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Nutron instrui produtores sobre o manejo de Coccidiose

A Coccidiose é considerada uma das enfermidades mais importantes na avicultura industrial, pois resulta em diminuição da absorção dos nutrientes pelos animais

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A Nutron, marca de Nutrição Animal da Cargill, realizou um treinamento técnico em Campinas-SP para produtores de aves sobre o tema “Aspectos epidemiológicos e de controle da Coccidiose em frangos de corte”. Ministrado por Luís Otávio Roberto, Consultor Técnico da companhia, o curso teve como objetivo orientar os participantes sobre a importância do manejo e do bem estar animal, além dos desafios de monitorar continuamente a produção.

De acordo com Diretor Comercial Aves, Cidinei Miotto – que realizou a abertura do evento – a Coccidiose é considerada uma das enfermidades mais importantes na avicultura industrial, pois resulta em diminuição da absorção dos nutrientes pelos animais. “Os sintomas apresentados dependem da espécie do protozoário Eimeria presente na ave, sendo que os mais comuns são diarreia, desidratação, anemia, despigmentação da pele e fadiga”, comenta.

O treinamento foi dividido em apresentação teórica, em que foram discutidos os principais aspectos referentes ao assunto, e atividade prática por meio de necropsia em frangos de corte para determinar os níveis da doença, realizada no Centro de Pesquisa de Nutrição Animal (CPNA). “Os dois momentos foram complementares para que os participantes entendessem na teoria e na prática o que estávamos abordando. Foi uma oportunidade para estreitarmos nosso relacionamento com os produtores e auxiliá-los a combater essa enfermidade”, assegura Luís Otávio.

O objetivo da Cargill ao disponibilizar o curso é orientar os produtores quanto a forma correta de utilizar programas anticoccidianos químicos e ionóforos, bem como novas alternativas para o controle da doença. “É preciso estar atualizado sobre esses novos conceitos e buscar aprimoramento constante das boas práticas de manejo, nutrição e o papel que a imunidade das aves exerce no controle da Coccidiose. O alinhamento adequado das equipes de campo assegura a confiança na informação recebida pelos veterinários e tem papel decisivo nas tomadas de decisões corretivas ou preventivas na busca pelo melhor desempenho das aves”, garante Luís Otávio.

De acordo com Gustavo Pinezi, Médico Veterinário da Granja São Marcos, participar do treinamento foi uma experiência interessante, principalmente porque levou consigo um novo colaborador da granja, que aprendeu na teoria e na prática todos os detalhes que envolvem a Coccidiose, desde reconhecimento das lesões até a necropsia. “A parte que mais me chamou a atenção foi o ensinamento sobre como identificar os níveis das lesões nos frangos, que chamamos de padronização de escore. Essa prática faz parte de nosso dia a dia e as dicas que recebemos foram muito importantes para realizarmos nosso trabalho com ainda mais qualidade e eficiência”, ressalta. 

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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