Suínos Inspeção
Novas regras para inspeção podem facilitar trabalho do Serviço Veterinário Oficial e indústria
Novas legislações estão surgindo, especialmente quando o assunto é a inspeção

Para atender a tudo o que os mercados interno e externo pedem quando o assunto é segurança e qualidade
alimentar, é, cada vez mais, necessária uma legislação atual e que atenda às necessidades e possibilidades de todas as partes envolvidas do setor. Novas legislações estão surgindo, especialmente quando o assunto é a inspeção. A pesquisadora da Embrapa Suínos e Aves Jalusa Kich, explicou para os participantes do 19° Congresso Nacional Abraves as “novas regras de inspeção: o que muda em relação a cadeia de produção de suínos”.
De acordo com ela, esta parte da legislação é um movimento global. “A Europa mudou em 2014, e temos movimentos semelhantes no Canadá, Austrália e EUA. Aqui no Brasil não é diferente, a normativa também saiu em dezembro do ano passado”, introduz. Para Jalusa, modernizar não é opcional. “A suinocultura mudou e o perfil do consumidor também. Coisas que procurávamos em uma suinocultura antiga não existe mais”, afirma.
A pesquisadora explica que o modelo de inspeção adotado no Brasil é baseado em risco, diferente do europeu, por exemplo, em que é somente visual. “A gente não quer se comprometer em uma inspeção que não coloca a mão, porque talvez a gente ainda tenha alguns exames que precisam ser feitos por corte”, diz.
Jalusa conta que no final de 2018 foi aprovada a Instrução Normativa 79, onde a inspeção dos procedimentos ante e post-mortem passam a ser com base em risco. “Como trabalhamos nessa inspeção baseada em risco? Isso foi um desafio, a gente estudou muito os documentos de fora do Brasil e, por exemplo, a comunidade europeia tem comitês de riscos de sanidade animal de resíduos que trabalha o tempo todo. Então eles fazem as perguntas para os comitês com prazo, vem o relatório completo, onde o gestor de risco consegue tomar a decisão. Nós não temos isso bem estabelecido tão bem aqui no Brasil, então tivemos que montar uma proposta”, informa.
Segundo ela, nessa proposta são consideradas questões apontadas pela pesquisa, mas também dados econômicos. Jalusa informa que pesquisadoras da Embrapa e da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foram quem trabalharam nas avaliações da proposta apresentadas ao Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa).
O primeiro ponto visto pelo grupo foi a necessidade da melhora na comunicação. “Esta é uma parte bem importante, visto a grandeza das nossas exportações. A gente precisa mostrar para o mercado internacional que estamos fazendo tudo com segurança. Embora a gente já esteja fazendo isso há alguns anos, precisamos mostrar. Essa é uma parte bem importante e precisamos nos preocupar com isso”, crava.
Premissas
Jalusa explicou que a primeira premissa para que a legislação nova que está sendo proposta funcione é que a responsabilidade seja compartilhada. “Não é somente do Serviço Oficial, mas da indústria também”, afirma. Segundo ela, o foco do SO (Serviço Oficial) está na saúde pública. “Então, o SO tem tratado de saúde pública. Outros problemas, como defeitos que aconteceram na produção e coisas da linha de abate não dizem respeito à saúde pública. A responsabilidade deve ser repassada para a indústria e não para o Serviço Oficial”, afirma.
A pesquisadora informa que atualmente o Brasil conta com 94 frigoríficos sob o Serviço de Inspeção Federal (SIF). “É muita coisa. Quando a gente compara com aqueles países que a gente fica invejando, eles têm 11, 12 frigoríficos sob inspeção”, compara. Ela ainda esclarece que a nova legislação leva em conta a suinocultura tecnificada do país, intensiva e com controles. “Não estamos trabalhando aqui com produção de fundo de quintal ou asselvajados. Estamos tratando da suinocultura tecnificada”, diz.
Nova legislação
Jalusa esclarece que o grupo de pesquisa da Embrapa, juntamente com o grupo da UFRGS vem desenvolvendo um projeto para melhorias na legislação brasileira de inspeção. “A primeira etapa do projeto levou bastante tempo, porque precisamos analisar os dados do SIF, fazendo a avaliação de risco”, explica. Esta parte levou mais tempo, de acordo com ela, pelo fato de o Brasil não ter uma vigilância para mostrar os dados, então, foi necessário ir à campo e executar, coletar amostras e produzir resultados.
Depois de recolher os dados, expõe, foi feita a revisão e escrita a opinião científica do que o grupo acha que é preciso mudar. “Depois disso vem a parte da validação”, diz. Jalusa conta que foi feito um projeto piloto em seis plantas frigoríficas. “Foi um momento importante, porque no primeiro piloto nós tivemos a presença do ministro da Agricultura da época, Blairo Maggi, e aconteceu na BRF de Concórdia. Foi um momento político importante. Tivemos um momento legal, porque além dele estavam também o secretário de Defesa e toda a equipe deles. A gente conseguiu fazer um momento com eles para que todos acreditassem no que estávamos fazendo e ter segurança. Porque o grande problema da modernização é ter segurança. Porque, para o gestor de risco mudar, ele precisa ter certeza de que está mudando para melhor. E a nossa proposta é melhorar a saúde pública, com menos interferência do Serviço Oficial”, conta.
De acordo com a pesquisadora, houve a regulamentação, e hoje o grupo ainda está trabalhando no projeto, fazendo os treinamentos e a análise econômica. “E ela depende muito da abertura da agroindústria para a gente poder dar os próximos passos”, esclarece.
Fatores de condenação
Jalusa conta que na análise de dados, o grupo trabalhou com 94 milhões de animais abatidos em 114 frigoríficos. “A gente fez um censo, não uma amostragem”, brinca. Segundo ela, o principal fator de condenação nos frigoríficos brasileiros é a questão de aderência seca. “Ou seja, estamos falando de saúde pública”, diz. Outros problemas vistos foram a contaminação, traumas, abcessos e linfadenite. “Essa é uma geral e nós estamos trabalhando com 86% da suinocultura brasileira, que é aquela que está sob inspeção federal”, esclarece. Segundo a pesquisadora, estes dados foram importantes especialmente para que pesquisadores possam observar quais as modificações necessárias que deveriam ser feitas.
Foco nos reais problemas
De acordo com a pesquisadora, foram feitos bastantes trabalhos de campo, em um trabalho conjunto entre Embrapa, UFRGS e Universidade de Passo Fundo, pesquisando os perigos da carne suína. “Primeira coisa: um trabalho divulgado pelo Ministério da Agricultura em 2017 sobre salmonella mostrou que temos 10%, em nível oficial, antes do resfriamento e 4,5% depois”, conta. “Antes e depois é um pouco do conceito. Antes eles olham o processo. Então, por exemplo a Europa quer ter certeza dos processos, então olham antes, essa é a diferença”, explica.
Ou seja, de acordo com a pesquisadora, o Brasil apresentar 10% não é algo ruim, uma vez que a média vista na Europa é de aproximadamente 8,5%. “Os dados mostram que está tudo bem, que estamos no controle”, diz. Porém, mesmo estando sob controle, é preciso olhar para todos e questiona: “qual o maior problema do Brasil? Os nossos problemas são os abatedouros de tamanho médio”, esclarece. “Os grandes já têm programas de qualidade estabelecidos há muito tempo. Então, os frigoríficos maiores têm dados melhores que os médios, que têm a questão de tecnologia e volume que precisam ser resolvidos. E quando colocamos isso em uma média por região, vimos que o Sudeste tem uma maior concentração de frigoríficos de tamanho médio e isso reflete nos resultados”, conta.
Inspeção baseada em risco
A pesquisadora explica que os resultados obtidos durante toda a pesquisa ajudaram o grupo a compor a nova técnica para eliminação das carcaças não exportáveis. “Então, a gente desmembrou o processo. Principalmente porque agora a gente para de desqualificar um produto que é bom em função de um patógeno que não tem a ver com saúde pública”, conta.
Jalusa explica que eles propuseram uma mudança de procedimentos. “O que fizemos: somente para comparação, a inspeção atual do Serviço Oficial faz toda a classificação de animais, descarregamento, exames em movimento e descanso. Isso é muito tempo. Então, trabalhamos com cronoanalistas e decidimos fazer o exame somente em descanso, porque diminui bastante o tempo”, conta.
No post-mortem, segundo a pesquisadora, tradicionalmente há um grupo na indústria trabalhando na cabeça, papada, pulmão, coração. “Na inspeção baseada em risco, a nossa proposta é tirar as pessoas que trabalham com a cabeça, porque este é um local muito contaminado e a gente quer tirar da linha de abate. Queremos processar a cabeça em outra sala e de preferência tratar. Porque essa é uma matéria-prima importante, especialmente a papada que é usada para o salame, um produto super nobre. Então, a gente precisa achar uma alternativa para ter segurança e utilizar bem essa matéria que é tão importante”, avalia.
Na inspeção baseada em risco, muda também o Departamento de Inspeção Final (DIF). “No tradicional, vão animais sefregados no pré-abate, lesões de linha, tecnopatias. Na inspeção baseada em risco, vão ser somente animais segregados e linfadenites. O resto vai para o departamento que chamamos de DEC, onde vai ter que ter um veterinário”, conta. Segundo Jalusa, em um primeiro momento isso pode parecer custo para a indústria. “Mas achamos que o sistema vai ganhar muito tendo um médico veterinário dentro do frigorífico. Nos pilotos vimos isso, que quando o profissional é da indústria ele qualifica a informação e dá feedback de forma mais rápida. E outra, ele está ali não em forma de fiscal, mas de colaborar com o processo”, afirma.
Jalusa explica que há então a auditoria feita pelo Serviço Oficial. “Determinamos um número de 300 carcaças por semana, onde o veterinário oficial vai auditar os procedimentos da indústria e vai trabalhar com sistema de amostragem. Isso dá condição para ele se organizar. Essa amostragem de 300 carcaças, calculamos para conseguir ver um erro de 1% da indústria. Ou seja, dá para trabalhar com auditoria e não com 100% com uma segurança boa”, comenta.
Desafios e vantagens
Um dos desafios que podem ser sentidos pela indústria da implementação do que está sendo proposto, segundo Jalusa, é quanto a estrutura do ante-mortem. “A adequação de fluxos, essa coisa de sala de cabeça e DEC depende muito das plantas, não existe uma igual a outra. Então, uma mesma indústria tem planta que não tem problema, tem espaço para organizar e a outra tem problema. Por isso, sistema de atenção é bacana, porque vão começar pelas plantas mais fáceis e vai criando experiência”, avalia.
Já quanto às vantagens, a primeira citada pela pesquisadora é sobre a saúde pública. “Estamos dando foco para os perigos que realmente importam”, afirma. A mão de obra oficial é outro fator que irá gerar uma grande economia. “No ante-mortem a economia chega a 70% e existe ainda a redução de até 83% de trabalho de auxiliares. Isso para o governo é importante, porque vamos ter cada vez menos gente. Mas vamos precisar ter pessoas fazendo coisas que dão segurança para o sistema”, diz. Um último ponto citado por Jalusa nas vantagens é a gestão de qualidade. “Acho que é aqui que a indústria ganha mais”, comenta.
Outras notícias você encontra na edição de Suínos e Peixes de fevereiro/março de 2020 ou online.

Suínos
Núcleo da suinocultura do Paraná reage à autorização para recolha de suínos mortos
Frimesa e Coopavel divulgaram comunicados nos quais reafirmam a manutenção dos protocolos sanitários atuais e rejeitam a retirada de carcaças das propriedades, sob argumento de proteção da biosseguridade e do mercado exportador.

A autorização inédita concedida no Paraná para recolhimento, transporte, processamento e destinação de animais mortos em propriedades rurais provocou reação no centro da suinocultura estadual. Após a formalização, pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar), do primeiro credenciamento para esse tipo de operação, Frimesa e Coopavel divulgaram comunicados nos quais informam que não adotam a retirada de suínos mortos das propriedades e defendem a manutenção dos procedimentos sanitários já em vigor. A Adapar oficializou o credenciamento da A&R Nutrição Animal, de Nova Aurora, com base na Portaria nº 012/2026.
Na comunicação assinada pelo presidente executivo Elias José Zydek, a Frimesa informa que o Conselho de Administração decidiu “manter os procedimentos sanitários atuais, dentre os quais, a não retirada dos suínos mortos das criações nas propriedades rurais”. No mesmo texto, a cooperativa afirma que “a sanidade e as normativas de biossegurança no Sistema de Integração Suinícola das Cooperativas Filiadas e Frimesa deverão ser cumpridas em conformidade com a legislação vigente, bem como para garantir as habilitações para as exportações”.
A Coopavel adotou tom ainda mais direto. Em comunicado, a cooperativa afirma que “não autoriza e não adota a prática de recolhimento de carcaças”. Na sequência, lista os motivos para a posição institucional. Segundo o texto, a coleta “facilita a disseminação de vírus e bactérias entre as propriedades”, aumenta o risco sanitário dos plantéis, pode comprometer o status sanitário da região e afeta diretamente a sustentabilidade de toda a cadeia produtiva suinícola”. A orientação da cooperativa é para que “carcaças de suínos devem ser destinadas corretamente na própria propriedade, seguindo as orientações técnicas da Coopavel”.
Resistência
A manifestação das duas cooperativas expõe que, embora o credenciamento tenha sido autorizado pela Adapar, sua adoção prática encontra resistência justamente entre agentes de peso da cadeia integrada de suínos no Paraná. Na prática, o que está em disputa não é a existência do ato regulatório, mas a aceitação, dentro dos sistemas de integração, de um modelo que envolve circulação externa para recolhimento de animais mortos.
Com os comunicados de Frimesa e Coopavel, o tema passa a ter uma nova dimensão. O credenciamento existe, está formalizado e tem respaldo normativo. Ao mesmo tempo, cooperativas centrais da suinocultura paranaense deixam claro que, em seus sistemas, o protocolo permanece sendo a destinação dos animais mortos dentro da própria propriedade, sob a justificativa de biosseguridade, proteção sanitária e preservação das condições exigidas pelos mercados exportadores.
Compostagem
A própria Adapar afirma que a retirada de animais mortos por terceiros continua proibida, sendo permitida apenas para empresas credenciadas, e reforça que o principal destino dos suínos mortos “ainda deve ser a compostagem dentro das próprias propriedades, permanecendo como a prática mais recomendada e utilizada”. O órgão também destacou que o manejo dentro da propriedade reduz riscos sanitários e advertiu que empresas credenciadas não devem adentrar áreas limpas das granjas, para evitar contaminação cruzada.
A autorização concedida pela Adapar prevê que a empresa credenciada poderá recolher, transportar, processar e destinar animais mortos e resíduos da produção pecuária no Estado, com validade de três anos. A portaria também veda o recolhimento de carcaças oriundas de outros estados e proíbe o uso dos produtos gerados no processamento na fabricação de alimentos para consumo animal ou humano. Segundo a publicação, o material processado tem como destino biocombustível, indústria química e fertilizantes.
Suínos
ABCS reúne produtores para discutir integração na suinocultura
Encontro online marca início de agenda voltada ao fortalecimento da relação com agroindústrias.

A Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS) realizou, na última quarta-feira (16), a 1ª Reunião do Departamento de Integração, reunindo representantes de diferentes regiões do país em um encontro online voltado ao fortalecimento da relação entre produtores integrados e agroindústrias.
A abertura foi conduzida pelo presidente da ABCS, Marcelo Lopes, e pelo conselheiro de Integração e Cooperativismo da entidade, Alessandro Boigues. Ambos destacaram o papel estratégico do departamento para 2026 e reforçaram a importância da organização dos produtores por meio das Comissões para Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (CADECs). Segundo Boigues, a ABCS está à disposição para apoiar demandas específicas das comissões, fortalecendo o diálogo e a troca de experiências entre os produtores.
“O distanciamento entre a alta gestão de algumas agroindústrias e a realidade enfrentada na base da produção é uma realidade. Por isso, aproximar esses dois níveis deve ser uma prioridade para avançarmos nas relações de integração no país”, destacou o conselheiro.
Contratos de integração exigem atenção técnica e jurídica
A primeira agenda teve como prioridade o debate sobre os contratos de integração, com base na Lei nº 13.288/2016. Para o presidente da ABCS, Marcelo Lopes, a questão contratual é hoje um dos pontos mais sensíveis da suinocultura brasileira. “Precisamos garantir que os contratos reflitam, de fato, equilíbrio e transparência na relação entre produtores e agroindústrias. A Lei de Integração existe para dar segurança jurídica, mas ela só se efetiva quando é compreendida e aplicada na prática. O fortalecimento das CADECs é fundamental nesse processo, porque é na base que os desafios aparecem e precisam ser enfrentados com organização e diálogo”, destacou.
A reunião contou ainda com a participação da advogada da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Karoline Cord Sá, que reforçou a necessidade de maior clareza nos critérios técnicos que definem a remuneração dos produtores, além de alertar sobre cláusulas que podem gerar desequilíbrio contratual. O encontro foi encerrado com espaço para troca de experiências entre os participantes, reforçando a importância da atuação coletiva para garantir maior equilíbrio, transparência e segurança jurídica nas relações de integração.
A iniciativa marca o início de uma agenda estruturada do Departamento de Integração da ABCS para 2026, com foco em ampliar o protagonismo dos produtores e consolidar boas práticas nas relações contratuais do setor suinícola.
Suínos
Startup desenvolve tecnologia inédita para reduzir natimortalidade na suinocultura
Equipamento em fase de protótipo auxilia o parto e busca reduzir perdas nas granjas.

A Pigma Desenvolvimentos, startup com sede em Toledo, desenvolveu uma cinta massageadora voltada a matrizes suínas para auxiliar no trabalho de parto.
O projeto, chamado PigSave, utiliza estímulos físicos que favorecem a liberação natural de ocitocina, contribuindo para a redução dos índices de natimortalidade. O equipamento também busca diminuir o estresse e a dor dos animais, além de aumentar a produção de colostro. A proposta é substituir ou otimizar a massagem que normalmente é realizada de forma manual durante o parto.
Segundo o CEO Marcelo Augusto Hickmann, o desenvolvimento da solução passou por um processo de reestruturação, com foco no aprimoramento do produto e na validação por meio de pesquisa aplicada. A iniciativa tem como objetivo ampliar o bem-estar animal e melhorar a usabilidade da tecnologia no campo.
O equipamento ainda está em fase de prototipagem, com ajustes e testes para mensurar os resultados. A empresa também mantém parceria com a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) para o desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao projeto.
Fundada em 2020, a Pigma Desenvolvimentos atua na criação de soluções tecnológicas voltadas a demandas industriais e do agronegócio, com foco em automação e ganho de produtividade. Seus projetos integram hardware e software para atender necessidades específicas de produtores e empresas do setor.



