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Novas pesquisas destacam o papel da metionina protegida

Cerca de 60 novos trabalhos relacionados à metionina foram apresentados durante a reunião anual de verão da American Dairy Science Association (ADSA). Entre eles, um experimento brasileiro realizado a campo, com dois grupos de animais em lactação e média de 40 kg de produção de leite.

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Foto: O Presente Rural

As pesquisas mostrando os benefícios da alimentação de metionina protegida do rúmen continuam recebendo interesse significativo.  Cerca de 60 novos trabalhos relacionados à metionina foram apresentados durante a reunião anual de verão da American Dairy Science Association (ADSA). A reunião anual da ADSA, conhecida como a mais abrangente reunião de ciência leiteira do mundo atraiu mais de 1.700 participantes de 51 países.

“Agora que a metionina é reconhecida como um nutriente essencial com uma ampla gama de funções na nutrição de vacas leiteiras, seus impactos na produção, saúde e desempenho continuam a ser mais profundamente explorados” disse Brian Sloan, Diretor Global de Negócios em Ruminantes, Adisseo.  “Para os produtores de leite, a suplementação de metionina oferece ganhos em produção de leite, gordura e proteínas do leite.  Além disso, oferece ganhos a longo prazo em termos de saúde e desempenho reprodutivo”

Entre os resultados de pesquisas apresentados na reunião anual da ADSA, destacaram-se os citados a seguir.

Uma pesquisa da Cornell University explorou o efeito de dietas iniciais de bezerras suplementadas com metionina ou com análogos de metionina protegidos do rúmen durante o período de 14 a 91 dias de idade. Os resultados indicaram que o análogo de metionina protegida HMTBi (Metasmart® dry) melhorou o consumo e ganho de peso após o desmame, com uma tendência para um maior peso corporal final.

Resultados de pesquisas adicionais do laboratório de Cornell, do Dr. Mike Van Amburgh, foram apresentados.  A pesquisa investigou a quantidade ideal de um perfil de 10 aminoácidos essenciais em relação à energia metabolizável na dieta, a fim de maximizar o desempenho e a eficiência alimentar. Os resultados confirmam a hipótese de que, com base em metionina e lisina, pelo menos 1,14 a 3,03 gramas por Mcal de energia metabolizável, respectivamente, são minimamente necessários.

Um experimento brasileiro realizado a campo, com dois grupos de animais – + 65 dias em lactação ao início do experimento e média de 40 kg de produção de leite, com dieta de tratamento fornecida por 10 semanas – mostrou aumentos significativos em leite corrigido para energia (+3 kg/dia), percentual de gordura (+0.20), percentual de proteínas do leite (+0.17), e melhorou a produção diária dos componentes do leite em 130 gramas de gordura e 110 gramas de proteína, quando uma dieta adequada em lisina foi complementada com Smartamine® M para alcançar uma relação desejada de lisina para metionina de 2,97 para 1. Uma nota interessante foi que o desempenho ideal surgiu associado a uma concentração plasmática de metionina próxima a 30μM, comparado a 18,4μM para as vacas controle que não foram suplementadas com metionina.

Uma pesquisa na University of Illinois avaliou os efeitos da alimentação de metionina protegida do rúmen em 32 vacas multíparas submetidas ao estresse por calor. Os pesquisadores concluíram que o estresse por calor afetou negativamente os parâmetros fisiológicos e produtivos. A metionina protegida do rúmen ajudou na produção de leite, proteínas do leite e gorduras do leite.

Uma pesquisa na The Ohio State University investigou os efeitos das fontes de metionina na fermentação ruminal e na biohidrogenação do ácido linoleico in vitro, visto que esses fatores impactam na diminuição da gordura do leite. Os pesquisadores concluíram que o ácido linoleico a 3% da matéria seca do substrato diminuiu a digestibilidade dos alimentos e alterou a produção de acetato e propionato. No entanto, metionina e o análogo de metionina, Ácido 2-Hidroxi-4-Metiltiobutanóico (HMTBa), aliviaram o efeito negativo do ácido linoleico na digestibilidade da fibra, e HMTBa produziu mais acetato e menos propionato comparado ao ácido linoleico, o que não ocorreu para a metionina. As alterações na biohidrogenação do ácido linoleico pela metionina e pelo HMTBa modificaram as vias de biohidrogenação relacionada à redução da gordura do leite.

Uma pesquisa do INRA (French National Institute for Agricultural Research) na França investigou o efeito da suplementação de metionina, lisina e histidina em situações de fornecimento de energia líquida baixa e alta em vacas leiteiras. O ensaio mostrou que aumentar a oferta de energia líquida provocou aumento da produção de proteínas e gorduras do leite. A utilização do balanceamento por aminoácidos aumentou a produção de proteínas do leite e tendência para aumento em produção de leite, tanto em altos quanto em baixos níveis de energia. Isso levou a um aumento geral na eficiência da proteína metabolizável.

Uma pesquisa conduzida na University of New Hampshire explorou a viabilidade de avaliação da biodisponibilidade da metionina com tecnologias de proteção do rúmen utilizando a técnica de dose-resposta de aminoácidos no plasma sem o uso de vacas com cânulas no rúmen.  Os pesquisadores descobriram que isso poderia ser feito ao usar uma referência de suplemento de aminoácido protegido do rúmen com uma biodisponibilidade conhecida. De acordo com os resultados da pesquisa, a biodisponibilidade do produto testado foi de 20,8% em relação à referência de metionina protegida do rúmen. O uso de vacas com rumens canulados mostrou não ser necessário.

 

Fonte: Assessoria da Adisseo
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Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) ajuda pecuaristas a melhorar indicadores de produtividade em suas fazendas

As inscrições para o PEC estão abertas até 31 de agosto de 2021.

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“A produção de carne por hectare aumentou 170% nos últimos 30 anos. Os consistentes avanços de melhoramento genético, manejo nutricional, cuidados sanitários e gestão nas fazendas contribuem para a pecuária brasileira avançar em produtividade. O Programa de Eficiência de Carcaça (PEC) foi criado para auxiliar os pecuaristas a melhorar os seus índices zootécnicos para produzir mais e melhor e, assim, ajudar o país a atender à crescente demanda global, estimada pela FAO em 60 milhões de toneladas este ano”, destaca Mauricio Graziani, presidente da Phibro Saúde Animal.

“O Brasil é líder no mercado mundial de carne bovina e avança em qualidade do produto final, com abate de gado cada vez mais jovem, carne macia, pH adequado e cobertura desejável de gordura. O PEC é um acelerador desse processo, fornecendo conhecimento e soluções para avançar em produtividade e em carne de qualidade”, explica Melina Marchi, coordenadora de compra de gado da Minerva Foods.

Nesse processo, a suplementação é essencial pois contribui para os animais receberem os nutrientes necessários, na quantidade certa, quando eles mais precisam. “O papel da nutrição é contribuir para o correto desenvolvimento dos animais, permitindo que eles expressem toda a sua genética”, reforça Mauricio Graziani.

Papel semelhante desempenha o controle das doenças. “Quando pensamos na sanidade, existem inúmeras situações que podem comprometer o desempenho dos animais tanto em termos de ganho de carcaça quanto de bom acabamento”, explica Bruno Di Rienzo, gerente de demanda da Biogénesis-Bagó.

Bruno alerta que, além das enfermidades já conhecidas, como vírus e bactérias, verminoses e ectoparasitoses, os bovinos enfrentam o desafio do estresse oxidativo, que impacta diretamente no consumo dos animais. “O mais importante é realizar a implementação do mapeamento de risco com o objetivo de identificar e calcular as probabilidades de cada uma dessas ocorrências. Dessa forma, com maior previsibilidade, podemos programar a sanidade com o foco na prevenção”, diz o técnico.

“O Programa de Eficiência de Carcaça tem por objetivo exatamente premiar e avaliar os melhores animais enviados para o abate, recompensando todo o investimento feito pelos pecuaristas nas fazendas”, ressalta Melina, da Minerva Foods.

Na indústria, a primeira análise é feita no recebimento do romaneio de abate mais detalhado com as notas dos parâmetros pré-estabelecidos do programa: pH, peso, acabamento e maturidade. “Com essas informações, conhecemos e analisamos o perfil dos animais, bem como o desempenho dos lotes com a média de pontuação dos animais.  Assim, o pecuarista tem clareza do perfil do lote e pode tomar a melhor decisão em termos de incrementar a produtividade”, complementa Melina.

Outra vantagem dos participantes do PEC é o suporte técnico oferecido pelas empresas parceiras na forma de envio periódico de conteúdos importantes, que abordam os temas de produção, possíveis soluções e/ou dicas para o progresso produtivo.

Iniciativa da Minerva Foods, Phibro Saúde Animal e Biogénesis Bagó, o PEC reconhece e valoriza os produtores com melhores indicadores de desempenho e que lideram o processo de produção de carcaças padronizadas e de alta qualidade.

O PEC é aberto aos pecuaristas de Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso, São Paulo e Tocantins interessados em produzir os bovinos do futuro e melhorar o seu desempenho segundo os parâmetros qualitativos do programa. O primeiro passo é se inscrever no site www.minervafoods.com/pec.

O passo seguinte é a avaliação do atual estágio da propriedade e, depois, a multiplicação de conhecimentos técnicos para melhoria dos indicadores de produção, com orientação dos pecuaristas para tomada de decisões.

Para esse trabalho, o PEC amplia o compartilhamento de informações, utilizando meios mais interativos, como o PECTV – canal no YouTube no qual são apresentados Giro PEC (cases de sucesso), Palavras do Especialista (conteúdos técnicos) e PEC Performance (discussões e análises dos números do programa).

As inscrições para o PEC estão abertas até 31 de agosto de 2021. Participam as unidades da Minerva Foods em José Bonifácio (SP), Mirassol D´Oeste (MT), Palmeiras de Goiás (GO), Janaúba (MG) e Araguaína (TO).

 

Fonte: Assessoria
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DSM lança premix que garante absorção mais rápida, eficiente e segura da vitamina D

Com o objetivo de aumentar a longevidade dos animais, conectando nutrição ao resultado em performance, o PX Hy•D® Swine 200 melhora o desempenho zootécnico e o bem-estar animal, além da rentabilidade dos suinocultores

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Adsos Passos, Gerente Técnico Suínos da DSM na América Latina.

A DSM, empresa global baseada em ciência para Nutrição, Saúde e Vida Sustentável, lança o PX Hy•D® Swine 200, tecnologia que permite alta absorção e aumento dos níveis sanguíneos de vitamina D (25-Hidroxivitamina D3) nos suínos. A nova proposta do premix traz ao mercado da suinocultura versatilidade e facilidade, otimizando o tempo de pesagem através do uso da dosagem única de 200g de premix por tonelada de ração, que pode ser aplicada a qualquer fase produtiva.

O PX Hy•D® Swine 200 otimiza a saúde e a produtividade de matrizes suínas, resultando no fortalecimento ósseo e incremento na imunidade de plantel. “A suplementação com a tecnologia da DSM possibilita um retorno econômico significativo ao suinocultor graças à melhoria de desempenho ao longo da vida produtiva do animal, bem como na maior longevidade das fêmeas por conta da diminuição dos problemas locomotores”, afirma Adsos Passos, Gerente Técnico Suínos da DSM na América Latina.

Para expressar seu potencial genético e produzir leitões saudáveis, as fêmeas de alta produtividade exigem suporte nutricional adequado, incluindo vitaminas e minerais. O PX Hy•D® Swine 200 contém 25-OH-D3 possibilitando uma absorção direta da vitamina para a corrente sanguínea.

O PX Hy•D® Swine 200 (25-OH-D3) é um metabólito da vitamina D3 de alta absorção. Além da mais rápida assimilação pelo animal, essa tecnologia é mais eficiente e segura em termos metabólicos.

Estudos recentes demonstram que o uso de PX Hy•D® Swine 200 eleva os níveis séricos de vitamina D, resultando na maior produção de leitões nascidos vivos e aumento de peso ao desmame. Já está comprovado que Hy-D® é a forma mais biodisponível de vitamina D que garante alta eficiência de assimilação do metabólito 25-OH-D3, o que melhora a condição corporal e óssea do animal. “Fêmeas de alta produtividade e suínos com alto potencial de desempenho demandam uma ótima nutrição vitamínica. Dessa forma se aumenta o ganho produtivo das granjas e a qualidade da carne que vai à mesa dos consumidores”, finaliza Adsos.

Fonte: Ass. de imprensa
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Vaccinar tem programa desmama antiestresse

Protocolo evita perda de peso do bezerro, otimiza a produtividade e ajuda a aumentar o lucro do produtor

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Especialista em nutrição de ruminantes da Vaccinar, Fernando Rossi Camilo

Com o objetivo de reduzir o estresse da desmama dos bezerros, a Vaccinar desenvolveu um protocolo nutricional exclusivo para essa fase, o Programa Desmama Antiestresse. Os bezerros são desmamados, ou seja, são retirados do contato com a vaca, com cerca de 210 quilos aos sete ou oito meses de idade.

“Além da diminuição do estresse, que pode fazer com que o bezerro perca peso de até uma arroba, com o protocolo o animal vai ganhar mais peso”, conta o especialista em nutrição de ruminantes da Vaccinar, Fernando Rossi Camilo. O programa, que dura 60 dias, otimiza a produtividade, já que o produtor vai produzir mais com os mesmos recursos da fazenda. Além disso, a lucratividade aumenta, em média, 35%.

O protocolo nutricional levou um ano para ser desenvolvido, com levantamento dos resultados a campo com a equipe de assessores técnicos da empresa junto com o pessoal da área de pesquisa e desenvolvimento (P&D).

Além do Programa Desmama Antiestresse, a Vaccinar desenvolveu outros, como o Programa Nutricional de Precisão Cria, o de Recria e o Programa Nutricional de Precisão para Engorda. “A empresa sempre busca o menor custo de produção com o melhor desempenho do animal, ou seja, produzir muito mais arroba com pouco dinheiro”, observa.

 

Fonte: Ass. de imprensa Vaccinar
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