Notícias EuroTier 2021
Novo sistema Sexagem in ovo uma aposta para resolver o problema de pintos machos na avicultura de postura
Sistema tem capacidade semanal de 360.000 ovos incubáveis

Devido a razões de qualidade do produto e eficácia de custo, genótipos de postura de ovos são inadequados para a produção de carne de aves, razão pela qual os pintos machos dessas raças de postura de ovos eliminados na maioria dos casos.
A sexagem in ovo é considerada uma alternativa, sendo a análise hormonal no 8º / 9º dia de incubação o método mais desenvolvido e comercialmente utilizável.
Pensando na solução desse que é considerado um grande problema, pois a sociedade, o consumidor e os políticos querem que o abate de pintos machos de um dia seja interrompido e banido o mais rápido possível, a empresa alemã Seleggt, vem buscando desenvolver alternativas viáveis ao setor. E esse ano recebeu o prêmio de medalha de prata na EuroTier Digital pelo lançamento do sistema SELEGGT Circulus, esse que é um salto significativo em comparação com o sistema predecessor. Ele opera de forma totalmente automática e o fluido alantóide agora é amostrado sem contato.
A limpeza das agulhas de amostragem é, portanto, dispensada e o tempo de amostragem foi reduzido para 1 segundo por ovo. Em operação de três turnos com 20 horas de operação por dia, uma unidade de amostragem SELEGGT Circulus tem, portanto, uma capacidade semanal de 360.000 ovos incubáveis, correspondendo a 150.000 a 180.000 pintos poedeiras, um aumento significativo no desempenho em comparação com o sistema predecessor.
A amostragem sem contato e a capacidade horária amplamente aumentada estabeleceram os pré-requisitos para substituir universalmente o abate anterior de pintos machos em incubatórios com sexagem in ovo.
Esse lançamento parece ser um grande salto na busca por soluções viáveis ao setor que tem sofrido grandes pressões da sociedade no diz respeito, principalmente, na área de bem-estar animal

Notícias
Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade começa formação prática em Toledo
Capacitação organizada pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná treina equipes municipais para readequação de estradas rurais, conservação de solo e recuperação de nascentes.

O Projeto Patrulheiros da Sustentabilidade inicia nesta quinta-feira (16), às 14 horas, em Toledo, a etapa prática de formação de técnicos municipais que atuam no meio rural. O curso será realizado no Centro de Eventos Ismael Sperafico e marca o início das atividades após o lançamento institucional ocorrido em dezembro, em Curitiba (PR).

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
A formação é direcionada principalmente a profissionais das prefeituras envolvidos na operação de máquinas da chamada “linha amarela” e na readequação de estradas rurais. A proposta combina orientação técnica para manejo de solo e drenagem com ações de recuperação de nascentes e educação ambiental.
A coordenação geral do projeto está a cargo de Altair Bertonha. A organização do curso foi estruturada pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná), que indicaram articuladores locais.
De acordo com o engenheiro agrônomo Samuel Mokfa, o objetivo é alinhar práticas de conservação ambiental às rotinas operacionais das prefeituras. “A proposta é qualificar tecnicamente as equipes municipais para que as intervenções em estradas rurais considerem critérios de conservação do solo, da água e da paisagem”, afirma.
O evento também marca o lançamento de dois materiais didáticos que serão utilizados no curso: um Manual de Boas Práticas e uma

Foto: Divulgação/IDR-Paraná
história em quadrinhos voltada à educação ambiental. A intenção, conforme a organização, é alcançar tanto técnicos quanto estudantes da rede escolar. “Os materiais foram pensados para traduzir conceitos técnicos em linguagem acessível e apoiar as ações nas comunidades”, menciona Mokfa.
A equipe de instrutores reúne engenheiros agrônomos, agrícolas, ambientais e de produção, além de biólogos, geógrafos e economistas. A abordagem é interdisciplinar e inclui aspectos produtivos, ambientais, sociais e de planejamento público.
O projeto prevê ainda a produção de trabalhos acadêmicos e a criação de uma plataforma digital para registro de demandas dos municípios, com foco na organização das informações sobre intervenções em estradas e pontos críticos de erosão e drenagem.
A cerimônia contará com representantes da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná (Seab), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (SETI), além de lideranças municipais e instituições de ensino superior.
Além da programação presencial, o evento também será transmitido de forma remota pelo link https://meet.google.com/iam-oxvj-bmu, ampliando o acesso e permitindo a participação de interessados de diferentes regiões.
Notícias
Mapa e CVM firmam acordo para ampliar financiamento do agro via mercado de capitais
Parceria prevê compartilhamento técnico e ações para facilitar acesso de produtores a instrumentos financeiros fora do crédito tradicional.

O Ministério da Agricultura e Pecuária e a Comissão de Valores Mobiliários formalizaram um Acordo de Cooperação Técnica com foco na ampliação do financiamento ao setor agropecuário por meio do mercado de capitais.
A iniciativa ocorre em um contexto em que uma parcela relevante dos recursos destinados ao agro já tem origem em operações com títulos e valores mobiliários, como instrumentos de securitização e crédito privado. A parceria busca aprofundar esse movimento, ampliando o uso dessas ferramentas no financiamento da produção.
O convênio prevê o compartilhamento de conhecimento técnico entre as instituições, além do desenvolvimento de diagnósticos, estudos e análises voltadas ao aprimoramento do ambiente de financiamento do setor. Também estão previstas ações para promover o acesso de produtores e empresas agropecuárias ao mercado de capitais.
A coordenação ficará sob responsabilidade da Secretaria de Política Agrícola do ministério, com apoio do Departamento de Política de Financiamento ao Setor Agropecuário, e da área de securitização e agronegócio da CVM.
O acordo tem vigência inicial de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial da União, com possibilidade de prorrogação. A expectativa é que a cooperação contribua para diversificar as fontes de recursos do agro e reduzir a dependência exclusiva das linhas tradicionais de crédito rural.
Notícias
Milho se mantém em R$ 69/sc com mercado travado por compradores retraídos
Cotações recuam pontualmente diante de estoques nas mãos da demanda e expectativa de novas quedas.




