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Nova edição de Avicultura revela os diferenciais que tornam os produtores mais competitivos

Reportagem de capa mostra como disciplina, rotina e decisões estratégicas sustentam resultados consistentes na atividade, além de análises de mercado, consumo e inovação no setor.

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Já está disponível na versão digital a nova edição  do jornal Avicultura Corte & Postura, publicação voltada à análise estratégica, técnica e econômica de uma das cadeias mais relevantes do agronegócio brasileiro. A edição traz um conjunto de reportagens que abordam desde gestão e desempenho produtivo até mercado, consumo, sanidade e inovação.

A reportagem de capa, intitulada “Quando vencer vira método”, convida o leitor a ir além dos números pontuais e entender o que sustenta trajetórias consistentes na avicultura nacional. Em um cenário de margens cada vez mais ajustadas e custos elevados, o material mostra que resultados recorrentes não são fruto do acaso, mas de disciplina, rotina e decisões diárias bem estruturadas. A matéria analisa os bastidores de uma trajetória pentacampeã no setor e reforça que, na avicultura, ganhar uma vez pode ser circunstancial, mas vencer de forma contínua exige método.

Ainda na capa, a edição destaca a reportagem “Lideranças projetam um ano sólido”, que reúne análises de executivos sobre mercado, custos e perspectivas para a avicultura em 2026. O conteúdo traz leituras estratégicas sobre produção, consumo e competitividade, em um momento de ajustes e reorganização do setor.

Conteúdo amplo e atual

Entre as reportagens desta edição, o jornal aborda temas que estão no centro das discussões da cadeia avícola. O leitor encontra análises sobre o crescimento da presença de brasileiros na IPPE, nos Estados Unidos, principal feira mundial do setor de processamento de proteínas animais, além de um balanço que mostra que frango e ovos cresceram em 2025 e mantêm expectativas positivas para este ano.

O consumo também ganha destaque, com a projeção de que o consumo de ovos deve ultrapassar 300 unidades por brasileiro em 2026, reforçando a importância do alimento na segurança alimentar e na dieta da população.

A edição traz ainda reportagens sobre investimentos industriais, como a nova planta da Aurora no Rio Grande do Sul dedicada ao frango griller, além de alertas técnicos com especialista chamando atenção para condenações por artrite, pododermatite e ascite em frangos, temas diretamente ligados à rentabilidade e ao bem-estar animal.

A inovação também está em pauta, com destaque para o avanço da Embrapa em estudos sobre carne cultivada de frango, tema que começa a ganhar espaço nas discussões sobre o futuro da proteína animal.

Além das reportagens, a publicação reúne artigos técnicos assinados por especialistas, abordando temas como manejo, inovação, bem-estar animal, biosseguridade e novas tecnologias aplicadas à produção de aves. A edição também apresenta as principais novidades das grandes empresas do agronegócio, com lançamentos, soluções e tendências do Brasil e do exterior.

A versão digital está disponível gratuitamente no site de O Presente Rural. A edição impressa já circula com distribuição dirigida a leitores e parceiros em 13 estados brasileiros.

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

Alta do diesel e das embalagens eleva custos da avicultura brasileira

Alta simultânea do combustível e das resinas plásticas pressiona logística, processamento e competitividade da avicultura, especialmente no Rio Grande do Sul.

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Foto: Ari Dias

A combinação de aumento no preço do combustível e encarecimento de insumos industriais começa a pressionar uma das cadeias mais relevantes do agronegócio brasileiro: a produção de proteína animal. Nas últimas semanas, produtores e agroindústrias passaram a enfrentar um novo ciclo de custos impulsionado pela alta do diesel e das resinas plásticas utilizadas na indústria de alimentos.

O Diesel S10 acumulou alta de 24,3% nos últimos 30 dias, alcançando preço médio nacional de aproximadamente R$

Foto: Divulgação

7,57 por litro em março de 2026. No mesmo período do ano passado, o combustível custava cerca de R$ 6,20 por litro, uma variação anual que pode chegar a 22% dependendo da região.

A elevação reflete fatores como a valorização do petróleo no mercado internacional, a desvalorização do real frente ao dólar e reajustes aplicados nas refinarias brasileiras.

Foto: Shutterstock

Para a cadeia avícola, produção de carne de frango e ovos, altamente dependente de logística rodoviária, o impacto é direto. O combustível está presente em praticamente todas as etapas da produção: transporte de ração, deslocamento de aves entre granjas e frigoríficos e distribuição da carne para o mercado interno e exportações.

Ao mesmo tempo, a indústria de alimentos enfrenta outro fator de pressão: o encarecimento das embalagens plásticas. Insumos como Polietileno e Polipropileno registraram aumentos próximos de 30% no último mês, impulsionados pelo custo da matéria-prima petroquímica e pela elevação da tarifa de importação dessas resinas no Brasil. Atualmente, a alíquota de importação de resinas plásticas está em 20%, enquanto a média global gira em torno de 6,5%, ampliando a diferença de custos em relação a outros mercados.

Na indústria de alimentos, as embalagens representam entre 15% e 25% do custo total de diversos produtos,

Foto: Divulgação

especialmente carnes resfriadas, congeladas e processadas.

Quando somados, os dois fatores, combustível e embalagens, geram um efeito cascata sobre toda a cadeia produtiva.

Setor acompanha cenário com atenção

Para o presidente executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos, o momento exige atenção do setor produtivo. “A avicultura brasileira é uma das cadeias mais eficientes do agronegócio, mas também extremamente sensível a oscilações em insumos estratégicos. Quando diesel e embalagens sobem ao mesmo tempo, isso gera uma pressão importante sobre a logística, o processamento e a estrutura produtiva”, ressalta.

Presidente da Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos: “Quando diesel e embalagens sobem ao mesmo tempo, isso gera uma pressão importante sobre a logística, o processamento e a estrutura produtiva” – Foto: Divulgação/Asgav

Segundo ele, a competitividade construída pelo setor depende de equilíbrio no ambiente econômico. “O Brasil conquistou protagonismo global na produção de carne de frango. Para manter essa posição, é fundamental garantir previsibilidade de custos e um ambiente que preserve a competitividade das cadeias produtivas”.

Cadeia estratégica para o Rio Grande do Sul

O Rio Grande do Sul está entre os principais polos da avicultura brasileira, com forte integração entre produtores, cooperativas e agroindústrias. O setor gera milhares de empregos e tem papel relevante tanto no abastecimento do mercado interno quanto nas exportações de proteína animal.

Em um cenário global de demanda crescente por alimentos, o acompanhamento das variáveis de custo se torna decisivo para garantir sustentabilidade econômica e continuidade do crescimento da cadeia avícola.

Fonte: Assessoria ASGAV/SIPARGS
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Chile suspende exportações de frango após caso de gripe aviária

Primeiro caso em uma granja industrial da região Metropolitana leva autoridades a acionar protocolos sanitários e negociar com mercados importadores.

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Foto: Shutterstock

O Serviço Agrícola e Pecuário do Chile (SAG) confirmou o primeiro caso de influenza aviária em aves de postura em um plantel industrial em Talagante, na região Metropolitana. Após a detecção, foram acionados protocolos sanitários e o país suspendeu temporariamente a certificação para exportações de produtos avícolas.

O caso foi comunicado à Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), e o SAG iniciou articulações com países importadores para retomar os embarques o mais rápido possível. O órgão informou que o abastecimento interno de carne de frango e ovos está garantido e que o consumo não oferece risco à saúde.

A ocorrência integra um surto já registrado em diferentes regiões do país, com casos em aves silvestres e de subsistência. O SAG reforça a adoção de medidas de biossegurança e orienta que suspeitas da doença sejam comunicadas imediatamente. Também segue disponível o seguro para indenização em casos de abate sanitário.

Fonte: O Presente Rural com Serviço Agrícola e Pecuário (SAG)
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Cotação dos ovos oscila pouco e mantém estabilidade no país

Levantamento do Cepea indica variações moderadas entre regiões produtoras e consumidoras.

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Foto: Rodrigo Felix Leal/AEN

Os preços médios dos ovos registraram variações discretas nas principais praças acompanhadas pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) em 31 de março de 2026.

Em Bastos (SP), referência nacional na produção, o ovo branco foi cotado a R$ 163,71, com leve recuo de 0,14% no dia, enquanto o vermelho chegou a R$ 187,34. Na região da Grande Belo Horizonte (MG), os preços foram de R$ 174,34 para o branco e R$ 198,74 para o vermelho, sem variação informada.

Em Santa Maria de Jetibá (ES), outro importante polo produtor, o ovo branco teve queda de 1,25%, sendo negociado a R$ 175,29. Já o ovo vermelho apresentou alta de 1,48%, alcançando R$ 198,34.

Na Grande São Paulo (SP), os valores ficaram em R$ 171,76 para o ovo branco e R$ 191,17 para o vermelho. Em Recife (PE), os preços foram de R$ 160,48 e R$ 177,24, respectivamente, também sem variações registradas no período.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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