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Nova recordista mundial da raça Gir Leiteiro

Vicenza FIV Cabo Verde, de 33 meses, foi a grande campeã do Concurso Leiteiro de Passos com média de 56,308 kg de leite

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A raça Gir Leiteiro tem uma nova recordista mundial de produção na categoria Fêmea Jovem (até 36 meses). Vicenza FIV Cabo Verde, do criador José Coelho Vítor, sagrou-se a grande campeã no Concurso Leiteiro da 14ª Exposição Especializada do Gir Leiteiro de Passos (MG), dentro da 53ª Expass, realizada de 06 a 13 de março. 

Vicenza produziu nos três dias do concurso 168,925 kg de leite, com uma média de 56,308 kg. Com esse resultado, ela quebrou o recorde anterior da fêmea Doris FIV Alambari, que produziu média 55,906 kg, em 2014, durante torneio leiteiro realizado em Uberlândia. Além de Grande Campeã do Concurso Leiteiro de Passos 2016, Vicenza FIV levou os títulos de Campeã Fêmea Jovem e Melhor Úbere Jovem. A nova recordista é filha de Jaguar TE do Gavião na Atlanta, que é filha de Sansão e tem lactação oficial de 10.884 Kg de leite.

Para o administrador da fazenda São José do Can Can, Rodrigo Coelho, o resultado é muito positivo por se tratar de um título de Grande Campeã ainda mais na nossa terra Natal, ou seja, dentro de casa. "O sucesso foi ainda maior porque o título veio coroado com o recorde mundial", ressaltou.

O superintendente técnico da ABCGIL, André Rabelo Fernandes, destacou que começar o ano com um novo recorde é um bom resultado para a raça. "Com uma estrutura corporal e úbere de boa qualidade, o animal mostra a força da raça Gir Leiteiro", afirmou.

Fábrica de Campeãs 

Coelho destacou que esse é o quarto recorde mundial da Fazenda São José do Can Can e demonstra o resultado do trabalho de seleção do criador José Coelho Vítor. Há nove anos, o pecuarista tem realizado o melhoramento genético dos animais com foco na produção de leite e temperamento, aliado a um bom manejo, boa genética e acasalamentos dirigidos. "Vale lembrar que 100% das matrizes da fazenda passam pelo controle leiteiro, as melhores são selecionadas como doadoras e as outras como receptoras", observou.

A Fazenda São José do Can Can conquistou recordes de produção também com a Vaca Jovem Jiba FIV de Bras, Bi- recordista mundial de produção da Raça com média diária de produção de 62,97 Kg de leite e Bruna FIV Cabo Verde, Recordista mundial de produção da Raça com média diária de 68,960 Kg de leite, além da Recordista de produção da EXPOZEBU, Fábrica FIV de Bras, com média diária de 60,840 Kg de leite.

Noite de Gala

No dia 29 de abril, a Fazenda São José do Can Can abre o final de semana de grandes negócios do Grupo Cabo Verde com o Leilão Noite de Gala São José do Can Can. Em oferta, 32 lotes de alta genética do Gir Leiteiro, entre prenhezes, bezerras de pista, doadoras consagradas e recordistas de produção. A organização é da Programa Leilões e a transmissão pelo Canal Terraviva. No sábado é a vez do tradicional Grande Leilão Anual Girolando Santa Luzia com oferta especial de 300 fêmeas Girolando.

Fonte: Assessoria

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SC mantém a liderança na suinocultura brasileira

Em março, o agronegócio catarinense embarcou 55,7 mil toneladas de carne suína, faturando US$138,4 milhões

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Presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina, José Antônio Ribas Júnior

A suinocultura catarinense continua liderando a produção e a exportação brasileira, apesar dos fortes incentivos que outras unidades da Federação estão destinando ao setor. O Estado catarinense superou mais um recorde nas exportações mensais do produto. Em março, o agronegócio catarinense embarcou 55,7 mil toneladas de carne suína, faturando US$138,4 milhões. Essa é a maior marca desde o início da série histórica em 1997.

Ao comemorar esses resultados, o presidente do Sindicato das Indústrias da Carne e Derivados no Estado de Santa Catarina (SINDICARNE), José Antônio Ribas Júnior, lembra que Santa Catarina perdeu para o Paraná, no passado, a liderança na avicultura brasileira em razão de vantagens competitivas daquele Estado, como incentivos fiscais, excelente infraestrutura, condições logísticas e abundância de milho. “São facilidades que não temos aqui e que exigem muito esforço para mantermos nossa hegemonia”, observa o dirigente.

O ano iniciou com quedas nas exportações de carne suína, mas Santa Catarina retomou o crescimento e ampliou as vendas para os maiores mercados. Os principais destinos para a carne suína produzida no Estado ampliaram suas compras no último mês, com destaque para a China que proporcionou um incremento de 53,6% em divisas.

Ribas assinala que a cadeia produtiva catarinense continua otimizando a produção e, atualmente, mais de 30 mil suínos são abatidos diariamente. Para manter esse volume de processamento industrial há uma base produtiva formada por mais de 3,9 milhões de animais alojados em campo. Essa cadeia é operada por aproximadamente 6.000 integrados, cooperados e produtores independentes.

O ano de 2020 foi de intensa produção, com um crescimento superior aos 35% em comparação com 2019, atingindo um volume exportado superior aos US$ 1,3 bilhão.

O dirigente enfatiza que esse crescimento extraordinário se deve a conjugação de quatro fatores: produtores competentes, sanidade, nutrição e genética. “Todos esses aspectos são observados pelos produtores integrados,  cooperados e independentes com destaque aos critérios mencionados de sanidade,  nutrição e genética e, claro, o cumprimento das normas de bem-estar animal  (BEA), que é norma imperativa e que não pode jamais ser tangenciada”, expõe.

O presidente do SINDICARNE aponta que “o grande desafio é manter o volume de produção e exportação,  agregando valor ao produto,  mantendo a sanidade como fator predominante na cadeia produtiva, principalmente quando se observa o avanço da PSA (peste suína clássica) pelo mundo”.

Esses são os desafios internos.  Os externos são a necessidade de equilibrar preço de grãos e sua oferta,  redução de custos internos e equilíbrio de contas frente  alta de elementos como energia elétrica,  combustíveis (frete), materiais de construção e mão de obra para expansão, além da escassez de silos de armazenagem. A falta de linhas de crédito é outro obstáculo indicado por José Ribas.

Fonte: Assessoria
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BRF planeja aumentar em 300% espaços diferenciados em redes varejistas por todo o Brasil

Companhia já implementou modelo Store in Store em importantes redes como Pão de Açúcar, Extra e BIG

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A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, pretende ampliar em 300% sua presença com espaços diferenciados de venda dentro de redes varejistas do País. O modelo Store in Store, uma opção que reúne os principais produtos das marcas Sadia, Perdigão e Qualy em um único lugar dentro dos supermercados, oferece aos clientes praticidade ao organizar os itens por ocasiões de consumo – como café da manhã, churrasco, feijoada e pratos congelados, por exemplo. O conceito, que já está em operação no Pão de Açúcar, Extra, Makro, Big e G.Barbosa, deve alcançar 400 espaços de venda ainda este ano.

O Store in Store fechou 2020 com mais de 100 espaços instalados. Nesta modalidade de vendas, o varejista cede umlocal dentro do seu estabelecimento comercial para a BRF promover uma experiência de compra diferenciada, transmitindo a mensagem “tudo o que o consumidor precisa em um só lugar”. Com esse formato, a BRF leva para os varejistas uma modalidade inovadora, que permite que os consumidores tenham uma nova experiência de varejo totalmente B2B2C.

O conceito traz para o mundo físico o que o cliente já encontra no canal online Mercato em Casa e expande o modelo da loja própria Mercato Sadia. Nos dois locais de compra, os produtos estão organizados para facilitar a compra por ocasião de consumo e proporciona uma melhor experiência para os consumidores.

“Oferecer alimentos com qualidade, sabor e ainda mais praticidade, onde e como o consumidor quiser, é um dos nossos compromissos: colocar o consumidor sempre no centro das decisões. O Store in Store nos possibilita atingir esta meta. Por meio deste modelo, a BRF busca o acesso direto com o consumidor pelo varejo”,diz Manoel Martins, Diretor Comercial do Mercado Brasil da BRF. “O modelo foi tão bem recebido pelo mercado que planejamos, para este ano, abrir 300 novos espaçosem todo o Brasil”, finaliza o executivo.

A estratégia de expansão do Store in Store está alinhada com a Visão 2030, plano de crescimento da Companhia anunciado no final de 2020 que visa consolidar a liderança da BRF como uma empresa global de alimentos de alto valor agregado, com marcas reconhecidas e produtos de alta qualidade.

Fonte: Assessoria
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JBS adquire empresa europeia e expande sua plataforma global de alimentos plant-based

Compra da Vivera, terceira maior produtora de proteína plant-based da Europa, impulsiona a JBS no mercado de proteína vegetal

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A JBS, maior empresa de proteína e segunda maior indústria de alimentos do mundo, celebrou acordo para a compra da empresa Vivera, terceira maior produtora de plant-based na Europa, por um enterprise value (valor de empresa) de 341 milhões de euros. A Vivera desenvolve e produz um diversificado e inovador portfólio de produtos plant-based substitutos de carne para grandes varejistas em mais de 25 países europeus, com presença relevante na Holanda, no Reino Unido e na Alemanha. A transação inclui três unidades fabris e um centro de pesquisa e desenvolvimento localizados na Holanda.

A aquisição da Vivera fortalece e impulsiona a plataforma global de produtos plant-based da JBS. A tendência global é de forte crescimento no consumo desse segmento. A operação vai ampliar o portfólio da JBS com uma marca consolidada na preferência dos consumidores, reforçando o foco da Companhia em produtos de valor agregado.

A Vivera, atualmente a maior companhia independente de plant-based da Europa, se soma às iniciativas da Seara, no Brasil, onde a Linha Incrível detém a liderança em hambúrgueres vegetais, e da Planterra, que conta com a marca OZO nos Estados Unidos.

“É um passo importante para o fortalecimento da nossa plataforma global de proteína vegetal. A Vivera traz musculatura para a JBS no setor de plant-based com conhecimento tecnológico e capacidade de inovação”, afirma Gilberto Tomazoni, CEO Global da JBS.

Para fomentar seu espírito empreendedor, a JBS vai manter a Vivera como uma unidade de negócios autônoma, mantendo sua atual liderança.

“Juntar forças com a JBS nos dá acesso a recursos significativos e capacidades para acelerar nossa atual trajetória de forte crescimento”, diz Willem van Weede, CEO da Vivera.

A transação, que foi aprovada por unanimidade pelo Conselho de Administração da JBS, está sujeita à validação das autoridades antitruste.

Fonte: Assessoria
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CONBRASUL/ASGAV

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