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Nucleovet lança campanha de incentivo ao consumo de proteína animal

Campanha “Proteína Animal – Do Passado ao Futuro” vai envolver entidades, mídias parceiras e profissionais da saúde mostrando os benefícios do consumo e os desafios do cenário atual

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O lançamento da campanha “Proteína Animal – Do Passado ao Futuro” será marcado por uma LIVE no Canal do Nucleovet no YOUTUBE com o Ex-Ministro da Agricultura e Presidente da ABPA Francisco Turra  e com o Presidente do NUCLEOVET Luiz Carlos Giongo, com o tema “Proteína animal: Tendências e campanhas para o novo consumidor”. A conversa em formato de web talk será mediada pela jornalista Eliana Panty. A estréia da série de entrevistas com profissionais, entre eles veterinários, nutricionistas, médicos e pesquisadores e lançamento da campanha será no dia 14 de maio (quinta-feira), às 17h.

A entidade que há mais de 20 anos realiza simpósios técnicos focados na difusão de conhecimento, reunindo especialistas e profissionais da cadeia produtiva,  lança a campanha “Proteína Animal – Do Passado ao Futuro”, com foco no aumento de consumo através da apresentação de informações reais e relevantes sobre as mudanças que ocorreram ao longo da história, relacionadas com as demandas do novo consumidor.

Luiz Carlos Giongo, Presidente do NUCLEOVET, destaca que o objetivo da campanha é  envolver o consumidor com informações embasadas em ciência “O Nucleovet, através dos seus simpósios Brasil Sul de Avicultura, Suinocultura e Bovinocultura de Leite, reúne há mais de 20 anos especialistas que discutem nutrição, sanidade, manejo, e qualidade da proteína animal produzida nas nossas granjas e agroindústrias. Agora queremos estar ainda mais engajados com essa cadeia de produção e levar ao grande público consumidor informações de qualidade, tendo como fontes médicos, nutricionistas, veterinários, agrônomos e zootecnistas. A proteína animal, historicamente foi responsável pela evolução do homem, e hoje o crescimento do poder aquisitivo faz as populações consumirem mais proteínas de qualidade. Acreditamos que é fundamenta que o consumidor saiba como ela é produzida, quanta ciência e tecnologia estão embarcadas na produção de leite, ovos e carnes. Quando mais o consumidor conhecer, melhor para o setor produtivo”.

“Esta campanha além de lácteos e ovos,  foca no frango, proteína altamente competitiva que no  país já tem alto consumo per capita, e  na carne suína que ainda tem muito para crescer em consumo interno e que a cada dia  oferece cortes mais versáteis e de fácil preparo, adaptados às famílias menores ou consumidores individuais. A tendência é esse novo consumidor procurar por cortes menores, de fácil e rápido preparo, para comer no conforto e  segurança das suas casas. Esse consumidor está prestando atenção ao  que compra, atento a preço e facilidade de preparo, mas também  a qualidade nutricional”, complementa Giongo, baseado na pesquisa de Hábitos de Compra de Alimentos feita pela consultoria Markens Consulting que apontou que 83% dos brasileiros entrevistados pretendem manter ou aumentar a procura por proteína animal durante o períodos de pandemia e 56% pretende consumir proteína animal no almoço todos os dias.

Cenário atual

A nova realidade de isolamento social, alteração de padrão de consumo e a queda no food service, com fechamento de bares, restaurantes e hotéis, está provocando o setor de proteínas a repensar cortes, pratos e estratégias para conquistar a mesa desse consumidor que foi impactado social e economicamente.  Pensando nesse cenário que a entidade tomou à frente da campanha para valorizar a proteína animal brasileira.

“Essa campanha, Proteína Animal – Do Passado ao Futuro, vai resgatar um pouco da história da evolução do homem e o consumo de proteínas, fatores de aumento de consumo, informações nutricionais e receitas. Para isso vamos envolver entidades parceiras, universidades e mídias sobre a importância do consumo de proteína animal”, detalha Lucas Piroca, Vice Presidente do Nucleovet.

A entidade lança a campanha justamente em um período que registra queda de preço das carnes frente  à redução do consumo do mercado interno, com o fechamento ou redução da demanda de bares e restaurantes e as restrições à realização de festas e eventos, impacto que beira os 20% em alguns estados. A expectativa dos economistas  é de que esta redução significativa na demanda e, consequentemente, no preço pago ao produtor seja, em parte, transitória. A oferta se mantém firme com as grandes agroindústrias e cooperativas integradoras mantendo a produção,  o que garante o abastecimento do mercado interno e externo.

O lançamento da campanha será na quinta-feira (14) com uma LIVE através do Canal do Nucleovet no YOUTUBE, às 17h.

Fonte: Assessoria

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Rio Grande do Sul reforça monitoramento da gripe aviária após foco em aves silvestres

Equipes capacitam agentes de saúde, inspecionam propriedades rurais e intensificam vigilância sanitária na região da Reserva Ecológica do Taim.

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Foto: Divulgação/Seapi

O Departamento de Vigilância e Defesa Sanitária Animal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação (DDA/Seapi) realizou, até esta quata-feira (12), a capacitação de 186 agentes de saúde e da área social, além de reuniões com gestores municipais em Rio Grande, Santa Vitória do Palmar e Chuí.

As ações vêm sendo desenvolvidas desde a notificação do primeiro caso de gripe aviária em aves silvestres, registrada no fim de fevereiro deste ano na Reserva Ecológica do Taim. Até o momento, 23 aves das espécies cisne-coscoroba e garça-moura foram recolhidas com a doença.

Fiscal agropecuária do DDA, Rosane Collares: “Finalizamos as atividades previstas, mas seguiremos na região para monitorar e ampliar as ações conforme a necessidade” – Foto: Divulgação

Segundo o diretor do DDA, Fernando Groff, o Estado mantém estrutura preparada para enfrentar a enfermidade. “O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul está muito preparado para o enfrentamento da doença e segue atuando de forma permanente na região, com equipes em campo e ações coordenadas para enfrentar a gripe aviária e encerrar o foco o mais breve possível”, afirma.

A fiscal agropecuária do DDA, Rosane Collares, explica que as ações educativas e de articulação com os municípios continuam mesmo após a conclusão das atividades inicialmente previstas. “Finalizamos as atividades previstas, mas seguiremos na região para monitorar e ampliar as ações conforme a necessidade. Realizamos encontros nas três prefeituras, com reuniões individuais com gestores e também com agentes de saúde que, pela capilaridade, constituem um público muito importante na disseminação de informações nas comunidades”, ressalta.

Os encontros tiveram como objetivo atualizar gestores e profissionais sobre a situação sanitária e alinhar estratégias de prevenção e controle da doença. A articulação com autoridades locais e a capacitação de profissionais da saúde e da assistência social são consideradas medidas estratégicas para fortalecer a resposta ao foco.

As atividades também incluíram contato direto com a comunidade e reuniões com representantes das áreas de educação, saúde, meio ambiente, agricultura e defesa civil, realizadas de forma presencial e on-line. A educação sanitária é apontada como um componente essencial da defesa agropecuária, tanto na prevenção quanto no enfrentamento de enfermidades.

Inspeção sanitária em propriedades rurais

Entre as medidas adotadas está a realização de uma varredura sanitária em propriedades com criação de aves. Desde o início de março, equipes técnicas realizam vistorias em um raio de até 10 quilômetros do local onde foi identificado o foco.

Ao todo, serão inspecionadas 93 propriedades com criação de aves de subsistência no entorno da reserva, com verificação das condições sanitárias e da presença de possíveis sintomas nos animais.

Também foram realizadas inspeções em granjas comerciais da regional de Pelotas e vistorias em criatórios de aves ornamentais em Santa Vitória do Palmar, com o objetivo de avaliar as medidas de biosseguridade e reduzir o risco de disseminação do vírus para a produção avícola.

Foto: Cassiane Osorio Ascom/Seapi

Atuação integrada

O Serviço Veterinário Oficial do Rio Grande do Sul (SVO-RS) atua de forma integrada com equipes do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na Lagoa da Mangueira, onde foi identificado o foco em aves silvestres da espécie cisne-coscoroba.

Entre as ações estão vistorias em campo, monitoramento das aves com embarcações e o uso de drones para acompanhar a lagoa e a área afetada.

As amostras coletadas são encaminhadas ao Laboratório Federal de Defesa Agropecuária de Campinas (LFDA-SP), unidade de referência da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), responsável por confirmar ou descartar a presença do vírus.

Casos suspeitos

A Secretaria da Agricultura orienta que qualquer suspeita da doença, caracterizada por sinais respiratórios ou neurológicos, além de mortalidade súbita e elevada em aves, seja comunicada imediatamente às autoridades sanitárias.

As notificações podem ser feitas nas Inspetorias ou Escritórios de Defesa Agropecuária, pelo sistema e-Sisbravet ou pelo WhatsApp (51) 98445-2033.

Fonte: O Presente Rural com Seapi
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Entidades do agro defendem aumento da mistura de biodiesel no diesel

Manifesto propõe elevar percentual de 15% para 17% como estratégia para reforçar a segurança energética e reduzir dependência de importações.

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Foto: Sistema Faep

‌O Sistema Faep assinou, ao lado de outras entidades do setor agropecuário nacional, o manifesto “Pela Elevação da Mistura de Biodiesel como Estratégia de Segurança Energética e Desenvolvimento Nacional”. O documento, elaborado pelo Instituto Pensar Agropecuária (IPA), propõe ao governo federal o imediato aumento do percentual de mistura obrigatória de biodiesel no diesel de 15% para 17% (B17). A medida é estratégica para fortalecer a segurança energética do país e reduzir riscos de desabastecimento.

A iniciativa ocorre em meio ao cenário de preocupação com o mercado internacional de combustíveis, agravado pelas tensões no Oriente Médio, que podem afetar o fornecimento global de petróleo e derivados. No interior do Paraná, sindicatos rurais já relatam falta de combustíveis, insumo essencial para a produção mecanizada no campo.

“Ampliar a mistura significa reduzir a dependência do diesel importado, além de fortalecer a produção nacional e gerar mais renda e desenvolvimento no campo”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, que também integra o Conselho Executivo do IPA. “A medida contribui para dar mais previsibilidade ao setor produtivo e para os nossos produtores rurais, que precisam de segurança energética para continuar produzindo alimentos”, complementa.

O manifesto reforça que a elevação da mistura de biodiesel para 17% é uma medida estratégica, podendo ampliar a oferta interna de combustível, reduzir a dependência de importações e fortalecer a indústria nacional. Segundo as entidades, a iniciativa também garante maior previsibilidade para produtores, protege a economia de choques externos e acelera a transição energética por meio de biocombustíveis renováveis, em um período crítico para o escoamento da safra e para a competitividade do agronegócio brasileiro.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Jornada 6×1: mais debate técnico, menos politicagem

Mudança na jornada de trabalho terá reflexos negativos significativos, com aumento do custo de produção e redução dos investimentos, colocando em risco o crescimento do país e comprometendo empregos.

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Foto: Shutterstock

O ano de 2026 promete intensas discussões em Brasília, com impactos diretos na população, ainda mais com as eleições programadas para outubro. Um tema que, certamente, vai atrair os holofotes é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala de jornada de trabalho 6×1. Antes de qualquer decisão, é preciso um debate considerando pontos importantes.

O primeiro é simples e direto. A discussão precisa ser equilibrada, sem qualquer viés ideológico e/ou político. Nossos parlamentares precisam conhecer o real cenário, e não apenas buscar votos para eleição e/ou reeleição. Outro ponto é envolver o setor produtivo no debate, tanto as entidades representativas quanto os próprios empresários.

Do lado do setor agropecuário, já adianto: hoje não é possível reduzir a jornada de trabalho no Brasil! Num primeiro momento, o que pode parecer uma conquista para a sociedade será um grande desastre para o país.

Artigo escrito por Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep.

O Brasil não está preparado para essa mudança em face de seu atraso tecnológico, resultado da política protecionista de nossos governos nas últimas décadas. Isso fica provado quando o país aparece na 67ª posição no ranking de produtividade e no 68° lugar em capacitação de mão de obra, segundo levantamento do Global Talent Competitiveness Index (GTCI), elaborado pelo Instituto Europeu de Administração de Empresas (Insead), em parceria com o Portulans Institute.

Esses rankings significam que não temos condições de competir com outras economias globais, porque os sucessivos governos não atentaram para a necessidade de desenvolver tecnologia, aumentar a eficiência da mão de obra e implantar uma infraestrutura que pudesse ser facilitadora. É preciso reconhecer que estamos atrasados em relação aos demais players mundiais.

A mudança na jornada de trabalho terá reflexos negativos significativos, com aumento do custo de produção e redução dos investimentos, colocando em risco o crescimento do país e comprometendo empregos. Ou seja, não vai beneficiar o trabalhador!

Esse cenário desastroso será verificado em todos os setores – indústria, serviços e comércio. A agropecuária será severamente impactada. No meio rural, onde a jornada de trabalho é diferenciada, a mudança vai exigir dos produtores um aumento expressivo no número de novos trabalhadores – cada vez mais raros – para compensar a redução das horas trabalhadas. Basta ver as tarefas contínuas dos produtores de leite, aves, suínos, peixes e outras atividades que exigem atenção permanente, ao longo das 24 horas do dia, durante o ano inteiro. A obrigação de novas contratações certamente vai impactar os preços dos alimentos para a população.

A proposta do fim da escala de jornada de trabalho 6×1 não pode ser usada como ferramenta política para angariar votos em ano de eleição. O bom senso recomenda que não mexamos nesse tema agora, para não ampliar a carga de problemas que pesam sobre o setor produtivo. Cautela e canja de galinha nunca fizeram mal a ninguém. Principalmente se a medida for elevar o preço do frango.

Fonte: Artigo escrito por Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep.
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