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Nucleovet divulga Programação Científica do 11º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura
Evento que chega à décima primeira edição deve reunir mais de 1.500 participantes de toda a América Latina e vai oferecer tradução simultânea para o espanhol e para o inglês
A programação do Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) inicia no dia 21 agosto, terça-feira, com Painel sobre Reprodução, Genética e Ambiência. O evento que chega à décima primeira edição deve reunir mais de 1.500 participantes de toda a América Latina e vai oferecer tradução simultânea para o espanhol e para o inglês. Na programação, temas e palestrantes reconhecidos internacionalmente como Dra. Laura Batista, que falará sobre Epidemiologia e enfermedades emergentes, e Juan José Maqueda Acosta, abordando a Gestão de pessoas com foco em biosseguridade, entre outros especialistas.
A programação conta ainda com um Painel sobre Nutrição e Manejo de Leitões, Antimicrobianos e Bem-Estar Animal e o último Painel sobre Sanidade e Gestão da produção de suínos. O presidente da Comissão Científica finaliza “Durante os três dias em que ocorrerá o evento, teremos a oportunidade de discutir experiências práticas e de novos conceitos técnicos abordados em 14 palestras nacionais e internacionais”. A Palestra de Abertura deste ano tratará sobre “A Conjuntura Política e suas Implicações para a Economia”, com Gerson Camarotti, comentarista político da Globo News e repórter especial de política do Jornal das Dez.
As inscrições podem ser feitas no site do Nucleovet. Até o dia 25 de julho os valores são de R$ 400 para profissionais e R$ 300 para estudantes, para pacotes com mais de 10 inscrições os valores caem para R$ 270. Associados ao NUCLEOVET pagam R$ 200, Agroindústrias /órgãos públicos tem valores diferenciados de R$ 300. Depois dessa data os valores passam para R$ 440, R$ 340 e R$ 330, respectivamente. Quem deixar para fazer a inscrição no dia do início do SBSS, os profissionais pagarão R$ 500, estudantes R$ 400, agroindústrias/órgãos públicos R$ 360 e pacotes para universidades R$ 350 cada. Faça a sua inscrição antecipada, as vagas são limitadas.
Veja a programação completa
21 agosto de 2018 – terça-feira
Painel Reprodução, Genética e Ambiência
14h00 – Abertura da Programação Científica
14h10 às 14h55 – Ambiência na produção de suínos e alternativas de equipamentos: Como o estresse térmico e a qualidade do ar afetam o desempenho zootécnico. Desafios e oportunidades.
Palestrante: Gustavo Lima
15h05 às 15h50 – Como a genética pode contribuir para os novos desafios sanitários na produção de suínos. Animais resistentes a enfermidades, mito ou realidade?
Palestrante: Alexandre Rosa
16h00 às 16h30 – Intervalo
16h30 às 17h15 – “Alternativas práticas para garantir a evolução contínua de qualidade e quantidade de leitões em granjas de alta produtividade”.
Palestrantes: Thomas Bierhals
17h30 – Solenidade de Abertura Oficial do 11º SBSS
18h00 – Palestra de Abertura patrocinada pela Evonik: “A Conjuntura Política e suas Implicações para a Economia”, com Gerson Camarotti,
22 agosto de 2018 – quarta-feira
Painel Nutrição e Manejo de Leitões
8h30 às 9h15 – Nutrição de fêmeas hiperprolíficas.
Palestrante: Bruno Silva
9h25 às 10h10 – Idade ao desmame dos leitões: Qual é a melhor relação sanidade, desempenho e lucratividade para o sistema de produção de suínos?
Palestrante: Gustavo Gattas
10h20 às 10h50 – Intervalo
10h50 às 11h35 – Estratégias para enfrentar os desafios da adaptação dos leitões nas fases de creche e recria.
Palestrante: Djane Dallanora
11h45 às 12h25 – Nutrição de leitões na fase de creche: Oportunidades e desafios frente o uso prudente de antimicrobianos
Palestrante: Everton Daniel
12h35 – Intervalo para almoço
12h35 – Eventos Paralelos
Painel Antimicrobianos e Bem-Estar Animal
13h40 às 14h25 – Bem-estar animal nas Agroindústrias. Os desafios vão muito mais além que uma máquina de alimentação na gestação. O que contempla? O que temos e o que nos falta no sistema brasileiro? Palestrante: Cleandro Pazinato Dias
14h35 às 15h20 – Estratégias de Biosseguridade focadas na redução do emprego de antimicrobianos na produção de suínos – Paulo Eduardo Bennemann
15h30 às 15h50 – Intervalo
15h50 às 17h30 – Interferência da microbiota na saúde intestinal: Eubiose vs. Disbiose (Palestrante: Jalusa Deon Kich); Interação com antimicrobianos (Palestrante: Marisa Cardoso); Intestino imune (Palestrante: Geraldo Alberton) e Alternativas para os antimicrobianos (Palestrante: Wolfgang Markert – Regional Technical Office)
17h30 – Eventos Paralelos
23 agosto de 2018 – quinta-feira
Painel Sanidade e Gestão da produção de suínos
8h30 às 9h15 – Pontos críticos na utilização de vacinas – Principais erros e como podemos melhorar. Palestrante: Ricardo Lippke
9h25 às 10h10 – Riscos sanitários atuais: Síndrome reprodutiva e respiratória dos suínos. Como esta ameaça sanitária pode nos afetar? Impactos no sistema de produção.
Palestrante: Dr. Fernando Osório
10h20 às 10h40 – Intervalo
10h40 às 11h25 – Diarreia epidêmica dos suínos: O que podemos aprender com a experiência americana. Prevenção, diagnóstico e controle.
Palestrante: Dra. Laura Batista
11h35 à 12h15 – Gestão de pessoas com foco em biosseguridade.
Palestrante: Juan José Maqueda Acosta
Fonte: Assessoria

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Pesquisa brasileira atrai produtores argentinos para troca de conhecimento
Programação abordou desde manejo reprodutivo até sistemas integrados no bioma Pampa.

Durante a quarta-feira (14), a Embrapa Pecuária Sul recebeu uma comitiva da Associação Argentina de Consórcios Regionais de Experimentação Agrícola (AACREA), formada por 83 produtores rurais e técnicos. O grupo, envolvido em atividades de pecuária, silvicultura e produção de grãos, nas províncias de Corrientes e Missiones, está fazendo um giro técnico no Brasil e a visita à Embrapa foi para conhecer as pesquisas e tecnologias desenvolvidas para o setor primário.
O grupo foi recepcionado pela equipe de gestão na unidade da Embrapa e na sequência participou de palestras sobre diferentes temas que são trabalhados pela pesquisa. Segundo o analista da Embrapa, Marco Antônio Karam, esse tipo de iniciativa é importante para reforçar os laços com os países da região. “Além disso, estamos difundindo conhecimentos e tecnologias disponíveis para que possam ser utilizados lá, visando sistemas produtivos mais sustentáveis”.
Ainda na parte da manhã os pesquisadores Danilo Sant’Anna e Daniel Montardo apresentaram a vitrine de forrageiras, onde estão algumas das cultivares desenvolvidas pela instituição. Outro tema discutido foi o conceito Pasto sobre Pasto, que visa a oferta de forragem de qualidade para animais durante todo o ano.
No início da tarde, a comitiva assistiu a palestra Manejo da reprodução: fisiologia e uso de hormônios, ministrada pelo pesquisador José Carlos Ferrugem. O evento teve prosseguimento tendo como tema o melhoramento genético bovino. Os pesquisadores Fernando Cardoso e Cristina Genro falaram sobre pesquisas e tecnologias na área, como a utilização da genômica para o melhoramento de animais em características como eficiência alimentar e resistência ao carrapato, além dos trabalhos para a adaptação das raças taurinas a regiões tropicais.
A programação foi encerrada com a apresentação sobre o projeto Integra Pampa, feita pelos pesquisadores Naylor Perez e Hélio Tonini. Esse projeto está avaliando os melhores arranjos e desenhos de sistemas de integração lavoura, pecuária e floresta para o bioma Pampa.
Segundo o coordenador regional da Crea, Mariano Lanz, um dos objetivos do grupo foi conhecer soluções tecnológicas que possam ser implantadas nos sistemas de produção deles. “Somos produtores do nordeste Argentino, região com muitas semelhanças com esta. Estamos procurando ideias e encontramos aqui alternativas muito interessantes, principalmente no melhoramento animal e das pastagens”, afirmou.
A Crea é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 1960 e formada por empresários agropecuários organizados em grupos regionais. Voltada ao desenvolvimento sustentável e à inovação, a entidade promove a troca de experiências e a geração de conhecimento entre produtores, com foco na melhoria da gestão e no crescimento das empresas do setor.
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Mercado externo e estoques apertados elevam cotações do trigo
Clima no Hemisfério Norte e previsão de menor área plantada reforçam alta.

Os preços do trigo avançaram em março no mercado brasileiro, acompanhando o movimento internacional e o período de entressafra. No Paraná, a saca de 60 kg fechou o mês cotada a R$ 63, alta de 3,4% em relação a fevereiro. Já nos primeiros dias de abril, as cotações subiram ainda mais, com média de R$ 66 por saca.
A valorização ocorre em um momento de menor disponibilidade de produto no mercado interno. Com estoques mais ajustados, os preços passaram a seguir mais de perto a paridade de exportação, o que limitou uma reação mais forte da demanda doméstica.

Foto: Fábio Carvalho
De acordo com dados da Consultoria Agro Itaú BBA, o cenário externo também contribuiu para sustentar as cotações no Brasil. No mercado internacional, o trigo registrou volatilidade ao longo de março. Na Bolsa de Chicago (CBOT), o primeiro vencimento do trigo soft variou entre 572 e 635 centavos de dólar por bushel, encerrando o mês a 616 centavos, alta de 4% frente a fevereiro.
As oscilações foram influenciadas principalmente pelo clima seco nas regiões produtoras do Hemisfério Norte, o que elevou as preocupações com a produção. Além disso, o mercado ganhou suporte após relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicar redução da área cultivada, reforçando a expectativa de uma safra menor em 2026/27.
Com isso, o mercado segue atento às condições climáticas e às revisões de oferta, fatores que continuam impactando diretamente a formação dos preços do trigo no Brasil.
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Entidades de imprensa do Sul lançam campanha contra desinformação
Iniciativa inédita reúne associações do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná para alertar sobre fake news e conteúdos gerados por inteligência artificial.

As principais associações de imprensa do Sul do Brasil se unem, de forma inédita, para lançar uma campanha conjunta de combate à desinformação. A iniciativa reúne a Associação Riograndense de Imprensa (ARI), a Associação Catarinense de Imprensa (ACI) e a Associação Paranaense de Imprensa (API), com o objetivo de conscientizar a sociedade sobre os riscos das fake news especialmente diante do avanço de conteúdos gerados por inteligência artificial e reforçar a importância do jornalismo profissional para escolhas livres e conscientes.
O Brasil se aproxima de mais um processo eleitoral marcado pela polarização. Paralelamente, o desenvolvimento acelerado da inteligência artificial elevou a desinformação a um novo patamar, com vídeos, áudios e imagens hiper-realistas que dificultam a distinção entre o real e o falso. Esse cenário ultrapassa as fake news tradicionais e ameaça diretamente a democracia, a liberdade de escolha do eleitor e a credibilidade da informação.
Diante desse contexto, a campanha assinada pela agência MOOVE propõe um alerta direto ao público por meio do conceito: “Se é bom demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é estranho demais, duvide. Notícia exige apuração. Se é forçado demais, duvide. Notícia exige apuração.”
A ideia parte do princípio de que a desinformação raramente circula no meio-termo. Ela se espalha quando provoca reações intensas, seja entusiasmo ou estranhamento levando ao compartilhamento impulsivo, sem verificação.
O papel das entidades e do jornalismo profissional é justamente interromper esse ciclo, oferecendo informação confiável e incentivando a checagem antes do compartilhamento. Como estratégia criativa, a campanha apresenta manchetes verossímeis, construídas para parecerem plausíveis, despertando curiosidade e provocando reações imediatas no público. Os temas foram cuidadosamente selecionados para evitar vieses ou conflitos com grupos e instituições, inclusive no campo político.
Durante o lançamento, jornalistas e comunicadores serão convidados a aderir à iniciativa por meio do uso do selo da campanha, em versões para rádio, TV, portais, jornais e revistas, reforçando a mensagem de que a notícia exige apuração. Segundo o presidente da ARI, José Maria Rodrigues Nunes, a ação representa um passo importante na atualização do papel da imprensa diante dos novos desafios. “Embora hoje todos possam produzir conteúdo, o jornalismo profissional segue sendo o principal filtro contra a desinformação. A campanha dá continuidade a ações anteriores da entidade e atualiza o discurso para o contexto da inteligência artificial e do período eleitoral. Ao concluir essa nova etapa, entendemos que era o momento de ampliar o movimento, convidando as associações do Sul para essa grande mobilização. Esperamos que essa iniciativa inspire outras entidades a se somarem a esse esforço coletivo.”
A presidente da ACI, Déborah Almada, destaca o caráter histórico da união. “Estamos entusiasmados com essa campanha, que faz um alerta fundamental em um momento em que a desinformação tem causado tantos danos à cidadania no mundo todo. A união de três instituições que representam a imprensa no Sul do País é um feito inédito que merece ser celebrado. Fortalecer o jornalismo é uma missão.” Para o presidente da API, Célio Martins, em um ambiente marcado pela velocidade e pelo excesso de informação, a proliferação da desinformação é prejudicial a toda a sociedade e faz com que conteúdos falsos ganhem escala e dificultem a distinção entre o que é fato e o que é mentira. “Nesse contexto, o jornalismo profissional é fundamental como contraponto, ao defender a informação de interesse público, combater fake news com apuração rigorosa, checagem de dados e responsabilidade na divulgação, oferecendo ao público conteúdo confiável e contribuindo para a defesa da democracia”, enfatiza.
Responsável pela campanha, a agência Moove reforça a sua importância: “Em tempos de desinformação acelerada, o papel do jornalismo ético e da comunicação responsável torna-se o principal pilar de sustentação da verdade. Nosso objetivo é despertar a consciência crítica no consumo de informações, reafirmando que a qualidade do debate público depende, acima de tudo, da credibilidade da fonte”, afirma Gabriel Fuscaldo, CEO da Moove.
Para Roberto Schmidt, criativo da Agência Moove, a inteligência artificial é uma realidade e não existe qualquer possibilidade de retrocesso, por isso ações como essa são importantes. A campanha atua na geração de senso crítico sobre o conteúdo que circula nas redes, ajudando a combater fake news antes mesmo do seu compartilhamento.
