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Nova ferramenta digital vai apoiar pecuaristas no planejamento forrageiro

Ferramentas inovadoras, como o EstriboSim podem se tornar essenciais para proporcionar mais segurança e previsibilidade dos retornos produtivos e financeiros nas fazendas.

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Fotos: Divulgação/Embrapa

A Embrapa Pecuária Sul desenvolveu o EstriboSim, ferramenta digital destinada a auxiliar pecuaristas e técnicos no uso da cultivar BRS Estribo de capim-sudão, gerando laudos financeiros a partir de indicadores fornecidos pelos produtores. Elaborado em parceria com a Lotus Web Systems, esse software web fornece o lucro mais provável, valores de risco e uma análise tríplice de cenários bioeconômicos da utilização dessa variedade, amplamente cultivada há mais de dez anos na Região Sul.

De acordo com o pesquisador da Embrapa Vinícius Lampert, o EstriboSim oferece mais agilidade na tomada de decisão durante o planejamento forrageiro, pois faz os cálculos a partir dos valores fornecidos pelos produtores. “A pecuária enfrenta desafios complexos, uma vez que suas margens são muito dependentes do custo, preço e produtividade, sendo influenciadas principalmente pelo mercado, fertilidade do solo, manejo eficiente das pastagens e desempenho animal. Por isso, ferramentas inovadoras, como o EstriboSim podem se tornar essenciais para proporcionar mais segurança e previsibilidade dos retornos produtivos e financeiros nas fazendas. Os cenários de lucro da cultivar são efetuados de forma prática e simplificada, sem papel e caneta, mas com uma ferramenta digital na palma da mão”, ressalta.

O EstriboSim calcula cenários de lucro operacional efetivo potencial por hectare, considerando três variáveis principais: custo da pastagem por hectare (R$/hectare), preço de comercialização do animal (R$/kg peso vivo) e produtividade (kg peso vivo/hectare). A partir dessas informações, o software web faz uma análise, apresentando os possíveis resultados bioeconômicos da implantação dessa pastagem em diferentes sistemas de produção.

A ferramenta também faz uma análise tríplice de cenários bioeconômicos que simula três situações diferentes para cada parâmetro inserido, ajudando a identificar as combinações de preço, custo e produtividade que resultam em lucro ou prejuízo. Lampert destaca a importância dessa funcionalidade: “A simulação permite que os produtores visualizem de forma clara e objetiva como diferentes cenários podem impactar seus resultados financeiros. Com isso, eles podem tomar decisões mais assertivas, reduzindo riscos ao prever o lucro em função das variáveis informadas”.

Desenvolvido para ser acessível, o EstriboSim possui uma interface amigável, facilitando o uso por produtores com pouca familiaridade tecnológica. Ele apresenta resultados em uma matriz colorida intuitiva. Desempenhos lucrativos são destacados em verde, situações de equilíbrio em amarelo, e prejuízos em vermelho. Essa abordagem visual permite identificar diferentes estratégias e pontos que requerem ajustes, facilitando significativamente o processo de tomada de decisão pelo produtor. Outra funcionalidade da ferramenta é a indicação de fatores para a obtenção de lucro utilizando essa forrageira, como a produtividade mínima, o custo máximo de implantação e o preço mínimo da comercialização.

Segundo o pesquisador, o EstriboSim permite uma análise rápida dos cenários bioeconômicos e acurácia nos cálculos, utilizando variáveis críticas para fornecer uma estimativa do lucro operacional. Para isso, é essencial que o produtor insira informações de referência sobre produtividade, custos e preços esperados. Com base nesses dados, o EstriboSim gera laudos personalizados que auxiliam na implementação das melhores práticas de manejo. Mais informações sobre o impacto bioeconômico do BRS Estribo estão disponíveis aqui.

Embora atualmente o software web seja específico para a cultivar BRS Estribo, Lampert vê como próximo passo a adaptação da ferramenta para outras cultivares e tecnologias. “Nosso objetivo é expandir a aplicabilidade do EstriboSim, tornando-o um sistema ainda mais versátil e útil no setor agropecuário, abrangendo uma gama mais ampla de cultivares e tecnologias”, finaliza.

Lançamento oficial

O EstriboSim será lançado oficialmente no evento Universo Pecuária, em Lavras do Sul (RS), entre os dias 29 de outubro e 3 de novembro.

Em breve, a tecnologia estará disponível no site da Embrapa Pecuária Sul, facilitando o acesso dos produtores e técnicos a essa ferramenta inovadora e amigável.

Cultivo da BRS Estribo abrange mais de 3,3 milhões de hectares

A cultivar de capim-sudão BRS Estribo vem se consolidando como uma alternativa eficiente de forrageira para a pecuária de corte e de leite na Região Sul do Brasil. Segundo levantamento feito pela equipe da Embrapa, em 2022, a cultivar foi utilizada em aproximadamente 440 mil hectares. Se forem somadas as áreas anuais de cultivo ao longo de mais de 10 anos desde seu lançamento, estima-se que o plantio ultrapasse 3,3 milhões de hectares.  De acordo com dados da Associação dos Produtores de Sementes e Mudas do Rio Grande do Sul (Apassul), a BRS Estribo é a segunda cultivar de espécie forrageira mais produzida e comercializada no estado do Rio Grande do Sul.

Trata-se de uma forrageira anual de verão que tem apresentado excelente desempenho técnico e produtivo desde que foi lançada. De acordo com o também pesquisador da Embrapa e um dos responsáveis pelo desenvolvimento da BRS Estribo, Daniel Montardo, uma das principais vantagens da cultivar é o ciclo longo e a alta produção de forragem. “Outro aspecto positivo apontado pelos produtores é a grande flexibilidade de manejo, podendo ser utilizada tanto em pastejo contínuo como rotativo, com alta resposta ao condicionamento da estrutura da pastagem”, complementa.

Produtores indicam ainda outras características importantes da cultivar, como a alta capacidade de perfilhamento, rebrote e produtividade. Segundo Montardo, ela tem se mostrado eficaz em consorciação com outras forrageiras, propiciando seu uso em conjunto com uma ampla gama de espécies e cultivares, inclusive de ciclo hibernal. “Toda essa flexibilidade tem levado a novas inserções, como, por exemplo, a semeadura mais tardia na Região Sul do Brasil (entre fevereiro e abril), tanto para atuar como mitigadora de vazios forrageiros outonais, como para produzir palhada após a colheita da soja e antes do plantio do trigo. Além disso, destaca-se a sua indicação para composição de consórcios, mesclas e cadeias forrageiras, como a tecnologia Pasto sobre Pasto, também desenvolvida pela Embrapa”, destaca o pesquisador.

A avaliação dos impactos dessa tecnologia, realizada anualmente pela Embrapa, atesta os bons resultados produtivos e a satisfação dos produtores entrevistados. Segundo a metodologia utilizada nesse trabalho, apenas no ano de 2022, o impacto econômico da utilização da cultivar BRS Estribo foi superior a R$ 98 milhões.

Parceria possibilitou lançamento de cultivares de forrageiras para clima temperado

O capim-sudão BRS Estribo é um dos frutos da parceria formada entre a Embrapa, a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e a Associação Sul-Brasileira para o Fomento e a Pesquisa de Forrageiras (Sulpasto), instituição que integra empresas produtoras de sementes dos três estados da Região Sul. A parceria foi firmada com o objetivo de desenvolver e lançar cultivares de espécies forrageiras para essa Região. Constituída no final de 2011, a iniciativa já disponibilizou cultivares de espécies como azevém, trevo-branco, trevo-vermelho, trevo-vesiculoso, cornichão, aveias forrageiras, entre outras.

Montardo observa que a cultivar também integra o Programa de Melhoramento Genético e de Produção de Sementes de Espécies de Forrageiras para a Região Sul, desenvolvido por diferentes unidades da Embrapa. Além do desenvolvimento de cultivares, o programa atua ainda em pesquisas para melhorar a qualidade de sementes, a partir de sistemas de produção, técnicas de colheita e de beneficiamento, controle de plantas invasoras, entre outras.

Fonte: Assessoria Embrapa

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Novo status sanitário do Brasil fortalece exportações paranaenses para a China

Setor pecuário do Estado espera ganhos em competitividade, demanda por proteínas e valorização da cadeia bovina.

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Foto: Maurílio Fernandes de Oliveira

O reconhecimento do território brasileiro como área livre de febre aftosa sem vacinação pela China terá impacto positivo para a pecuária do Paraná, conforme análise do Sistema Faep. A medida tem potencial de ampliar oportunidades comerciais para o Estado, já reconhecido como área livre da doença desde 2021. A decisão do governo chinês ocorre após mais de duas décadas de negociações e elimina restrições sanitárias que ainda limitavam parte das exportações brasileiras de produtos da pecuária.

Foto: Shutterstock

O anúncio ocorre um ano após a Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA) reconhecer o Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação, resultado de um processo de décadas envolvendo produtores rurais, serviços veterinários oficiais e governos estaduais.

“O elevado status sanitário paranaense e a organização da cadeia pecuária colocam o Estado em posição favorável para aproveitar o novo cenário comercial. O principal reflexo esperado é o fortalecimento da competitividade das nossas proteínas, ainda mais para um mercado consumidor com alta demanda, como a China”, avalia o presidente do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette.

Na prática, a decisão pode resultar em aumento da demanda chinesa por proteínas animais produzidas no Brasil, mais oportunidades para frigoríficos exportadores instalados no Paraná, sustentação ou valorização dos preços do boi gordo em caso de crescimento das exportações e efeitos positivos no mercado de reposição, especialmente para bezerros e garrotes.

Foto: Thais Rodrigues de Sousa

Segundo o técnico do Departamento Técnico e Econômico (DTE) do Sistema Faep Fábio Peixoto Mezzadri, os números já demonstram a relevância do mercado chinês para a pecuária de corte bovino paranaense. “Em 2025, o Paraná exportou 23,5 mil toneladas de produtos bovinos para China, movimentando US$ 126,9 milhões. O principal volume corresponde às carnes bovinas congeladas desossadas, responsáveis pela maior parte do valor exportado pelo Estado”, explica.

Principal destino das exportações do agronegócio brasileiro, a China respondeu por mais de US$ 50 bilhões em compras do setor em 2025. “O reconhecimento sanitário reforça a confiança nas cadeias produtivas nacionais e fortalece a parceria estratégica entre os dois países, ao mesmo tempo em que cria novas possibilidades de expansão para produtores e exportadores brasileiros e, especialmente, os paranaenses”, conclui Mezzadri.

Fonte: Assessoria Sistema Faep
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Pecuária impulsiona alta de 4% nas vendas de suplementos minerais

Exportações aquecidas, valorização da cria e período seco sustentam crescimento do mercado.

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Foto: Shutterstock

As vendas de suplementos minerais para pecuária começaram 2026 em ritmo de crescimento. Entre janeiro e abril, as indústrias associadas à Associação Brasileira das Indústrias de Suplementos Minerais (Asbram) comercializaram 764,8 mil toneladas de produtos, volume 4% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. Apenas em abril, as vendas alcançaram 210,4 mil toneladas, alta de 4,9%.

Os números foram apresentados durante o Painel de Mercado da entidade, realizado em São Paulo, e refletem um cenário favorável para a pecuária brasileira, impulsionado pela valorização dos animais, pelo avanço das exportações e pela necessidade de suplementação durante o período seco.

O aumento no volume comercializado foi acompanhado por uma expansão ainda mais expressiva do número de animais atendidos. Segundo o economista Felippe Cauê Serigati, pesquisador da FGV Agro, a quantidade de bovinos suplementados cresceu 8% no primeiro quadrimestre, alcançando 68 milhões de cabeças.

O crescimento foi puxado principalmente pelos produtos das categorias Núcleos e Pronto para Uso. “A tendência é que os bons resultados continuem durante o período seco de outono-inverno, impulsionados pela necessidade de suplementação nutricional, pela valorização da cria e pelo bom momento da pecuária brasileira. Apesar dos desafios internos e externos, a economia brasileira deve seguir crescendo e a carne bovina continuará forte em produção, exportações, abates e consumo interno”, afirmou Serigati.

Exportações sustentam otimismo na pecuária

Foto: Gisele Rosso

Durante o encontro, o professor da Universidade de São Paulo (USP) Marcos Fava Neves destacou o fortalecimento das cadeias de proteína animal como um dos principais motores da economia brasileira. “Estamos assistindo a uma verdadeira ‘carnificação’ da economia brasileira, fortalecendo o interior do país e integrando cadeias produtivas como DDG, farelo de soja, biogás, biometano e biodiesel. O agro brasileiro está construindo um modelo cada vez mais eficiente e sustentável”, enfatizou.

Segundo o profissional, o mercado internacional segue favorecendo a pecuária brasileira. Ele destacou o aumento das compras pelos Estados Unidos e a manutenção da demanda chinesa pela carne bovina nacional. “Os Estados Unidos estão comprando muito e a China segue demandando carne brasileira, inclusive por caminhos alternativos. Hoje, exportamos cerca de 4 milhões de toneladas por ano e podemos chegar a 5 milhões até 2035”, frisou.

Economia cresce, mas desafios permanecem

A avaliação dos participantes do painel é que o Brasil continua apresentando crescimento econômico em 2026, apesar do ambiente marcado por inflação elevada, juros altos e aumento do custo dos alimentos.

A projeção apresentada por Serigati aponta expansão de aproximadamente 1,9% do PIB neste ano, sustentada pelo consumo das famílias, aumento da renda e desempenho das exportações, especialmente do agronegócio. “O Brasil possui petróleo para exportar e está menos vulnerável do que outras economias globais. Porém, o crescimento atual ocorre sem sustentação fiscal, os juros devem cair lentamente e o endividamento das famílias continua elevado”, ponderou.

Cenário internacional exige atenção

As tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos e Irã também entraram na pauta do evento. A possibilidade de interrupções no fluxo de petróleo pelo Estreito de Ormuz tem provocado volatilidade nos mercados de energia e insumos.

Mesmo assim, a avaliação dos especialistas é que o Brasil permanece em posição relativamente favorável por sua condição de exportador de alimentos e energia.

Para Fava Neves, as oportunidades para o agronegócio continuam robustas, mas exigem gestão profissional dentro das propriedades. “O mundo está turbulento, mas continuará precisando de alimentos. O Brasil é a cozinha do planeta e terá papel fundamental no abastecimento global diante da urbanização, do aumento da renda e do crescimento do consumo de proteína animal”, ressaltou.

Ele acrescentou que fatores como clima, custos de produção, sanidade, mão de obra e endividamento devem permanecer no radar dos produtores.

Logística reversa preocupa empresas

Além das questões de mercado, o encontro abordou temas regulatórios que preocupam o setor. Um deles é a logística reversa das embalagens, assunto que ainda não possui regulamentação definitiva para a cadeia de suplementos minerais.

Segundo a Asbram, empresas vêm sendo autuadas em estados como Goiás, Mato Grosso e São Paulo, apesar da ausência de obrigatoriedade formal para implantação do sistema. A recomendação da entidade é que as companhias apresentem recursos administrativos enquanto o tema continua em discussão.

Asbram prepara livro sobre 30 anos de atuação

A associação também anunciou o lançamento de um livro comemorativo aos seus 30 anos, previsto para ser apresentado durante o simpósio da entidade em 2027. A publicação reunirá a trajetória da Asbram e das cerca de 100 empresas associadas, registrando três décadas de atuação na nutrição do rebanho bovino brasileiro. “Vamos registrar nossa história, nossas ações, eventos, campanhas, debates e o trabalho técnico desenvolvido ao longo dessas três décadas. 2026 é um ano desafiador, mas acreditamos que, nos próximos dez anos, a pecuária será o maior setor do agronegócio brasileiro”, salientou Elizabeth Chagas.

Fonte: Assessoria Asbram
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Carne bovina está entre os cinco produtos brasileiros mais exportados para os Estados Unidos

Levantamento da Comex Stat mostra que siderurgia, petróleo, proteína animal e setor aeronáutico lideram as vendas brasileiras ao mercado norte-americano.

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A carne bovina ocupa a terceira posição entre os produtos brasileiros mais exportados para os Estados Unidos, segundo dados da Comex Stat. O produto respondeu por US$ 814,6 milhões em embarques e representou 7,5% do valor total exportado pelo Brasil para o mercado norte-americano no período analisado.

Foto: Shutterstock

O ranking evidencia a importância do agronegócio na pauta comercial entre os dois países, mas também mostra o peso de setores como siderurgia, petróleo e indústria aeronáutica nas exportações brasileiras.

Na liderança aparecem os produtos semiacabados, lingotes e outras formas primárias de ferro ou aço, com vendas de US$ 1 bilhão, equivalentes a 9,2% das exportações brasileiras destinadas aos Estados Unidos. Em segundo lugar estão os óleos brutos de petróleo ou de minerais betuminosos crus, que somaram US$ 857,5 milhões e participação de 7,9%.

Além da carne bovina, a lista dos cinco principais produtos exportados inclui aeronaves e outros equipamentos,

Foto: Shutterstock

incluindo peças e componentes, com US$ 768,3 milhões e participação de 7% nas vendas externas. Fechando o ranking aparece o ferro-gusa, ferro-esponja, grânulos, pó de ferro ou aço e ferro-ligas, que movimentaram US$ 594,1 milhões, o equivalente a 5,4% do total exportado.

Agro ganha relevância em meio ao debate tarifário

Os números ganham relevância em um momento de atenção do setor exportador às medidas comerciais anunciadas pelos Estados Unidos. A carne bovina é um dos produtos mais relevantes do agronegócio brasileiro no mercado americano e figura entre os itens estratégicos da pauta bilateral.

Foto: Shutterstock

O levantamento também mostra que a relação comercial entre Brasil e Estados Unidos é marcada por uma diversificação de produtos, envolvendo commodities agrícolas, minerais, petróleo e bens industrializados de maior valor agregado.

Cinco produtos representam mais de um terço das exportações

Somados, os cinco principais produtos exportados pelo Brasil para os Estados Unidos representam cerca de 37% do valor total embarcado ao país, demonstrando forte concentração em alguns segmentos específicos da economia.

A presença simultânea de produtos do agronegócio, mineração, energia e indústria reforça a importância do mercado norte-americano para diferentes cadeias produtivas brasileiras e ajuda a explicar a preocupação de exportadores diante de possíveis mudanças nas regras comerciais entre os dois países.

Fonte: O Presente Rural
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