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Nucleovet abre inscrições para o 13º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura

Vendas iniciam nesta segunda-feira (21); evento está programado para o período de 10 a 12 de agosto

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O Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet) abriu as inscrições, a partir desta segunda-feira (21), para o 13º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura (SBSS) – considerado um dos principais fóruns de discussão do setor na América Latina – programado para o período de 10 a 12 de agosto próximo. Paralelamente ocorrerá a 12ª Brasil Sul Pig Fair virtual. As inscrições podem ser feitas no site https://nucleovet.com.br/.

O primeiro lote estará disponível até o dia 19 de julho, com os valores: R$ 400 para profissionais; R$ 300 para estudantes; R$ 200 para associados do Nucleovet; R$ 300 para agroindústrias e órgãos públicos, com pacotes a partir de dez inscrições; e R$ 270 para universidades, também com possibilidade de pacotes. Os valores serão reajustados para inscrições do segundo lote (20 de julho a 4 de agosto) e para o terceiro lote (a partir do dia 5 de agosto e durante o evento). Os pacotes podem ser parcelados em até três vezes.

O 13º SBSS terá cinco blocos que abordarão tendências de futuro, biosseguridade, uso prudente de antimicrobianos, nutrição e sanidade. O presidente da Comissão Científica do SBSS, Paulo Bennemann, explica que já estão confirmados vários palestrantes. “Continuamos a elaboração da programação científica, buscando profissionais com alta expertise nos temas. Os especialistas debaterão tendências, inovações e o futuro da suinocultura dentro das temáticas definidas para cada painel. Serão três tardes que proporcionarão muito conhecimento e trocas de experiência, trazendo forte conexão com o cenário mundial do setor”, sublinha.

O presidente do Nucleovet, Luiz Carlos Giongo, revela que o desafio de realizar o SBSS 2021 é manter o alto nível técnico e de organização dos eventos presenciais. “Faremos um evento trazendo informação de ponta, com o que tem de mais novo no mercado, qualidade de temas e palestrantes referência com profunda experiência prática, provocando debates sobre as principais demandas do setor suinícola”, enfatiza, ao acrescentar que o evento on-line amplia e democratiza o acesso às palestras e à feira virtual sem deslocamento.

Desde a primeira edição, o objetivo do Simpósio é promover o aprimoramento dos médicos veterinários, zootecnistas, consultores, pesquisadores, profissionais da agroindústria, produtores e demais profissionais envolvidos com a ampla e complexa cadeia da suinocultura. “O SBSS é essencialmente um evento de natureza científica, com grande capacidade para indicar tendências e atualizar os atores do complexo universo da suinocultura mundial”, realça Bennemann.

Em face da persistência da crise sanitária decorrente da pandemia do novo coronavírus, os dois eventos serão realizados totalmente on-line, com geração e transmissão a partir de Chapecó (SC).

O 13º Simpósio Brasil Sul de Suinocultura tem apoio da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), do Conselho Regional de Medicina Veterinária de SC (CRMV/SC), da Embrapa, da Prefeitura de Chapecó, da Unochapecó e da Sociedade Catarinense de Medicina Veterinária (Somevesc).

Fonte: Assessoria

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Tensão no Oriente Médio acende alerta para abastecimento de diesel no agro

Sistema Faep aponta risco de impactos nos custos de produção e na logística da agropecuária.

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Foto: Sistema Faep

O agravamento das tensões no Oriente Médio acendeu o sinal vermelho para a agropecuária do Paraná e nacional. Diante da possibilidade de impactos no fornecimento de petróleo e derivados para o mercado internacional, o Sistema Faep alerta para o risco no abastecimento de diesel, combustível essencial para a produção agropecuária, principalmente em atividades mecanizadas, e para o preço do combustível, com impacto na logística do setor e elevação do custo do frete rodoviário.

O motivo da preocupação envolve a situação no Estreito de Hormuz, rota estratégica por onde passa cerca de 20% do petróleo e do gás natural comercializados no mundo. A instabilidade na região já começou a provocar turbulências no mercado internacional de energia, com reflexos nos preços dos combustíveis utilizados em diversos setores da economia.

“O diesel é um insumo estratégico para o agronegócio. Ele está presente em praticamente todas as etapas da produção e também no transporte daquilo que é produzido no campo”, afirma Ágide Eduardo Meneguette, presidente do Sistema Faep. “Já temos relatos dos nossos sindicatos rurais de que o combustível está faltando nos entrepostos no interior do Paraná”, complementa.

Segundo levantamento do Departamento Técnico, Econômico e Legal (DTEL) do Sistema Faep, 73% da energia utilizada na agropecuária brasileira é proveniente de combustíveis fósseis, principalmente o diesel, que abastece máquinas agrícolas e sustenta parte da logística de transporte da produção. Diante desse cenário, os efeitos são sentidos rapidamente pelo setor, já que é um dos mais internacionalizados da economia brasileira e depende de energia para manter as operações.

“Como o diesel está presente em todas as etapas da produção e da logística, essa instabilidade no mercado internacional de energia está pressionando os custos e gerando dificuldades operacionais no campo”, acrescenta Meneguette.

Dependência

A importância do diesel para o setor vai muito além das máquinas dentro das propriedades rurais. No Brasil, o transporte rodoviário responde por mais de 60% da movimentação de cargas, incluindo grãos, fertilizantes, ração e outros insumos essenciais para a produção agropecuária. Para movimentar a frota de caminhões, o país depende do mercado externo para suprir a demanda, já que 29% do diesel consumido é importado.

Presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette: “Já temos relatos dos nossos sindicatos rurais de que o combustível está faltando nos entrepostos no interior do Paraná” – Foto: Divulgação/Sistema Faep

Ou seja, a escassez ou o aumento expressivo do preço do diesel pode provocar diversos efeitos no agronegócio, como a elevação dos custos de produção, especialmente em atividades mecanizadas, e o encarecimento do frete rodoviário. Também existe o risco de atrasos em etapas críticas do calendário agrícola, como o plantio e a colheita, o que pode comprometer a produtividade das lavouras.

No Paraná, esses efeitos podem ser ainda mais intensos pelo alto nível de mecanização agrícola. Culturas como soja, milho, trigo e cana-de-açúcar utilizam máquinas movidas a diesel em praticamente todas as etapas da produção, desde o preparo do solo até a colheita. Cadeias produtivas como avicultura, suinocultura e produção de leite também dependem de fluxos logísticos contínuos, que exigem abastecimento regular de combustível.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Santa Catarina amplia sistema que reduz danos do granizo nas lavouras

Tecnologia preventiva já atende 13 municípios e deve chegar a outras 13 cidades no próximo ano.

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Sistema antigranizo: 170 geradores estão em operação no Estado - Foto: Divulgação/Secom

A preocupação com os prejuízos causados pelo granizo em Santa Catarina tem diminuído nos últimos anos. O motivo é o investimento contínuo do Governo do Estado na ampliação do Sistema Antigranizo, que atua de forma preventiva para reduzir os impactos das tempestades, especialmente nas regiões produtoras.

A iniciativa é coordenada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape), em convênio com as prefeituras. Atualmente, o sistema está em funcionamento em 13 municípios, por meio desses convênios, e para esse ano está prevista a ampliação com instalação e operacionalização em outras 13 cidades. A tecnologia ajuda a minimizar os danos nas lavouras ao reduzir o tamanho das pedras de gelo de granizo, que podem se desintegrar antes de atingir o solo.

“Santa Catarina é referência no sistema antigranizo. Com a ampliação planejada e os convênios já autorizados, o Governo do Estado reforça a política de prevenção com a tecnologia, ampliando a cobertura do Sistema Antigranizo e garantindo mais segurança para a produção agrícola e para as comunidades catarinenses”, destaca o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort.

O sistema antigranizo é integrado ao sistema de monitoramento feito através de radar e imagem de satélite – Foto: Divulgação/Secom

Por meio do convênio entre o Governo do Estado e prefeituras, atualmente o Sistema Antigranizo está implantado nos municípios de Rio das Antas, Fraiburgo, Matos Costa, Timbó Grande, Lebon Régis, Tangará, Macieira, Caçador, Calmon, Videira, Pinheiro Preto, Ibiam e Arroio Trinta.

Para 2026, está prevista a implantação e operacionalização do sistema em outros 13 municípios: São Joaquim, Bom Jardim da Serra, Atalanta, Aurora, Chapadão do Lageado, Imbuia, Ituporanga, Vidal Ramos, Petrolândia, Lacerdópolis, Presidente Castello Branco, Iomerê e Joaçaba. O investimento estimado para essa expansão é de aproximadamente R$ 12 milhões, além da atualização dos valores de manutenção para os municípios já atendidos.

Em 2025 foram  repassados, no total, R$ 2,2 milhões em convênios aos municípios atendidos, para operacionalização desse sistema. No ano passado esse convênio foi ampliado para os municípios de Ibiam e Arroio Trinta.

O sistema

O sistema antigranizo iniciou operação em 1989, utiliza geradores de solo que queimam iodeto de prata e lançam o composto nas nuvens carregadas. O objetivo é modificar a formação das pedras de gelo, transformando grandes blocos de granizo em partículas menores, que podem se dissolver antes de atingir o solo ou cair como água supergelada, dependendo da intensidade da tempestade.

“O processo trabalha na nuvem para diminuir ou impedir o granizo. Ao invés de termos pedras grandes, formam-se muitas pequenas, que na queda podem se dissolver ou chegar ao solo com tamanho reduzido”, explica o meteorologista João Luís Rolim, diretor da AGF Antigranizo Fraiburgo, empresa que opera o sistema.

O método começou  voltado à cultura da maçã, em uma iniciativa da cadeia produtiva desse setor. Com a comprovação dos resultados para os agricultores, houve expansão para outras culturas e municípios inicialmente para o tomate em Caçador. Hoje, são 170 geradores em operação. Segundo Rolim, o sistema é eficiente na diminuição tanto da área atingida quanto do tamanho das pedras de granizo — fator essencial em regiões produtoras de frutas, onde os prejuízos podem ser significativos.

Fonte: Assessoria Secom
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Eco Invest Brasil avança como ferramenta para financiar recuperação de áreas degradadas

Programa foi destaque em evento em São Paulo e deve apoiar iniciativas como o Caminho Verde Brasil, que prevê recuperar até 40 milhões de hectares no país.

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Foto: Gilson Abreu

Os assessores especiais do ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Augustin e Pedro Cunto, participaram, na terça-feira (03), do evento “Eco Invest: da Estratégia à Implementação”, realizado em São Paulo (SP). O encontro foi promovido por parceiros da iniciativa de Inovação Financeira para Amazônia, Cerrado e Chaco (IFACC) e reuniu representantes do governo federal, instituições financeiras, organizações internacionais e entidades da sociedade civil.

A programação incluiu um painel sobre o andamento do segundo leilão do Eco Invest Brasil, com participação de representantes do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), da Secretaria do Tesouro Nacional (STN) e do Fórum Econômico Mundial.

Durante o debate, o assessor especial do ministro, Carlos Augustin, destacou o papel do Eco Invest Brasil no financiamento do programa Caminho Verde Brasil, iniciativa coordenada por ele no âmbito do Mapa. Segundo Augustin, o programa busca recuperar áreas degradadas com financiamento a juros mais baixos e estímulo à produtividade.

“O objetivo é recuperar áreas degradadas com juros baixos e alta produtividade. Recursos estrangeiros, obtidos com taxas baixas, ficam muito caros para os produtores por causa do custo da proteção da variação cambial. Promover sustentabilidade de forma séria requer juros baixos. O Eco Invest resolveu esse problema”, afirmou.

Augustin também ressaltou que a continuidade do Caminho Verde Brasil dependerá da ampliação das fontes de financiamento. De acordo com ele, o governo trabalha em novas alternativas para garantir recursos ao programa e ampliar o acesso de pequenos produtores ao crédito.

“A continuidade do Caminho Verde Brasil não pode depender apenas do Eco Invest. Temos que buscar outras fontes. Precisamos desenvolver soluções criativas para financiar o programa e incluir pequenos produtores que têm dificuldade para obter financiamento bancário. Entre outras iniciativas, estamos trabalhando em um projeto para a Caatinga que integra bancos, indústrias e pequenos produtores. Se der certo, vai mudar a cara da região”, destacou.

O representante do Comitê Executivo do Eco Invest Brasil, Mário Gouvêa, afirmou que já há operações em estruturação para apoiar o Caminho Verde Brasil. A primeira operação já foi anunciada e outras instituições financeiras avançam na elaboração de novos contratos.

“Será o maior programa de recuperação de terras degradadas do mundo e uma agenda com potencial concreto de transformação produtiva e ambiental”, afirmou.

Segundo Gouvêa, o programa também apresenta um modelo inovador ao permitir que empresas âncoras e cooperativas acessem os recursos, além dos produtores rurais. A medida, de acordo com ele, contribui para ampliar o alcance do financiamento e reduzir custos de monitoramento.

A diretora de engajamento com o setor financeiro da Tropical Forest Alliance, iniciativa vinculada ao Fórum Econômico Mundial, avaliou que o evento permitiu aprofundar o diálogo entre diferentes atores envolvidos na implementação das iniciativas.

“O evento nos proporcionou a oportunidade de ouvir diversos atores envolvidos com o Eco Invest e o Caminho Verde Brasil e compreender os desafios e oportunidades relacionados aos programas. A iniciativa IFACC reafirma seu compromisso de apoiar as instituições financeiras na superação dos desafios de implementação, convertendo capital catalítico em impactos concretos e mensuráveis na recuperação de terras e na conservação ambiental”, afirmou.

O Eco Invest Brasil foi criado para impulsionar investimentos privados sustentáveis e atrair capital externo para projetos de longo prazo no país. O programa oferece instrumentos financeiros para reduzir riscos, como mecanismos de proteção contra a volatilidade cambial, e busca viabilizar investimentos em áreas como transição energética, bioeconomia, economia circular, infraestrutura verde e adaptação às mudanças climáticas.

Já o programa Caminho Verde Brasil tem como meta recuperar até 40 milhões de hectares de áreas degradadas em dez anos, destinando essas áreas a sistemas de produção agropecuária e florestal sustentáveis. A iniciativa busca ampliar a produção de alimentos e biocombustíveis sem a necessidade de abertura de novas áreas de vegetação nativa, além de contribuir para a segurança alimentar, a transição energética e a conservação ambiental.

Fonte: Assessoria Mapa
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