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O impacto do javali na biosseguridade da produção suína

Com a diversidade e abundância de recursos naturais associadas à reprodução descontrolada e à ausência de predadores naturais, essa espécie se proliferou e se disseminou amplamente pelo território nacional, acendendo um alerta para a defesa sanitária do país.

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Divulgação/Pixabay

Introduzido há sete décadas no Brasil para exploração comercial, os javalis se tornaram uma grande dor de cabeça para muitos setores produtivos, especialmente a suinocultura, quando passaram a viver livremente na natureza. Com a diversidade e abundância de recursos naturais associadas à reprodução descontrolada e à ausência de predadores naturais, essa espécie se proliferou e se disseminou amplamente pelo território nacional, acendendo um alerta para a defesa sanitária do país.

Pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves, Virgínia Santiago Silva: “Em razão da espécie não ter predadores na natureza e de estar amplamente distribuída em território brasileiro é difícil sua erradicação” – Foto: Jaqueline Galvão/OP Rural

Com foco em aprimorar o manejo e a vigilância desses animais asselvajados em território brasileiro, com adoção de medidas de biosseguridade para garantir a segurança dos plantéis de suínos, a pesquisadora Virgínia Santiago Silva, da Embrapa Suínos e Aves, abordou os impactos do javali na suinocultura em palestra realizada no Fórum de Sanidade de Aves e Suínos, que aconteceu em fevereiro na cidade de Cascavel, no Oeste do Paraná.

Segundo ela, por ser uma espécie exótica invasora é considerada nociva à pecuária, à agricultura, ao meio ambiente, aos seres humanos e à saúde pública, por isso o seu controle populacional é regulamentado e autorizado no Brasil. E como são “ancestrais” do suíno doméstico, ou seja, pertencem à mesma espécie, o estímulo reprodutivo ocorre, o que aumenta ainda mais a chance de contato entre as duas populações e possível transmissão de patógenos/doenças.

Em dezembro de 2018, segundo dados da Embrapa e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), haviam registros em 22 unidades da federação e mais de 1,5 mil municípios brasileiros com presença de javalis. “Isso já avançou, lamentavelmente, porque é uma espécie que vem aumentando muito rápido no país. Por causa dessa expansão acelerada, desde 2017 dispomos de um Plano Nacional de Prevenção, Controle e Manejo de Javali”, menciona Virgínia.

População de javalis no Brasil

A pesquisadora diz que não é possível mensurar a quantidade real de javalis existentes no Brasil porque a população é dinâmica, e como vivem livremente na natureza não há como fazer um controle de quantos animais nascem anualmente. “Esse é um dado que dificilmente alguém vai poder responder de forma imediata, porque o número total de javalis vai estar sempre oscilando, até em razão disso é fundamental que haja um sistema de controle”, expõe Virgínia.

Segundo a profissional, os indicadores com que os órgãos de defesa sanitária do mundo todo trabalham são baseados em informações cadastradas por diferentes atores autorizados que fazem o controle populacional da espécie exótica. “Na Europa trabalham com bolsas de abate, de caça; é uma atividade sinérgica, não é o que acontece no Brasil, porque lá eles têm uma quantidade de animais abatidos em áreas conhecidas, isso só é possível em nosso país com dados registrados e monitorados de abate. E para isso já contamos hoje com o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), que através do Sistema de Informação de Manejo da Fauna (Simaf), faz a gestão do manejo de animais abatidos no país, em que todo cidadão que deseja abater esses animais para proteger a sua propriedade tem condições, direito e autonomia para obter o registro de autorização. Essa gestão do Ibama é fundamental para que consigamos reduzir o avanço populacional de javalis no Brasil”, ressalta Virgínia.

Mais de 300 mil javalis abatidos

A partir da informatização desses dados do manejo, implementado em abril de 2019 pelo Ibama, é possível gerar estatísticas de animais abatidos no país. Desde o início do programa de controle até agosto de 2021 foram declarados oficialmente o abate de 333 mil javalis, o que não significa que haja um aumento populacional da espécie, apenas confirma que o controle está sendo realizado. “Esse número é decorrente dos abates informados ao Ibama, antes não havia esse controle, por isso não há registros, os animais eram abatidos sem que tivéssemos noção de quando, como, onde e por quem eram abatidos, agora através deste serviço do Ibama, conseguimos ter estatísticas, números esses que podem orientar as nossas próximas ações”, justifica a pesquisadora.

Por que o javali é um problema?

A pesquisadora afirma que os javalis representam uma ameaça à suinocultura porque em vida livre não possuem qualquer cuidado veterinário, com isso não há como fazer o controle sobre os locais que circulam, como se alimentam, onde bebem água, com quais patógenos têm contato e com que outras espécies de animais se relacionam. “Dado a esses fatores, o javali pode ser um transmissor de doenças e pela afinidade com a própria espécie, ora com estímulo reprodutivo, ora por busca de alimentos, vão se aproximar principalmente de locais onde tem criação de suínos. Neste contato pode transmitir doenças ou mesmo se infectar com patógenos comuns dos sistemas de criação intensiva e se tornarem reservatórios, mantendo a circulação desses patógenos nas populações asselvajadas como uma constante ameaça aos suínos”, pontua Virgínia.

Justamente por ser uma espécie que se relaciona de diversas formas diferentes com o meio em que está inserida, ressalta a pesquisadora, é que se tem a necessidade de contabilizar todos os riscos que pode expor tanto aos seres humanos quanto aos suínos a partir do momento que há contato direto ou indireto. “Como os javalis têm uma condição sanitária desconhecida, não é o funcionário da granja que está em contato com os suínos que deve abater ou manipular a carcaça do javali”, aponta.

Virgínia explica que algumas das doenças que podem circular nessas populações são zoonoses – Leptospira, vírus de Hepatite E, Toxoplasma gondi – que podem acometer o homem, por isso medidas de biosseguridade são primordiais no abate, uma vez que quando o javali é abatido não apresenta qualquer sinal ou sintoma que está infectado. “Muitas vezes o javali não vai apresentar sintomas ou lesões, e quem faz esse abate consome (a carne desse animal), então ainda tem um risco de saúde pública gravíssima”, relata.

Risco sanitário

Conforme Virgínia, o javali pode arruinar todo um programa sanitário se uma doença chega a atingir as populações asselvajadas, visto a dificuldade de controlar, conter e erradicar nestas condições a disseminação de uma doença. “Por isso é muito importante conhecer a realidade fora e dentro da granja para que o produtor possa se precaver e esses animais exóticos não venham a ter contato com a suinocultura”, frisa.

Doenças transfronteiriças

A ameaça sanitária pelo contato entre criações domésticas e comerciais com populações de vida livre tem fundamental importância quando se trata de doenças transfronteiriças, de notificação oficial internacional e que podem resultar em restrições ao comércio internacional, como a Peste Suína Clássica (PSC), Peste Suína Africana (PSA), entre outras. O Brasil é livre de PSA, mas a situação da doença na Europa e na Ásia é um alerta para que os países livres invistam em vigilância e em biosseguridade das criações comerciais, bem como em controle populacional, monitoramento e vigilância de javalis de vida livre, para detecção e contenção de doenças.

Como detectar a presença de javalis?

Por onde passam, os javalis deixam vestígios típicos da espécie, que caracterizam seus hábitos e comportamentos, como pegadas robustas, áreas fuçadas, marcação em árvores e predação em lavouras, especialmente de milho.

Outra forma de identificar a evidência desses animais é através do cruzamento com matrizes suínas. “Muitos produtores acreditam que a prole gerada desse cruzamento é mais robusta, resistente a doenças ou que sua carne é melhor, nada disso é comprovado, além de ser proibida a criação em nosso país, portanto deve ser coibido para que não volte a ocorrer”, enfatiza Virgínia.

Biosseguridade

A adoção de biosseguridade em granjas de suínos consiste em medidas para evitar a entrada e propagação de doenças nos rebanhos. Desde forma, para impedir a introdução de patógenos por animais selvagens, Virgínia orienta que seja evitado o contato entre as populações domésticas e as de vida livre.

Entre os recursos mais eficazes para impedir o acesso de javalis asselvajados às criações de suínos estão as barreiras físicas, como as cercas de proteção, isolando a propriedade de invasores. Virgínia salienta que os javalis são animais fortes e por isso a cerca deve ser resistente para garantir que não seja rompida.

Recomenda-se a instalação de cercas de 1,8 metro de altura, com tela malha 7 e fio 12 mm, sendo que a cada 40 centímetros de altura é preciso usar um fio de sustentação de 5mm. Para oferecer maior segurança, a parte inferior deve ser reforçada, podendo ser dupla, e deve-se enterrar 40 centímetros de mureta de alvenaria ou tela para evitar que os javalis cavem para passar por baixo da cerca. Sobre a extremidade superior é indicado colocar de três a quatro fios de arame farpado.

É possível erradicar os javalis?

A pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves diz que em razão da espécie não ter predadores na natureza e de estar amplamente distribuída em território brasileiro é difícil sua erradicação, sendo apenas possível fazer o controle para minimizar ao máximo os impactos que causam e adotar medidas preventivas para que os javalis não se proliferem ainda mais.

E para isso a detecção precoce e a comunicação ao órgão de controle do Estado são essenciais para reduzir sua população. “Essa é a única espécie que o abate é autorizado no Brasil, quando é comunicado ao órgão que faz essa gestão do controle populacional passam a ser adotadas, na área de identificação de presença de javalis, medidas de biosseguridade”, ressalta Virgínia.

Para ficar atualizado e por dentro de tudo que está acontecendo no setor suinícola e da piscicultura acesse gratuitamente a edição digital Suínos e Peixes.

Fonte: O Presente Rural

Suínos

ACCS alerta para insegurança jurídica mesmo com retomada nos preços da suinocultura

Mercado de suínos dá sinais de recuperação com exportações aquecidas, mas a Associação Catarinense de Criadores de Suínos cobra segurança no campo e critica entraves trabalhistas e o chamado custo Brasil.

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O cenário para a suinocultura brasileira desenha-se com otimismo nas granjas, impulsionado pelo reequilíbrio de preços e recordes de exportação previstos para este ano. No entanto, fora da porteira, o setor produtivo acende um forte sinal de alerta para os desafios políticos, trabalhistas e de segurança jurídica no campo. A avaliação é do presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi, que traçou um panorama detalhado sobre as projeções de mercado e os entraves que o agronegócio enfrenta atualmente.

Retomada de preços e exportações em alta

Presidente da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS), Losivanio Luiz de Lorenzi: “Eu acredito que o mercado vai estar voltando à sua normalidade. A partir de agora, nós vemos um mercado mais promissor”

O ano começou com a tradicional oscilação de preços, mas a perspectiva de estabilização já é uma realidade. Segundo o presidente da ACCS, a queda registrada na primeira quinzena de janeiro está sendo superada pela reação das bolsas do setor. “Eu acredito que o mercado vai estar voltando à sua normalidade. A partir de agora, nós vemos um mercado mais promissor”, projeta Losivanio.

A expectativa de alta nos valores pagos ao produtor é sustentada por uma combinação de fatores: a menor oferta de suínos no mercado, a manutenção do peso normal de abate e o ritmo acelerado das exportações, que em fevereiro devem ultrapassar a marca de 100 mil toneladas.

Outro elemento que protegeu a margem do suinocultor independente durante a recente baixa foi a queda no preço do milho. Além disso, não houve um crescimento desordenado da produção nos últimos dois anos. O principal freio para novas expansões foi a taxa de juros, já que, segundo o dirigente da ACCS, iniciar um projeto robusto na suinocultura hoje exige um investimento mínimo de R$ 10 milhões, tornando a captação de recursos cara e, muitas vezes, inviável.

O ciclo da carne bovina e a sanidade

O bom momento da carne suína também encontra respaldo no ciclo da pecuária de corte. Com as exportações de carne bovina batendo recordes e o volume de abates superando o de nascimentos de bezerros, a recuperação da oferta de bovinos será lenta — um ciclo que leva cerca de quatro anos. Essa dinâmica mantém a carne suína em um patamar competitivo e altamente atrativo.

Apesar dos ventos comerciais favoráveis, a ACCS reforça que o dever de casa sanitário é inegociável para garantir a estabilidade do setor. “Nós temos que olhar muito a questão da biosseguridade, da sanidade, para que a gente não seja acometido por alguma intempérie de doença, como aconteceu em vários países, e que a gente possa perder esses mercados importantes”, alerta.

Preocupações políticas e a escala 6×1

Se o mercado responde bem, o ambiente regulatório gera apreensão. Losivanio classifica como “populismo” a possibilidade de o governo intervir limitando as exportações de carne bovina para forçar a queda dos preços no mercado interno, especialmente em um ano eleitoral. Para ele, a solução real seria fomentar o poder de compra e a renda da população, e não proibir embarques.

No campo trabalhista, a proposta de alteração da jornada para a escala 6×1, reduzindo de 44 para 36 horas semanais — é vista com grande preocupação. A dinâmica do agronegócio não se adequa a expedientes engessados, e o peso da carga tributária sobre a folha de pagamento já asfixia quem produz. “A gente vê que o vilão não é o empresário, e sim é o sócio que nós temos, que é o governo”, pontua o presidente.

Ele contrasta a situação brasileira com a de países vizinhos: enquanto a Argentina avança no Congresso com propostas de jornadas de até 12 horas diárias e o Paraguai atrai indústrias brasileiras oferecendo redução de impostos, logística eficiente e segurança jurídica, o Brasil onera cada vez mais o empreendedor com mudanças legislativas constantes.

Insegurança jurídica e a defesa do produtor

O alerta final da entidade recai sobre a insegurança no campo. O aumento da criminalidade e as tensões envolvendo áreas indígenas estão impactando diretamente quem produz. Produtores com histórico de gerações em suas terras e documentação legal estão perdendo acesso ao crédito rural e correndo o risco de perderem suas propriedades. “Nós estamos à beira de um caos muito forte”, desabafa.

Para Losivanio, falta ao poder público uma visão estratégica que valorize o agronegócio, setor que levou o Brasil ao posto de maior exportador de proteína animal do mundo, mesmo operando sob as legislações ambientais mais rigorosas do planeta. “Para dar emprego, nós temos que dar segurança para o nosso empreendedor, para que ele possa continuar acreditando e fazendo esse país crescer”, finaliza o presidente, pedindo uma mudança urgente de postura e de entendimento para garantir o futuro da produção nacional.

Fonte: Assessoria ACCS
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Suínos

Demanda interna e exportações reforçam perspectiva de alta para o suíno vivo

Diversificação de mercados e consumo aquecido no pós-férias impulsionam mercado, enquanto produção e custo da ração exigem atenção no médio prazo.

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Com a melhora sazonal da demanda interna e um cenário externo considerado favorável, os preços do suíno vivo devem apresentar reação nas próximas semanas. A expectativa é de recuperação no curto prazo, após o fim do período de férias escolares e do Carnaval.

De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, a diferença de preços entre as proteínas também pode contribuir para esse movimento. A carne bovina segue em patamar mais elevado em relação à suína, o que tende a favorecer o consumo da carne de porco no mercado interno.

No comércio exterior, a diversificação de destinos observada desde o ano passado ajuda a reduzir a dependência de mercados específicos. Apesar disso, chama atenção o aumento da participação das Filipinas entre os principais compradores. Ainda assim, o cenário das exportações é considerado positivo e deve continuar colaborando para o equilíbrio da oferta e da demanda.

Para o médio prazo, dois fatores exigem monitoramento: o ritmo de crescimento da produção e os custos com ração.

No caso da produção, a tendência é de continuidade na expansão do envio de animais para abate, movimento sustentado pelas boas margens registradas na suinocultura nos últimos dois anos e pela demanda externa aquecida. Eventuais problemas no fluxo de embarques, embora não sejam o cenário principal, poderiam pressionar o mercado interno, elevando a oferta doméstica e impactando os preços, já que a produção não pode ser ajustada rapidamente no curto prazo.

Em relação aos custos, o cenário também é considerado favorável, mas com pontos de atenção. A previsão de clima positivo para o milho safrinha nos próximos dois meses indica potencial para boa produção. No entanto, parte relevante da área ainda precisa ser semeada, e não há definição sobre quanto ficará dentro da janela ideal de plantio, fator decisivo para o desempenho produtivo.

Fonte: O Presente Rural com Consultoria Agro Itaú BBA
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Suínos

Suinocultura discute comportamento do consumidor na primeira Escola de Gestores de 2026

Evento da ABCS abordará tendências de consumo e impactos nas decisões estratégicas do setor de proteínas.

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Entender o comportamento do consumidor se tornou um dos principais diferenciais estratégicos para o mercado de proteínas. Em um cenário de rápidas transformações, antecipar tendências, reduzir riscos e tomar decisões mais assertivas depende, cada vez mais, da leitura qualificada do consumo.

Com esse foco, a Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realiza a primeira edição de 2026 da Escola de Gestores, com o tema “Proteína, Consumo e Decisão de Compra: Tendências que Importam para 2026”, no dia 25 de fevereiro de 14h30  às 16 horas. O encontro será conduzido por Tayara Beraldi, consultora da ABCS e especialista em comunicação estratégica, e tem como objetivo ampliar a capacidade analítica e decisória dos gestores da suinocultura com dados reais e atualizados do comportamento do consumidor em uma época em que o consumo de proteínas tem ganhado destaque.

Voltada aos desafios atuais do setor, a iniciativa propõe uma reflexão aprofundada sobre como o consumidor pensa, quais fatores influenciam suas escolhas e de que forma essas decisões impactam o marketing, o posicionamento e a competitividade das proteínas no mercado. Na suinocultura, compreender esses movimentos deixou de ser uma opção e passou a ser parte central das decisões estratégicas.

Durante o encontro, os participantes irão discutir como interpretar tendências de consumo com mais clareza, transformar comportamento do consumidor em estratégia de mercado, fortalecer o posicionamento da carne suína e tomar decisões mais embasadas, com visão de futuro e impacto real no negócio.

A Escola de Gestores da ABCS é uma iniciativa que busca apoiar lideranças do setor na construção de conhecimento aplicado, conectando dados, comportamento e estratégia. O evento é exclusivo para o Sistema ABCS e contribuintes do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (FNDS), com o objetivo de fortalecer o poder de decisão dos gestores, ampliando a capacidade de antecipação e a geração de vantagem competitiva no mercado de proteínas. Faça sua inscrição clicando aqui.

Fonte: Assessoria ABCS
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