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Nutriquest Technofeed participa da World Pork Expo 2017

Durante os dias 7 a 9 de junho, empresa esteve presente na maior feira de negócios de suínos do mundo.

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Três dias de educação, inovação e network caracterizaram a 29° edição da feira anual de suinocultura mais importante dos Estados Unidos. A Nutriquest Technofeed esteve representada pelo Diretor Comercial, Ricardo César, o Gerente de Negócios Suínos, Sérgio Guastale, o Gerente Técnico, Eduardo Raele, além dos convidados da empresa que puderam ter a oportunidade de participar da feira e conhecer um pouco mais dos importantes negócios da empresa Nutriquest nos Estados Unidos.

Completando nove meses à frente da Gerência de Negócios Suínos da empresa no Brasil, Sérgio Guastale enfatiza que participar ativamente de uma feira de negócios de tamanha importância como a World Pork Expo é “motivo de orgulho e satisfação para toda a equipe, uma vez que nos permite conhecer quem são os parceiros produtores da Nutriquest e qual é a importância da empresa neste imenso mercado americano”.

Neste sentido, Guastale, com mais de 20 anos de experiência no mercado de suínos e trabalhando sempre com a vanguarda das empresas de nutrição, é quem comanda hoje na Nutriquest Technofeed o diálogo entre os mercados brasileiro e americano. Para ele, embora sejam ambientes de negócios bem diferentes em termos de modelo de atividade e nutrição, o modelo implantado pela Nutriquest nos Estados Unidos é promissor. “Uma sociedade em que produtores, pesquisadores, fornecedores e economistas trabalham em conjunto para encontrar as soluções mais assertivas para a produção animal, além de inovador, permite que os desafios sejam solucionados e suplantados de forma ágil, rápida e dinâmica. É, sem dúvida, um modelo a ser pensado para o nosso país”.

Além da feira, o grupo aproveitou a viagem para visitar o Centro Experimental de Suínos da empresa americana, onde são realizados testes em creche, crescimento e terminação. Eduardo Raele, recém-contratado Gerente Técnico, ficou bastante otimista com os reflexos positivos que a parceria Brasil-EUA pode gerar em nosso mercado. “É importante ver que uma empresa do tamanho da Nutriquest, com presença em mais de 80% do mercado americano de suínos, investe maciçamente em pesquisas de ponta para estar sempre à frente nas soluções para seus clientes. São mais de 50 testes anuais com suínos, aves e bovinos com foco não só em nutrição, mas em sanidade e nos impactos que este tema pode acarretar na produção animal como um todo”.

Outro fator importante desta visita, segundo Raele, foi entender que as pesquisas, mesmo realizadas nos EUA, podem servir à realidade brasileira. “São pesquisas voltadas para solucionar problemas diários, do campo, similares ao que encontramos e vivenciamos no Brasil, como o baixo peso ao nascimento, a baixa produção de leite das fêmeas, alto número de leitões refugos ao desmame”. Para Raele, mesmo com um padrão de nutrição diferente do que realizamos no Brasil “as soluções tendem a ser parecidas, e melhor, com embasamento científico em milhares de animais, com respostas concretas e seguras, o que torna nosso trabalho de transmitir esses conceitos e tecnologias para a nossa produção muito mais fácil”, completa.

Sérgio Guastale também vê com bons olhos a incorporação de novas tecnologias em nutrição para o Brasil e também para os Estados Unidos. “É uma via de mão dupla, aonde se tem a experiência de anos de desenvolvimento de produtos que hoje são realidade no uso diário na alimentação de milhões de matrizes em solo americano e que, com certeza, vão se tornar realidade também em nosso rebanho e, por outro lado, uma gama de produtos altamente tecnológicos, inovadores, como a Biocolina (fonte de colina natural)  e o Panbonis (fonte de 1,25 Dihidroxivitamina D3 glicosídeo natural) e o Ascogen (nucleotídeos purificados) que ainda não são conhecidos nos Estados Unidos, mas que já são referência na otimização de performance no Brasil”, conclui.

Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG

O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

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Foto: Novus/Shutterstock

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.

Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.

O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.

Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.

Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.

Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.

Fonte: Assessoria Novus
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura

Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

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Foto: Agroceres Multimix

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.

Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.

Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.

Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.

Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.

“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.

Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.

Acesse já clicando aqui.

Fonte: Assessoria Agroceres Multimix
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel

Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

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Foto: Divulgação/Coopavel

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.

Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.

Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.

Benefícios

Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.

Fonte: Assessoria Coopavel
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