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Nutrição de precisão: A importância da concentração de sólidos na dieta líquida de bezerras

O investimento em uma nutrição líquida balanceada nos primeiros meses de vida não é apenas uma preocupação com o presente, mas uma estratégia para o futuro.

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Foto: Divulgação/Agrifirm

Imagine um futuro onde suas vacas leiteiras são robustas, saudáveis e altamente produtivas. Parece um sonho? Esse futuro começa com: a concentração correta de sólidos na dieta líquida das suas bezerras. Muitos produtores enfrentam o desafio de garantir que suas bezerras recebam a nutrição adequada logo nos primeiros meses de vida. Mas como saber se a alimentação está no ponto certo?

Os sólidos na dieta líquida – que incluem proteínas, gorduras, lactose, vitaminas e minerais – são a chave para o desenvolvimento saudável das bezerras. Pense neles como os tijolos de uma construção. Cada tijolo colocado corretamente agora garantirá uma estrutura forte e resistente mais tarde. Por outro lado, uma quantidade insuficiente desses “tijolos” pode comprometer a base do seu rebanho.

Estudos mostram que a concentração ideal de sólidos na dieta líquida deve estar entre 12% e 15%. Essa faixa não é apenas um número técnico; ela representa o equilíbrio perfeito entre nutrição e digestibilidade. Uma dieta com cerca de 15% de sólidos oferece o que as bezerras precisam para um ganho de peso saudável, sem sobrecarregar seu sistema digestivo em desenvolvimento. É como dar o combustível certo para que elas possam correr em direção ao futuro.

E por falar em corrida, não é só o corpo que cresce mais forte. O rúmen das bezerras, crucial para a transição para alimentos sólidos, se desenvolve de forma mais eficiente com essa concentração de nutrientes. Proteínas e fibras de alta qualidade estimulam a atividade microbiana no rúmen, preparando o caminho para uma digestão eficaz de forragens e concentrados.

Além disso, uma boa nutrição líquida faz mais do que apenas crescer; ela protege. Bezerras bem nutridas, com a concentração adequada de sólidos, são mais resistentes a doenças, exigem menos intervenções veterinárias e têm uma chance muito maior de se tornarem vacas produtivas e longevas.

O investimento em uma nutrição líquida balanceada nos primeiros meses de vida não é apenas uma preocupação com o presente, mas uma estratégia para o futuro. Cada grama de sólidos bem dosada hoje se reflete em litros de leite amanhã, em vacas que produzem mais e por mais tempo, e em um rebanho que se destaca pela saúde e produtividade.

A Agrifirm é especialista em nutrição de animais jovens, focada em resultados.

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Fonte: Agrifirm

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Gerente da Vetanco assume comissão científica do Simpósio Brasil Sul de Suinocultural

Médico-veterinário Lucas Piroca, gerente comercial da equipe de suínos da Vetanco, assumiu a presidência da comissão científica do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS).

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Foto: Vetanco

O médico-veterinário Lucas Piroca, gerente comercial da equipe de suínos da Vetanco, assumiu a presidência da comissão científica do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS). O evento é realizado anualmente em Chapecó (SC) pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), entidade com mais de 200 associados e que – inclusive – já foi presidida pelo profissional. Em 2026, o SBSS acontece entre os dias 11 e 13 de agosto.

“Tenho participado ativamente do Nucleovet e do SBSS há cerca de 12 anos, praticamente o mesmo período da minha atuação na Vetanco. É uma grande responsabilidade e uma honra assumir essa função, que representa a alma desse evento, tão reconhecida pela qualidade científica. Certamente, será uma grande experiência e entregaremos um grande simpósio para o público altamente qualificado que nos prestigia a cada edição”, afirma Piroca.

Formado em Medicina Veterinária pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e pós-graduado em Gestão Comercial pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), Lucas Piroca acumula mais de 15 anos de experiência profissional. Está na Vetanco desde maio de 2013, quando ingressou como assistente técnico-comercial, foi promovido a executivo de contas-chave e, em 2018, assumiu a gerência comercial da equipe dedicada à suinocultura.

Ao falar sobre o SBSS, Piroca destaca a conexão entre sua atuação no simpósio e o trabalho desenvolvido na empresa. “Minha formação e minha carreira sempre estiveram ligadas à suinocultura. Na Vetanco, atuo com gestão de equipes, desenvolvimento de soluções e compromisso com resultados. Essa vivência contribui para presidir uma comissão plural, focada em gerar uma programação técnica aderente à realidade da cadeia”, ressalta.

Realizado pelo Nucleovet, o Simpósio Brasil Sul de Suinocultura está em sua 18ª edição e reúne profissionais de diferentes elos da cadeia produtiva para discutir temas técnicos, científicos e de mercado. A programação inclui palestras, painéis e uma feira paralela de negócios, promovendo atualização profissional, disseminação de conhecimento e integração entre veterinários, zootecnistas, produtores, pesquisadores e agroindústrias.

Fonte: Assessoria Vetanco
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Segundo dia do Sicoob no Show Rural Coopavel reforça relacionamento, gera R$ 2,92 bilhões em protocolos e projeta meta de R$ 4 bilhões

Segundo dia foi marcado por forte presença do time especializado, que atuou tanto no estande quanto em visitas aos expositores desta 38ª edição do evento, que abre o calendário dos grandes eventos do agronegócio nacional.

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Foto: Sicoob

O segundo dia do Sicoob no Show Rural Coopavel 2026 foi marcado por forte presença do time especializado, que atuou tanto no estande quanto em visitas aos expositores desta 38ª edição do evento, que abre o calendário dos grandes eventos do agronegócio nacional.

Somente neste segundo dia, o Sicoob alcançou R$ 2,9 bilhões em negócios protocolados, sendo R$ 2,4 bilhões em operações de crédito rural, mantendo um ritmo elevado de negócios e relacionamento com os cooperados.

Além do crédito, a Unicoob Consórcios registrou R$ 77 milhões em produção no segundo dia da feira, resultado de diversos negócios fechados presencialmente com cooperados, com destaque para máquinas e implementos agrícolas. O desempenho evidencia a proximidade da Unicoob Consórcios com o cooperado e reforça seu compromisso em oferecer soluções sólidas e estratégicas para o desenvolvimento do agronegócio.

Na área de proteção, a Unicoob Corretora de Seguros contabilizou R$ 2,1 milhões em negócios fechados no segundo dia. Com isso, o acumulado de seguros na feira já soma R$ 4,38 milhões, refletindo a crescente atenção dos produtores à gestão de riscos e à proteção do patrimônio rural.

A programação do dia contou com rodadas de negócios e caravanas, cada uma com objetivos distintos. As caravanas, voltadas à visitação e ao relacionamento, trouxeram 194 participantes para conhecer a feira e o estande do Sicoob. Já as rodadas de negócios, realizadas em parceria com empresas expositoras e com foco exclusivo em geração de negócios, reuniram 59 participantes, com tours definidos em conjunto com os parceiros e visitas direcionadas a estandes previamente selecionados.

Um dos destaques da programação técnica foi a palestra “O Agro de ontem, de hoje e amanhã”, conduzida por Luciano Ribeiro, superintendente de Desenvolvimento de Agronegócios do Centro Cooperativo Sicoob (CCS), com participações de Leonardo Martins Ribeiro, coordenador Comercial de Agronegócios do CCS; do diretor de Negócios do Sicoob Unicoob, Carlos Schlick; e do gerente de Agronegócios do Unicoob, Michel Tamura.

O estande do Sicoob também recebeu visitas institucionais, como a do deputado estadual Jairo Tamura, além de registrar forte presença da imprensa, com entrevistas concedidas a veículos de comunicação regionais e nacionais.

Outro destaque segue sendo a lojinha do Sicoob, que já acumula R$ 40 mil em vendas, sendo R$ 30 mil somente neste segundo dia. No espaço, os cooperados podem adquirir produtos exclusivos com integralização direta na cota capital, unindo consumo consciente, investimento pessoal e fortalecimento da cooperativa.

Diante do desempenho registrado até o momento, o Sicoob dobrou a meta inicial de negócios protocolados e agora trabalha com a expectativa de atingir R$ 4 bilhões até o encerramento do Show Rural Coopavel 2026.

O evento segue até sexta-feira (13), e o Sicoob convida cooperados, produtores e visitantes a passarem pelo estande para conhecer as condições exclusivas, a programação e as soluções financeiras preparadas especialmente para a feira.

Fonte: Assessoria Sicoob
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Chile habilita Núcleo Genético Gênesis para exportação de suínos de reprodução

Missão oficial chilena habilitou o Núcleo Genético da Agroceres PIC para exportação de suínos de reprodução ao país andino. Certificação reforça posição do Brasil como fornecedor de genética suína.

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Foto: Agroceres PIC

O Núcleo Genético Gênesis, da Agroceres PIC, no Paraná, foi habilitado pelo Servicio Agrícola y Ganadero (SAG), do Chile, para exportar suínos de reprodução. A habilitação é resultado de uma missão técnica presencial, realizada por auditores chilenos entre novembro e dezembro de 2025.

Durante a auditoria foram avaliados tanto o sistema oficial de defesa sanitária brasileiro quanto as condições específicas da unidade produtiva. O roteiro incluiu reuniões com autoridades federais e estaduais e inspeções detalhadas nas instalações e estrutura da Gênesis.

“O aval do Chile tem um peso relevante, porque reconhece o trabalho da equipe e valida a qualidade sanitária e genética dos nossos animais”, afirma Leone de Brito Silva, coordenador de Produção e Exportação da Agroceres PIC.

Segundo Leone, o Chile possui um dos sistemas sanitários mais rigorosos da América Latina, é altamente seletivo na importação de material genético e atua como referência técnica para outros mercados.

Sanidade como ativo estratégico

Para Nevton Hector Brun, gerente de Produção da Agroceres PIC, a abertura do mercado chileno é resultado direto do fortalecimento do sistema sanitário brasileiro. Segundo ele, o reconhecimento do Brasil como zona livre de febre aftosa sem vacinação foi decisivo para a habilitação. “Trata-se de uma conquista estratégica, que reflete o trabalho sério e consistente do serviço sanitário oficial”, afirma.

Na avaliação de Brun, a autorização concedida pelo Chile representa mais um passo na consolidação do Brasil como exportador de material genético de suínos. “A habilitação reforça o posicionamento do país como fornecedor de genética e amplia nossas possibilidades de atuação no mercado internacional”, completa.

Com a habilitação, a Agroceres PIC torna-se a primeira empresa brasileira de genética suína autorizada a exportar reprodutores vivos ao Chile. Embora o Brasil ainda não tenha realizado exportações para esse mercado, a certificação abre caminho para futuras operações, condicionadas à demanda e às negociações comerciais.

Hoje, a Agroceres PIC já exporta genética suína para países como Argentina, Uruguai, Paraguai, Colômbia e Bolívia.

Fonte: Assessoria Agroceres PIC
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