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Notícias SBSA 2020

Nucleovet confirma realização do SBSA 2020 e lança campanha de Biossegurança e Biosseguridade

A nova campanha promovida pelo Nucleovet foca conceitos de One Health

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O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas confirma a realização do 21° Simpósio Brasil Sul de Avicultura que será realizado de 07 a 09 de abril em Chapecó, SC. O Nucleovet vai adotar estratégias de Biossegurança & Biosseguridade durante o SBSA 2020. A Diretoria da entidade destacou ações que são desenvolvidas desde o surgimento de enfermidades globais, quando passou a adotar  o uso do álcool gel e de tapetes sanitários nos eventos. De acordo com a ABEOC – Associação Brasileira de Empresas de Eventos, o  Ministério de Saúde não fez, até o momento, nenhuma recomendação para suspensão de eventos programados no Brasil por conta do novo coronavírus.

A nova campanha lançada esta semana reforça os cuidados e alertas para participantes e expositores. Países que ainda estão no verão a incidência é menor, mas os alertas servem para reforçar os cuidados de Biossegurança e Biosseguridade.

Segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária, muitas doenças podem ser melhor prevenidas e combatidas por meio da atuação integrada entre a medicina veterinária, a medicina humana e a atuação dos serviços de saúde pública. A saúde única, conhecida internacionalmente pelo termo One Health, vem se tornando, portanto, uma meta da saúde global contemporânea.

Na carta divulgada pelo Nucleovet destacam “Tendo em vista a continuidade do programa de BIOSSEGURANÇA/BIOSSEGURIDADE na avicultura brasileira e mundial, o Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, informa que serão realizadas ações que visam a conscientização e orientação dos congressistas e visitantes do 21º SBSA (Simpósio Brasil Sul de Avicultura), sobre as principais medidas preventivas em relação a várias doenças transmissíveis, como: Influenza (H1N1, Gripe comum), Peste Suína Africana – PSA, Coronavírus, entre outros”.

O Nucleovet vai  disponibilizar pontos com álcool gel para que todos possam aplicar nas mãos frequentemente. Também, um tapete sanitário para a desinfecção dos calçados na entrada principal do evento, resultado de uma parceria que chega ao quinto ano com a empresa Suiaves, que fornece o tapete, os produtos químicos e o Álcool Gel.

O propósito do SBSA é impulsionar a cadeia avícola através do compartilhamento de conhecimentos técnicos durante os três dias do evento, realizando-se nos dias 7, 8 e 9 de abril de 2020, em Chapecó no Centro de Eventos Plínio Arlindo de Nês”, destacou  Luiz Carlos Giongo – Presidente do Nucleovet e da Comissão Central Organizadora do SBSA.

O documento orienta para  hábitos de higiene pessoal fundamentais para prevenção na transmissão de doenças:

  • Lave as mãos frequentemente com água e sabão;
  • Higienize as mãos frequentemente com álcool gel;
  • Cubra a boca e nariz com a parte interna do cotovelo ou com lenço descartável quando espirrar ou tossir;
  • Evite passar as mãos nos olhos, nariz e boca;
  • Tenha um cuidado especial ao cumprimentar pessoas (abraçar, beijar, apertar mãos), esteja certo de que suas mãos estejam limpas e desinfetadas;
  • Verifique se sua carteirinha de vacinação está em dia, especialmente contra as doenças transmissíveis;
  • Caso você apresente febre, tosse e/ou dificuldade respiratória, procure atendimento médico imediatamente e evite ambientes com aglomeração de pessoas.

“Precisamos  cada vez mais entender que as doenças em pessoas ou animais, de forma ampla, estão conectados com o meio-ambiente, com a sanidade e saúde animal e pessoas, por isso, a colaboração interdisciplinar está no centro do conceito de one health”, conclui Giongo.

Fonte: Assessoria
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Notícias Sanidade

Casos de raiva aumentam e deixam pecuaristas em alerta no Paraná

Raiva é uma doença sem cura, transmitida por um vírus que ataca o sistema nervoso dos animais levando-os à morte

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Divulgação/MAPA

A confirmação de novos casos de raiva em bovinos e equinos no Paraná acendeu o alerta das autoridades de sanidade animal do Estado. A raiva é uma doença sem cura, transmitida por um vírus que ataca o sistema nervoso dos animais levando-os à morte, podendo ser transmitida para humanos também. Sem tratamento possível, a única forma de combater a doença é vacinando o rebanho.

Em junho, a Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) emitiu um comunicado aos pecuaristas paranaenses reforçando a necessidade de vacinar o rebanho contra a doença. Até maio, 28 animais haviam testado positivo para a raiva em todo Estado. De lá para cá, outros 15 animais testaram positivo, indicando que a doença não parou de se alastrar.

O vírus é transmitido aos animais pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue) da espécie Desmodus rotundus. De acordo com o médico veterinário Ricardo Vieira, coordenador do programa de vigilância e prevenção da raiva da Adapar, a única forma de prevenção ao alcance do pecuarista é a vacina. “Sempre existem casos e vão continuar existindo. Porém, quando o pessoal relaxa um pouco na vacinação, ela volta com força”, avalia.

De acordo com o especialista, a matemática que existe por trás da não vacinação do rebanho não faz sentido. “A vacina é acessível e muito barata. O preço de um boi gordo é de uns R$ 4 mil, enquanto uma dose da vacina custa apenas R$ 0,50”, compara Vieira.

Se o animal nunca foi vacinado, ele deve tomar a primeira dose e 30 dias depois a segunda. Posteriormente, deve ser vacinado anualmente. As vacinas são comercializadas em lojas agropecuárias.

Morcegos

Vale lembrar também que os produtores não devem sair pela propriedade caçando morcegos. “Se o produtor suspeitar que em algum lugar da propriedade tem morcegos deve contatar o escritório da Adapar mais próximo. Nossa equipe tem equipamentos e sabe identificar se é o hematófago”, afirma o médico veterinário da Adapar.

A informações sobre a existência de morcegos nas propriedades é outra forma de combater a doença, bem como o reporte de sintomas percebidos nos animais. “Toda vez que tiver um animal caído ou com alterações de comportamento, o produtor deve contatar o posto da Adapar para que o nosso pessoal vá até lá e avalie se esse animal tem raiva”, explica Vieira.

Fonte: Sistema FAEP
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Notícias Safra de inverno

Paraná deve colher 3,7 milhões de toneladas de trigo

A área, de 1,13 milhão de hectares, já está toda semeada no Estado

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Divulgação/AENPr

Boletim Semanal de Conjuntura, referente à semana de 27 a 31 de julho, elaborado por técnicos do Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria da Agricultura e do Abastecimento, destacou na sexta-feira (31) a boa previsão de safra para a cultura do trigo no Estado.

A área, de 1,13 milhão de hectares, já está toda semeada no Estado. Nela, espera-se uma produção de 3,7 milhões de toneladas, o que traria o Paraná novamente para a liderança desse cereal no País. De acordo com o boletim, terminar o mês com estimativa de safra cheia é positivo, pois as geadas poderiam ter comprometido a produção.

Porém, em algumas regiões, a cultura está necessitando de chuvas, e a previsão é que o tempo seco permaneça pelos próximos 15 dias.

O documento também destaca que o produtor recebeu R$ 57,44 por saca vendida no Paraná, com valorização de 25% frente ao mesmo período do ano passado. Isso motivou a comercialização antecipada do trigo, que chegou a 15% do volume previsto.

Café e feijão

O boletim traz informação sobre as exportações brasileiras de café, que totalizaram 39,9 milhões de sacas de 60 quilos no ano-safra 2019/20. No Paraná, a previsão é colher cerca de 940 mil sacas. O documento do Deral comenta, ainda, o reflexo da pandemia do coronavírus no consumo da bebida em âmbito mundial.

Em relação ao feijão, há uma análise sobre as três safras paranaenses. A primeira teve bom desempenho, a segunda foi afetada pela estiagem, e a terceira está em fase de colheita e tem peso, sobretudo, para o norte do Estado. O volume das três safras está projetado em 581,4 mil toneladas, cerca de 5% menor que na safra anterior.

Soja e milho

No que se refere à soja, a semana mostra que o preço do produto aumentou 1,3% em relação à anterior, ficando cerca de 50% superior ao mesmo período de 2019. A comercialização está bastante acelerada nesta safra e o Paraná já vendeu 91% da produção, principalmente para o mercado chinês.

Os números também são positivos para o milho segunda safra, cuja colheita ainda está no início, alcançando cerca de 26% da área. Em campo, a observação é que os impactos da estiagem, ainda que histórica, foram mitigados por um maior emprego de tecnologia, que resulta em perdas menores.

Mandioca e cevada

Por analisar a situação dos principais produtos agropecuários paranaenses, o boletim dedica espaço também à mandioca. O Estado é o principal produtor de fécula do Brasil. A colheita da atual safra já atingiu 55%, o equivalente a 77 mil hectares, com produtividade média de 24.468 quilos por hectare, o que mantém o destaque estadual.

A cevada do Estado já está com toda a área de 62.675 hectares plantada. Durante a semana, foi possível observar que a cultura está em ótimas condições, favorecida pela umidade no período de plantio. A previsão é colher 289 mil toneladas, 13% a mais que na safra anterior.

Outras culturas

No boletim desta semana, há informações, ainda, sobre o mercado interno e externo da pecuária bovina e da avicultura. Na fruticultura, a análise é sobre a importação de produtos pelo Brasil. Também há relato sobre a situação de algumas olerícolas, como alho, tomate, batata e cebola.

Fonte: AEN/Pr
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Notícias Mercado

Preços do milho voltam a subir, mesmo com avanço da colheita

Apesar de a colheita avançar, cooperativas e compradores mostram dificuldades em adquirir novos lotes

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Arquivo/OP Rural

As cotações do milho voltaram a subir na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea, devido à retração vendedora e à demanda aquecida. Segundo pesquisadores, apesar de a colheita avançar, cooperativas e compradores mostram dificuldades em adquirir novos lotes e, quando conseguem, adquirem pequenos volumes para o curto prazo.

Entre 24 e 31 de julho, o Indicador ESALQ/BM&FBovespa registrou alta de 3,1%, fechando a R$ 50,79/saca de 60 kg na sexta-feira (31). No campo, com a colheita ganhando ritmo em todas as regiões, agricultores começam a indicar ajustes negativos na produtividade, especialmente nas lavouras do Paraná, de São Paulo e Mato Grosso do Sul, prejudicadas pela seca durante o desenvolvimento.

Esse contexto somado ao fato de que boa parte da produção já está comercializada devem manter limitada a disponibilidade do cereal.

Fonte: Cepea
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Biochem site – lateral

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