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Notícias Agropecuária

“O Agro Brasileiro vai alimentar 2 bilhões de pessoas” diz Alceu Moreira em balanço de gestão como presidente da FPA

Presente ao evento, o vice-presidente da República, general Hamilton Mourão caracterizou o agronegócio nacional como “o gigante brasileiro”

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Reprodução/Internet

O deputado Alceu Moreira (MDB-RS) apresentou nesta terça-feira (15) balanço de gestão durante o biênio 2019/20 – período em que o congressista esteve presidente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Alceu citou conquistas do setor nestes dois anos e agradeceu aos demais parlamentares membros da bancada, em meio a reunião-almoço da FPA, que contou com a presença do vice-presidente da República, general Hamilton Mourão, e do ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos.

Durante os dois anos que esteve à frente da FPA, Alceu Moreira precisou enfrentar um período atípico, por conta da pandemia do novo Coronavírus. Momento em que a Frente Parlamentar da Agropecuária trabalhou arduamente para garantir condições de trabalho e saúde aos produtores rurais e todo o ciclo que envolve o agronegócio no país, sobretudo o abastecimento e a qualidade do alimento na mesa do brasileiro em um momento tão delicado.

O vice-presidente Hamilton Mourão destacou a atuação da FPA em meio a pandemia ao dizer que “quando a economia mundial parecia que iria afundar, de uma forma irreversível, alguns gigantes apareceram e, no nosso país, esse gigante chama-se agronegócio”. Mourão explicitou que em momento algum o agro brasileiro parou. “Esse gigante continua a trabalhar incessantemente, colocando alimento de extraordinária qualidade na mesa, não só dos 200 milhões de brasileiros, mas também para mais de 800 milhões de pessoas que habitam o mundo afora”.

Ele destacou ainda que “o papel da FPA é muito importante, pois a Frente Parlamentar da Agropecuária faz parte dos anseios do governo e da sociedade”. Fala complementada pelo presidente eleito da FPA, deputado Sérgio Souza (MDB-PR), ao afirmar que “a pauta do governo é a pauta da FPA, assim como os interesses da frente agropecuária são os interesses do governo federal. Com essas forças unidas caminhamos mais facilmente”.

Alceu Moreira fez questão de enfatizar a parceria da FPA com o Ministério da Agricultura (MAPA), na pessoa da ministra Tereza Cristina. “Somos um corpo só, a FPA e o MAPA são cúmplices dos melhores atos e atitudes, falamos pelo Brasil que dá certo. Nós queremos um país altamente competitivo, uma agricultura moderna, que preserve a questão ambiental e principalmente tenha condição de propor a pauta ambiental para discutir a verdade sobre o Brasil com o restante do mundo”, declarou Moreira.

Por fim, o parlamentar disse ter aprendido muito durante o período que ocupou o cargo de presidente da FPA. “Sou muito melhor deputado agora do que era há dois anos. Foram meus colegas que me ensinaram assim e quero agradecer a todos”. Alceu encerrou pontuando que “o agro brasileiro vai alimentar 2 bilhões de pessoas em 10 anos, desde que as pautas importantes para o setor sejam aprovadas no Congresso Nacional”.

Fonte: Ass. de Imprensa

Notícias Na Grande São Paulo

Diferença entre carcaças bovina e suína atinge R$ 14,26 por quilo

Com carne suína a R$ 10,06/kg após queda de 2,8% e bovina a R$ 24,32/kg com alta de 2,6%, relação é a maior desde abril de 2022 em termos reais.

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Foto: Shutterstock

O movimento oposto dos preços das carnes suína e bovina em março ampliou a competitividade da carcaça suína frente à bovina ao maior nível desde abril de 2022, em termos reais corrigidos pelo IPCA em fevereiro. Levantamentos do Cepea mostram que a carcaça especial suína no atacado da Grande São Paulo teve média de R$ 10,06 por quilo em março, recuo de 2,8% em relação a fevereiro.

Segundo o Cepea, a desvalorização esteve ligada à baixa liquidez tanto no mercado do animal vivo quanto no da carne, reflexo do período da Quaresma, encerrado no início de abril.

No sentido oposto, a carne bovina registrou alta. Ainda conforme o Centro de Pesquisas, a valorização esteve associada à oferta restrita de animais prontos para abate e à demanda internacional aquecida pela proteína brasileira. A carcaça casada bovina negociada na Grande São Paulo apresentou média de R$ 24,32 por quilo em março, avanço de 2,6% frente a fevereiro.

Com esses movimentos, o diferencial entre as carcaças bovina e suína alcançou R$ 14,26 por quilo em março, elevação de 6,8% sobre fevereiro. Trata-se da maior diferença em quatro anos. Em abril de 2022, essa relação havia sido de R$ 14,66 por quilo, também em termos reais.

Fonte: O Presente Rural
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Notícias

Incerteza externa, petróleo volátil e frete caro reduzem liquidez no mercado de milho

Vendedores se afastam do spot, Indicador em Campinas volta a se sustentar e queda externa do cereal acompanha recuo do petróleo.

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Foto: Claudio Neves

O mercado brasileiro de milho registrou baixa liquidez na última semana. Segundo pesquisadores do Cepea, o ambiente externo incerto, a volatilidade do petróleo e o encarecimento dos fretes no país levaram vendedores a se afastarem do mercado spot. Com isso, as negociações envolvendo o cereal foram limitadas e os preços apresentaram apenas pequenas variações.

Foto: Shutterstock

Em Campinas (SP), o Indicador Esalq/BM&FBovespa, que havia recuado na semana anterior, voltou a se sustentar ao longo da semana passada, refletindo a menor disposição de venda por parte dos ofertantes.

No campo, as condições climáticas favoreceram o avanço da colheita do milho de primeira safra nas principais regiões produtoras e também a semeadura da segunda temporada, indicando ritmo adequado nas atividades agrícolas.

No mercado externo, por outro lado, as cotações do milho recuaram. Conforme o Cepea, especulações sobre um possível encerramento do conflito militar no Irã pressionaram os preços do petróleo e, por consequência, os do milho, especialmente na última quarta-feira (1º).

Fonte: O Presente Rural
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Notícias

Exportações de carnes do Paraná crescem 5,4% no 1º trimestre

A carne de frango respondeu por 85% dos embarques, enquanto a carne suína foi responsável por 11% do total.

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Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

As exportações de carnes do Paraná somaram US$ 1,22 bilhão nos três primeiros meses deste ano, superando em 5,4% o resultado registrado em idêntico período de 2025, quando as vendas atingiram US$ 1,16 bilhão. Esses números, que não consideram as carnes industrializadas, foram disponibilizados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), e organizados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).

Foto: Claudio Neves/Portos do Paraná

Com exportações de US$ 1,04 bilhão, a carne de frango respondeu por 85% das exportações do segmento, enquanto a carne suína foi responsável por 11% do total, com vendas ao mercado internacional da ordem de US$ 132 milhões. Já no caso da carne bovina, foram exportados US$ 48 milhões pelos frigoríficos paranaenses no 1º trimestre de 2026, o que correspondeu a 4% do total do complexo carnes.

A China é a maior importadora da carne de frango produzida no Paraná, adquirindo US$ 176 milhões de janeiro a março de 2026. A seguir, surgem os Emirados Árabes Unidos e o Japão, com aquisições de US$ 100 milhões e US$ 98 milhões, respectivamente. Em relação à carne suína, os maiores mercados são Filipinas, Uruguai e Hong Kong, que compraram US$ 30 milhões, US$ 22 milhões e US$ 21 milhões, respectivamente, nos primeiros três meses do presente exercício.

Em relação à carne bovina, os principais destinos foram a China, os Estados Unidos e o Chile, com as aquisições totalizando US$ 23 milhões, US$ 7 milhões e US$ 5 milhões, respectivamente.

Foto: Jonathan Campos

De acordo com Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, a competitividade paranaense na oferta de proteínas animais está diretamente relacionada aos diferenciais da estrutura produtiva local, com forte atuação de agricultores familiares capacitados, elevada integração com os complexos agroindustriais e expressiva oferta de grãos, utilizados na alimentação animal. “Essas condições explicam o status do Paraná como importante fornecedor de proteínas animais para os mercados nacional e global”, afirma.

Balança comercial

O Paraná exportou US$ 5,2 bilhões no primeiro trimestre do ano. A liderança em termos de produtos é da carne de frango in natura, soja em grãos, farelo de soja, papel, óleo de soja, celulose, cereais, carne de suínos in natura, máquinas de terraplanagem, e óleos e combustíveis.

Os principais compradores do período foram China (US$ 1,1 bilhão), Argentina (US$ 179 milhões), México (US$ 168 milhões), Índia (US$ 167 milhões) e Estados

Foto: Shutterstock

Unidos (US$ 166 milhões). O principal aumento foi do comércio com o Japão, um salto de 124% (de US$ 63,5 milhões no primeiro trimestre de 2015 para US$ 142,8 milhões no primeiro trimestre de 2026).

Foram exportados US$ 2,06 bilhões apenas em março, melhor resultado do ano para o Paraná, que é um dos 10 principais exportadores do Brasil. A balança comercial até março está favorável em US$ 530 milhões, diferença das US$ 5,2 bilhões de vendas e US$ 4,7 bilhões de compras.

Fonte: AEN-PR
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