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Novo Centro de Desenvolvimento e Inovação da Bayer trabalha soluções para Saúde Ambiental

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Sempre com foco em atender às necessidades de seus clientes, a Bayer CropScience inaugurou, em Paulínia, seu novo Centro de Desenvolvimento e Inovação de Saúde Ambiental para a  América Latina. O complexo de 1.000m² de área construída vai atender o desenvolvimento e a capacitação para a Unidade de Saúde Ambiental, oferecendo soluções para o controle de pragas em grãos armazenados e floresta, além de produtos profissional e doméstico de prevenção a pragas urbanas e para saúde pública (vetores, dengue malária etc.). 
Segundo Jean-François Fiard, diretor da Unidade de Environmental Science para América Latina, a região escolhida para sediar o novo Centro identifica-se pelo caráter estratégico à empresa e a ampliação da estrutura impacta de maneira muito positiva no trabalho que a Bayer CropScience desenvolve para os clientes e consumidores finais por sua capacidade de inovação. 
Luis Fernando Macul, gerente de Marketing e Inovação para a América Latina, destaca o avanço que vai significar o início das operações do novo Centro de Desenvolvimento e Inovação, que contará com equipe de sete biólogos e um engenheiro agrônomo, permitindo maior agilidade na elaboração de ensaios de laboratório e campo, além da ampliação significativa do volume do atual quadro do biotério para a criação de espécies comuns, tanto ao ambiente urbano (baratas, formigas urbanas, ratos, etc.), quanto ao meio rural (percevejos, pulgas, lagartas, carunchos, etc.).
Segundo Macul, o novo Complexo trará também uma maior integração das informações obtidas a partir dos estudos realizados nos centros de pesquisa da Bayer Environmental Science, em Clayton, na Carolina do Norte nos Estados Unidos e Monheim na Alemanha, e servirá como base para a operacionalização da área de desenvolvimento e treinamento na área de saúde ambiental na América Latina.
Outros diferenciais que farão parte do novo Complexo será a manutenção de uma sala específica para formulação e análise de produto; sala de tecnologia de aplicação de produtos; sala de UV para esterilização de materiais e sala específica para dieta de pragas.
A área de laboratório, com cerca de 200m², é formada por estrutura ultramoderna, com diferentes tipos de iluminação, lâmpadas brancas e vermelhas, reproduzindo o habitat natural adequado para os insetos.
Treinamento e Capacitação
O trabalho de treinamento e capacitação profissional do corpo técnico da Bayer CropScience e de empresas parceiras também será beneficiado pela ampliação do complexo de Desenvolvimento e Inovação. O local possui três salas de ensaios que possuem paredes retráteis com capacidade para acomodar até 80 pessoas.
O Centro será utilizado principalmente para a realização de minicursos, palestras e treinamento prático com equipamentos, visando aperfeiçoar o conhecimento das equipes de profissionais das empresas de controle de pragas urbanas sobre a forma correta de manipulação dos produtos Bayer, suas indicações quanto às formulações e a operação dos equipamentos de aplicação.
“A proposta deste treinamento é tornar o processo de tecnologia de aplicação dos produtos mais racional de modo que garanta eficiência no uso e segurança ao aplicador”, destaca Macul.
O novo Complexo de Desenvolvimento e Inovação segue a missão Bayer de progredir em sua posição de ser líder mundial nos mercados de Ciências Ambientais, oferecendo soluções inovadoras para o controle de pragas urbanas e também protegendo a saúde humana, proporcionando benefícios ambientais e melhorando os estilos de vida e o conforto das pessoas. “A busca por novas possibilidades que sirvam de diferencial na obtenção de melhores resultados, mais assertivos e seguros, é o que motiva o investimento da Bayer em desenvolvimento e inovação”, conclui Jean-François.

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global, com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, nutrição e materiais de alta tecnologia. Este ano, a empresa comemora 150 anos de trabalho dedicados a cumprir sua missão "Bayer: Ciência para uma Vida Melhor". A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 8,4 bilhões (2012), sendo uma das principais empresas mundiais de ciências e inovação nas áreas de sementes e traits, proteção de cultivos, além de soluções para o controle de pragas não-agrícolas. A empresa oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções inovadoras para a proteção de cultivos e baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de apoio para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não-agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrangem desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 20.800 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com 117 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,5 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo. 
 
 

Fonte: Ass. Imprensa da Bayer Cropscience

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Notícias Internacional

Brasil pode propor novas regras para subsídios agrícolas na OMC, diz porta-voz

Porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento

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REUTERS/Adriano Machado

O governo brasileiro vai defender a reforma da Organização Mundial do Comércio (OMC) e pode propor novas regras para subsídios agrícolas caso se aprovem normas mais restritivas para subsídios industriais, disse o porta-voz da Presidência, general Otávio Rêgo Barros, nesta terça-feira (25).

“A posição brasileira é que a reforma da OMC é necessária, pois as regras são de décadas atrás. O Brasil negocia qualquer tema, mas se tornarem mais restritas as regras para subsídios industriais, o Brasil vai propor regras para subsídios agrícolas”, afirmou Rêgo Barros, em briefing à imprensa no Palácio do Planalto.

O porta-voz disse não ter conhecimento sobre se algum país esteja disposto a tratar desse assunto no momento.

“Não obstante, é um direito nosso, até por soberania nacional, de colocarmos as nossas intenções, as nossas definições das tratativas que venham a ocorrer e, eventualmente se nós tivermos que enfrentar decisões e tratativas advindas de outros países, nós vamos ter que usar as ferramentas diplomáticas e comerciais que são normais nesse tipo de negociação”, destacou.

O porta-voz disse que, durante a viagem da comitiva presidencial à reunião do G20 no Japão, será realizada uma reunião do Brics à margem dessa cúpula. Ele citou o fato de que o Brasil exerce a presidência do Brics —formado também por Rússia, Índia, China e África do Sul— este ano.

Bolsonaro, segundo o porta-voz, inicia a sua viagem internacional nesta terça-feira e retorna no sábado. Segundo ele, o governo brasileiro quer estabelecer um relacionamento mais profundo com os países do G20 e outros convidados ao encontro.

Rêgo Barros também citou uma reunião prevista com presidente chinês, Xi Jinping, antes do encontro do G20. Ele destacou que a China é o “maior parceiro” comercial do Brasil, que o vice-presidente Hamilton Mourão já esteve naquele país asiático e que o planejamento para uma viagem para lá no segundo semestre está bastante adiantado.

O porta-voz disse que novas reuniões bilaterais poderão ser confirmadas ao longo da viagem. Segundo ele, o governo também poderá abordar assuntos referentes à crise na Venezuela durante o giro.

Fonte: Reuters
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Notícias Suinocultura

Da porta da granja para dentro, é com ela

Conheça a história da produtora que aparece no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil (5ª) e do Paraná (1ª)

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Acervo Pessoal

Não é trabalho, é paixão. Cada animal que sai da Granja Palmital, no interior de Marechal Cândido Rondon, PR, tem um capricho todo especial, pois passou pelas mãos da suinocultora Olides Terezinha Kawacki Schneider. “Desde que meu pai foi para o agronegócio sempre fui a mais participativa na atividade. Na infância fui muito próxima a pequenos animais e isso evoluiu no decorrer da vida para a suinocultura”, conta.

Nascida no Rio Grande do Sul, aos dois anos de idade Olides chegou com a família em Marechal Cândido Rondon. Seu pai, relembra, seguindo a tradição do avô que tinha um curtume de couro no Sul, abriu uma sapataria no município e, alguns anos mais tarde, uma loja de calçados – a qual ela e as irmãs mantêm até hoje.

Contudo, o patriarca também investiu em uma área de terra. “Meus pais só tiveram filhas mulheres e de nós três, eu era a que mais tinha aptidão na atividade. Mesmo trabalhando na loja, era de minha responsabilidade o controle da parte dos suínos e do gado leiteiro, tudo feito manualmente. Fiz isso por muitos anos e eu adorava”, se recorda.

Em 2004, faleceu o pai de Olides, Eni e Cleri. Por estar no dia a dia junto ao seu pai e por conhecer a forma de manejo da suinocultura, ela assumiu a granja.

Expertise

Na Granja Palmital há muito mais do que apenas animais. Desde meados de 2013, Olides investiu na genética DB e passou a produzir sua própria reposição de leitoas. “Hoje entram na propriedade apenas fêmeas e machos avós. Temos a central de inseminação, fábrica de ração e cultivamos o milho para a produção da ração”, detalha.

Olides não trabalha de forma integrada. Por conta da oscilação do mercado, no entanto, há cerca de cinco anos deixou de fazer o ciclo completo e passou à venda de leitões crechados.

Recentemente, mais uma fase do ciclo de produção foi quebrado, quando a suinocultora passou a fazer a venda de leitões desmamados. “De 50% a 60% do resultado que obtemos é por conta da mão de obra qualificada e isso máquina nenhuma vai substituir”, garante.

Reconhecimento

Em maio deste ano, Olides apareceu no ranking dos dez melhores suinocultores do Brasil, ocupando o 1º lugar no Estado do Paraná e o 5º lugar em nível nacional. No Prêmio Melhores da Suinocultura Agriness, ela conquistou o Leitão de Prata, que representa o 2º lugar na categoria 301 a 500 matrizes, com um resultado de 35,01 desmamados/fêmea/ano. “Receber um prêmio como este é muito gratificante, só acrescenta o nosso trabalho e nos dá o incentivo de buscar melhores índices”, salienta.

Ela comenta que, pelos resultados que obtém, muitas pessoas até se decepcionam ao conhecer a Granja Palmital. “Muitos acham que é um lugar com muita modernidade e tecnologia, mas é tudo simples e funcional”, descreve.

Os resultados, diz, são oriundos de poucas mudanças na rotina da granja e também de uma longa jornada de trabalho árduo e cuidadoso no manejo dos animais.

A rondonense frisa que, além de sua dedicação, os números são frutos de outro fator: os colaboradores que passaram pela granja ao longo dos anos. “O mérito não deixa de ser meu, mas é pequeno em comparação ao de quem está lá no dia a dia. Na contratação de colaboradores, prezo muito em saber se a pessoa gosta de suínos, porque isso conta com o sucesso dos resultados”, mensura. “A partir do momento que um suinocultor visualizar sua granja como um hospital, que os animais que lá estão precisam ser atendidos e assistidos da melhor forma possível, com isso todos serão beneficiados, animais com bem-estar e sanidade, e proprietários com bons resultados”, complementa.

Representatividade

Apesar de a maioria das pessoas ligarem as atividades do campo aos homens, o número de mulheres que estão à frente da administração de propriedades rurais tem aumentado significativamente nos últimos anos. E Olides é uma prova disso. “Hoje as mulheres vão atrás do que querem e fazem, não é mais como antigamente. Muitas estão na suinocultura, no gado leiteiro, tocam a propriedade, porque gostam disso e é o que querem para si como profissão. Talvez as mulheres que estão no campo não se expõem tanto, por isso não são tão vistas, mas o agronegócio está sim muito difundido entre elas”, considera.

A rondonense menciona que a mulher tem até mesmo mais habilidade pela questão materna, do toque de sensibilidade e pela exigência com os cuidados e higiene, o que resulta em sanidade e bons resultados. “Parabenizo todas as mulheres que estão presentes hoje ou projetando seu futuro para o agronegócio e principalmente a suinocultura”, conclui.

Fonte: O Presente
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Notícias Mercado

Importação de soja brasileira pela China recua 31% em maio com impacto de peste suína

Queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana

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Ivan Bueno/APPA

As importações de soja da China junto a seu principal fornecedor, o Brasil, caíram 31% em maio quando na comparação com o mesmo mês do ano passado, mostraram dados de alfândegas, com compradores segurando aquisições do ingrediente para ração animal em meio a um surto de peste africana que reduziu o rebanho chinês de suínos.

A China comprou 6,3 milhões de toneladas de soja do Brasil em maio, contra 9,124 milhões de toneladas no mesmo mês do ano anterior, de acordo com a Administração Geral de Alfândegas. A queda nas importações acontece em um momento em que a China já reporta 137 surtos de peste suína africana em quase todas suas províncias e regiões. O primeiro surto foi registrado no início de agosto de 2018.

O movimento também seguiu-se a esperanças de que uma guerra comercial entre China e Estados Unidos pudesse chegar a um fim, o que levou compradores a segurar importações da América do Sul com a expectativa de comprar produto dos EUA. As tensões comerciais, no entanto, escalaram novamente ainda no início de maio.

Os EUA eram o segundo maior fornecedor de soja da China antes da guerra comercial, mas as importações junto aos norte-americanos recuaram fortemente após o governo chinês ter colocado tarifas de 25% sobre as cargas dos EUA. “Os embarques de maio foram agendados principalmente em abril e março, quando o mercado esperava que os grãos dos EUA poderiam vir para a China. Os processadores, portanto, não fizeram estoques”, disse um gerente de uma produtora de ração no Norte da China. “Os processadores de soja também não agendaram tantas compras principalmente devido à peste suína africana”, acrescentou o gerente, que não quis se identificar.

A peste suína pode reduzir a produção de carne suína da China em cerca de 30% neste ano, segundo o Rabobank. As importações de soja da China junto aos EUA foram de 977.024 toneladas, ante 489.539 toneladas no ano anterior, segundo os dados de alfândega.

No total, a China comprou 7,36 milhões de toneladas de soja em maio, queda de 24% na comparação anual, segundo dados já divulgados anteriormente pelo país.

Fonte: Reuters
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