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Novas pesquisas destacam o papel da metionina protegida

Pesquisas mostrando benefícios da alimentação de metionina protegida do rúmen continuam recebendo interesse significativo

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Arquivo/OP Rural

Cerca de 60 novos trabalhos relacionados à metionina foram apresentados durante a reunião anual de verão da American Dairy Science Association (ADSA). Entre eles, um experimento brasileiro realizado a campo, com dois grupos de animais em lactação e média de 40 kg de produção de leite.

Atlanta, GA (agosto de 2019) – As pesquisas mostrando os benefícios da alimentação de metionina protegida do rúmen continuam recebendo interesse significativo.  Cerca de 60 novos trabalhos relacionados à metionina foram apresentados durante a reunião anual de verão da American Dairy Science Association (ADSA). A reunião anual da ADSA, conhecida como a mais abrangente reunião de ciência leiteira do mundo atraiu mais de 1.700 participantes de 51 países.

“Agora que a metionina é reconhecida como um nutriente essencial com uma ampla gama de funções na nutrição de vacas leiteiras, seus impactos na produção, saúde e desempenho continuam a ser mais profundamente explorados” disse Brian Sloan, Diretor Global de Negócios em Ruminantes, Adisseo.  “Para os produtores de leite, a suplementação de metionina oferece ganhos em produção de leite, gordura e proteínas do leite.  Além disso, oferece ganhos a longo prazo em termos de saúde e desempenho reprodutivo”

Entre os resultados de pesquisas apresentados na reunião anual da ADSA, destacaram-se os citados a seguir.

Uma pesquisa da Cornell University explorou o efeito de dietas iniciais de bezerras suplementadas com metionina ou com análogos de metionina protegidos do rúmen durante o período de 14 a 91 dias de idade. Os resultados indicaram que o análogo de metionina protegida HMTBi (Metasmart® dry) melhorou o consumo e ganho de peso após o desmame, com uma tendência para um maior peso corporal final.

Resultados de pesquisas adicionais do laboratório de Cornell, do Dr. Mike Van Amburgh, foram apresentados.  A pesquisa investigou a quantidade ideal de um perfil de 10 aminoácidos essenciais em relação à energia metabolizável na dieta, a fim de maximizar o desempenho e a eficiência alimentar. Os resultados confirmam a hipótese de que, com base em metionina e lisina, pelo menos 1,14 a 3,03 gramas por Mcal de energia metabolizável, respectivamente, são minimamente necessários.

Um experimento brasileiro realizado a campo, com dois grupos de animais – + 65 dias em lactação ao início do experimento e média de 40 kg de produção de leite, com dieta de tratamento fornecida por 10 semanas – mostrou aumentos significativos em leite corrigido para energia (+3 kg/dia), percentual de gordura (+0.20), percentual de proteínas do leite (+0.17), e melhorou a produção diária dos componentes do leite em 130 gramas de gordura e 110 gramas de proteína, quando uma dieta adequada em lisina foi complementada com Smartamine® M para alcançar uma relação desejada de lisina para metionina de 2,97 para 1. Uma nota interessante foi que o desempenho ideal surgiu associado a uma concentração plasmática de metionina próxima a 30μM, comparado a 18,4μM para as vacas controle que não foram suplementadas com metionina.

Uma pesquisa na University of Illinois avaliou os efeitos da alimentação de metionina protegida do rúmen em 32 vacas multíparas submetidas ao estresse por calor. Os pesquisadores concluíram que o estresse por calor afetou negativamente os parâmetros fisiológicos e produtivos. A metionina protegida do rúmen ajudou na produção de leite, proteínas do leite e gorduras do leite.

Uma pesquisa na The Ohio State University investigou os efeitos das fontes de metionina na fermentação ruminal e na biohidrogenação do ácido linoleico in vitro, visto que esses fatores impactam na diminuição da gordura do leite. Os pesquisadores concluíram que o ácido linoleico a 3% da matéria seca do substrato diminuiu a digestibilidade dos alimentos e alterou a produção de acetato e propionato. No entanto, metionina e o análogo de metionina, Ácido 2-Hidroxi-4-Metiltiobutanóico (HMTBa), aliviaram o efeito negativo do ácido linoleico na digestibilidade da fibra, e HMTBa produziu mais acetato e menos propionato comparado ao ácido linoleico, o que não ocorreu para a metionina. As alterações na biohidrogenação do ácido linoleico pela metionina e pelo HMTBa modificaram as vias de biohidrogenação relacionada à redução da gordura do leite.

Uma pesquisa do INRA (French National Institute for Agricultural Research) na França investigou o efeito da suplementação de metionina, lisina e histidina em situações de fornecimento de energia líquida baixa e alta em vacas leiteiras. O ensaio mostrou que aumentar a oferta de energia líquida provocou aumento da produção de proteínas e gorduras do leite. A utilização do balanceamento por aminoácidos aumentou a produção de proteínas do leite e tendência para aumento em produção de leite, tanto em altos quanto em baixos níveis de energia. Isso levou a um aumento geral na eficiência da proteína metabolizável.

Uma pesquisa conduzida na University of New Hampshire explorou a viabilidade de avaliação da biodisponibilidade da metionina com tecnologias de proteção do rúmen utilizando a técnica de dose-resposta de aminoácidos no plasma sem o uso de vacas com cânulas no rúmen.  Os pesquisadores descobriram que isso poderia ser feito ao usar uma referência de suplemento de aminoácido protegido do rúmen com uma biodisponibilidade conhecida. De acordo com os resultados da pesquisa, a biodisponibilidade do produto testado foi de 20,8% em relação à referência de metionina protegida do rúmen. O uso de vacas com rumens canulados mostrou não ser necessário.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Biogénesis Bagó inaugura novo banco de vacinas contra a febre aftosa

As instalações funcionam como reserva estratégica de antígenos e vacinas contra a febre aftosa, única na América Latina

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Foto: Divulgação

A Biogénesis Bagó, empresa de biotecnologia especializada no desenvolvimento, produção e comercialização de produtos para a saúde e produtividade animal, inaugurou uma nova instalação que amplia a sua capacidade de resposta a emergências para 60 milhões de doses de vacinas contra a febre aftosa e tem capacidade de expansão de acordo com demandas futuras.

O novo centro construído pela empresa, que visa atender à necessidade global de vacinas de “classe mundial” para responder a emergências sanitárias e acompanhar a evolução tecnológica, conta com medidas de segurança e monitoramento de características especiais, abrigando 20 tanques para armazenar antígenos ultraconcentrados em nitrogênio líquido a -180° C. Estes constituem as matérias-primas cruciais para a formulação de vacinas com potência e segurança garantidas em um período inferior a uma semana – enquanto a elaboração de uma vacina através de processos tradicionais leva ao menos três meses – e, desta maneira, permite atender a qualquer emergência, em qualquer parte do mundo, de forma imediata.

“Nossa experiência em atendimento de emergências, juntamente com a nossa constante inovação tecnológica e profissionalização de nosso capital humano, nos consolida como uma referência mundial na luta contra a febre aftosa. Este projeto é um exemplo de nosso compromisso com a evolução da saúde animal e, ao mesmo tempo, com o desenvolvimento do conhecimento e da capacidade de produção da Argentina e da região para o mundo”, afirma Esteban Turic, CEO da Biogénesis Bagó.

A evolução da Biogénesis Bagó como líder global posiciona a companhia como uma das únicas empresas no mundo com capacidade de produção e fornecimento de produtos seguros e eficazes de classe mundial. Este é o resultado da vasta trajetória da companhia, do investimento constante na luta contra a febre aftosa e do trabalho conjunto com organizações científicas e técnicas na Argentina e centros de referência global. Ao mesmo tempo, a cooperação público-privada tem permitido o desenvolvimento de profissionais altamente qualificados, que são a base da evolução tecnológica da empresa.

“A participação em campanhas de emergência e o fornecimento ao SENASA, na Argentina, ao Banco Nacional de Vacinas Animais e Contramedidas Veterinárias do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) e ao Banco Norte-Americano de vacinas contra a febre aftosa, que os EUA integram com o Canadá, abriu um precedente sobre as nossas competências e as conquistas que poderemos alcançar a partir desta ampliação”, acrescenta Rodolfo Bellinzoni, diretor de Operações Industriais em Inovação da Biogénesis Bagó e referência mundial no assunto.

Este projeto é parte de um ambicioso plano de investimento e desenvolvimento tecnológico para ampliar a capacidade de produção e os padrões de qualidade das fábricas, que contempla, no futuro, a execução de outras obras relevantes na unidade de Garín com o objetivo de sustentar a expansão global da companhia.

Fonte: Assessoria
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Empresas Parceria

Conheça a Novagro, uma parceira Feedis

Juntas empresas buscam levar para o mercado soluções tecnológicas inovadoras voltadas para nutrição de animais de produção

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Sergio Metzker / Divulgação

A Feedis, empresa especializa em aditivos inovadores para nutrição animal, apresenta mais um parceiro da sua rede. Desta vez é a Novagro, empresa sediada em Pará de Minas (MG), criada em fevereiro deste ano e pelo médico-veterinário Sergio Metzker.

“Criamos a Novagro este ano com o objetivo de levar aos nossos clientes tecnologias que ajudem a enfrentar os desafios do dia a dia, produzir mais e melhor. A parceria surgiu da oportunidade e soluções inovadoras disponibilizadas pela Feedis, que vem ao encontro do que consideramos importantes aos nossos clientes, principalmente com o objetivo de produzir com melhor eficiência e mais saúde, destaca Sérgio Metzker: “É uma excelente parceria, pois reúne produtos e profissionais de ponta para um mercado extremamente exigente”.

Luciano Heis, Gerente de Negócios Feedis, faz suas considerações sobre este braço da empresa austro-brasileira para a região: “A parceria com a Novagro, é um importante passo para firmarmos nossa presença no mercado de Minas Gerais, alinhado com o desejo de estarmos mais próximos dos clientes deste importante estado produtor”.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Aquicultura: uso de enzimas na dieta dos animais proporciona maior rentabilidade

Compostos enzimáticos melhoram a digestibilidade dos nutrientes, promovendo uma série de benefícios ao produtor

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Divulgação Alltech

O aproveitamento de nutrientes presentes na dieta dos animais é um fator fundamental para melhorar a rentabilidade das criações, inclusive na aquicultura. Entretanto, também pode ser considerado um desafio no manejo de peixes e camarões, já que nem todos os alimentos conseguem ser absorvidos de maneira natural. Neste processo, a digestibilidade é essencial na busca pela eficiência alimentar.

Como explica a zootecnista Carolina Farias, gerente de vendas para aquicultura da Alltech, o organismo dos peixes é preparado fisiologicamente para aproveitar nutrientes disponíveis na natureza, entretanto alguns deles não são totalmente absorvidos. Para alimentá-los em cultivos, a exigência fisiológica dos animais é atendida com farinhas de origem animal e vegetal. Mas como explica a especialista, apenas isso não é suficiente: “alguns ingredientes de origem vegetal contêm substâncias antinutricionais para os peixes, que além de não serem bem aproveitadas, acabam piorando a absorção de outros elementos”, diz.

Por conta disso, as enzimas são tão importantes, já que têm a função de acelerar algumas reações químicas específicas dentro do organismo dos animais, quebrando moléculas maiores em menores, o que acaba facilitando a absorção de nutrientes pelo intestino, ou seja, melhorando a digestibilidade. “Por meio das enzimas, conseguimos quebrar compostos antinutricionais e elevar o aproveitamento de nutrientes que não estariam disponíveis sem a tecnologia”, comenta.

Os benefícios do uso de soluções enzimáticas na dieta dos animais já têm sido observados na prática, como relata Giuliano Mathias Dias, produtor de tilápia em Caconde (SP), que, ao utilizar a tecnologia na alimentação dos peixes. “Com a enzima melhoramos 0.2 na conversão alimentar, que é uma diferença significativa quando se pensa em grandes volumes” comenta.

Além da maior produção de filé com a mesma quantidade de peixe, o produtor também notou outros benefícios: “outro resultado positivo foi a diminuição de mortalidade e melhora significativa também no crescimento. Tudo relacionado talvez ao melhor aproveitamento da ração proporcionado pela enzima”, diz.

A utilização de um complexo enzimático depende da fase, da genética e até do manejo do animal, e vale ressaltar que o seu uso na aquicultura não só potencializa a conversão alimentar, mas também traz uma série de benefícios ao produtor: “o que você oferece ao animal vai ser melhor absorvido, então consequentemente vai ter maior um ganho de peso, maior manutenção dos parâmetros de qualidade de água, e maior aproveitamento de nutrientes, pontos muito importantes para a manutenção da produtividade e a rentabilidade da produção. Quanto mais o animal crescer e ficar bem de saúde, num ambiente adequado, melhor vai ser para ele”, explica Carolina.

Solução para formulação

Para auxiliar o setor a melhorar a eficiência alimentar dos animais, a Alltech possui em seu portfólio as soluções Allzyme´s.  Allzyme SSF e Allzyme Vegpro auxiliam na saúde do sistema digestivo do animal e maximizam a digestibilidade dos nutrientes da dieta.

Fonte: Ass. de imprensa
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Dia Estadual do Porco – ACSURS

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