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Nutrição animal como aliada para se atingir bons resultados

O diretor Geral da Topigs Norsvin, André Costa, mostra como as estratégias de manejo nutricional trazem maior eficiência na produtividade

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Diretor Geral da Topigs Norsvin, André Costa - Divulgação

Para que o produtor consiga atingir determinados mercados de carne de alto valor e Premium é preciso investir em uma nutrição adequada que permita obter índices produtivos de qualidade superior. Isso porque a nutrição e o manejo nutricional são fundamentais para se direcionar os alimentos certos para cada categoria animal, melhorando o desempenho do suíno e a rentabilidade do negócio.

A suinocultura brasileira já trabalha dentro do conceito de nutrição de precisão, aquele que engloba os nutrientes necessários no momento certo para cada etapa de vida do animal. “O foco não é apenas nos aspectos de eficiência e desempenho, já que a nutrição tem um custo muito importante dentro do sistema de produção, mas também em se atingir as especificações necessárias de qualidade da carne, carcaça e rendimento dos animais no frigorífico e abatedouro”, detalha o diretor Geral da Topigs Norsvin, André Costa.

Para se alcançar uma maior eficiência produtiva, Costa destaca a importância da reprodução, pois é preciso manter atenção ao desenvolvimento do feto, fator que tem relação direta com a nutrição da mãe. Uma má alimentação afeta as fibras musculares do feto e impacta a qualidade da carne desse animal no momento de abate.

“O trabalho nutricional é bastante importante, pois considera o aspecto de permanência do animal como um reprodutor, uma vez que o custo de reposição é alto. Então para garantir a longevidade dos animais, o aporte nutricional para a matriz e o feto é essencial”, diz Costa.

A questão financeira é outro ponto que merece cuidado: o suinocultor não trabalha para produzir quantidade de animais, mas, sim, carne. Para produzir determinada quantidade de carne existe um gasto, principalmente com insumos, valor que precisa retornar para a propriedade. “É necessário encontrar um balanço, não se pode dar menos alimentos para os animais, pois eles não se desenvolverão e, da mesma forma, não se pode desperdiçar insumos”, alerta.

Conhecer a curva de crescimento do suíno e oferecer a nutrição necessária em cada etapa dessa curva é o segredo do sucesso no manejo nutricional. Assim é possível entregar para o mercado o suíno que ele exige em termos de qualidade, ao mesmo tempo em que se mantém o resultado financeiro e a sustentabilidade do negócio.

Nesse sentido, a nutrição evoluiu muito e hoje os nutricionistas desenvolvem trabalhos dedicados ao conhecimento da curva de crescimento dos suínos e as exigências de cada etapa dessa curva, bem como as melhores maneiras de se atender sem perdas ou desperdícios as mais diversas exigências do mercado. “É esse profissionalismo da suinocultura que faz a diferença entre ganhar e perder qualidade, rendimento e dinheiro”, finaliza Costa.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Agricultura.

Bioinoculante eleva a produtividade da soja e do milho

Biofree, desenvolvido pela Biotrop, é o único a combinar a mobilização de fósforo e a fixação biológica de nitrogênio, aumentando em até 25% a eficiência da adubação

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Divulgação Biotrop

A Biotrop, empresa que desenvolve soluções biológicas e naturais para a agricultura, tem como destaque em seu portfólio o Biofree, um exclusivo bioinoculante promotor de crescimento composto pela combinação das bactérias Pseudomonas fluroscens CCTB03 e Azospirillum brasilense. A tecnologia vem movimentando o mercado com crescimento acima de 60% ao ano. Só na safra 2020/21, a Biotrop tratou com o produto 1 milhão de hectares.

O bioinsumo é capaz de aumentar em até 25% a eficiência da adubação, reequilibrar a biologia do solo e elevar a produtividade de culturas como a soja e o milho.

De acordo com o especialista e gerente de pesquisa e desenvolvimento da Biotrop, Agnelo Vitti, os microrganismos se estabelecem na rizosfera e têm ações complementares. O Azospirillum sp. age por meio da síntese de fitormônio e fixa Nitrogênio (N) aumentando a assimilação do elemento e fazendo com que a raiz cresça mais e explore um volume maior de solo.

A segunda bactéria que compõem o Biofree, Pseudomonas fluroscens CCTB03, tem a capacidade interagir com a planta e mobilizar o Fósforo (P) reduzindo as perdas e disponibilizando frações desse elemento no solo para as plantas. “Estas bactérias se alimentam de exsudados radiculares e excretam substâncias que atuam diretamente sobre o ciclo do fósforo, liberando fósforo fixado e tornando-o disponível para as plantas”, conta o profissional.

Ganhos ao produtor

Na cultura da soja a absorção do Fósforo está ligada diretamente ao aumento da fotossíntese, e como consequência o enchimento do grão. “Por isso o fósforo é extremamente importante para a planta, principalmente nessa fase”, destaca Vitti.

De acordo com o agrônomo, Amélio Belentani Neto, gerente comercial da BIOTROP no norte do Mato Grosso, os resultados na região têm sido muito positivos. Ainda segundo ele, o incremento médio nas lavouras dos produtores que utilizam o Biofree é de três sacas a mais por hectare (ha). “Essa é a média que trabalhamos, mas há casos de produtores que ampliaram até seis sacas por hectare, que é algo excepcional para a realidade de Mato Grosso”, diz.

Outro diferencial que o produto acrescenta aos sojicultores é em relação ao seu custo por hectare. Segundo Neto a média é de 0,5 sacos de soja/ha. “É evidente que o Biofree está trazendo resultados. Os biológicos de modo geral têm tido um crescimento exponencial em todo o Estado”, diz Neto.

Desempenho no milho

O milho é uma cultura que tem uma necessidade enorme de nitrogênio, principalmente nas primeiras fases, pois é este nutriente específico que vai definir os componentes de produtividade. Quando não é fornecido nos estádios iniciais de desenvolvimento, não ocorre margem de absorção.

O fósforo, assim como na soja, também é importante para o cereal, porém este, por sua vez, apresenta um problema de condicionamento e precisa estar disponível na raiz, pois não é móvel no solo. Também tem um problema de fixação. Segundo Vitti, a bactérias Pseudomonas fluroscens fazem uma troca justa, pois elas crescem junto com a raiz e ao mesmo tempo disponibilizam fósforo e isso é muito interessante, principalmente para o milho. “Temos o Azospirillum que está estimulando o crescimento dessa raiz e as Pseudomonas fluroscens que, associadas a isso, estão levando as disponibilidades de fósforo onde essa raiz está. É uma associação muito benéfica, e única no mercado”, destaca.

Demanda aquecida

De acordo com Luiz Fernandes, diretor comercial da Agrológica – distribuidor parceiro da Biotrop em Mato Grosso, que atua nas regiões do Médio Norte e Sul do Estado e na região do Xingu – a demanda por biológicos tem sido crescente. Segundo ele, tem se percebido uma aceitação cada vez maior por parte do agricultor, pois os produtos biológicos estão apresentando tecnologias eficazes, que atendem às suas exigências.

Recentemente a empresa passou a disponibilizar o Biofree aos seus clientes, já com boa perspectiva de comercialização para a próxima safra. “Esta solução tem um grande diferencial para as necessidades do produtor, bem como os demais produtos biológicos dos quais a demanda é crescente, principalmente para o controle de nematoides”, diz Fernandes.

Ainda segundo o diretor, a Agrológica projeta um bom crescimento em participação de biológicos nos próximos anos. “Para isso temos políticas internas voltadas para o mercado de biológicos e ainda direcionando forças para todos os segmentos, aproveitando mercados além dos nematicidas”, finaliza.

Fonte: Assessoria.
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Empresas

Bayer se compromete globalmente a ter a mesma quantidade de mulheres e homens em cargos de liderança até 2030

No Brasil, a Bayer saiu de 7% de mulheres na alta liderança em 2017 para 50% em 2020. Nos cargos de liderança como um todo, a porcentagem de mulheres atualmente é de 37%

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Foto: Divulgação

A Bayer está intensificando seus esforços para promover uma cultura e uma força trabalho mais diversa e inclusiva. O primeiro compromisso da empresa é para, até 2025, estabelecer um equilíbrio de gênero 50/50 ao longo de toda baixa e média liderança, que, atualmente, é ocupada 40% por mulheres e 60% por homens. No Círculo de Liderança do Grupo (composto por 540 executivos), a proporção de mulheres deve chegar a pelo menos 33% em 2025 (atualmente está em 23%). Depois disso, até 2030, a Bayer pretende atingir paridade de gênero em todos os níveis de gerência – baixa, média e alta.

“A nossa abordagem para identificar, atrair, desenvolver, promover e reter talentos na nossa liderança criará uma força de trabalho ainda mais inclusiva e diversa, que nos fará uma empresa melhor e mais atrativa como empregadora. O nosso objetivo de garantir paridade de gênero na gerência também está alinhado ao nosso compromisso com os Princípios de Empoderamento das Mulheres da ONU e com o Compromisso EMPOWER do G20”, diz Werner Baumann, CEO Global da Bayer.

“À medida que aceleramos a transformação da Bayer, vamos abraçar o poder da inclusão, da equidade e da diversidade”, afirma Sarena Lin, nova Líder de Transformação e Talentos na Bayer. “As pessoas estão sempre no centro dessa jornada. Estou ansiosa para trabalhar com colegas mundo afora para sofisticar nossa abordagem em gerenciamento de talentos. Ela será aplicada em toda a liderança da Bayer de forma ampla, justa e alinhada a todas as leis e regulações trabalhistas mundo afora”.

 

LIDERANÇA FEMININA NO BRASIL

No Brasil, a Bayer saiu de um índice de apenas 7% de mulheres na alta liderança em 2017 para 50% em 2020. Em posições de liderança como um todo, a porcentagem de mulheres está em 37%. “Ainda temos um longo caminho a trilhar para uma equidade plena de gênero, mas estamos orgulhosos do que já percorremos. Além de buscar um número representativo de mulheres em todos os níveis hierárquicos, entendemos que precisamos garantir um ambiente de trabalho acolhedor para essas profissionais”, afirma Flavia Ramos, Diretora de Inclusão e Diversidade da Bayer Brasil.

Alguns índices e boas práticas demonstram este compromisso: a Bayer reduziu o índice de rotatividade das colaboradoras após o retorno da licença maternidade de 33% em 2016 para 11% atualmente e, para promover uma cultura organizacional de boas práticas com as mulheres, adotou, no fim de 2020, a plataforma Tina, que atua no atendimento, acolhimento e acompanhamento das colaboradoras que sofrem algum tipo de violência, com a implementação de um sistema de fácil acesso e seguro para todas aquelas que precisam de ajuda. Por lá, psicólogas e assistentes sociais estão disponíveis para dar todo o suporte e orientações necessárias a estas colaboradoras.

No mais, a empresa realizou um censo em 2020 para identificar onde precisa focar esforços no que diz respeito a diversidade e inclusão. Seu resultado foi favorável à inclusão de mulheres, “o que reforça o nosso compromisso com o assunto, embora tenhamos consciência de que ainda há muito a fazer para chegarmos a uma equidade de fato. Não basta atrair mais mulheres para a companhia, mas também garantir sua inclusão de forma interseccional – incluindo as mulheres negras, lésbicas, bissexuais, transexuais e portadoras de deficiências”, comenta Flavia Ramos. A Bayer Brasil está desenvolvendo parcerias para garantir uma evolução de carreira equânime para todas essas mulheres.

A Bayer aspira também fortalecer outros elementos de inclusão e diversidade. Por exemplo, a composição da alta liderança deve cada vez mais refletir os contextos nacional e cultural de cada negócio da Bayer. Todas as gerações devem ser apropriadamente representadas na companhia. Os interesses de colaboradores lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros continuarão a ser endereçados pelo Board de Liderança. A empresa continuará seus esforços para avançar na garantia de elementos regionais de diversidade, como etnia e raça, considerando a realidade de cada país em que atua. Ademais, a Bayer busca aumentar a proporção de pessoas com deficiência em sua força de trabalho para mais de 5% em 2030. Na Alemanha, por exemplo, ela está em 4,5%. Recentemente, a empresa se juntou à iniciativa global “The Valuable 500”, que advoga por maior inclusão de pessoas com deficiência no mundo corporativo.

Fonte: Assessoria
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Empresas Suínos

Estado de São Paulo recebe a primeira etapa do campeonato OINK em 2021 

Entre os dias 5 e 21 de março, suinocultores paulistas poderão testar seus conhecimentos e receber premiações 

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Foto: O Presente Rural

Após passar por Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina, o game OINK, um jogo educativo de perguntas e respostas sobre suinocultura, abrirá a temporada de competições para 2021 no Estado de São Paulo. A partir do dia 5 de março, os produtores paulistas poderão se inscrever no campeonato, que premiará três profissionais do Estado. Em formato de aplicativo, o game foi idealizado pela empresa de gestão Agriness e conta com uma competição exclusiva promovida pela MSD Saúde Animal.

Para participar, os suinocultores de São Paulo deverão baixar o aplicativo OINK – disponível para Android e iOS –, e se inscrever no link: materiais.agriness.com/oink-msd para liberar no app o acesso à Trilha de Doenças Entéricas, modalidade exclusiva do Prêmio MSD. A premiação será válida para os três participantes que tiverem o melhor desempenho na competição.

“Quando desenvolvemos o Prêmio MSD, um dos nossos objetivos era ajudar a democratizar o conhecimento a respeito da suinocultura em todo o País. Por isso, em 2020, ficamos bastante contentes com o desempenho positivo dos suinocultores no campeonato, que demonstram aquilo que vemos no dia a dia: a qualidade e conhecimento dos profissionais da suinocultura brasileira. Os produtores de São Paulo certamente iniciarão 2021 com o mesmo sucesso, contribuindo com esse bom resultado”, comenta Brenda Maria Marques, gerente técnica da unidade de Suinocultura da MSD Saúde Animal.

O campeonato é disputado totalmente online, dentro do aplicativo. A etapa São Paulo acontece entre os dias 5 e 21 de março. Ao todo, serão realizados 14 campeonatos em diversas regiões do País. Para saber sobre o anúncio das novas praças, fique atento às redes da MSD Saúde Animal.

Enquanto o OINK não chega na sua região, os interessados podem baixar o aplicativo e treinar seus conhecimentos com os outros jogos disponíveis na plataforma.

Confira as premiações: 

1º lugar: Medalha + Churrasqueira ESM a Bafo + Kit churrasco Bamboo Tábua retangular

2º lugar: Medalha + Caixa de som Bluetooth JBL GO2 Azul Marinho com Potência 3W

3º lugar: Medalha + Conjunto de garrafa térmica inox 1 litro e 2 canecas 180ml em caixa

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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