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Nutreco Brasil anuncia parceria com a rede Suprema Produtos Agropecuários
Com quatro unidades no Mato Grosso e uma no Pará, as lojas estão localizadas em um dos polos mais importantes do Brasil para o mercado de agronegócios.
A Nutreco Brasil, com sua estratégia nacional em qualidade, ampliação de mercado e vasto portfólio de produtos para ruminantes comercializado sob a marca Bellman, acaba de firmar parceria com a Suprema Produtos Agropecuários, uma rede de lojas com cinco unidades: quatro localizadas no Mato Grosso, nas cidades de Alta Floresta, Sinop, Juara e Juina, e uma em Novo Progresso, no Pará. O anúncio da parceria ocorreu na última semana, na unidade de Alta Floresta, com capacitação técnica para equipe de vendas da Suprema, palestras e orientações aos clientes sobre todas as linhas e produtos, happy-hour, além da participação da Nutreco Brasil na Semana da Zootecnia na Escola Técnica da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec).
Situada em um dos polos mais importantes da região matogrossense e sul do Pará, a Suprema Produtos Agropecuários está no mercado desde 2008, atua em um nicho estimado de 11 milhões de cabeças de gado. De acordo com o diretor comercial da marca, Adriano Volpe Ribeiro, um dos papéis da marca é atuar como difusor de tecnologia, empenhando-se em acompanhar o mercado e encontrar alternativas para que o cliente tenha tecnologia de ponta, para melhor desempenhar suas atividades.
Nosso intuito como empresa é levar aos nossos clientes soluções em produtos e serviços agropecuários, contribuindo para o sucesso de sua empresa, integrando pessoas, tecnologias e transferindo conhecimento. Acreditamos no agronegócio brasileiro e estamos num dos melhores biomas do mundo para este mercado. Com isso, temos a certeza de que estamos ajudando a desenvolver nossa comunidade. E a Nutreco Brasil também acredita nisso. Temos a certeza que a parceira irá agregar para as duas empresas, afirma o Diretor Comercial.
O apoio da equipe Nutreco Brasil foi extremamente fundamental para o êxito de todo processo inicial de divulgação da parceria. Segundo o gerente regional de vendas, Julio Sirena Junior, a expectativa de consolidação das duas marcas é grande, devido ao alto potencial que a região apresenta, além de estar próxima a fábrica da Nutreco Brasil, em Cuiabá. O grupo Suprema Agro tem grande credibilidade, já carregava marcas fortes e de renome, agora, chegamos para somar com eles. Estamos otimistas com esse início de trabalho e daremos todo suporte necessário com treinamentos técnicos e motivacionais para a equipe, enfatiza Sirena.
Numa primeira etapa, a estratégia foi enfatizada na loja matriz, em Alta Floresta (MT), com rodas de conversa e palestras que abordaram a produção de bovinos de corte e como indicar produtos de acordo com o nível de intensificação da propriedade, como calcular custo/beneficio, e o diferencial técnico dos produtos Bellman, marca de produtos para ruminantes da Nutreco Brasil no mercado.
Vendemos a Bellman para a equipe Suprema, mostrando toda credibilidade que a nossa marca já tem no mercado há anos. Esse processo é importante porque são eles quem tem contato direto com o pecuarista e devem passar segurança daquilo que estão falando. Por isso, fizemos um primeiro treinamento para conhecer as linhas de produtos e indicações de cada um, afirma o Gerente Regional de Vendas. A segunda etapa do trabalho será levar toda a estratégia montada para outras filiais da Suprema.
Como parte das ações, a Nutreco Brasil e Suprema Produtos Agropecuários participaram da Semana da Zootecnia na Escola Técnica da Secretaria Estadual de Ciência e Tecnologia (Secitec). O supervisor técnico, André Alves de Oliveira ministrou a palestra O papel do zootecnista na intensificação da pecuária de corte, que reuniu estudantes e pecuaristas da região.
E, em menos de uma semana, os resultados já começaram a aparecer. Tivemos êxito na empreitada, pois já temos uma demanda faturada dos produtos Bellman. Fechamos parceria com o Sr. Wilson Sierra, grande pecuarista da região e agora passou a comprar produtos da linha Bellman, comemora o diretor comercial da Suprema Agro, Adriano Volpe Ribeiro.
Sobre a Nutreco Brasil
A Nutreco é uma das líderes globais em nutri¬ção animal e rações para peixe. Suas avançadas soluções de pro¬dutos estão na origem da alimentação de milhões de consumidores do mundo inteiro. Qualidade, inovação e sustentabilidade são princípios norteadores, incorporados à cul¬tura da Nutreco desde a pesquisa e aquisição de matérias-primas até produtos e serviços para produtores e criadores. A experiência de 100 anos aporta à Nutreco uma rica herança de conhecimento e experiência na construção de seu futuro.
Com foco em ciência e tecnologia, a Nutreco possui 10 centros de pesquisa, localizados em países como Holanda, Noruega, Espanha, Canadá, China, entre outros. Presente em 30 países, com vendas em 80 países, a Nutreco emprega cerca de 10.000 pessoas.
No Brasil, a Nutreco iniciou suas ativi¬dades ao adquirir duas empresas ho¬landesas com operações no país: a Selko em 2002 e a Sloten em 2005. Em 2009, a Nutreco adquiriu 51% das ações da Fri-Ribe, uma das principais produtoras de ra¬ção completa do Brasil, criando a joint venture Nutreco Fri-Ribe. Após dois anos de forte de¬senvolvimento e cooperação, em março de 2012 a Nutreco assumiu o controle total da empresa, hoje conhecida como NUTRECO BRASIL NUTRIÇÃO ANIMAL LTDA. Em abril de 2012, con¬solidando sua posição de destaque no mercado brasileiro de nutrição animal, a Nutreco Brasil adquiriu a brasileira Bellman Nutrição Animal, especializada em suplementos minerais de alta tecnologia para ruminantes.
A Nutreco Brasil produz alimentos para várias espécies de animais como camarões, peixes, bovinos de corte e de leite, equinos, aves, suínos, ovinos e cães, entre outros. Atualmente, a companhia conta com sete fábricas estrategicamente localizadas em seis estados: São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Ceará e Piauí.
Fonte: Ass. Imprensa da Nutreco

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Safra de verão da soja caminha para o fim com 82% já colhida no Paraná
Produção é estimada em mais de 21 milhões de toneladas, segundo levantamento do Deral.

A colheita da safra de verão 2025-2026 da soja caminha para o fim, com 82% da área de 5,77 milhões de hectares já colhida, segundo a Previsão Subjetiva de Safra (PSS), divulgada na quinta-feira (26) pelo Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e Abastecimento. A produção estimada é de 21,88 milhões de toneladas.
No caso do milho primeira safra, o analista do Deral, Edmar Gervasio, destaca a alta produtividade. Segundo ele, é a primeira vez, em muitos anos, que o Estado registra ganho de área na primeira safra. É um ganho significativo com 25% a mais comparando com a safra anterior. Além desse ganho de área, tivemos aumento de produtividade, o que é de certa forma, um pouco anormal, pois quando aumenta a área a tendência é uma média menor de produtividade”, explica.

No caso do milho primeira safra, o analista do Deral, Edmar Gervasio, destaca a alta produtividade – Foto: Jaelson Lucas/AEN
“Se continuar assim, no final do ciclo da primeira safra devemos colher 3,8 milhões de toneladas, que significa uma produtividade média acima de 11 mil quilos por hectare. Seria a maior média da história, superando os 10,8 mil do recorde anterior”, projeta o Gervasio.
Com a proximidade dos plantios de inverno, o cenário aponta para mudanças estratégicas na ocupação do solo de outras culturas. Segundo o Deral, a cevada desponta como protagonista. Impulsionada pela forte demanda das indústrias de malte e pela excelente absorção da safra anterior, a área de cevada deve crescer 14%, saltando para 118 mil hectares em 2026. Caso a produtividade se mantenha, o Estado pode ultrapassar a marca de meio milhão de toneladas do cereal. Já o trigo deve ceder 6% de sua área, principalmente para o milho segunda safra.
Boletim Conjuntural
O Deral também divulgou nesta quinta-feira o Boletim Conjuntural, traçando um panorama de resiliência nas grandes culturas e de hegemonia absoluta na produção de proteínas animais. O boletim destaca que o setor agropecuário do Paraná encerra o mês de março consolidando marcas históricas: o Estado reafirma sua posição como a maior potência proteica do Brasil ao completar 19 anos consecutivos de liderança nacional na produção de carnes.
O desempenho de 2025, consolidado pela Pesquisa Trimestral do IBGE, projeta um 2026 de tranquilidade no topo do ranking. Na avicultura, por exemplo, o Estado deteve 34,4% do abate nacional, produzindo quase cinco milhões de toneladas em 2025. Sozinho, o Paraná abateu 2,299 bilhões de cabeças, um recorde histórico.

Suinocultura registrou o maior crescimento absoluto do País em volume de carne, com recorde de 1,226 milhão de toneladas – Foto: Shutterstock
Já a suinocultura registrou o maior crescimento absoluto do País em volume de carne, com recorde de 1,226 milhão de toneladas. O ganho de produtividade tem sido evidente: o peso médio dos animais, em 2025, subiu para 95,2 kg, representando um aumento de 3,8% (3,5 kg por animal) em relação ao ano anterior.
Também contribui de forma significativa no setor de carnes a produção de tilápia. Apesar da entrada de importações do Vietnã no mercado nacional, o Estado mantém sua força exportadora. E o setor da pecuária de leite alcançou volumes recordes com 4,3 bilhões de litros entregues, um salto de 10% na produtividade anual.
“O Paraná não apenas mantém o título de maior produtor de carnes do País por quase duas décadas, como demonstra uma capacidade de crescimento”, aponta o engenheiro agrônomo e analista do Deral, Carlos Hugo Godinho.
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Paraná responde por 13,5% da indústria brasileira de alimentos e bebidas
Estado é o segundo maior do país, reúne 3.671 empresas, 259 mil empregos diretos, forte integração com o campo e US$ 8,57 bilhões em exportações em 2025.

A indústria brasileira de alimentos e bebidas movimentou R$ 1,388 trilhão em 2025. A Região Sul respondeu por R$ 377,1 bilhões desse total, enquanto o Paraná alcançou R$ 187,3 bilhões, o equivalente a 13,5% de toda a produção nacional e praticamente metade do desempenho regional. Os dados são da Associação Brasileira da Indústria de Alimentos.
Com esse resultado, o Paraná encerrou o ano como a segunda maior indústria de alimentos do país, atrás apenas de São Paulo. A base produtiva instalada no estado reúne 3.671 empresas, dentro de um universo de 10.462 na Região Sul e 41.663 no Brasil.
O PIB setorial da indústria de alimentos e bebidas somou R$ 12,735 bilhões no país. Desse montante, R$ 2,119 bilhões estão concentrados na Região Sul e R$ 778,6 milhões no Paraná, evidenciando a densidade econômica da cadeia no estado.

A geração de empregos diretos alcançou 2.125.602 postos no Brasil, sendo 590.974 no Sul e 259.602 no Paraná. Quando considerados os empregos indiretos, o impacto sobe para 8.502.408 vagas no país, 2.363.896 na Região Sul e 1.038.408 no Paraná. Considerando toda a cadeia produtiva, a indústria de alimentos responde por mais de 1,29 milhão de empregos diretos e indiretos no estado, com forte presença no interior.
Para o presidente executivo da ABIA, João Dornellas, o desempenho está associado ao perfil produtivo do estado. “O Paraná reúne uma indústria moderna e altamente integrada ao campo, com forte presença de cooperativas e empresas que agregam valor à produção agropecuária. Esse modelo fortalece a geração de empregos, amplia a renda no interior e contribui para o abastecimento regular de alimentos no país”, afirma.
A ligação entre indústria e campo aparece de forma objetiva nos números. Em 2025, 70,2% da matéria-prima utilizada pela indústria paranaense veio diretamente da produção agropecuária local. O índice é superior ao da Região Sul, de 71,7%, e bem acima da média brasileira, de 62%. Esse elo sustenta atividades em transporte, embalagens, tecnologia e logística, ampliando os efeitos econômicos da cadeia.
No cenário de preços, a inflação de alimentos manteve trajetória inferior à inflação geral. No Brasil, o IPCA fechou o ano com alta de 4,26%, enquanto os alimentos subiram 2,95%. Na Região Metropolitana de Curitiba, área pesquisada pelo IBGE no estado, o índice geral avançou 3,84% e os alimentos 3,03%, refletindo ganhos de eficiência produtiva e aumento de oferta ao longo da cadeia.
O desempenho também se refletiu no comércio exterior. O Brasil exportou US$ 66,732 bilhões em alimentos e bebidas em 2025. A Região Sul respondeu por US$ 18,580 bilhões e o Paraná por US$ 8,570 bilhões, reforçando a presença internacional da indústria instalada no estado e o papel da agroindústria na agregação de valor à produção do campo.
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ABPA abre inscrições para prêmio de pesquisa aplicada durante o SIAVS 2026
Reconhecimento valoriza estudos com impacto prático na avicultura e suinocultura e prevê experiência internacional aos vencedores.

Estão abertas as inscrições para o Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável, reconhecimento científico que a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) promoverá durante o SIAVS 2026 – Salão Internacional de Proteína Animal, maior evento da avicultura e da suinocultura do Brasil, que será realizado entre os dias 04 e 06 de agosto, no Distrito Anhembi, em São Paulo (SP).
A iniciativa contempla duas distinções, voltadas à valorização de pesquisas com efetiva aplicabilidade prática para a cadeia produtiva da proteína animal:
- Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – Grandes Áreas, destinado a trabalhos científicos com impacto nas áreas de produção, manejo e ambiência; nutrição; tecnologia e processos; sanidade; sustentabilidade; e saúde pública.
- Mérito ABPA de Pesquisa Aplicável – RAM (Resistência aos Antimicrobianos), voltado exclusivamente a estudos que abordem estratégias, ferramentas, indicadores e práticas relacionadas ao uso responsável de antimicrobianos e ao enfrentamento da resistência microbiana na produção animal, tema estratégico para o setor e alinhado aos princípios internacionais de One Health – no âmbito da campanha “Uso Consciente, Futuro Responsável”, mantida pela ABPA.
O objetivo do Mérito é estimular pesquisas que extrapolem o ambiente acadêmico e apresentem aplicabilidade concreta, contribuindo para ganhos de eficiência, segurança sanitária, sustentabilidade e competitividade internacional da avicultura e da suinocultura brasileiras.
Os trabalhos inscritos serão avaliados por comissão julgadora composta por especialistas com reconhecida atuação técnica e acadêmica. Entre os critérios considerados estão:
- Relevância estratégica para o setor
- Grau de inovação
- Consistência metodológica
- Aplicabilidade prática
- Potencial de impacto na cadeia produtiva
Após a etapa de avaliação, os trabalhos selecionados serão apresentados durante a programação oficial do SIAVS, ampliando sua visibilidade junto a empresários, pesquisadores, autoridades sanitárias e representantes nacionais e internacionais.
Como forma de reconhecimento, o primeiro autor do trabalho vencedor em cada uma das duas distinções participará, com apoio da organização, de uma experiência internacional em uma das principais feiras globais de alimentos, podendo escolher entre a SIAL Paris 2026, em Paris, ou a Gulfood 2027, em Dubai. A iniciativa proporciona imersão no ambiente internacional de negócios e inovação, fortalecendo a formação estratégica dos pesquisadores.
As inscrições devem ser realizadas conforme as orientações disponíveis no site oficial do evento, onde também constam regulamento completo, prazos, formato de submissão e demais informações, acesse clicando aqui.
