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Nutrição pré-natal e de animais jovens é tema de Congresso do CBNA

A 33ª Reunião Anual do CBNA acontece nos dias 10 e 11 de novembro. A programação conta com três salas para abordar o tema escolhido nas áreas de aves, suínos e bovinos.

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Para finalizar um ano de agenda cheia de eventos realizados no ambiente virtual, o Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA) realiza a 33ª Reunião Anual do CBNA, nos dias 10 e 11 de novembro. O tema principal será nutrição pré-natal e de animais jovens.

A programação conta com três salas para abordar o tema escolhido nas áreas de aves, suínos e bovinos. No primeiro dia, logo após a abertura, acontecem duas palestras em comum para as três áreas: “Potencial do Agronegócio Brasileiro no Mercado Internacional, Potencial do Agronegócio Brasileiro no Mercado Internacional”. Na parte da tarde, acontecem apresentações para aves, suínos e bovinos.

Na sala aves, serão discutidas a “Importância da alimentação nos primeiros 21 dias de vida de frangos de corte”, “Melhorando a progênie pela nutrição das matrizes”, “Fundamentos e perspectivas da nutrição “in ovo” para frangos de corte e Nutrição de pintos de corte nascidos na granja”.

Ao mesmo tempo, na sala suínos, é a vez dos temas “Panorama sobre sustentabilidade no uso de fêmeas de alta prolificidade: nutrição e manejo”, “Redução nos teores proteicos em dietas para leitões e suplementação de aminoácidos”, “Alimentação de matrizes suínas e efeitos sobre a progênie” e “Processamento de ingredientes para leitões visando melhorar a digestibilidade de proteínas/carboidratos”.

Na sala bovinos os assuntos discutidos serão: “Suplementação energética e proteica com foco na longevidade da matriz gestante – Foco na matriz”, “Suplementação energética e proteica na matriz gestante com foco no desenvolvimento e no desempenho da progênie”, “Impacto da nutrição fetal na qualidade da carne da progênie” e “Impacto da nutrição fetal na reprodução de vacas de corte”.

No segundo dia (11), na sala aves, entram em pauta os temas “Desenvolvimento Fisiológico do Frango de Corte no Período Pós-Eclosão”, “Níveis de proteína, aminoácidos, energia e outros nutrientes nos primeiros 21 dias” e dois painéis, sobre “Aminoácidos funcionais em rações iniciais” e “Micronutrientes e Alimentos funcionais”.

Na sala suínos, mas uma sequência de palestras: “Evolução dos conceitos nutricionais e de métodos de alimentação de porcas reprodutoras: histórico e perspectivas”, “Perspectivas sobre a retirada de óxido de Zn em dietas para leitões”, “Ingredientes proteicos de alta digestibilidade para leitões”, “Uso de enzimas em dietas para leitões” e “Utilização de ingredientes fibrosos na alimentação de leitões como estratégia para redução dos efeitos da retirada de antimicrobianos das dietas”.

Na sala bovinos, “Nutrição de vacas gestantes à luz da nutrigenômica”, “Como o manejo e a nutrição das vacas no período seco afeta a vida produtiva das crias”, “Papel de nutrição na função imune de bezerras leiteiras”, “Qual a melhor estratégia para aleitamento de bezerras leiteiras?”e “Desafio do desaleitamento: como alimentar as bezerras para que tenham uma transição tranquila”.

Para encerrar o dia 11 com chave de ouro, às 18:00 serão anunciados os vencedores dos trabalhos científicos.

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Notícias Olhar atento no campo

Dicas para fazer o planejamento da safra e melhorar a produtividade

O ato de se planejar pode ser uma eficiente ferramenta no agronegócio para o ano que inicia. Responsável por uma fatia média de 20% do PIB, o agro deverá impulsionar a economia brasileira mais uma vez em 2022.

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Arquivo OP Rural

Como tradição em todo começo de ano, o planejamento das metas, sejam elas pessoais ou de negócios, é sempre a melhor forma de se dar o primeiro passo para concretizar algo. Pouca gente sabe, mas até a alface e outros tipos de cultivos que parecem simples hortaliças precisam de um planejamento, atributo essencial para que o produtor esteja atento aos fatores que podem impactar diretamente nos ganhos produtivos.

Nesta etapa, analisar questões básicas que envolvem os custos de produção, bem como o momento do mercado e as condições climáticas, são estratégias que ajudam a avaliar os caminhos para melhorar a rentabilidade do plantio e estar atento aos riscos.

Segundo Diego Guterres, especialista líder de cultivo da Yara Brasil, adotar cautela para o plantio de grandes culturas pode contribuir para a previsibilidade dos custos de produção, por exemplo. Outras quatro dicas elencadas pelo Guterres são:

  • Acompanhar o patamar de preço dos grãos e insumos avaliando a relação de troca em paralelo à análise de preços históricos (em reais e em dólares);
  • Ter um olhar racional e estratégico sobre os custos de produção, já que atualmente estão em alta, direcionando recursos ao que é essencial para garantir produtividade (analisar custos totais e custo por unidade, por exemplo, R$/ha e R$/sc);
  • Antecipar compras e recebimentos de alguns insumos, como fertilizantes e defensivos sempre que possível;
  • Adotar critério técnico na adubação, especialmente para quem pensa em reduzi-la buscando mitigar os custos, pois medidas erradas podem reduzir a produtividade.

Conhecer bem o solo e escolher o cultivo que melhor se adapta às condições climáticas da região é o segredo de Bruno Dittrich, especialista líder de cultivo da Yara Brasil para frutas e hortaliças. Outras dicas do especialista são:

  • Escolher materiais genéticos adequados, preferindo opções com a melhor aceitação comercial, que produza bons frutos, folhas ou tubérculos;
  • Avaliação do solo. Através da análise de solo, é possível conhecer as principais deficiências e atuar nas correções que podem ser feitas através de práticas como calagem, gessagem e uso de fertilizantes;
  • Uso racional de fertilizantes, especialmente em condições de baixa fertilidade do solo;
  • Agir preventivamente para facilitar o controle de pragas e doenças da região.

 Perspectivas para 2022

Segundo a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), a previsão de crescimento para o agronegócio em 2022 está em torno de 3 a 5%, com a safra de grãos estimada em 289 milhões de toneladas, um aumento de 14% em relação a 2021.

Responsável por uma fatia média de 20% do PIB, o agronegócio deverá impulsionar a economia brasileira mais uma vez em 2022. Com planejamento e olhar atento às tendências que considerem também a sustentabilidade do negócio, a previsão é que o setor permaneça forte e com grandes resultados produtivos

Fonte: Assessoria
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Notícias Fonte de proteína e nutrientes

Por que o ovo é tão benéfico para as pessoas? 

Além das tradicionais vitaminas A, B e E, outros nutrientes como colina, zinco, luteína, albumina, biotina e selênio estão presentes no ovo.

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Divulgação/ASGAV

O ovo, um dos alimentos mais consumidos no mundo, tem seus motivos para sempre estar à mesa das pessoas. Além do valor acessível, ele é considerado como uma das principais fontes de proteína e de diversos outros nutrientes que auxiliam no bom funcionamento do organismo e na prevenção de doenças.

De acordo com a nutricionista e coordenadora técnica da Quimtia Brasil, Daniely Salvador, além das tradicionais vitaminas A, B e E, outros nutrientes como colina, zinco, luteína, albumina, biotina e selênio estão presentes no ovo.

“Dentre os benefícios podemos destacar que o consumo de ovo com frequência ajuda a melhorar fatores como memória, auxilia no combate a diversas doenças, reduz o risco de degeneração macular, ajuda na recuperação de várias células do organismo e previne a queda de cabelo”, comenta.

A qualidade deve ser ponto de atenção

No entanto, para obter todos estes benefícios, existe a necessidade de cuidar, também, da qualidade da produção de ovo. Segundo a especialista, a atenção para com a qualidade do alimento começa bem antes, ainda durante a criação das galinhas poedeiras [as que põe ovos].

“Assim como toda a criação animal moderna, é necessário seguir manejos sanitários rigorosos e uma dieta nutricional adequada, evitando assim possíveis perdas que possam comprometer a produção”, alerta.

Daniely acrescenta ainda, que para preservar e assegurar a qualidade do ovo, outra alternativa é conservá-lo em temperatura uniforme, sem variação, de preferência em refrigerador. A explicação disso é que “ao sofrer alteração de temperatura, o alimento pode perder boa parte de suas propriedades, consequentemente, a qualidade”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Notícias Em nota

Abramilho critica proposta de taxação das exportações de milho

Na avaliação da entidade, trata-se de uma medida equivocada e temerária para o país.

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Claudio Neves

A Associação Brasileira dos Produtores de Milho (Abramilho) lamenta a falta de conhecimento da autora do Projeto de Lei 2814/21, que tramita na Câmara dos Deputados e estabelece imposto de 15% sobre a exportação de milho até 31 de dezembro de 2022. A verdade é que o produtor de milho não escolhe fazer a exportação. Ele simplesmente vende o milho para quem queira comprar, seja ele mercado interno ou externo, haja vista que vivemos em uma economia de livre mercado.

O milho é uma commodity no mercado internacional. O produtor precisa vender, muitas vezes, através de contratos antecipados tanto com a indústria nacional quanto internacional. Não faltou nem tem faltado milho no Brasil. Temos superávit, tanto que nossa produção está em torno de 100 milhões de toneladas e o consumo próximo de 70 milhões de toneladas. Sempre há um excedente que deve ser exportado e, muitas vezes, medidas como essa só tendem a prejudicar o setor e a desestimular o mercado e o produtor a plantar, tirando a competitividade do nosso produto.

Em situações similares, outros países, na vã ilusão de beneficiar o mercado interno, cometeram semelhante equívoco, que, em absolutamente nada, favoreceram a economia nacional ou o abastecimento interno. Foi o que ocorreu com a Argentina. Não podemos permitir que nosso país cometa semelhantes erros reiteradamente praticados.

Essa medida é temerária e equivocada. O mercado internacional não aceita a exportação de tributos, o que significa que este custo será repassado ao produtor. Salientamos neste ponto que, embora a inflação de alimentos tenha aumentado, a inflação dos insumos pagos pelos produtores já alcança os 50%, na variação anual. Isso demonstra o desconhecimento ou falta de sensibilidade da autora ao propor essa taxa.

O Brasil é um player importante no mercado internacional para exportação de alimentos. Dentre os principais produtos estão a soja, o milho, as carnes, seja bovino, suíno ou aves. A partir da produção agropecuária, o país tem alcançado receitas suficientes para enfrentar as crises econômicas mundiais mais graves.

Tributar o setor em qualquer uma dessas cadeias significa retirar artificialmente sua competitividade, prejudicando o Brasil perante seus concorrentes. Não se pode ser leniente com a história de sucesso da maior produção agropecuária tropical do planeta. Portanto, em vez de tributar as exportações dos alimentos, os deputados deveriam estar buscando soluções para baixar o custo de produção e melhorar a logística. Porque se existe um problema real para o milho no Brasil é a falta de uma logística adequada para o fluxo interno de milho e para garantir as exportações nos portos brasileiros.

Fonte: Assessoria
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