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Nutreco Brasil anuncia parceria com a rede Coopercitrus

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A Nutreco Brasil, com sua estratégia nacional em qualidade, ampliação de mercado e vasto portfólio de produtos para ruminantes, equídeos, suínos e aquicultura, acaba de firmar parceria com a Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais, que tem matriz sediada em Bebedouro (SP), localizada a 397 quilômetros da capital. Atualmente, a cooperativa é a maior do Estado e conta com 36 filiais espalhadas em São Paulo e Minas Gerais.
A proposta com a forte parceria é atender as necessidades dos cooperados, levando soluções inovadoras e sustentáveis no mercado de nutrição animal. Segundo o gerente retail sudeste, Sidney Ferracin Fernandes a parceria foi oficializada no mês de julho, no entanto, o projeto de trabalho com foco em atendimento na revenda começou no início do ano. “A Coopercitrus é cliente há mais de dez anos. Entretanto, nossa atuação era tratada apenas como um ponto de venda. Agora, de forma mais especializada, estamos implementando um atendimento diferenciado para as revendas de varejo, atacadistas e cooperativas, que é o caso da Coopercitrus”, explica.
Com isso, a Nutreco Brasil apresentou uma proposta diferenciada a cooperativa, que prontamente foi aceita pela entidade. “A Coopercitrus também passou por uma reestruturação em seu setor comercial, com expansão no setor de saúde animal. E, com uma filosofia de trabalho mais técnico, oferecendo melhor serviço e soluções a seus cooperados a linha de trabalho alinhou com os ideais da nossa empresa, que tem a filosofia de fomentar e levar soluções aos consumidores e grandes parceiros. O que esperamos é exatamente isso: atender as necessidades dos consumidores finais nos mais variados canais de varejo”, completa.
De acordo com o gerente de departamento de saúde e nutrição animal, Icaro Antonio Garcia Filho, a Coopercitrus busca atender as necessidades dos cooperados de maneira plena, apoiando novas tecnologias. “Como maior Cooperativa do estado de São Paulo e uma das maiores do Brasil, temos a responsabilidade de trabalhar com fornecedores sérios e idôneos que em parceria com o nosso sistema possam ajudar no atendimento ao produtor”, acredita.
E, para ele a Nutreco Brasil é uma destas empresas. “Ela colabora com a lucratividade do agronegócio, transferindo tecnologia através da qualidade e resultado dos seus produtos aos mais diversos sistemas de criação animal, ajudando no desenvolvimento sustentável da agropecuária brasileira”, complementa.
Atualmente a Coopercitrus Cooperativa de Produtores Rurais, é a maior cooperativa do estado de São Paulo na comercialização de insumos, máquinas e implementos agrícolas, com um faturamento que superou a casa dos R$ 1,6 bilhão, em 2013.
A Coopercitrus iniciou sua atividade em Bebedouro, com 32 agropecuaristas da região na década de 1960, denominada inicialmente de Cooperativa Agropecuária da Zona de Bebedouro (Capezobe). Com o desenvolvimento da citricultura e a queda da cafeicultura, posteriormente, a Capezobe sofreu fusão com a Cooperativa Agrária dos Cafeicultores D’Oste de São Paulo, para constituir a Cooperativa dos Cafeicultores e Citricultores de São Paulo – Coopercitrus.
 

Sobre a Nutreco Brasil

A Nutreco é uma das líderes globais em nutri¬ção animal e rações para peixe. Suas avançadas soluções de pro¬dutos estão na origem da alimentação de milhões de consumidores do mundo inteiro. Qualidade, inovação e sustentabilidade são princípios norteadores, incorporados à cul¬tura da Nutreco desde a pesquisa e aquisição de matérias-primas até produtos e serviços para produtores e criadores. A experiência de 100 anos aporta à Nutreco uma rica herança de conhecimento e experiência na construção de seu futuro.
Com foco em ciência e tecnologia, a Nutreco possui 10 centros de pesquisa, localizados em países como Holanda, Noruega, Espanha, Canadá, China, entre outros. Presente em 30 países, com vendas em 80 países, a Nutreco emprega cerca de 10.000 pessoas.
No Brasil, a Nutreco iniciou suas ativi¬dades ao adquirir duas empresas ho¬landesas com operações no país: a Selko em 2002 e a Sloten em 2005. Em 2009, a Nutreco adquiriu 51% das ações da Fri-Ribe, uma das principais produtoras de ra¬ção completa do Brasil, criando a joint venture Nutreco Fri-Ribe. Após dois anos de forte de¬senvolvimento e cooperação, em março de 2012 a Nutreco assumiu o controle total da empresa, hoje conhecida como NUTRECO BRASIL NUTRIÇÃO ANIMAL LTDA. Em abril de 2012, con¬solidando sua posição de destaque no mercado brasileiro de nutrição animal, a Nutreco Brasil adquiriu a brasileira Bellman Nutrição Animal, especializada em suplementos minerais de alta tecnologia para ruminantes.
A Nutreco Brasil produz alimentos para várias espécies de animais como camarões, peixes, bovinos de corte e de leite, equinos, aves, suínos, ovinos e cães, entre outros. Atualmente, a companhia conta com sete fábricas estrategicamente localizadas em seis estados: São Paulo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, Ceará e Piauí.

Fonte: Ass. Imprensa da Nutreco

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Notícias Cooperativismo

Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível

Publicação reúne reportagens exclusivas sobre o papel das cooperativas no agronegócio e destaca como a escassez de mão de obra e a contratação de imigrantes estão transformando o mercado de trabalho no setor.

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A nova Edição Especial Cooperativismo 2026 de O Presente Rural já está disponível gratuitamente em versão digital no site. Publicada todos os anos próxima ao Dia Internacional das Cooperativas, celebrado em 04 de julho, a edição reúne reportagens, análises e conteúdos especiais sobre a força econômica, social e produtiva do cooperativismo no agronegócio brasileiro.

Nesta edição, a reportagem especial aborda um dos temas mais relevantes para o futuro das cooperativas agroindustriais: a geração de empregos, a escassez de mão de obra e a presença crescente de trabalhadores estrangeiros nas operações. O conteúdo mostra como imigrantes de diferentes nacionalidades passaram a ocupar funções decisivas em agroindústrias, supermercados, unidades operacionais e estruturas produtivas de cooperativas do Sul do país.

A reportagem apresenta casos de cooperativas em que estrangeiros já representam parcela expressiva da força de trabalho. Em algumas unidades, eles chegam a formar a maioria dos colaboradores. Mais do que um dado demográfico, esse movimento revela uma mudança estrutural no mercado de trabalho do agronegócio, com reflexos diretos sobre produção, escalas, expansão industrial, automação, qualificação, moradia, integração cultural e desenvolvimento regional.

Além da reportagem especial, a edição traz conteúdos sobre o impacto do cooperativismo na economia, na geração de renda, na organização das cadeias produtivas, atuando como agentes de desenvolvimento nas comunidades onde estão.

A Edição Especial Cooperativismo 2026 pode ser acessada gratuitamente na aba Edições Impressas de opresenterural.com.br.

Fonte: O Presente Rural
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Produtores do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para declarar rebanhos

Atualização anual é considerada estratégica para o controle sanitário e permite resposta mais rápida das autoridades diante de eventuais emergências zoossanitárias.

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Os produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até o dia 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça o chamado para que criadores, pecuaristas e associados cumpram a obrigação dentro do prazo, destacando a importância das informações para a defesa sanitária animal no Estado.

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De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a atualização dos dados permite que o sistema de defesa agropecuária mantenha um retrato fiel dos rebanhos e das propriedades rurais gaúchas. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, afirma.

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Segundo Martins, a manutenção de um banco de dados atualizado é fundamental para que o poder público possa agir com rapidez diante de eventuais ocorrências sanitárias que afetem a pecuária. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, destaca.

Cadastro atualizado fortalece defesa agropecuária

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à entrega da declaração do Imposto de Renda, ressaltando que ambas exigem atualização periódica de informações essenciais para a gestão pública. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada

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localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser feita de forma eletrônica, por meio do sistema Produtor Online, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul, ou presencialmente nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins orienta os produtores a não deixarem o procedimento para os últimos dias do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, menciona.

Fonte: Assessoria Febrac
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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