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Suínos

O desafio da mão de obra qualificada na suinocultura é tema de debates

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O país que já teve como diferenciais de
custo de produção a oferta de grãos e mão de obra, começa a sofrer uma
realidade  já enfrentada nos países da
Europa e América do Norte, a baixa oferta de mão de obra. O tema que tira o
sono dos produtores de suínos em todo o Brasil será tratado na palestra
“Abordagens de manejo e gestão para otimizar a mão de obra” como os  especialistas no assunto Dr. Roniê W.
Pinheiro- Integrall e Dr. Glauber S. Machado- Integrall.

 A
palestra faz parte da programação do 2º FIS – Fórum Integrall de Suinocultura,
no Hotel Four Points by Sheraton em Curitiba,PR, nos dias 18 e 19 de abril.
Profissionais da suinocultura vão debater como produzir com eficiência diante
do desafio na seleção, formação e retenção de mão de obra qualificada para
trabalhar em granjas. O evento reúne criadores, veterinários, técnicos do setor
e pesquisadores.

Para o consultor da Integrall, o médico
veterinário Dr. Glauber Machado "A gestão de mão de obra dentro de uma
granja vai muito além de instalações e equipamentos. Otimizar recursos humanos
significa aceitar mudanças, pensar diferente, concentrar esforços no que
realmente vale a pena. Mais do que isso, otimizar pessoas significa ter
segurança em saber o que não fazer dentro de uma rotina de produção”  revela.

O consultor destaca ainda que
“Precisamos entender melhor como as pessoas administram seu tempo e como
reinventar algumas rotinas. Uma boa gestão é o ponto de partida para granjas
que querem se preparar para o desafio de seleção e retenção de pessoas
qualificadas. sem dúvida alguma, este será nosso principal desafio da produção
nos próximos anos!" alerta Glauber machado.

Durante o evento será apresentada a
“Experiência e realidade norte americana na otimização dos recursos humanos em
granjas de suínos” com o  Dr. José
Henrique Piva – PIC  EUA, e a
“Experiência e realidade européia na otimização dos recursos humanos em granjas
de suínos” como o Dr.Hans Bundgaard-Porcus Dinamarca. O debate será moderado
pela consultora Dra. Maria Nazaré T. Lisboa – Consuitec.

 Antecipando tendências

De acordo com o Coordenador do 2º FIS, o
médico veterinário Iuri Pinheiro Machado “O encontro vai abordar várias ações
relacionadas não somente à gestão de Recursos Humanos propriamente dita, mas
também às questões de manejo, concepção de projetos como instalações,
equipamentos e fluxo de produção, e gestão de equipes. A experiência da Europa
e dos Estados Unidos também será abordada, pois há uma tendência de caminharmos
para o mesmo caminho, com alta tecnologia e recursos humanos escassos e
onerosos” destaca.

Para os conhecedores da suinocultura
moderna, com competitividade da suinocultura no mercado global, o fator humano
é um dos aspectos mais importantes e complexos para a sustentabilidade
econômica e social da atividade.  Daí a
importância dos debates e palestras que vão reunir teoria e prática sobre
especialidades da suinocultura no Brasil e no mundo. Temas como a experiência e
realidade norte americana e européia na otimização dos recursos humanos em
granjas de suínos com especialistas dos EUA, Dinamarca e das principais
empresas brasileiras, que se destacam na produção de suínos pela gestão
estratégica de pessoas na produção  de
suínos. 

O evento vai debater ainda novas
tecnologias e novidades em projetos voltados para obter melhores resultados com
a mão de obra, e abordagens de manejo e gestão de granjas e pessoas. O encontro
vai revelar o segredo e casos de sucesso na otimização de mão de obra em
granjas de suínos no Brasil.

Iuri Pinheiro Machado destaca ainda “O
público do evento é amplo, incluindo lideranças das granjas, gerentes,
encarregados, chefes de setor, além de 
profissionais envolvidos com o RH das empresas, proprietários de
granjas, consultores e demais pessoas envolvidas diretamente na produção de
suínos” revela o Coordenador do FIS.

O encontro encerra com uma mesa redonda
sobre perspectivas e tendências legais e práticas relacionadas à mão de obra
contratada no Brasil. Representantes da ABCS, SENAR, Agroindústria e poder
público.

Inscreva-se até o dia 05 de abril e aproveite
o melhor preço na inscrição, para profissionais R$450,00 e R$300,00 para
estudantes. Depois dessa data até o dia do evento o custo é de R$550,00 para
profissionais e R$400 para estudantes. Mais informações no site  www.integrall.org/forum .  O evento é promovido pela Integrall –
Soluções em Produção Animal, nos dias 18 e 19 de abril de 2013 em Curitiba
(PR).

Mais informações no site  www.integrall.org/forum

Fonte: Assessoria

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Suínos

Dia do Suinocultor celebra protagonismo de quem impulsiona setor de R$ 63,1 bilhões

Com 5,6 milhões de toneladas produzidas e US$ 3,6 bilhões em exportações, cadeia reforça a importância dos produtores para a competitividade da proteína animal brasileira.

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Foto: Divulgação

Celebrado nesta sexta-feira (24), o Dia Nacional do Suinocultor destaca o protagonismo dos produtores que, diariamente, sustentam a evolução de uma das cadeias mais competitivas do agronegócio brasileiro.

Em 2025, a produção brasileira de carne suína alcançou 5,592 milhões de toneladas, consolidando o país como o quarto maior produtor mundial. O Valor Bruto da Produção (VBP) do setor chegou a R$ 63,1 bilhões, movimentando economias regionais, gerando renda e impulsionando uma ampla cadeia formada por produtores de grãos, empresas de genética, nutrição e saúde animal, transportadores, cooperativas, agroindústrias e outros segmentos.

Foto: Shutterstock

A presença internacional também ganhou força. No ano passado, o Brasil exportou 1,510 milhão de toneladas de carne suína para 94 países, gerando receita cambial de US$ 3,6 bilhões. Com esse desempenho, o país manteve-se como o terceiro maior exportador mundial. Do total produzido, 27,01% foi destinado ao mercado externo.

Ao mesmo tempo, o mercado brasileiro permaneceu como o principal destino da produção nacional. O consumo per capita atingiu 19,1 quilos por habitante em 2025, refletindo a crescente presença da carne suína na mesa dos brasileiros e a ampliação da variedade de cortes e produtos disponíveis no varejo e na alimentação fora do lar.

Para a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), esses resultados começam dentro das propriedades rurais. São os suinocultores que transformam avanços em genética, nutrição, manejo, sanidade, biosseguridade, bem-estar animal e sustentabilidade em ganhos efetivos de produtividade, qualidade e segurança dos alimentos. “Cada tonelada

Presidente da ABPA, Ricardo Santin: “Cada tonelada produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor” – Foto: Mario Castello

produzida, cada mercado conquistado e cada avanço alcançado pela suinocultura brasileira começa com o trabalho do produtor. É dentro das granjas que os compromissos do setor com a sanidade, a eficiência, a qualidade e a sustentabilidade se transformam em prática. O suinocultor é o grande protagonista de uma cadeia que gera desenvolvimento para o Brasil e ajuda a garantir segurança alimentar para consumidores brasileiros e de dezenas de países”, destaca Ricardo Santin, presidente da ABPA.

Presentes em diferentes modelos de produção, sejam integrados, cooperados ou independentes, os suinocultores também desempenham papel decisivo na geração de oportunidades no interior do país. A atividade fortalece municípios, mantém renda nas comunidades e estimula investimentos em tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional. “A competitividade da suinocultura brasileira não foi construída por acaso. Ela é resultado da capacidade de adaptação, do investimento e da dedicação de milhares de produtores. Celebrar o Dia do Suinocultor é reconhecer quem está na base de um setor que movimenta bilhões, abastece o mercado interno e leva a qualidade da proteína animal brasileira para o mundo”, conclui Santin.

Fonte: Assessoria ABPA
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Suínos

Mercado integrado paga mais pelo suíno vivo que o independente em julho

Cepea registra movimento atípico em algumas regiões do Sul, onde a elevada oferta e a demanda enfraquecida pressionam as cotações do mercado spot.

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Foto: Shutterstock

Os preços do suíno vivo no mercado integrado estão superiores aos praticados no mercado independente em algumas regiões acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) neste mês de julho.

Segundo o Cepea, esse comportamento foge do padrão do setor, já que, normalmente, o mercado independente (spot) registra cotações mais elevadas devido aos maiores custos e riscos assumidos pelos produtores.

De acordo com os pesquisadores, essa inversão vem sendo observada ao longo de 2026 em algumas praças da Região Sul, com destaque para Braço do Norte (SC).

O Cepea atribui esse cenário às dificuldades enfrentadas pelo mercado independente, que segue pressionado pela elevada oferta de suínos e pela demanda enfraquecida. A combinação desses fatores tem mantido os preços em patamares baixos ao longo de todo o ano.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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Suínos

Rentabilidade da suinocultura preocupa produtores de Mato Grosso

Apesar do avanço da produção e das exportações brasileiras, preços em queda e margens apertadas desafiam o setor no Estado.

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Foto: Divulgação/Acrismat

Apesar do crescimento da produção e dos recordes nas exportações brasileiras de carne suína, a rentabilidade dos produtores de Mato Grosso vive um dos momentos mais delicados dos últimos anos. A combinação entre preços em queda, custos de produção ainda elevados e dificuldades para ampliar o consumo interno foi um dos principais temas debatidos durante o 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

Durante o evento, o superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer,

Superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Cleiton Gauer: “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor” – Foto: Divulgação/Acrismat

apresentou um panorama atualizado da cadeia produtiva e destacou que o Estado segue ampliando seu rebanho e sua produção. Entretanto, esse crescimento não tem se refletido na renda do produtor.

Segundo ele, após a virada do ano, os preços pagos pelo quilo do suíno apresentaram forte retração, reduzindo significativamente a margem da atividade. “Mesmo com uma leve redução nos custos, principalmente do milho, esse alívio não chegou de forma suficiente ao produtor. Hoje estamos observando alguns dos menores resultados econômicos da série histórica da suinocultura em Mato Grosso”, afirmou.

Gauer explicou que a situação é ainda mais preocupante para produtores que possuem financiamentos e investimentos em andamento, já que a redução da rentabilidade compromete a capacidade de cumprir esses compromissos. Outro ponto destacado foi o comportamento das exportações.

Embora o Brasil registre embarques recordes de carne suína, esse desempenho ainda não é suficiente para equilibrar

Pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins: “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção” – Foto: Divulgação/Acrismat

o mercado interno. “Quando analisamos Mato Grosso, apenas cerca de 15% da produção é destinada à exportação. Ou seja, a maior parte permanece no mercado interno, o que limita o impacto positivo das vendas externas sobre os preços recebidos pelos produtores”, explicou.

Gestão eficiente será decisiva

O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves, Franco Muller Martins, reforçou que o cenário exige dos produtores uma gestão ainda mais eficiente das granjas. Durante sua palestra sobre custos de produção e perspectivas para 2027, ele apresentou a metodologia utilizada pela Embrapa para calcular os custos de produção em seis estados brasileiros, entre eles Mato Grosso, disponibilizando informações que servem de referência para produtores.

Segundo o pesquisador, embora o Brasil viva um excelente momento nas exportações, esse avanço não foi suficiente para garantir margens satisfatórias aos produtores. “O setor enfrenta hoje preços reduzidos em relação aos custos de produção. Isso exige que o produtor olhe cada vez mais para dentro da propriedade, buscando eficiência, redução de desperdícios e melhoria da gestão”, destacou.

Presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho: “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas” – Foto: Divulgação/Acrismat

Para Martins, além do trabalho realizado dentro das granjas, será fundamental que toda a cadeia continue investindo em ações de estímulo ao consumo da carne suína. “A ampliação da demanda é um caminho importante para que, no médio prazo, o setor consiga recuperar melhores níveis de rentabilidade”, afirmou.

Além da economia, o pesquisador também abordou a importância da biosseguridade como fator estratégico para manter a competitividade da suinocultura brasileira, tema que também ganhou destaque durante o simpósio.

Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a discussão sobre custos de produção, mercado e rentabilidade tornou-se indispensável diante do atual cenário da atividade. “A suinocultura vive um momento de grande evolução tecnológica, mas também de margens cada vez mais apertadas. Por isso, a Acrismat fez questão de reunir especialistas que apresentassem um diagnóstico econômico do setor e apontassem caminhos para que o produtor possa tomar decisões mais seguras. Conhecimento é uma ferramenta essencial para manter a atividade competitiva”, afirmou.

Segundo ele, um dos principais objetivos do 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso foi aproximar os produtores das informações técnicas e econômicas que impactam diretamente a rentabilidade das granjas, fortalecendo o setor para enfrentar os desafios dos próximos anos.

Fonte: Assessoria Acrismat
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