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Novas regras para exportação de animais vivos são publicadas no Diário Oficial

Procedimentos estão de acordo com normas internacionais, segundo o diretor Guilherme Marques

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Instrução Normativa 46 publicada no Diário Oficial na segunda-feira (03) atualiza procedimentos técnicos, sanitários e operacionais da exportação de bovinos, bubalinos, ovinos e caprinos vivos para abate (imediato ou engorda) ou para reprodução. O novo regulamento define parâmetros objetivos de densidade de animais no transporte e no Estabelecimento de Pré-Embarque (EPE) – locais privados com habilitação para isolamento dos animais antes do transporte para o exterior – e a criação de um Registro Nacional de EPE. A IN publicada hoje entra em vigor em 60 dias.

A partir de agora, todo EPE terá acompanhamento de veterinário habilitado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com treinamento específico em problemas sanitários, legislação e bem-estar animal.

No Brasil hoje são 42 EPEs em atividade, credenciados pelo ministério: Pará (19), São Paulo (13), Rio Grande do Sul (5), Minas Gerais (4) e Santa Catarina (1). A habilitação deverá ser renovada a cada cinco anos.

Uma inovação importante foi incluir a exportação de animais para reprodução e o transporte aéreo com especificações sobre as áreas e a densidade das cargas. Outra novidade é a obrigatoriedade de registrar em relatório todas as ocorrências durante o transporte marítimo dos animais, a ser apresentado ao Mapa em 10 dias úteis após a chegada ao destino.

“Os procedimentos previstos na nova IN estão de acordo com as recomendações internacionais vigentes”, disse Guilherme Marques, diretor do Departamento de Saúde Animal do MAPA, e delegado do Brasil na Organização Mundial de Saúde Animal (OIE). “Isso reflete o compromisso do Brasil no mercado global da exportação de bovinos, ao propiciar maiores garantias nos controles sanitários e de bem-estar animal aos seus parceiros comerciais”.

Consulta pública

A publicação da IN foi precedida de consulta pública, que recebeu sugestões do Conselho Federal de Medicina Veterinária, da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária, da Associação Brasileira dos Exportadores de Gado, da Associação Brasileira de Angus, da Associação Brasileira dos Exportadores de Animais Vivos, da Associação dos Criadores de Mato Grosso, da Coordenação de Boas Práticas e Bem-Estar Animal do Mapa, e de duas organizações não governamentais especializadas em bem-estar animal: World Animal Protection Brasil e Humane Society International (HSI Brasil).

De 186 sugestões, foram acatadas 63 no projeto de Instrução Normativa, dos quais 48 são de ajustes técnicos e 15 de caráter legislativo.

A exportação de animais vivos, principalmente de bovinos e bubalinos, começou a se estruturar no Brasil em 2004. A atividade era regulada pelas instruções normativa 13, de 30 de março de 2010, e 53, de novembro de 2011, que estão sendo revogadas. A melhoria da condição sanitária do rebanho brasileiro atraiu o interesse de países importadores e a venda de animais vivos passou a ser uma oportunidade comercial alternativa a pecuaristas.

Já em 2013, a pauta de exportação bateu o recorde histórico de 723 milhões de dólares. No ano seguinte, foram 680 milhões de dólares, o segundo melhor resultado da série histórica desde 1997.

Em 2017, o Brasil faturou US$ 276 milhões. Até julho de 2018, as exportações de bovinos e bubalinos atingiram US$ 301 milhões, com tendência de superar os números de 2014.

Segundo dados do Comtrade USDA, o Brasil detém 3,6% do comércio mundial de animais vivos, ocupando o 5º lugar. A União Europeia é líder do segmento.

Fonte: Mapa

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Empresas

Lero Fibras: tecnologias em fibra de vidro voltada ao agronegócio.

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Em um momento que a suinocultura nacional avança de forma exponencial, é de grande importância que se tenham empresas que busquem inovação para auxiliar este processo, buscando desenvolver produtos mais duráveis e de fácil manejo, dando ao produtor melhores resultados. É neste cenário que se encontra a LERO FIBRAS, empresa do oeste catarinense com 15 anos de experiencia no segmento, com Matriz em Riqueza-SC e filial em Caibi-SC, a Lero Fibras tem como principal tecnologia a fibra de vidro. Tanto no processo spray-up como no sistema pultrusado, a empresa disponibiliza uma grande variedade de soluções e equipamentos voltados ao agronegócio, por sua marca LERO AGRO, tendo como principal foco suinocultura e avicultura.

A fibra de vidro é um produto leve, não corrosivo, moldável, flexível e ao mesmo tempo de grande resistência e são essas características que a tornam a matéria prima ideal para a produção de suínos e aves. Com uma linha bem diversificada a LERO AGRO produz itens como perfis T (vigas de fibra de vidro) de diversos tamanhos, divisórias e portas para baias de creches. Campanulas para terminação, creches e maternidade, escamoteador, bandejas para comedouros, entre outros, todos os itens são 100% em fibra de vidro. É importante ressaltar que todos os produtos de fibra de vidro são de fácil higienização, além do mais a Lero fibras ter um cuidado para que seus produtos não tenham alvéolos, evitando assim que possam alojar sujeiras, pragas e insetos.

Com seu DNA inovador, e com o compromisso de trazer ao produtor soluções a equipamentos historicamente problemáticos, a Lero Agro acaba de lançar seu carregador para creches e terminação de suínos 100% em fibra de vidro, leve, prático, resistente ao tempo, feito sob medida. O carregador de suínos da Lero Agro é uma excelente opção para as granjas de suínos.

Outra inovação que a empresa trás a seus clientes  é o Tunnel Door de fibra de vidro, painéis e estruturas todos em fibra de vidro e com dobradiças em inox, o Tunnel Door da Lero Agro é a solução ideal para ambientes 100% climatizados. Tem ótima vedação, é leve e resistente. Fabricado sob medida se adequa a todo o tipo de projeto.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Nedap

NEDAP aposta na experiência prática para modernizar a granja

A Nedap em parceria com seus distribuidores na América Latina, disponibiliza o Sistema Farrowing Feeding com desconto de 20% sobre o preço final do sistema instalado para o mínimo de 20 unidades até o dia 31 de Outubro de 2020.

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Diversas tecnologias estão presentes em nossas vidas e por vezes nem nos damos conta disso no dia a dia. Fazendo um paralelo com a situação que vivemos atualmente, há pouco tempo atrás reuniões virtuais eram raras, somente em casos específicos. Com a necessidade repentina passamos a utilizá-las de maneira quase que natural. Quem aí já está familiarizado com o Zoom, Teams, Skype ou mesmo o bom e velho zapzap? E então se pararmos para pensar: Quantas viagens economizamos com o uso de tecnologias de comunicação que já estavam disponíveis?

O mesmo vale para um sistema de automação para alimentação de matrizes na maternidade. Já imaginou quanto podemos economizar de tempo, desperdício de alimento, melhor utilização da mão de obra que pode ser direcionada à atenção das porcas e dos leitões. Além dos benefícios do aumento no consumo de ração, melhora na digestibilidade, poder desviar a alimentação das horas mais quentes do dia, e por consequência desmamar leitões mais pesados. Fica aqui nosso convite para um passo em direção da modernização na granja. Assim, a Nedap em parceria com seus distribuidores na América Latina, disponibiliza o Sistema Farrowing Feeding com desconto de 20% sobre o preço final do sistema instalado para o mínimo de 20 unidades até o dia 31 de Outubro de 2020.

Controle da alimentação

A sistema Farrowing Feeding atende a necessidade nutricional única de cada matriz com trabalho mínimo. Todos nós sabemos a importância da maternidade para o ciclo de produção de suínos. Há intensivo aporte de mão de obra e investimento nessa etapa. Temos visto relatos significativos de clientes muito satisfeitos com o resultado do Sistema Farrowing Feeding na melhora do manejo nutricional nas salas de maternidade. Na etapa de reprodução quando da utilização do flushing está outro ponto de aplicação que ajuda a aumentar fertilidade de marrãs e matrizes. Nesta tecnologia acreditamos que se encontra a proposta de Nedap de maior relevância em rentabilidade. Os resultados aparecem muito rapidamente. Logo no primeiro ou segundo ciclo de reprodução já se observa grandes melhorias dos índices produtivos da granja.

Destacamos as principais vantagens:

–          Proporciona pequenas quantidades de ração várias vezes ao dia

–          Fornecimento da quantidade de alimento que a fêmea lactante requer para produção de leite

–          Libera sua equipe da tarefa de alimentação manual otimizando a mão de obra

–          Fêmeas em adequada condição corporal ao final de lactação reduzindo dias não produtivos e aumentando fertilidade

–          Leitões mais pesados ao desmame

Conhecimento global, serviços e suporte locais

Nossa rede de distribuição e suporte traz aos clientes da Nedap conhecimento global com serviço e suporte local. No Brasil contamos com as empresas a Ordemilk Suinocultura (ordemilk.com.br) e a Novagri (novagri.org) que atuam na comercialização, instalação e suporte técnico aos nossos clientes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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Notícias Vigilância

Monitoramento indica que nuvem de gafanhotos não se desloca em direção ao Brasil

Nuvem se deslocou da província de Corrientes para Entre Rios e está a 100 quilômetros da fronteira com o Uruguai

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Divulgação

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) segue monitorando a nuvem de gafanhotos em movimento dentro do território argentino. Na segunda-feira (20) o Serviço Nacional de Sanidade e Qualidade Agroalimentar da Argentina (Senasa) informou que a nuvem se deslocou da província de Corrientes para Entre Rios e está a 100 quilômetros da fronteira com o Uruguai.

Em relação às notícias sobre uma possível chegada da nuvem ao Brasil ainda nesta semana devido ao aumento da temperatura, o Mapa esclarece que este é um fator que não pode ser considerado de forma isolada. Até o momento, seguem mantidas as previsões de que os insetos continuarão se movimentando rumo ao sul, sem previsão de ocorrência de um conjunto de alterações climáticas (temperatura x umidade x direção/velocidade dos ventos) que favoreça sua entrada no Brasil.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), os ventos na região se manterão na direção Norte-Sul nos próximos dias, indicando uma provável direção da nuvem ao Uruguai.

A equipe técnica do Mapa em Brasília se mantém em alerta juntamente com as Superintendências Federais de Agricultura (SFAs) e os Órgãos Estaduais de Defesa Agropecuária em ambos os estados e em permanente contato com o Senasa para o monitoramento do deslocamento da nuvem de gafanhotos e a preparação de medidas de controle de forma tempestiva, se for necessário.

A respeito da nova nuvem de gafanhotos formada no Paraguai, o Ministério segue também monitorando e atualizando diariamente as informações junto ao Serviço Nacional de Qualidade e Sanidade Vegetal e de Sementes do Paraguai (Senave).

Fonte: MAPA
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