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Novos híbridos de milho safrinha são apresentados pela KWS no Show Rural
Com dois de seus centros de pesquisa no Paraná, localizados em Cambé e Ponta Grossa, a empresa traz seus híbridos desenvolvidos nesta zona ambiental.

A redução da janela de plantio de milho safrinha, neste ano, em razao das questões climáticas, exige que o produtor busque alternativas de sementes de milho com maior estabilidade ou tolerância as variações climáticas. Pensando nisso a KWS Sementes, multinacional alemã, lança híbridos adequados a região, especialmente, durante a 35°. Show Rural Coopavel, de 06 a 10 de fevereiro, em Cascavel, PR.
“Com foco no desenvolvimento de genética de sementes, as novidades apresentadas estão baseadas na preocupação do produtor“, informa Wagner Seara, diretor comercial nacional da KWS.
Com dois de seus centros de pesquisa no Paraná, localizados em Cambé e Ponta Grossa, a empresa traz seus híbridos desenvolvidos nesta zona ambiental, “portanto, sendo muito adequados e testados na região”, explica.
Segundo Euclides Curione Junior, engenheiro agrônomo e gerente comercial regional Parana Oeste e Paraguai da KWS Sementes, os produtos atendem as principais demandas atuais do produtor que são a tolerância genética ao enfezamento, quebramento e qualidade de grãos. Dentre os hibridos novos destaca: K7500 VIP3, K7510 VIP3, K7667 VIP3.
Os produtos são resultado da estratégia de investimento contínuo em pesquisa e desenvolvimento, no qual, investe, cerca de 17% do seu volume de negócios ao ano.
Lembrando que o objetivo das pesquisas de melhoramento genético é fornecer novos materiais adaptados às necessidades dos agricultores nas diferentes regiões do Brasil, produtos mais aderentes ao mercado, buscando soluções que contribuam com a agricultura economicamente viável, ecologicamente durável e socialmente responsável.
Paixão nacional
Referência em milho safrinha, a KWS contou com a hibrido mais plantado na última safra, com 2,7 milhões de hectares. O híbrido K 9606 VIP3 também é muito procurado pelos produtores na feira, principalmente por sua boa tolerância a enfezamentos, amplitude de plantio e referência em estabilidade produtiva.
O híbrido continua sendo destaque na feira, com muita demanda dos produtores, que também estão ávidos por conhecer as novas opções de plantio, ampliando sempre o uso da melhor genética para a lavoura de milho.
Presente nos últimos anos na Show Rural Coopavel, a KWS Sementes é uma multinacional alemã que une a tradição de 166 anos com a força do agronegócio brasileiro em uma jornada que completou 10 anos recentemente. Presente em 70 paises, no Brasil, a empresa trabalha com sementes de milho, soja e sorgo.
Durante esses 10 anos, a empresa esteve ao lado dos agricultores e presente nas lavouras de todo o país. Seu foco sempre foi fazer o melhor para os produtores e para o futuro de quem depende deles.

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Master Agroindustrial avança para o exterior com entrada em empresa chilena
Negócio envolve aquisição de ações e criação de sinergias produtivas e comerciais entre as companhias.
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Genética Topigs Norsvin é destaque em premiação internacional de produtividade da Agriness
Companhia celebra pódio no ranking com propriedades parceiras que ultrapassam a marca de 280 quilos desmamados por fêmea ao ano

A 18ª edição do prêmio Melhores da Suinocultura da Agriness, realizada a bordo de um cruzeiro que celebrou os 25 anos da organizadora, reconheceu mais uma vez os números de excelência do setor. O projeto de benchmarking, que analisou dados de 2.689 granjas e mais de 2,4 milhões de matrizes localizadas na América Latina, Europa e Ásia, consagrou a genética Topigs Norsvin como o grande destaque, com produtores parceiros no topo do ranking.

O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
A avaliação principal do prêmio é baseada no índice de Desmamados por Fêmea ao Ano (DFA). Na categoria para granjas com mais de 3.000 matrizes, o primeiro lugar ficou com a Granja Becker, do município de Quatro Pontes (PR), que alcançou a marca de 38,33 DFA. O terceiro lugar dessa mesma categoria foi da Granja Vista Alegre, localizada em Vista Alegre (RS), com o índice de 35,40 DFA.
O desempenho de alta performance se repetiu na categoria de 301 a 500 matrizes. A Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA) em 2025. Na mesma categoria, a Granja Canal, de Itá (SC), que opera com 70% de genética Topigs Norsvin em sua estrutura, também subiu ao pódio e conquistou o terceiro lugar com 37,94 DFA.

Granja Persch, de Cunhataí (SC), garantiu a segunda posição com 38,30 DFA e a média de 281,9 quilos desmamados por fêmea ao ano (kg/DFA)
O diretor de Negócios e Marketing da Topigs Norsvin, Adauto Canedo, parabeniza a Agriness pelo marco de um quarto de século e pela realização de um evento tão grandioso para a suinocultura. “Os resultados dos nossos parceiros chancelam a eficiência do nosso programa de melhoramento no campo pois entregamos matrizes produtivas e animais robustos. Dessa forma, o produtor converte esse potencial genético em rentabilidade real na granja”, afirma Canedo.
Evolução e reconhecimento
O prêmio foi idealizado em 2006 com foco em promover uma competição saudável e incentivar a gestão eficiente. Atualmente, o levantamento avalia o desempenho de propriedades no Brasil, Argentina, Colômbia e China.
A parceria histórica entre a Topigs Norsvin e a Agriness rendeu uma homenagem especial durante a programação: a companhia recebeu um troféu de reconhecimento pelo fomento e apoio ao desenvolvimento do setor.
“Receber esse troféu tem um significado enorme para o nosso time. A nossa parceria com a Agriness e com os produtores foca em elevar a régua técnica do mercado com resultados reais e sustentáveis, e sermos a única casa de genética reconhecida com essa homenagem mostra que estamos trilhando o caminho correto”, conclui Canedo.
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Reunião Global da PIC reúne especialistas para discutir avanços técnicos na produção de suínos
Encontro internacional da PIC reúne especialistas da área técnica para debater sanidade, genética, biossegurança, inovação aplicada e eficiência produtiva na suinocultura.

A equipe da Agroceres PIC participou, nesta semana, da reunião global de Serviços Técnicos e Desenvolvimento de Produtos da PIC, realizada em Fort Worth, no Texas. O encontro reuniu mais de 250 profissionais de diferentes países. O objetivo foi discutir temas prioritários da suinocultura, como sanidade, genética, biossegurança, sustentabilidade e eficiência produtiva. A programação concentrou debates técnicos sobre os desafios da atividade e também promoveu a troca de experiências entre equipes que atuam diretamente na produção de suínos em diferentes regiões do mundo.
A programação incluiu temas como resistência à PRRS, pesquisa e desenvolvimento, fenotipagem digital, critérios de seleção genética, benchmarking global, robustez de matrizes, qualidade de carne, saúde e biossegurança. Também foram apresentadas iniciativas voltadas à sustentabilidade na produção. Esse conjunto de conteúdos reforçou o caráter técnico da reunião e destacou o valor da troca internacional de experiências para a atualização das equipes envolvidas com genética e produção suína.
Para Amanda Pimenta, gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC, o encontro é uma oportunidade de alinhar conhecimentos e compartilhar experiências entre equipes que atuam em contextos produtivos distintos. “A reunião reúne profissionais de diferentes regiões e áreas técnicas para discutir os temas mais relevantes da produção de suínos na atualidade”, comenta. “É um espaço importante para troca de experiências, apresentação de desafios, discussão de resultados e atualização conjunta sobre questões que vão de avanços mais amplos, como resistência a doenças, até aspectos técnicos do dia a dia das granjas”, afirma.
Segundo Amanda, ao reunir especialistas de Genética, Serviços Genéticos, Serviços Técnicos, Produção, Boas Práticas de Produção e Bem-estar Animal, o encontro amplia a circulação de conhecimento entre regiões e contribui para qualificar o debate técnico sobre temas que hoje estão na dianteira da evolução da suinocultura mundial.





De acordo com o CEO da Master, Mario Faccin, a operação faz parte do processo de internacionalização da empresa, que já exporta para mais de 20 países. Ele afirma que a associação com a Coexca reforça a estratégia de expansão e integração industrial, além de contar com o apoio do Grupo Vall Companys.