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Novo teste confirma a equivalência de DL-Metionina (DLM) e DL-Hidroxi-Metionina (HMTBA) sobre o desempenho de frangos de corte
O Schothorst Feed Research Institute, na Holanda, acaba de realizar um estudo comparando as duas principais fontes de metionina, DL- Metionina (DLM) e Hidroxi-Metionina (HMTBA). Frangos de corte Ross 308 foram alimentados com quatro dietas, formuladas de acordo com as recomendações da Aviagen 2010: -20%,-10%, adequados, e + 10% (dieta de crescimento), usando DLM ou HMTBA. As aves alcançaram boas taxas de conversão, desempenhos semelhantes para ganho de peso e conversão alimentar, qualquer que fosse o nível de metionina utilizado (Tabela 1).


O cálculo da eficiência da metionina, baseado em mg de metionina necessária para obter um grama de peso corporal, mostrou que a HMTBA teve uma eficiência similar a DL-Met quando utilizado baixos níveis de metionina, mas uma eficácia superior em níveis elevados na fase de crescimento e no período total (0-28 dias) Figura 1.
Tomando a eficácia da DL- Metionina como referência, o valor biológico de HMTBA na fase de crescimento variou de 98,6% (-10% de metionina que o usual) a 102,8% (10% de metionina usual).
Este estudo evidencia que tanto HMTBA quanto DLM, quando suplementados numa base equimolar e em níveis totais práticos de aminoácidos sulfurados, são igualmente eficazes na melhoria da performance dos frangos de corte de até 28 dias.
Isto confirma os resultados de dois estudos recentes obtidos no Bangkok Animal Research Center (BARC), em Bangkok, na Tailândia*. O primeiro, realizado em frangos Ross 308 de até 35 dias, mostrou que ambas as fontes de metionina poderiam sustentar semelhante ganho de peso, consumo de ração e conversão alimentar durante o período inteiro, qualquer que fosse a recomendação de perfil de aminoácido utilizado (Lemme et al. 2010 ou Rhodimet Nutrition Guide, 2013).
O segundo comparou as duas fontes de metionina em dietas com diferentes densidades de nutrientes, utilizando a mesma razão aminoácido/energia. Como esperado, as especificações nutricionais afetaram significativamente o desempenho dos frangos, mas não foram observadas diferenças entre DLM e HMTBA nas performances das aves, independentemente da densidade de nutrientes.
Em conjunto, esses três estudos obtidos em dois institutos de pesquisa independentes e igualmente renomados confirmam que, quando usado em dietas práticas, mesmo em diferentes situações, DLM e HMTBA são fontes de metionina equivalentes sobre o ponto de vista biológico. Esses testes e outros resultados científicos sobre a absorção e conversão, respondem e concluem a questão que vinha sendo alvo de debate em todo o mundo já há quase três décadas.
*Referências dos dois ensaios realizados pelo BARC:
M. K. Nonis, S. Srinongkote, R. Maillard, and Y. Mercier. Effects of dietary methionine sources on broiler performance. 2013, PSA Annual meeting, San Diego, California, July 22-25. P317.
Y.G. Liu and J. Hayat. Broiler Study shows full efficacy of methionine hydroxyl analogue. 25th Australian Poultry Science Symposium, Sydney, Australia, February 2014
Sobre o Grupo Adisseo
O Grupo Adisseo é um dos maiores fabricantes de soluções nutricionais para animais no mundo. Desenvolve, fabrica e comercializa as seguintes famílias de aditivos para rações: Rhodimet®, aminoácido essencial aos animais monogástricos (aves, suínos, etc.); Metasmart® e Smartamine®, linha exclusiva de metionina para ruminantes; Rovabio®, complexo enzimático que propicia a melhora da digestibilidade de matérias-primas; Microvit®, linha completa de vitaminas; e Selisseo®, primeira seleno-metionina-hidroxi-análoga pura.
A Adisseo emprega 1.700 pessoas no mundo inteiro, e possui 6 divisões de pesquisa e desenvolvimento e 2 unidades de produção na França e na China. Através de sua rede global de distribuição, a Adisseo atende a mais de 2.500 clientes em mais de cem países. Em 2013, o faturamento do Grupo foi superior a 1 bilhão de Euros.
O grupo Adisseo é uma das principais subsidiárias da China National Bluestar, player essencial da indústria química chinesa, com 30.478 colaboradores e faturamento de 6,9 bilhões de Euros.
Fonte: Ass. Impr. da Adisseo

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Novo marco do trabalho rural propõe mudanças nas regras do campo
Projeto atualiza legislação, unifica normas e traz novas formas de contratação no setor.

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) do Senado aprovou, na quarta-feira (25), o relatório do senador Zequinha Marinho (Podemos-PA) ao Projeto de Lei 4.812/2025, de autoria da senadora Margareth Buzetti (PP-MT), que estabelece um novo marco legal para o trabalho rural no país.
Ambos os parlamentares integram a Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), que tem atuado em pautas relacionadas à modernização do setor.
A proposta, entre outros pontos, revoga a legislação vigente desde 1973 e consolida, em um único texto, normas hoje dispersas sobre as relações de trabalho no campo. O projeto tem 221 artigos e trata de temas como contratos, jornada, saúde e segurança, negociação coletiva e fiscalização.
Autora da proposta, Buzetti afirma que o objetivo é atualizar a legislação. “A ideia é adequar as regras à realidade atual do campo, que hoje envolve tecnologia, novos modelos de produção e outras formas de contratação”, disse.
O texto também cria a Política Nacional de Qualificação, Tecnologia, Inovação e Sustentabilidade no Trabalho Rural, com previsão de ações de capacitação e incentivo à adoção de tecnologias no setor.

Zequinha Marinho: “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”
Relator da matéria, Zequinha Marinho destacou que o seu parecer aperfeiçoa a proposta para garantir sua aplicação prática no campo. “Há pontos do texto original que não refletem a dinâmica do trabalho rural e precisavam de ajustes para garantir aplicabilidade”, afirmou.
Entre as mudanças, o parecer retira ou modifica dispositivos considerados de difícil execução no campo, como regras sobre teletrabalho e exigências administrativas em ambientes com limitações logísticas. Zequinha também questiona a previsão de indenização ao fim de contratos de safra, por considerá-la incompatível com a natureza temporária desse tipo de vínculo.
O projeto prevê ainda a criação de instrumentos como um programa de gerenciamento de riscos no trabalho rural e comissões internas de prevenção de acidentes e assédio, além de regulamentar modalidades de contratação, como trabalho intermitente, temporário e por safra.
A proposta segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) da Casa, onde terá decisão terminativa. Se aprovada, poderá ser encaminhada diretamente à Câmara dos Deputados.
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Meio-Oeste catarinense registra produtividade média de 204 sacas de milho por hectare
Levantamento preliminar aponta município de Irani como destaque da região, com 234 sacas por hectare, enquanto Epagri reforça acompanhamento técnico em 63 lavouras para orientar manejo e políticas públicas.

O Meio-Oeste catarinense caminha para uma safra de milho com produtividade elevada. Levantamento preliminar do Giro da Safra 2025/26 aponta rendimento médio de 204,1 sacas por hectare, com destaque para o município de Irani, que registrou a maior produtividade da região, com 234 sacas por hectare. Até o momento, foram avaliadas 63 lavouras, de um total previsto de 82 propriedades rurais na região.
Os números foram apresentados na última etapa da 3ª edição do Giro da Safra, realizada em Campos Novos na última quarta-feira (25). Durante o evento, foram apresentados os resultados parciais das coletas realizadas na região. Na sequência, o público acompanhou a palestra do pesquisador Joanei Cechin, da Estação Experimental da Epagri de Campos Novos, que falou sobre a cultura do milho e o manejo de plantas resistentes.

A iniciativa é conduzida pela Epagri/Cepa, em parceria com o Sicoob, e tem como objetivo reunir informações técnicas de campo sobre a condução das lavouras e a produtividade. Esses dados servem de base para a tomada de decisão dos produtores e para o planejamento de ações estratégicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio em Santa Catarina.
Além de Irani, outros municípios apresentaram desempenho acima da média regional. Joaçaba alcançou 220 sc/ha, Concórdia ficou com 218 sc/ha, Campos Novos atingiu 215 sc/ha, Luzerna somou 214 sc/ha e Ibicaré registrou 213 sc/ha. Entre os demais municípios avaliados, as produtividades médias foram de 203 sc/ha em Jaborá, 201 sc/ha em Fraiburgo, 199 sc/ha em Tangará, 196 sc/ha em Ouro, 190 sc/ha em Abdon Batista, 187 sc/ha em Lacerdópolis, 182 sc/ha em Caçador, e 177 sc/ha em Seara e Erval Velho.
A Epagri mantém atuação próxima ao produtor rural e reforça o papel do conhecimento técnico no fortalecimento da agricultura do Meio-Oeste catarinense. “Esses dados refletem o acompanhamento técnico em campo, com avaliação direta das lavouras, o que garante uma leitura mais realista da safra. O Giro da Safra cumpre papel estratégico ao transformar informação técnica em decisão, auxiliando o produtor no ajuste de manejo, orientando o crédito rural e subsidiando políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do agronegócio regional”, enfatiza o presidente da Epagri, Dirceu Leite.
Acompanhamento técnico do milho

Foto: Epagri
O Giro da Safra é uma das principais ferramentas de acompanhamento técnico da produção de milho em Santa Catarina. A primeira etapa ocorreu em fevereiro, em São Miguel do Oeste, e já indicou que a produtividade média regional deve superar 200 sacas por hectare, com resultados expressivos também em municípios do Extremo-Oeste.
Durante as visitas, as equipes técnicas da Epagri avaliaram as lavouras in loco e encaminharam as amostras para a Estação Experimental de Campos Novos, onde ocorreu o processamento e análises detalhadas. O levantamento incluiu indicadores como umidade e quantidade de grãos, além de informações sobre condução das lavouras, manejo do solo, compactação, plantabilidade e cultivares utilizadas.
Ao longo da 3ª edição do Giro da Safra, as equipes percorreram 169 propriedades rurais em 26 municípios do Extremo-Oeste e Meio-Oeste catarinense. Foram coletados dados precisos diretamente no campo, em mais de 160 propriedades em 26 municípios, avaliando produtividade, condução das lavouras e fatores que impactam o rendimento. Essas informações permitem ter um retrato confiável da safra, orientar produtores, apoiar decisões de mercado e subsidiar políticas públicas.
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Frimesa apresenta rebranding e evolução da marca em coletiva de imprensa em Medianeira
Iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.

A Frimesa realiza nesta sexta-feira (27) uma coletiva de imprensa para apresentar seu projeto de rebranding e a evolução da marca institucional. O encontro ocorre às 15h45, na sede da cooperativa, em Medianeira.
A apresentação será conduzida pela diretoria da cooperativa, que detalhará as mudanças na identidade visual e os direcionamentos estratégicos associados ao reposicionamento da marca. A iniciativa marca uma atualização institucional da Frimesa, alinhando comunicação, propósito e posicionamento no mercado.
Após a exposição técnica, o presidente executivo Elias José Zydek atenderá os veículos de imprensa para entrevistas individuais.
