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Nutrição adequada minimiza efeitos de estresse térmico em aves de corte, recuperando a produtividade

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Divulgação Auster

As altas temperaturas ambientais são incômodas para as aves de corte, sendo um fator estressante para elas. “A elevação térmica provoca desconforto nesses animais homeotérmicos, gastando sua energia para manter a temperatura interna por volta dos 41°C”, explica a médica veterinária Sibele Lourenço, representante técnica comercial da Auster Nutrição Animal. “Esse incômodo gera reações comportamentais e fisiológicas, pois as aves tentam diminuir a temperatura corporal, podendo até ocasionar desequilíbrios no organismo conforme duração e intensidade do estresse”, explica a especialista.

Entre as reações, destacam-se abertura das asas a fim de aumentar a área de superfície corporal, aumento da procura por locais mais frescos no aviário e maior ingestão de água, além da redução do consumo de ração na tentativa de minimizar o calor corporal produzido pelos processos de digestão, absorção e metabolismo dos nutrientes. “Isso provoca deslocamento do uso da energia que seria destinada à produção para promover perda de calor, desviando os nutrientes para mantença, com consequente redução no ganho de peso e desempenho, queda na imunidade e aumento da taxa de evaporação pelo trato respiratório na tentativa de resfriamento”.

No estresse térmico agudo, podem surgir alterações na morfologia intestinal das aves de corte, visto que as altas temperaturas reduzem a proliferação dos enterócitos, causam redução na profundidade das criptas sem alteração na altura das vilosidades e reduzem a relação vilo:cripta. Já o estresse crônico reduz a altura das vilosidades e o peso do jejuno. Tais alterações afetam a capacidade da ave de digerir e absorver nutrientes para sua manutenção e produção.

A representante técnica da Auster explica que para as aves atingirem o máximo desempenho, utilizando a mínima quantidade de energia para manutenção da temperatura corporal, é necessário que a temperatura ambiente esteja na faixa de conforto térmico – que pode variar conforme a idade e com umidade entre 50% e 70%.

Sibele Lourenço afirma que o estresse térmico pode causar consistentes prejuízos, elevando os custos da produção a partir da necessidade de equipamentos e instalações, além de proporcionar maior ocorrência de doenças devido à queda da imunidade, frequência respiratória elevada e, como consequência, afetando o bem-estar dos animais. “Nos Estados Unidos, as perdas econômicas devido ao estresse térmico variam de US$ 128 a US$ 165 milhões anualmente. É uma referência importante para entender os prejuízos que causa também à avicultura brasileira”, informa.

Para minimizar os efeitos negativos do estresse térmico, a representante técnica da Auster orienta cuidados com o ambiente da granja e as instalações, com adoção de tecnologias e equipamentos que auxiliem no melhor condicionamento térmico ambiental, como ventiladores, exaustores, nebulizadores e placas evaporativas, o que possibilita bom desempenho produtivo das aves. “A instalação precisa ter orientação correta, evitando a incidência da luz solar para evitar o superaquecimento. Porém, a adequação do ambiente não é a única medida recomendada. Os cuidados incluem o bom manejo nutricional, com atenção à formulação das rações para frangos de corte em diferentes instalações, regiões e estações do ano”, explica Sibele Lourenço.

Para melhorar as condições ambientais e diminuir os efeitos do estresse térmico, a Auster Nutrição Animal oferece aditivos que ajudam a revigorar características intestinais, auxiliando no aproveitamento dos nutrientes e amenizando perdas principalmente energéticas, como Econase XT, com atuação na degradação das ligações entre as cadeias de fibras, melhorando a digestão proteica  e a eficiência no crescimento; Novyrate C (butirato de sódio), que contribui para o controle de carga microbiana no trato digestivo, inibe o crescimento de bactérias patogênicas e reduz o pH gástrico; e o suplemento energético em pó Prius Booster Avis, derivado do óleo de soja refinado com 99% de gordura e com complemento de enzimas, que oferece efeitos benéficos, visto que a adição de óleos e gorduras nas rações de animais submetidos ao estresse por calor está associada a modificações na fisiologia gastrointestinal e ao menor incremento calórico.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Avicultura

Salmonella exige programas de controle abrangentes, afirma gerente da Phibro Saúde Animal

Um dos fatores de sucesso para o controle das salmoneloses é a escolha adequada das vacinas que serão utilizadas.

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Eva Hunka / Divulgação

O controle eficaz das salmoneloses exige programas de controle abrangentes, dado o impacto econômico que o problema causa para a cadeia produtiva de aves. Esse foi o foco da palestra ministrada por Eva Hunka, mestre em medicina veterinária e gerente de negócios biológicos da Phibro Saúde Animal, durante o “Simpósio Facta sobre Salmonella – Atualizando controles e tendências”. 

 “A Salmonella é um assunto sempre atual e, assim como a bactéria, os métodos de controle também precisam evoluir e se tornar cada vez mais eficientes”, destacou a profissional. “A vacinação é parte fundamental de um programa de controle abrangente. A vacina, sozinha, não é capaz de fazer muita coisa, mas dentro de um programa abrangente, é um elo fundamental dessa cadeia da biosseguridade.”

 De acordo com Eva Hunka, um dos fatores de sucesso para o controle das salmoneloses é a escolha adequada das vacinas que serão utilizadas. Para isso, é preciso conhecer o inimigo a ser combatido – afinal, existem diversos sorogrupos da bactéria, que podem variar de uma região para outra, ou mesmo entre um animal e outro. Assim, monitorar as aves é bastante importante nesse processo.

 “Na definição de um bom programa de vacinas, primeiro precisamos entender o papel de cada vacina, a viva e a inativada. Cada uma delas possui uma função diferente. A combinação de vacinas vivas e inativadas é a melhor opção. Isso aumenta as barreiras e diminui os riscos”, comenta a gerente, para quem o controle exige “resiliência”, em razão das diversas mudanças que podem ocorrer no processo.

 Oferecer anticorpos às aves é importante para evitar que tipos de Salmonellas transitórias encontrem ambientes favoráveis para se estabelecerem na granja e se tornem residentes. “É preciso evitar que as bactérias se propaguem. Ter aves vacinadas e com anticorpos é o melhor caminho, porque o espectro de proteção dificulta que a bactéria ultrapasse a barreira”, destaca a veterinária.

 Outro ponto de atenção é que bactérias como a Salmonella são conhecidas por causar reações pós-vacinais severas, que podem ser agravadas dependo do adjuvante a ser utilizado. “Nesse sentido, um ponto que a gente muitas vezes relega da escolha do programa vacinal é o adjuvante. Os adjuvantes têm um papel muito importante numa vacina inativada. Ele promove uma inflamação local e mimetizam o agente.”

 Pensando nas necessidades do setor avícola, a Phibro trouxe ao mercado brasileiro a vacina inativada Salmin Plus, o primeiro imunizante contra as Salmonellas dos sorogrupos B, C e D, que contém um adjuvante de última geração capaz de proporcionar uma imunidade ampla e de longa duração para as aves, com baixíssimo grau de reação no local de aplicação, beneficiando o bem-estar animal.

 “A Salmin Plus, aliada ao sistema de vacinação pHi-Tech, além de aumentar as barreiras sanitária contra as Salmonellas traz mais segurança e eficiência na proteção das além, além de maior conforto e bem-estar para o vacinador”, finaliza Eva Hunka.

 Para assistir a palestra completa, acesse: https://youtu.be/pIHOfQeobc4.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Período de seca: suplementos nutricionais mantêm os resultados positivos na pecuária

Tecnologias dos suplementos da marca Tortuga®, impulsionam a pecuária de corte e ajudam a manter o desempenho do rebanho, mesmo no período da seca

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Divulgação DSM Tortuga

Com a chegada da época mais seca e fria do ano, os pecuaristas têm a necessidade de planejar a dieta do rebanho para impedir que os ganhos conquistados nos meses mais chuvosos sejam perdidos e isso afete o desempenho dos animais. No período de estiagem, quando os pastos não apresentam níveis satisfatórios de proteína, vitaminas e minerais, recomenda-se aos produtores o uso de suplementação nutricional para manter positivos os índices zootécnicos dos bovinos e, consequentemente, a produtividade e rentabilidade da fazenda.

“Sem o balanceamento adequado no consumo proteico e energético, o animal pode perder boa parte do peso adquirido no período de águas”, ressalta Lucas Oliveira, gerente da categoria bovinos de corte da DSM. A empresa, alinhada aos principais desafios da pecuária, fornece soluções que contribuem para melhorar o desempenho do rebanho e que são aplicadas na dieta dos ruminantes com o apoio da sua equipe técnica e consultiva, que conhece de perto as necessidades do campo para gerar benefícios em todos os sistemas produtivos.

Tecnologia provada no campo melhora o desempenho no pasto

Para os pecuaristas que produzem bovinos de corte em sistemas de pasto, a suplementação nutricional dos animais ajuda a manter os resultados positivos tanto na época de águas como em períodos de seca. O fornecimento de nutrientes que contribuem para melhorar os índices zootécnicos evita o risco de baixos desempenhos, ou mesmo perda de peso do rebanho. Para esse sistema no atual momento de transição, em que os pecuaristas começam a se preparar para o período de seca, a equipe da DSM recomenda algumas soluções do portfólio Tortuga®.

Entre elas, destaque para o Fosbovi® Proteico 35 com Monensina, indicado para bovinos de corte produzidos em sistemas de pastagem, que oferece bom desempenho mesmo com a queda de qualidade dos pastos. E para os bovinos na fase de terminação ou recria mais acelerada, a recomendação é o Fosbovi® Proteico Energético 25 M, indicado para bovinos em crescimento e em engorda produzidos preferencialmente em pastagens com adequada disponibilidade e que, como diferencial, otimiza o desempenho dos animais. Os dois produtos oferecem minerais com alta tecnologia, na forma de Minerais Tortuga e aditivo ionóforo, que otimiza o desempenho e combate a coccidiose bovina.

Semiconfinamento para intensificar a produção no campo

Para intensificar a produção em sistemas de pastagem, uma opção cada vez mais utilizada pelos pecuaristas brasileiros é o semiconfinamento, considerado um “meio termo” entre o confinamento e a suplementação em pastagens. É um sistema que se baseia em nutrição e engorda em pasto, com fornecimento de ração concentrada em cocho, entre 1% e 2% do peso vivo do animal.

No semiconfinamento, os produtores têm à disposição os suplementos da marca Tortuga® para impulsionar os índices dos animais e melhorar os resultados da fazenda. Aqui, a recomendação são os suplementos Fosbovi® Confinamento CRINA®, Fosbovi® Confinamento 400 e Fosbovi® Confinamento, indicados para o preparo de concentrado para bovinos de corte em fase de engorda em confinamento e semiconfinamento.

Suplementação que gera 1@ a mais por bovino no confinamento

Aos produtores que optam pelo sistema de confinamento no período de seca, as tecnologias desenvolvidas pela DSM, como os produtos da linha Fosbovi® Confinamento com CRINA® e RumiStar™, têm resultados comprovados ao gerar animais pesados e bem-acabados. “Com os suplementos nutricionais de alta tecnologia da Tortuga®, os bovinos têm um ganho adicional médio de uma arroba por animal”, conta o gerente de categoria Confinamento da DSM, o zootecnista Marcos Baruselli.

Esses e outros benefícios produtivos são gerados pela associação equilibrada de macro e micronutrientes com os Minerais Tortuga®, além de vitaminas e aditivos naturais, como leveduras vivas, mais CRINA® e RumiStar™. Mas há ainda a melhor eficiência alimentar; redução de problemas digestivos, como o timpanismo; rápida adaptação dos animais; menor taxa de refugo de cocho; aumento do consumo de ração desde os primeiros dias de confinamento; e menor incidência de animais com laminites e acidose.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Iniciativa

Campanha Dia Pró apresenta os benefícios da proteína animal na alimentação humana

A campanha tem inicio hoje, 12 de maio.

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Com o objetivo de ampliar o conhecimento sobre os benefícios do consumo da proteína animal e a importância do agronegócio na cadeia produtiva, a Yes, empresa que desenvolve soluções biotecnológicas para uma nutrição animal eficaz, segura e sustentável, lança hoje, 12 de maio, a iniciativa Dia Pró.

“Esse movimento levanta uma bandeira em favor da proteína animal, porque não só acreditamos, como também conhecemos o valor e a importância da produção de alimentos no Brasil. E, principalmente, da seriedade do trabalho que começa no campo e termina no prato”, sinaliza a gerente de Marketing da Yes, Carolina Tanese.

Carolina explica que o orgulho da Yes pela história do agronegócio brasileiro, em especial pela produção de proteína, fez com que a empresa buscasse uma forma de melhorar o diálogo entre os diferentes elos do setor, levando informação correta a todos eles. “A campanha Dia Pró será uma série de conteúdos, disponível semanalmente no Instagram da empresa, para promover os benefícios do consumo de proteína na alimentação humana”.

Além das publicações, a Yes irá incentivar o compartilhamento do conteúdo. “Quanto mais pessoas se engajarem na promoção da proteína animal brasileira mais o agronegócio sairá fortalecido. Esperamos que nossos clientes, parceiros e público em  geral participem dessa jornada, postando em seus perfis como a proteína animal está presente na sua história, seja como produtor, um amante de churrasco, em receitas caseiras e familiares. Basta nos marcar no @yes_sinergy e usar a #DiaPro!”.

Fonte: Assessoria
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