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Notícias Cooperativismo

“O ano de 2019 foi de oportunidades e início de recuperação”

O desacordo entre China e EUA e acentuada moléstia no rebanho suíno chinês, resultaram em condições propícias para melhoria do agronegócio brasileiro em 2019.

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Romeo Bet preside a Cooperalfa - Foto: Divulgação

Assim como outros, a Cooperativa Central Aurora Alimentos soube trabalhar e usufruir destas condições. Isso gera empregos, cria renda, promove estabilidade dos preços agrícolas, alavanca investimentos, promovendo o desenvolvimento do país.

No Brasil, no segundo semestre, uma luz no fim do túnel ensaiou-se. Embora as divergências políticas contribuíram para que tivéssemos um primeiro semestre regular na segunda metade do ano, percebemos sinais de melhora. Assim também andou a Cooperalfa. Enquanto na primeira metade do ano, as sobras foram de 1,1% da receita líquida, encerramos o exercício com 4,2%.

Em relação ao cooperativismo, também vivemos um momento de transição. Procuramos avaliar aquilo que é modismo e passageiro, do que é tendência e permanente. Na gestão, temos procurado acompanhar e incentivar as mudanças, mantendo foco no associado e em valores como confiança, simplicidade, transparência e desenvolvimento.

Estamos satisfeitos com nossa sociedade cooperativa. Houve aumento do volume de negócios, especialmente grãos, pecuária e insumos. Recebemos 22,4 milhões de sacas de cereais. Ofertamos 1,3 milhões de cabeças de suínos prontos. Notamos melhoria da condição econômica financeira do associado. Houve boa safra, as perspectivas são melhores por parte do agricultor.

Outrora, pontualmente, em algumas atividades, o associado tem reduzido seus ganhos, às vezes por situações climáticas, outras por carências técnicas ou influência do mercado. Precisamos estar atentos. Nosso empenho é para ampliar a segurança do associado, que ele seja bem atendido e esteja inserido em novas tecnologias, e que a família tenha estrutura confiável e disponível para entregar a produção e negociar.

É ótimo saber que estamos num país de oportunidades. A Cooperalfa e seus associados sempre cultivaram espírito empreendedor responsável. Nosso crescimento médio anual foi de 12,2% na última década. Estamos debruçados em projetos pró-positivos, a exemplo da nova indústria de soja, expansão da suinocultura no Brasil Central, adoção de novas tecnologias, desenvolvimento das pessoas, visando crescimento, resultados, manutenção de atividades e continuidade na geração de Cota-Capital.

Para se ter uma ideia, no ano de 2019, investimos em patrimônio 3% da receita total e R$ 143 milhões estão previstos para 2020. Ainda, sem descontar qualquer percentual do associado, a Cooperalfa já devolveu R$ 115 milhões em Cota-Capital ao longo dos anos e tem previsão de devolver mais de R$ 20 milhões em 2020.

Por fim, expresso gratidão a todos os associados pela confiança e participação. Aos nossos colaboradores, reconhecimento por atuarem com respeito e ética. Aos clientes e fornecedores, obrigado por trabalharem com a cooperativa e contribuírem com a efetivação do propósito de todos.

 

·         Romeo Bet preside a Cooperalfa no seu 3º mandato.

Fonte: Assessoria da Cooperalfa
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Notícias Mercado

Preços do boi dispararam em junho com oferta curta e Fator China

Preços do boi gordo dispararam no mercado físico em junho, e continuaram subindo nos primeiros dias de julho

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Arquivo/OP Rural

Os preços do boi gordo dispararam no mercado físico em junho, e continuaram subindo nos primeiros dias de julho. ” Há dois motivos que explicam toda essa situação, o primeiro deles e mais relevante é do acentuado apetite chinês no mercado internacional, comprando volumes bastante substanciais de proteína animal”, disse o analista de SAFRAS & Mercado, Fernando Henrique Iglesias.

A China continua com um significativo déficit no mercado local de proteínas animais, provocado pelo surto de Peste Suína Africana (PSA) que dizimou o rebanho suíno doméstico.

Ao mesmo tempo, no Brasil a oferta de animais terminados, prontos para o abate, avaliando a ausência de incentivos para o pecuarista confinar as boiadas no primeiro giro (a decisão de confinamento no primeiro giro começa em março, período em que o mercado atingiu seu ponto de mínima no ano).

Com isso, os preços a arroba do boi gordo na modalidade à prazo nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 02 de julho:

  • São Paulo (Capital) – R$ 220,00 a arroba, contra R$ 193,00 a arroba em 30 de abril, subindo 14%.
  • Goiás (Goiânia) – R$ 211,00 a arroba, ante R$ 185,00 a arroba (14%).
  • Minas Gerais (Uberaba) – R$ 214,00 a arroba, contra R$ 187,00 a arroba (14,4%).
  • Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 212,00 a arroba, ante R$ 178,00 a arroba (19%).
  • Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 200,00 a arroba, contra R$ 174,00 a arroba (+15%).

Exportação

As exportações de carne bovina fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 655,475 milhões em junho (21 dias úteis), com média diária de US$ 31,213 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 152,476 mil toneladas, com média diária de 7,260 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.298,90.

Na comparação com junho de 2019, houve ganho de 34,14% no valor médio diário, alta de 20,47% na quantidade média diária e avanço de 11,35% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Mercado

Plantio de trigo teve bom avanço no Brasil e na Argentina em junho

Comercialização neste primeiro semestre foi lenta no mercado interno

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Cleverson Beje

O foco do mercado brasileiro de trigo no mês de junho permaneceu sobre os trabalhos de plantio e o clima para as lavouras. Para este final de semana, há possibilidade de geadas em algumas regiões que, dependendo da intensidade, podem prejudicar o desenvolvimento e afetar a produtividade.

A comercialização neste primeiro semestre foi lenta no mercado interno. A oferta foi reduzida e o câmbio elevou os preços de importação do grão. A indústria está bem abastecida e não deve voltar às compras até a entrada da safra nova. Com o início da colheita, os preços devem começar a cair.

Paraná

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná, informou, em seu relatório semanal, que o plantio da safra 2020 de trigo do estado atinge 94% da área estimada de 1,13 milhão de hectares, contra 1,028 milhão de hectares em 2019, alta de 10%. Segundo o Deral, 89% das lavouras estão em boas condições 9% em situação média e 2% em condições ruins. As lavouras se dividem entre as fases de germinação (7%), crescimento vegetativo (84%), floração (8%) e frutificação (1%).

A produção deve ficar em 3,672 milhões de toneladas, 72% acima das 2,141 milhões de toneladas colhidas na temporada 2019. A produtividade média é estimada em 3.250 quilos por hectare, acima dos 2.205 quilos por hectare registrados na temporada 2019.

Rio Grande do Sul

O plantio de trigo atinge 87% da área, estimada em 915.712 hectares. Na semana passada, os trabalhos atingiam 74%. Em igual período do ano passado, o implante cobria 84% da área. A média para os últimos cinco anos é de 83%. Todas as lavouras estão em fase de germinação ou desenvolvimento vegetativo.

Argentina

O plantio de trigo atinge 79,1% da área na Argentina. Segundo a Bolsa de Cereais de Buenos Aires, os trabalhos avançaram 7,8 pontos percentuais na semana e estão 5,3 pontos adiantados em relação ao ano passado. A projeção de área foi cortada para 6,5 milhões de hectares. Até o momento, os trabalhos cobrem 5,142 milhões de hectares.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Segundo Safras

Comercialização de soja perde ritmo, mas segue bem acima da média

Comercialização da safra 2019/20 de soja do Brasil envolve 92,9% da produção projetada

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Divulgação/MAPA

A comercialização da safra 2019/20 de soja do Brasil envolve 92,9% da produção projetada, conforme relatório de SAFRAS & Mercado, com dados recolhidos até 3 de julho. No relatório anterior, com dados de 5 de junho, o número era de 88,7%.

Em igual período do ano passado, a negociação envolvia 71,1% e a média para o período é de 74,8%. Levando-se em conta uma safra estimada em 124,609 milhões de toneladas, o total de soja já negociado é de 115,806 milhões de toneladas.

A venda antecipada para 2020/21 pulou de 35,6% no início de junho para 39,8%. Como SAFRAS ainda não tem projeção de safra para a próxima temporada, a base para cálculo foi a de uma produção igual a desse ano. Ou seja, cerca de 49,6 milhões de toneladas já foram comprometidas.

A comercialização da safra futura está bem acelerada na comparação com o ano anterior, quando o índice era de 14,7%, e também supera a média normal para o período, de 12,4%.

O analista de SAFRAS, Luiz Fernando Roque, ressalva que a perda no ritmo dos negócios no período é reflexo dos grandes volumes já comercializados, tanto para a safra disponível como para a safra nova.

Fonte: Agência SAFRAS
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