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Nucleovet lança eventos de 2019 em debate sobre Perspectivas com Sindirações nesta segunda, 26, 13h, na FIESP, em São Paulo

Presidente do Nucleovet, Rodrigo Toledo Santana e vice-Presidente Executivo do Sindirações, Ariovaldo Zani, participam de encontro de lançamento da campanha comemorativa dos 20 anos do SBSA e destacam projeções para o próximo ano

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Uma apresentação sobre algumas das principais Perspectivas para 2019 vai marcar o lançamento de uma campanha de comemoração dos 20 anos do SBSA (Simpósio Brasil Sul de Avicultura), que vai acontecer nesta segunda-feira, dia 26 de novembro, a partir das 13h, na sede da FIESP, em São Paulo.

A programação será aberta pelo vice-Presidente Executivo do Sindirações, Ariovaldo Zani, que vai destacar algumas das principais projeções e expectativas da entidade para o próximo ano. Na sequência, o jornalista e colunista Marcelo Lara fará uma “Análise de conjuntura e o que esperar do agronegócio em 2019: por dentro do novo ministério da Agricultura”.  

Logo depois, o médico veterinário e presidente do Nucleovet (Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas), Rodrigo Toledo, vai apresentar as principais estratégias para os eventos que serão realizados pela entidade no próximo ano – nos segmentos de aves, suínos e bovinos de leite, com todas as oportunidades de ações de marketing.

O objetivo do encontro é fazer o lançamento da campanha comemorativa dos 20 anos do SBSA, além de apresentar os outros nossos dois eventos (de suinocultura e bovinos de leite). Vamos aproveitar a oportunidade para também promover uma discussão sobre o panorama de 2019, abordando os principais desafios e oportunidades para o setor com a finalidade de contribuir, de alguma maneira, com as estratégias de mercado e no planejamento das principais ações das empresas da cadeia produtiva em 2019, ressaltou a assessora comercial do Nucleovet, Eliana Panty. “Acredito que será uma excelente oportunidade para visualizar todas as possibilidades de ações de marketing para 2019 e perspectivas econômicas”.

 

Os interessados em participar do encontro devem confirmar presença, para lista de conferência na entrada da FIESP, através do e-mail agronoticia@gmail.com ou do telefone (19) 99712.3224. 

 

Programação:
 

13h – Perspectivas para 2019
Vice-Presidente Executivo do Sindirações, Ariovaldo Zani 

14h – “Análise de conjuntura e o que esperar do agronegócio em 2019: por dentro do novo ministério da Agricultura”

Jornalista Marcelo Lara

Lançamento da Campanha dos 20 anos do Simpósio Brasil Sul de Avicultura e demais eventos do Nucleovet

Médico veterinário e presidente do Nucleovet, Rodrigo Santana Toledo

 

Serviço:  

Painel Perspectivas 2019 e Lançamento da Campanha dos 20 anos do Simpósio Brasil Sul de Avicultura e demais eventos do Nucleovet

Local: Sede da Fiesp  – Auditório do 10o andar
Endereço: Av. Paulista, 1313, São Paulo, SP

Horário: 13h

Inscrições: (48) 99980.4920
E-mail: panty@pantyassesseoria.com.br

Fonte: Ass. de Imprensa

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Notícias Suinocultura

Prazo de vigência da IN 14 de 2016 é prorrogado

Ampliação do prazo favorece os produtores que fabricam ração para o consumo próprio

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Arquivo/OP Rural

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) após realizar reuniões técnicas com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), comunica a prorrogação da Instrução Normativa (IN) nº 14 de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU), de quinta-feira (18). A IN 14 define as normas para as fábricas de ração animal, estabelecendo os critérios e os procedimentos para fabricação, comercialização e o uso de medicamentos na alimentação animal.

A ABCS levou o pleito técnico ao MAPA para a revisão do prazo da aplicabilidade da norma e dos procedimentos para as fábricas que produzem ração para consumo próprio. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que prorrogação foi realizada para que o MAPA revise a proposta, de forma que os produtores de fábricas de ração de uso próprio (não comerciais) consigam atingir uma pontuação viável e gradativa quanto às especificações estabelecidas na IN 14.

“Algumas adequações estabelecidas pela IN 14 são essenciais para otimizar o uso de antimicrobianos na produção nacional, visando assim atender as demandas dos mercados consumidores. E o trabalho da ABCS junto ao MAPA é primordial, pois é somente dessa forma que vamos construir uma norma aplicável a toda suinocultura brasileira”, disse Lopes.

Em 2018, a ABCS criou o Grupo de Trabalho (GT) para debater a aplicabilidade da Instrução Normativa 14 de 2016. A iniciativa contou com a participação de diversas entidades do setor privado e, na ocasião, o GT entregou ao MAPA um único documento, com o objetivo de sugerir à pasta algumas adequações referentes aos requisitos para uso de medicamentos em fábricas, conforme a realidade da suinocultura. Isso porque, segundo dados da ABCS, estima-se que haja atualmente 1.400 granjas que produzem ração para consumo próprio, com as mais variadas condições de estrutura e operação.

Visando a viabilidade da produção de suínos, a ABCS se reuniu diversas vezes com a equipe técnica da pasta para solicitar as ponderações do material entregue pelo GT e também a revisão do prazo da aplicabilidade da norma. “Hoje, com a prorrogação do prazo temos um tempo maior para aperfeiçoar o processo de produção de ração nas granjas. E, é necessário a união da cadeia produtiva e do Ministério para que em 18 julho de 2020 (prazo dado pelo DOU) já tenhamos uma norma exequível”, afirma o presidente da ABCS.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Carne de frango tem maior competitividade, mas ritmo de negócios está lento

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho, as cotações da de frango recuaram

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Arquivo/OP Rural

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho (até o dia 18), as cotações da de frango recuaram, o que elevou sua competitividade frente às concorrentes. Ainda assim, conforme colaboradores do Cepea, a liquidez da carne de frango está baixa no mercado doméstico, uma vez que as férias escolares e as temperaturas mais amenas diminuem a procura pelo produto – neste período do ano, consumidores dão preferência a carnes de sabor mais forte, como a suína.

Fonte: Cepea
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Notícias Estudo

Levantamento da Embrapa quer conhecer demandas sobre pastagens

Levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online

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Ana Maio

O Portfólio de Pastagens da Embrapa – estrutura que reúne todos os projetos de pesquisa nessa área – iniciou um levantamento de demandas do setor produtivo para avaliar os principais desafios para a produção de pastagens no Brasil. O levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online até dia 26 de julho.

De acordo com a presidente do Comitê Gestor do Portfólio, Patrícia Menezes Santos, pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), é interessante que o levantamento seja aplicado em todo o país para captar diferentes realidades que envolvam produtores rurais, técnicos de assistência pública e/ou privada ou outros profissionais ligados à atividade pecuária.

A sondagem vale para as atividades de corte, de leite, criação de búfalos, ovinocultura, caprinocultura, enfim, qualquer sistema produtivo que tenha relação com o cultivo de forrageira. Clique aqui para responder a pesquisa. “Quanto mais pessoas responderem, melhor. Por meio dessa prospecção de problemas, poderemos direcionar melhor a programação de pesquisa em pastagens da Embrapa e promover maior impacto com os resultados obtidos”, afirmou a pesquisadora.

As principais forrageiras utilizadas hoje no Brasil foram geradas pela Embrapa. “Temos ações de melhoramento com várias espécies, para todas as regiões e biomas do país e também estamos levantando informações relacionadas a clima, solo, pragas e doenças relevantes”, disse Patrícia.

Com as respostas de quem está na ponta, no mercado, a Embrapa vai identificar problemas relacionados a diferentes sistemas de produção, vinculando-os com regiões e biomas brasileiros. “As informações que conseguirmos levantar sobre pragas, doenças, solos e clima podem nos ajudar a direcionar as pesquisas para as reais necessidades da sociedade”, afirmou.

Fonte: Assessoria
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