Conectado com

Notícias Em Campina da Lagoa (PR)

Nova unidade da Coamo inicia operações com recebimento de milho da segunda safra

Complexo já conta com um secador em funcionamento, três silos, tombadores, moega, balança e calador. Quando finalizada, a estrutura terá dois secadores com capacidade de 150 toneladas por hora e seis silos com capacidade estática total de um milhão de sacas.

Publicado em

em

Fotos: Divulgação/Coamo

O novo entreposto da Coamo em Campina da Lagoa (Centro-Oeste do Paraná) está com cerca de 50% das obras concluídas e iniciou o recebimento da safra na última terça-feira (27). A primeira carga entregue foi de milho da segunda safra, realizada pelo cooperado Eliseu Barbosa de Carvalho e seu filho, Eder Garcia Barbosa.

A unidade ainda está em construção, mas parte da estrutura já está pronta para atender os cooperados da região. “Mesmo com a obra em andamento, estamos prontos para atender os cooperados nesta safra de milho”, informa o gerente da unidade, Elerson Reis Tiburcio.

O complexo já conta com um secador em funcionamento, três silos, tombadores, moega, balança e calador. Quando finalizada, a estrutura terá dois secadores com capacidade de 150 toneladas por hora e seis silos com capacidade estática total de um milhão de sacas. A previsão é que a unidade seja inaugurada entre dezembro deste ano e janeiro de 2026.

Segundo Tiburcio, o investimento inicial na obra é de R$ 120 milhões. “A nova unidade vai trazer facilidade para os cooperados da região, que antes precisavam transportar sua produção para Juranda ou Altamira do Paraná”, explica. A distância, que antes variava entre 30 e 40 quilômetros, agora será reduzida com o recebimento local.

A unidade também contará com um armazém de insumos de quatro mil metros quadrados, que deverá estar concluído até o final de junho. O espaço será utilizado para a entrega de sementes, fertilizantes, defensivos e calcário, além de atender a demanda de crédito e assistência técnica. “A estrutura já começa robusta, com mais de 300 cooperados sendo atendidos desde o início”, ressalta o gerente.

A estimativa é que a unidade atenda inicialmente cerca de 100 cooperados da região de Juranda, 100 de Altamira do Paraná e mais de 60 entre novos associados e cooperados em processo de cadastramento.

A entrega realizada pela família Barbosa marcou simbolicamente o início das operações. “Era um momento muito esperado. Realmente um sonho sendo concretizado”, afirma Tiburcio. Ele acrescenta que a nova unidade representa um passo importante para a Coamo e para os cooperados da região. “Essa produção, que antes era levada para fora do município, agora ficará aqui, gerando renda local e fortalecendo a presença da cooperativa em Campina da Lagoa.”

A entrega inaugural representa o início dos trabalhos no entreposto, que era aguardado pelos produtores da região. “É uma alegria poder ser o primeiro a entregar aqui nessa nova unidade tão sonhada em Campina da Lagoa”, afirma Eder Barbosa.

Segundo ele, a inauguração da estrutura representa um avanço para os cooperados e para o município. “Hoje é um marco, uma mudança de chave. Vai melhorar o recebimento da produção e gerar mais empregos. Isso representa uma grande mudança para os produtores de toda a região.”

Até então, toda a produção da família era levada até a unidade da Coamo em Altamira do Paraná. “Queremos fazer um agradecimento especial à equipe de Altamira, que por muitos anos nos atendeu com dedicação”, declara Eder.

A nova unidade, localizada próxima à propriedade da família, traz benefícios logísticos e operacionais. “Aqui ficou muito mais perto da nossa residência, facilitando o acesso e gerando economia no transporte.”

Com estrutura moderna, a unidade foi projetada para oferecer mais agilidade e segurança no recebimento dos grãos. “É uma unidade completa, com muita comodidade para os produtores. A classificação, a pesagem, o descarregamento e até a segurança para os motoristas foram muito bem pensados”, explica Eder.

Para os cooperados, a entrega da primeira carga é o início de um novo ciclo. “Se Deus quiser, vamos ser os primeiros de muitos que virão. Essa unidade tem tudo para alcançar grandes números.”

Fonte: Assessoria Coamo

Notícias

Vendas externas do Paraná avançam em mercados asiáticos e europeus

Exportações para seis países cresceram significativamente no primeiro bimestre e já representam mais de 10% do total embarcado pelo estado.

Publicado em

em

Foto: Jonathan Campos

As exportações paranaenses para alguns mercados asiáticos e europeus cresceram de forma significativa neste ano. De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), organizados pelo Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), as vendas estaduais para Japão, Singapura e Filipinas avançaram, respectivamente, 107%, 103% e 124% no 1º bimestre de 2026, em comparação a idêntico período de 2025. Ou seja, dobraram de tamanho.

No caso das vendas para o mercado japonês, o aumento foi sustentado principalmente pela carne de frango, enquanto as exportações para Singapura e Filipinas apresentaram crescimento alicerçado no petróleo e na carne suína, respectivamente.

Em trajetória similar à desses países asiáticos, as receitas geradas pelo comércio com a Noruega progrediram 176% no 1º bimestre, posicionando-se entre as taxas de crescimento das vendas estaduais para a Polônia (282%) e a Dinamarca (130%). Para a Noruega, o destaque é o incremento das exportações de torneiras e válvulas, e para a Polônia e a Dinamarca a ampliação do comércio envolve o farelo de soja.

Juntos, os seis mercados passaram a responder por 10,1% das exportações totais do Paraná, muito acima da participação de 4,1% registrada nos dois primeiros meses de 2025.

Segundo Jorge Callado, diretor-presidente do Ipardes, um dos diferenciais das exportações do Estado diz respeito à diversidade de mercados e produtos, o que as tornam menos dependentes de compradores específicos. “Nos meses de janeiro e fevereiro de 2026, as mercadorias paranaenses alcançaram 183 mercados, em transações que envolveram cerca de 3 mil itens diferentes”, afirma.

Balança comercial

De maneira geral, o Paraná alcançou US$ 3,1 bilhões em movimentação de vendas para outros países em 2026. Apenas em fevereiro foram US$ 1,7 bilhão. Os principais produtos exportados foram carne de frango (US$ 698 milhões), soja em grão (US$ 425 milhões), farelo de soja (US$ 191 milhões) e papel (US$ 137 milhões). Entre os principais produtos o maior aumento de vendas aconteceu cm óleo de soja bruto, com 98% (de US$ 55 milhões para US$ 110 milhões).

OS principais destinos no primeiro bimestre foram China (US$ 581 milhões), Argentina (US$ 130 milhões), Índia (US$ 108 milhões), Emirados Árabes Unidos (US$ 106,8 milhões) e México (US$ 106,6 milhões). O comércio com a Índia também registrou crescimento expressivo em 2026, chegando a um aumento de 95%.

A balança comercial está no patamar de US$ 434 milhões, que é a diferença entre US$ 3,1 bilhões de exportações e US$ 2,7 bilhões de importações.

Fonte: AEN-PR
Continue Lendo

Notícias

Levantamento nacional quer medir impactos dos javalis na agropecuária brasileira

Pesquisa conduzida pelo Mapa reúne informações de produtores e manejadores para subsidiar ações de controle.

Publicado em

em

Foto: Shutterstock

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) está conduzindo uma pesquisa nacional para mapear a presença de javalis no meio rural, iniciativa fomentada pelo Grupo de Trabalho (GT) de Javalis do Paraná. A importância do levantamento fez parte da reunião do GT, na terça-feira (10), como forma de reunir informações quantitativas e qualitativas sobre a presença do animal e os impactos no campo. A previsão é que os resultados sejam divulgados no segundo semestre deste ano.

Posteriormente, os dados coletados vão ajudar a dimensionar o avanço da espécie no país e na construção de propostas e pleitos voltados ao enfrentamento do problema que afeta diretamente a produção agropecuária. O questionário está disponível para participação de produtores rurais e manejadores autorizados até 31 de maio.

Presidente do Sistema FAEP, Ágide Eduardo Meneguette: “Esse levantamento é fundamental para que possamos dimensionar o problema” – Foto: Divulgação/Sistema Faep

“Esse levantamento é fundamental para que possamos dimensionar o problema. Com a participação dos nossos produtores, teremos um retrato mais claro da presença dos javalis no campo e dos prejuízos causados. A partir dessas informações, será possível discutir medidas mais eficazes para o controle dessa espécie”, afirma o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

O Sistema Faep orienta que produtores rurais que já tenham avistado javalis em suas propriedades e/ou que tenham registrado prejuízos causados pelos animais respondam ao questionário. Mesmo aqueles que não tenham tido contato direto com os animais podem contribuir divulgando a iniciativa para outros produtores que enfrentam essa situação.

A mobilização também inclui os manejadores autorizados que atuam no controle populacional da espécie. Caso o produtor conheça profissionais que realizam esse trabalho, a recomendação é compartilhar o link da pesquisa para ampliar o alcance do levantamento e fortalecer a base de informações sobre o tema.

“Os dados até o momento são preliminares, e o levantamento depende desses questionários complementares”, destaca a representante do Mapa, Juliane Galvani.

Pesquisa para produtores rurais

Pesquisa para manejadores

Cartilha orienta produtores sobre riscos e controle

Como parte das ações de orientação aos produtores rurais, o Sistema Faep elaborou uma cartilha que aborda os riscos causados pelos javalis em diferentes áreas, incluindo impactos econômicos, ambientais e sanitários.

Disponibilizado gratuitamente no site da entidade, o material tem caráter orientativo e reúne informações que vão desde o histórico da presença do animal no Brasil até as normas que regulamentam o controle populacional por meio da caça.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
Continue Lendo

Notícias

Eficiência na produção animal exige soluções além da nutrição tradicional

Painel da Reunião Anual do CBNA reúne dia 14 de maio especialistas e executivos para discutir soluções que vão além da formulação de dietas para aves, suínos e bovinos.

Publicado em

em

Tecnologias emergentes, novas legislações e estratégias produtivas que ultrapassam a nutrição tradicional estarão no centro do painel “Soluções além da nutrição”, marcado para 14 de maio, das 09 às 12 horas, durante a programação técnica da 36ª Reunião Anual do CBNA – Aves, Suínos e Bovinos, que vai ser realizada de 12 a 14 de maio, no Distrito Anhembi, em São Paulo. Coordenado pelo zootecnista membro da Diretoria Técnica do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), Fabio Catunda, o painel reúne executivos e especialistas de empresas líderes para discutir soluções aplicáveis à realidade produtiva brasileira e internacional.

Entre os destaques está a palestra sobre a Lei de Bioinsumos, ministrada pelo CEO da Korin, Luiz Carlos Demattê Filho, que vai abordar impactos regulatórios e oportunidades estratégicas para produtores e indústrias. A programação inclui ainda a apresentação do gerente de Nutrição de Suínos da ADM, Vitor Hugo Moita, que tratará da formulação de dietas para suínos em diferentes mercados, destacando adaptações nutricionais para cenários econômicos e regionais distintos.

O zootecnista membro da Diretoria Técnica do Colégio Brasileiro de Nutrição Animal (CBNA), Fabio Catunda. “Hoje, eficiência produtiva depende de um olhar sistêmico. Nutrição continua sendo pilar central, mas resultados consistentes exigem integração com tecnologia, legislação, processamento e gestão”.

Na área de processos industriais, o médico veterinário e nutricionista da Seara, Leopoldo Malcorra de Almeida, vai apresentar estratégias para otimizar o retorno produtivo por meio de melhorias nos processos de fabricação na avicultura. Fechando o painel, o representante da Tietjen, Arturo Sánchez Carvajal, vai abordar inovações em moagem fina e controle de qualidade em tempo real como ferramentas para redução de custos e aumento da competitividade. “Hoje, eficiência produtiva depende de um olhar sistêmico. Nutrição continua sendo pilar central, mas resultados consistentes exigem integração com tecnologia, legislação, processamento e gestão. Este painel foi desenhado para entregar exatamente essa visão prática ao participante”, afirma Catunda.

A Reunião Anual do CBNA tem como proposta reunir especialistas da academia e da indústria para discutir tecnologias, tendências e desafios que impactam diretamente a competitividade das cadeias de aves, suínos e bovinos. A expectativa é de que os debates sirvam como base para decisões estratégicas de profissionais, empresas e investidores do setor.

As inscrições com desconto para a Reunião Anual podem ser confirmadas até o dia 25 de março através do site do evento, acesse clicando aqui. Após essas datas, as taxas serão reajustadas. O CBNA vai realizar outros dois eventos simultaneamente no mesmo local. Um deles é o 9º Workshop sobre Nutrição e Nutrologia de Cães e Gatos, no dia 12 de maio, e outro é o 25º Congresso CBNA Pet, nos dias 13 e 14 de maio. Toda essa programação será paralela à Fenagra, Feira Internacional dedicada à tecnologia e processamento da agroindústria Feed & Food, apoiadora da iniciativa.

Fonte: Assessoria CBNA
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.