de prevenção e biosseguridade.

Foto: Shutterstock
A sucessão familiar no campo também ganha espaço nas páginas do jornal. A reportagem “O filho não saiu do campo, foi afastado da gestão” aborda os desafios enfrentados pelas famílias rurais na preparação das novas gerações para assumir a administração das propriedades.
A publicação ainda apresenta um panorama da indústria de saúde animal, que movimenta quase R$ 2 bilhões com a avicultura, evidenciando a importância do segmento para a sanidade e a produtividade das granjas.
Entre as reportagens especiais, a edição conta a trajetória de uma professora

Foto: Shutterstock
que contribuiu para a formação de profissionais e para o desenvolvimento de uma das maiores potências avícolas do país. Também traz uma análise sobre uma das etapas mais importantes da cadeia produtiva: o abate de aves, abordando os desafios relacionados à velocidade da linha, à qualidade da carcaça e à segurança do processo.
Além das reportagens, a nova edição reúne artigos técnicos assinados por especialistas, com conteúdos voltados ao manejo, sanidade, nutrição, bem-estar animal, tecnologia e inovação, além de apresentar novidades das principais empresas que atuam no setor avícola.
A edição também está disponível gratuitamente em versão digital, permitindo que produtores, técnicos, pesquisadores e profissionais da cadeia tenham acesso ao conteúdo completo, acesse clicando aqui. Boa leitura!
Avicultura No Noroeste do Estado
Rio Grande do Sul confirma foco de gripe aviária em aves de subsistência
Medidas de contenção e vigilância foram adotadas após a confirmação laboratorial. Comércio de produtos avícolas segue sem restrições.

O Rio Grande do Sul confirmou o primeiro caso de Influenza aviária de Alta Patogenicidade (IAAP) em aves de subsistência. O foco foi identificado no município de Coqueiros do Sul, no Noroeste do Estado, e confirmado na última sexta-feira (18) pelo Laboratório Federal de Defesa Agropecuária (LFDA), em Campinas (SP).

Foto: Divulgação
A suspeita foi atendida por equipes do Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal (DDA), da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (Seapi), após notificação registrada em 14 de julho. As amostras coletadas foram encaminhadas ao laboratório de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), que confirmou a presença do vírus.
De acordo com a Seapi, o registro ocorreu em aves de fundo de quintal e não altera o status sanitário do Rio Grande do Sul e do Brasil em relação à influenza aviária de alta patogenicidade. Por isso, não há impacto sobre o comércio de produtos avícolas.
A secretaria também reforça que o consumo de carne de frango e ovos permanece seguro, uma vez que a doença não é transmitida por alimentos.
Como medida de contenção, o Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul realizará inspeções em propriedades rurais e granjas localizadas em um raio de 10 quilômetros do foco, além de ações de vigilância epidemiológica e orientação aos produtores.

Foto: Divulgação/Seapi
A Influenza aviária é uma doença viral altamente contagiosa que acomete principalmente aves, embora também possa infectar mamíferos e, em situações raras, seres humanos.
A Seapi orienta que a população não manipule aves doentes ou mortas. Casos suspeitos, caracterizados por sinais respiratórios, alterações neurológicas ou mortalidade elevada e repentina, devem ser comunicados imediatamente ao Serviço Veterinário Oficial por meio das Inspetorias de Defesa Agropecuária ou dos canais oficiais da secretaria.




