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Novus reconhece Mantiqueira e Cogran com Bússola da Sustentabilidade

Empresas com atuação em Minas Gerais desenvolvem ações concretas nos pilares ambiental, social e econômico para benefício de parceiros, clientes e toda a região.

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Mantiqueira - Fotos: Divulgação

Para ir longe, vá acompanhado de quem compartilha valores e objetivos alinhados aos seus. Foi por isso que a Novus Int. homenageou a Cogran (Cooperativa dos Granjeiros do Oeste de Minas) e o Grupo Mantiqueira, em setembro, com o troféu Bússola da Sustentabilidade.

O reconhecimento ocorreu com base em cinco critérios adotados globalmente pela Novus: “Colaboradores engajados e preparados”, “Produção animal sustentável”, “Nutrição e saúde humana”, “Eficiência na cadeia de abastecimento” e “Produtividade e rentabilidade do cliente”.

“Com este troféu, celebramos as parcerias em busca de soluções para melhorar desempenho, diminuir o impacto ao meio ambiente e beneficiar as pessoas. A homenagem considera as tecnologias nutricionais de cada produtor e período de utilização, a fim de estimar seu impacto positivo na cadeia”, explica Roberto Vituzzo, diretor-geral LAS da Novus.

Bússola da Sustentabilidade

Conheça mais sobre as homenageadas:

Mantiqueira

O Grupo Mantiqueira é, hoje, o principal produtor de ovos da América do Sul (uma das 12 maiores granjas do mundo) e conta com clientes em 22 estados e seis países.

“A Bússola indica que estamos no caminho certo para uma produção eficiente, adequada às novas demandas e que respeita o meio ambiente, recursos naturais e animais, bem como as pessoas”, avalia Leandro Pinto, presidente do Grupo Mantiqueira.

Com mais de 30 anos de atividade, a empresa conta com 2,1 mil colaboradores em diferentes áreas para a produção de 2 bilhões de ovos ao ano, com o alojamento de 11,5 milhões de galinhas e, além de duas fazendas de gado. No caso das aves, as soluções nutricionais da Novus geram mais renda e menos impacto ambiental.

Números de uma empresa líder e consciente de que os três pilares da sustentabilidade (social, ambiental e econômico) andam juntos. André Carreira Carlos, zootecnista do Grupo, lembra que produzir alimentos desta forma é um princípio previsto na própria missão da Mantiqueira.

“Sempre buscamos aprimorar e estabelecer novas práticas voltadas para a sustentabilidade em nossos processos desde o início de nossas atividades. Atualmente, já com conhecimento avançado no assunto, vemos que este tema só tende a crescer em importância para a companhia”, prevê.

A empresa também mantém diversas ações voltadas ao meio ambiente como o tratamento da água das granjas, a compostagem dos resíduos para produção de um condicionador de solos de alto valor agronômico, além de coleta seletiva nas unidades e outras práticas no cotidiano.

No aspecto social, a atuação faz parte do cotidiano e até com ações pioneiras. A Mantiqueira, por exemplo, foi a primeira a criar um Food Truck Social beneficente no país. O chamado Egg Truck distribui lanches gratuitos com ovos e leva informações nutricionais para instituições no eixo Rio/SP, entre outras.

Leandro Pinto e Henrique Prata

Cogran

Antônio de Melo Silva, presidente da Cogran, explica que a empresa reúne 72 avicultores e suinocultores, sendo uma das maiores cooperativas de Minas Gerais com a produção mensal de 2 milhões de frangos e 40 mil suínos para os mercados mineiro, fluminense e das regiões Norte e Nordeste.

“Este reconhecimento é uma maneira efetiva de informar ao público em geral e nossos parceiros sobre a evolução da nossa nutrição animal, seja na melhoria de resultados zootécnicos e econômicos, como no aumento da segurança para a saúde humana e animal e a sustentabilidade ao meio ambiente”, frisa Donizetti Ferreira do Couto, gerente Unidade de Premix.

Localizada no Oeste de Minas Gerais, a cooperativa tem 575 colaboradores diretos, um abatedouro de aves e uma unidade de processamento de carne suína, além de armazém de distribuição de insumos e uma fábrica de premix.

Até por ser uma cooperativa, a Cogran tem em seus ideais de fundação, há quase 40 anos, a preocupação de conduzir seus integrantes às melhores práticas seja em eficiência e sustentabilidade como forma de garantir a continuidade de suas atividades.

“Buscamos o pilar econômico da sustentabilidade com a validação permanente de parceiros com princípios técnicos e comerciais que favoreçam o sistema ganha–ganha. Assim, temos condições de evoluir em nosso planejamento econômico, sobretudo o estratégico”, explica Donizetti.

Sobre o pilar ambiental, a cooperativa vai além da legislação e começa desde os pequenos anos até a formação cultural de todos os colaboradores no sentido de zelar pelo meio ambiente.

Os colaboradores recebem regularmente treinamentos sobre preservação ambiental e uso correto de recursos naturais, entre eles, a água, o ar e o solo. Equipes especializadas, inclusive, estabelecem os parâmetros técnicos necessários para os projetos ambientais, seja quanto ambiência, uso correto de aditivos nutricionais e documentação oficial.

O cuidado com os recursos naturais se repete no pilar social. Além do modelo de cooperativa, que permite a seus associados total autonomia em sua propriedade, a Cogran participa ainda de programas voluntários de desenvolvimento de entidades locais para apoio a crianças, idosos e outros grupos.

Fonte: Assessoria da Novus
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Suporte às cooperativas é foco da Evonik

Na semana em que se comemora o Dia do Cooperativismo, a Evonik destaca o importante papel social das cooperativas e de que forma busca contribuir para o bom desenvolvimento das empresas que atuam na cadeia de produção animal

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Fábrica da Evonik em Castro/PR - Foto: Divulgação

A Evonik, que desde a década de 40 vem produzindo aminoácidos suplementares para a nutrição animal, é reconhecida neste mercado por oferecer também soluções otimizadas e suporte técnico completo para os produtores de rações, incluindo as cooperativas que têm produção e industrialização de proteína animal (aves, ovos, suínos, peixe e leite).

Em comemoração ao Dia do Cooperativismo, celebrado no dia 4 de julho, a empresa reforça sua atuação junto a esse segmento com o objetivo de promover o maior rendimento e aproveitamento da produção animal.  A parceria de longa data com cooperativas de diferentes regiões do Brasil é também estratégica por contemplar não apenas o fornecimento de aditivos essenciais para a nutrição e saúde animal, mas a adequação das fábricas com sistemas de dosagem e suporte técnico para utilização dos aminoácidos e probióticos.

Dentre as principais soluções oferecidas estão serviços como AMINOSys® (uma solução avançada de manuseio e dosagem de alta precisão de aminoácidos) e AMINONIR® (que possibilita a análise de aminoácidos essenciais e não essenciais em mais de 60 importantes ingredientes usados na alimentação animal), ambos fundamentais para que as cooperativas tirem o melhor benefício dos produtos Evonik em seus negócios.

 

Suporte constante

De acordo com Nerilson Nerilo, gerente de negócios da área de Nutrição Animal da Evonik, bom exemplo do suporte oferecido às cooperativas tem sido a garantia de fornecimento de MetAMINO® e Biolys® (fábrica em Castro/PR), aminoácidos essenciais para aves e suínos, mesmo em momento de crise mundial de abastecimento desses aminoácidos. “A empresa tem correspondido prontamente a todos os investimentos que as cooperativas estão fazendo em suas fábricas e na adequação de seus processos produtivos, acompanhando tudo, todas as etapas para seguir oferecendo o melhor atendimentos em todas as frentes”.

O relacionamento e a parceria com as cooperativas são tão fortes, que a Evonik mantém um profissional alocado em Cascavel (PR) – região onde se concentram as maiores cooperativas – para fornecer todo o suporte necessário aos clientes da região, trazendo agilidade e segurança para os produtores.

 

Papel social

Para a Evonik é fundamental o papel social das cooperativas porque proporcionam desenvolvimento sustentável nas regiões em que atuam. São empresas competitivas, com excelentes gestores, que têm uma boa linha de produtos de proteína animal e apresentam crescimento sólido, acima da média nacional.

“Há um grande empenho por parte da Evonik em manter o mais estreito possível esse relacionamento, pois o foco das cooperativas é a manutenção dos pequenos produtores rurais em suas propriedades, buscando diversificar e agregar novas fontes de renda. O resultado é a manutenção dessas famílias no campo, algo imprescindível para o bom funcionamento de todo o sistema”, finaliza Nerilo.

Fonte: Assessoria
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Empresas Bovinos

Biogénesis Bagó assina contrato com Departamento de Agricultura dos EUA para fornecer vacina contra febre aftosa em caso de emergência

Estabelecido recentemente, o banco de vacinas representa uma iniciativa sob a Lei Agrícola de 2018 dos EUA, criada para apoiar de maneira integral a prevenção da febre aftosa e a proteção da produção pecuária de seu território

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Foto: O Presente Rural

O Departamento de Agricultura dos EUA (USDA) escolheu a Biogénesis Bagó como um de seus fornecedores de antígenos e vacinas para um banco de vacinas criado para fortalecer suas medidas de proteção contra a febre aftosa: o National Animal Vaccine and Veterinary Countermeasures Bank – NAVVCB – ou Banco Nacional de Vacinas e Contramedidas Veterinárias. O contrato foi firmado por 17 anos (2020-2037) e consiste em um adicional ao que a empresa já assinou até 2032 com o North American Bank of Foot and Mouth Disease Vaccines (Banco Norte-Americano de Vacinas contra a Febre Aftosa), que os EUA integram com o México e o Canadá.

Estabelecido recentemente, o banco de vacinas representa uma iniciativa sob a Lei Agrícola de 2018 dos EUA, criada para apoiar de maneira integral a prevenção da febre aftosa e a proteção da produção pecuária de seu território. Segundo a entidade, por meio deste novo banco, as autoridades procuram aumentar o nível de proteção do país contra a doença e garantem que haja um número muito maior de doses desta vacina disponível do que as que existem atualmente, através do Banco Norte-Americano.

Os EUA estão livres dessa doença que afeta ruminantes e suínos, portanto, a defesa de seu status sanitário é crucial e exige os mais altos padrões internacionais de biossegurança. No entanto, a constante evolução das doenças e sua propagação entre países e continentes fazem com que os países que são grandes produtores de gado e suínos, como é o caso dos EUA, precisem aumentar cada vez mais as suas defesas contra a doença.

“A Biogénesis Bagó é uma empresa com vasta experiência e liderança internacional na produção de vacinas contra a febre aftosa e serviços de banco de vacinas, e esses tipos de iniciativas e contratos, que visam prevenir doenças que afetam gravemente a produção de carne e leite, reforçam o nosso compromisso com a evolução da saúde animal”, afirma o CEO da companhia, Esteban Turic.

“Com muitos anos de experiência, desenvolvimento tecnológico e capital humano, a Biogénesis Bagó se consolidou como uma referência mundial na luta contra a febre aftosa. E validou isso com realizações importantes, como a participação em campanhas de emergência em países como Argentina, Uruguai, Taiwan, Coreia do Sul e Vietnã, e a construção de uma fábrica na China, sendo a única empresa estrangeira com produção local naquele país, que é o maior usuário de vacina contra a febre aftosa do mundo”, salienta Diretor de Operações Industriais em Inovação da Biogénesis Bagó, Rodolfo Bellinzoni, que é uma referência mundial na área.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Antimicrobianos devem ser utilizados de forma racional nas granjas

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Foto: Nelson Mores/ Embrapa

Os antimicrobianos têm uma história positiva de combate aos agentes patogênicos que afetam aves e suínos. Entretanto, o uso indiscriminado dessas substâncias pode mais prejudicar do que auxiliar, fazendo com que as bactérias criem resistência à sua ação. “Muitas vezes, os antimicrobianos são utilizados para corrigir problemas de manejo como um ‘fator de segurança’. Por isso, é importante ter sempre o acompanhamento de um médico veterinário para a utilização de maneira consciente, escolhendo da forma mais adequada os tratamentos e respeitando o tempo que devem ser realizados. Tudo isso levando em conta as necessidades reais para combater os micro organismos. Afinal, eles são os responsáveis técnicos e, como tal, contribuem para disseminar a informação correta e segura”, alerta Ana Caselles, gerente técnica regional da Sanphar Saúde Animal.

A resistência aos antimicrobianos não é o único problema que o uso inadequado dos medicamentos pode causar. O excesso pode ter efeitos tóxicos nos animais, comprometendo sua saúde e bem-estar, podendo leva-los à morte. Esses exageros podem, ainda, comprometer a saúde humana, visto que podem haver resíduos de molécula na carne que será consumida caso, assim como as doses, os períodos de carência não forem seguidos.

Ana Caselles explica que o uso racional dos antimicrobianos não configura, exatamente, em diminuição do seu uso, mas em utilização adequada. Ela ressalta o importante papel dos veterinários, profissionais responsáveis que lideram as ações de prevenção, diagnóstico e tratamento nos animais. E isso passa, necessariamente, por medidas de biosseguridade. “A vacinação e o manejo sanitário correto da granja também são essenciais. Além desses cuidados, quando houver necessidade os veterinários devem receitar antimicrobianos que combatam os agentes infecciosos específicos, seja com administração via água de bebida, ração ou injetável”.

A gerente técnica da Sanphar América Latina explica que os antimicrobianos mais adequados para a saúde animal são aqueles que eliminam o agente infeccioso e que, para ter essa informação, são necessários alguns procedimentos, como o isolamento da bactéria, realizar antibiograma e, assim, avaliar a resistência ao antibiótico.

Ana Caselles reforça que, para que os antimicrobianos continuem eficazes no tratamento dos animais, é preciso que tais medicamentos sejam utilizados de maneira adequada conforme as orientações dos veterinários, assim como as indicações de uso dos fabricantes.

“A Sanphar tem o compromisso com os clientes e com a produção animal fornecendo não apenas antimicrobianos seguros e de alta qualidade, mas também informações de uso correto dos medicamentos, treinamento e educação sanitária para clientes e distribuidores, de modo que tenham ciência e responsabilidade na administração correta das moléculas”, conclui Ana Caselles.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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