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Novo armazenador de grãos Sansuy será apresentado na Coopavel

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Pelo terceiro ano consecutivo a Sansuy, tradicional fabricante de laminados flexíveis e produtos manufaturados de PVC, marca presença no Show Rural Coopavel, considerado um dos principais eventos do setor agropecuário brasileiro. Na edição 2014, que acontece de 03 a 07 de fevereiro, em Cascavel (PR), a empresa apresentará ao público o silobunker, seu novo sistema para armazenamento de grãos a granel. 
Os visitantes poderão conhecer o protótipo, que será mostrado pela primeira vez, no estande de 3.500 m² da marca. A novidade, que se destina a produtores, empresas armazenadoras e cooperativas, foi desenvolvida em função do enorme déficit de capacidade de armazenamento de grãos que vem ocorrendo no Brasil nos últimos anos.
Silobunker oferece menor custo de infraestrutura por tonelada e seu funcionamento é simples: primeiro montam-se os perfis metálicos e, conforme ocorre o enchimento de grãos, vão sendo cobertos por módulos (membrana reforçada de PVC). Dentre suas principais vantagens estão baixo custo de armazenamento, rapidez na montagem e mobilidade, uma vez que pode ser desmontado e montado em outro local. O tamanho padrão é de 10.000 toneladas de milho ou soja. 

Do pequeno ao grande produtor

Também utilizado para armazenagem de grãos, o vinisilo possui estrutura metálica recoberta por lona de PVC de alta qualidade, oferecendo a resistência e a durabilidade necessárias. Esse sistema é totalmente desmontável e de rápida instalação, podendo ser deslocado em alguns dias, conforme a necessidade do cliente. Disponível nas capacidades para 50, 100, 200, 300 e 500 toneladas, possui sistemas de aeração e termometria.
Já o vinibiodigestor compacto da Sansuy, equipamento que promove o processo de biodigestão dos resíduos, permite ao produtor rural melhorar o aspecto de saneamento de sua propriedade, diminuindo a presença de moscas e odores. O sistema gera, ainda, biofertilizante de qualidade ao estabilizar a matéria orgânica, e biogás que pode ser utilizado no aquecimento de caldeiras, galpões, refrigeração, iluminação, motobombas, aquecimento de instalações para animais, proporcionando economia para toda a propriedade. É fabricado com geomembrana de PVC, com paredes e fundo revestidos com geocomposto de PVC flexível. A cobertura é feita por outra membrana de PVC, que infla e confere as condições anaeróbias necessárias.

Palestras

Como no ano passado, a Sansuy reservou um espaço no estande com capacidade para 100 expectadores, onde serão realizadas palestras técnicas gratuitas com temas relacionados ao setor agropecuário: armazenagem, biodigestores e aquanegócios. Datas e horários estarão disponíveis no estande da empresa.
A palestra “Alternativa viável e econômica para armazenagem: silo tipo bunker” estará a cargo do professor Adilio Flauzino de Lacerda Filho, do Departamento de Engenharia Agrícola da Universidade Federal de Viçosa – MG, e um dos membros do estudo de perda de grãos na pós-colheita da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
As palestras com o tema “Biodigestores” serão ministradas por Jorge de Lucas Jr., professor titular no Departamento de Engenharia Rural da Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias – Campus Jaboticabal, da Universidade Estadual Paulista – Unesp. É mestre em Produção Vegetal e doutor em Energia na Agricultura.
Serviço
Show Rural Coopavel
Data: 03 a 07 de fevereiro
Horário: das 8h às 17h
Estande: Rua B com Rua 11
Endereço: BR 277, km 577 – Cascavel/PR

Perfil Sansuy

Desde o início de sua trajetória, em 1966, a Sansuy foca seus objetivos estratégicos no segmento de transformação de plástico e no fornecimento de bens e serviços, atendendo às necessidades de seus parceiros comerciais com soluções completas e customizadas. O primeiro passo foi o desenvolvimento de mangueiras de alta pressão para pulverizadores agrícolas e, ao longo do tempo, com investimentos em tecnologia e estrutura, diversificou para a produção de laminados flexíveis de PVC e seus manufaturados. 
Atualmente, suas unidades industriais localizadas em São Paulo e na Bahia fornecem produtos para os mais diversos segmentos: automotivo, transporte e logística, moveleiro, mineração, lazer, construção e arquitetura, agronegócios, armazenagem, papelaria, sinalização e comunicação visual, entre outros, abastecendo tanto o mercado nacional como o internacional.
Parte da filosofia de trabalho da Sansuy, a excelência da produtividade e da qualidade é uma preocupação constante, que levou à implantação de projetos que visam à melhoria contínua de processos e produtos e, hoje, possui certificações reconhecidas e exigidas pelo mercado, como ISO 9001:2008 e ISO TS 16949:2009. Profissionais especializados e capacitados para o desenvolvimento de produtos, assim como equipes de engenharia, laboratório e assistência técnica, atuam junto a seus clientes e fornecedores para atender às solicitações do mercado. 
Consciente da importância da preservação ambiental a Sansuy está atenta ao desenvolvimento de soluções voltadas à sustentabilidade.

Fonte: Ass. Imprensa da Sansuy

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Notícias Suinocultura

Prazo de vigência da IN 14 de 2016 é prorrogado

Ampliação do prazo favorece os produtores que fabricam ração para o consumo próprio

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Arquivo/OP Rural

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) após realizar reuniões técnicas com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), comunica a prorrogação da Instrução Normativa (IN) nº 14 de 2016, publicada no Diário Oficial da União (DOU), de quinta-feira (18). A IN 14 define as normas para as fábricas de ração animal, estabelecendo os critérios e os procedimentos para fabricação, comercialização e o uso de medicamentos na alimentação animal.

A ABCS levou o pleito técnico ao MAPA para a revisão do prazo da aplicabilidade da norma e dos procedimentos para as fábricas que produzem ração para consumo próprio. O presidente da ABCS, Marcelo Lopes, explica que prorrogação foi realizada para que o MAPA revise a proposta, de forma que os produtores de fábricas de ração de uso próprio (não comerciais) consigam atingir uma pontuação viável e gradativa quanto às especificações estabelecidas na IN 14.

“Algumas adequações estabelecidas pela IN 14 são essenciais para otimizar o uso de antimicrobianos na produção nacional, visando assim atender as demandas dos mercados consumidores. E o trabalho da ABCS junto ao MAPA é primordial, pois é somente dessa forma que vamos construir uma norma aplicável a toda suinocultura brasileira”, disse Lopes.

Em 2018, a ABCS criou o Grupo de Trabalho (GT) para debater a aplicabilidade da Instrução Normativa 14 de 2016. A iniciativa contou com a participação de diversas entidades do setor privado e, na ocasião, o GT entregou ao MAPA um único documento, com o objetivo de sugerir à pasta algumas adequações referentes aos requisitos para uso de medicamentos em fábricas, conforme a realidade da suinocultura. Isso porque, segundo dados da ABCS, estima-se que haja atualmente 1.400 granjas que produzem ração para consumo próprio, com as mais variadas condições de estrutura e operação.

Visando a viabilidade da produção de suínos, a ABCS se reuniu diversas vezes com a equipe técnica da pasta para solicitar as ponderações do material entregue pelo GT e também a revisão do prazo da aplicabilidade da norma. “Hoje, com a prorrogação do prazo temos um tempo maior para aperfeiçoar o processo de produção de ração nas granjas. E, é necessário a união da cadeia produtiva e do Ministério para que em 18 julho de 2020 (prazo dado pelo DOU) já tenhamos uma norma exequível”, afirma o presidente da ABCS.

Fonte: Assessoria
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Notícias Mercado

Carne de frango tem maior competitividade, mas ritmo de negócios está lento

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho, as cotações da de frango recuaram

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Arquivo/OP Rural

Enquanto os preços das carnes bovina e suína avançaram na parcial de julho (até o dia 18), as cotações da de frango recuaram, o que elevou sua competitividade frente às concorrentes. Ainda assim, conforme colaboradores do Cepea, a liquidez da carne de frango está baixa no mercado doméstico, uma vez que as férias escolares e as temperaturas mais amenas diminuem a procura pelo produto – neste período do ano, consumidores dão preferência a carnes de sabor mais forte, como a suína.

Fonte: Cepea
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Notícias Estudo

Levantamento da Embrapa quer conhecer demandas sobre pastagens

Levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online

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Ana Maio

O Portfólio de Pastagens da Embrapa – estrutura que reúne todos os projetos de pesquisa nessa área – iniciou um levantamento de demandas do setor produtivo para avaliar os principais desafios para a produção de pastagens no Brasil. O levantamento está em andamento e qualquer usuário que tenha relação com o tema pode responder ao questionário online até dia 26 de julho.

De acordo com a presidente do Comitê Gestor do Portfólio, Patrícia Menezes Santos, pesquisadora da Embrapa Pecuária Sudeste (São Carlos-SP), é interessante que o levantamento seja aplicado em todo o país para captar diferentes realidades que envolvam produtores rurais, técnicos de assistência pública e/ou privada ou outros profissionais ligados à atividade pecuária.

A sondagem vale para as atividades de corte, de leite, criação de búfalos, ovinocultura, caprinocultura, enfim, qualquer sistema produtivo que tenha relação com o cultivo de forrageira. Clique aqui para responder a pesquisa. “Quanto mais pessoas responderem, melhor. Por meio dessa prospecção de problemas, poderemos direcionar melhor a programação de pesquisa em pastagens da Embrapa e promover maior impacto com os resultados obtidos”, afirmou a pesquisadora.

As principais forrageiras utilizadas hoje no Brasil foram geradas pela Embrapa. “Temos ações de melhoramento com várias espécies, para todas as regiões e biomas do país e também estamos levantando informações relacionadas a clima, solo, pragas e doenças relevantes”, disse Patrícia.

Com as respostas de quem está na ponta, no mercado, a Embrapa vai identificar problemas relacionados a diferentes sistemas de produção, vinculando-os com regiões e biomas brasileiros. “As informações que conseguirmos levantar sobre pragas, doenças, solos e clima podem nos ajudar a direcionar as pesquisas para as reais necessidades da sociedade”, afirmou.

Fonte: Assessoria
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