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Avicultura

Nova edição de Avicultura destaca sanidade sob pressão e os desafios do setor

Cadeia ajusta protocolos e reforça medidas para garantir produção segura e acesso aos mercados.

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Foto: O Presente Rural

A nova edição do jornal Avicultura de O Presente Rural destaca, na capa, um dos principais desafios atuais da cadeia: a sanidade avícola sob pressão. Do controle de patógenos como a salmonella à prevenção da influenza aviária, o setor intensifica protocolos para atender às exigências sanitárias e de mercado.

O Brasil segue como protagonista global na produção e exportação de carne de frango, com números expressivos e presença consolidada no comércio internacional. Somente em 2025, o país exportou milhões de toneladas e movimentou bilhões de dólares, reforçando o peso da avicultura no agronegócio nacional . Esse desempenho, no entanto, está diretamente ligado à capacidade de manter elevados padrões sanitários.

A ocorrência de casos de influenza aviária nos últimos anos colocou o sistema à prova, exigindo respostas rápidas e rigorosas. A doença, altamente contagiosa entre aves, demanda vigilância constante e medidas de biosseguridade para evitar impactos na produção e nas exportações . Mesmo diante desse cenário, o setor demonstrou resiliência, conseguindo conter focos e retomar mercados em curto prazo .

Além das doenças virais, a publicação chama atenção para outros fatores que afetam a saúde dos plantéis, como as micotoxinas, que reduzem a capacidade de resposta das aves a patógenos, e o bem-estar animal, cada vez mais incorporado às estratégias sanitárias.

A edição também aborda como a cadeia produtiva vem ajustando seus processos, investindo em controle, tecnologia e manejo para garantir produtividade com segurança. O foco é produzir não apenas mais, mas com qualidade sanitária e previsibilidade, atendendo às exigências de consumidores e mercados internacionais.

Além das reportagens, o jornal reúne artigos técnicos assinados por especialistas, abordando temas como manejo, inovação, bem-estar animal, nutrição e as tecnologias que estão moldando o futuro da atividade. A publicação ainda apresenta as novidades das principais empresas do agronegócio do Brasil e do exterior.

Á edição também está disponivel na versão digital, com acesso gratuito. Para ler a versão completa online, clique aqui. Boa leitura!

Fonte: O Presente Rural

Avicultura

SBSA 2026 destaca estratégias para otimizar a produção de frangos por meio da ração

Pesquisador da Auburn University mostrará relação entre processamento da ração e fisiologia intestinal das aves, visando maior eficiência e sustentabilidade.

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Foto: Divulgação

A influência da granulometria da ração no desempenho e na saúde intestinal das aves será um dos temas abordados durante o 26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura (SBSA). Promovido pelo Núcleo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas (Nucleovet), a palestra Granulometria e seu impacto no trato digestivo será ministrada pelo pesquisador, Wilmer Pacheco, no dia 8 de abril (quarta-feira), às 10h30, durante o Bloco Nutrição, no Centro de Cultura e Eventos Plínio Arlindo de Nes, em Chapecó (SC).

Wilmer é bacharel em Ciência de Alimentos pela Escola Pan-Americana de Agricultura (Universidade Zamorano), em Honduras, onde se formou em 2005. Após a graduação, iniciou sua carreira em um programa de trainee gerencial na Murphy Brown, LLC, na Carolina do Norte (EUA), sendo responsável pela supervisão da produção de aproximadamente 10 mil toneladas de ração peletizada por semana.

Palestra Granulometria e seu impacto no trato digestivo será ministrada pelo pesquisador, Wilmer Pacheco, no dia 8 de abril (quarta-feira), às 10h30

Em 2009, ingressou como assistente de pesquisa no Departamento de Ciência Avícola da North Carolina State University, onde obteve os títulos de Mestre em Ciência Avícola e Doutor (Ph.D.) em Fisiologia e Nutrição. Desde 2015, atua como professor assistente e especialista em extensão em processamento de rações no Departamento de Ciência Avícola da Auburn University. Suas áreas de atuação incluem gestão de fábricas de ração, garantia da qualidade, segurança de alimentos e nutrição animal, com foco nas inter-relações entre processamento de ração, fisiologia e desempenho das aves.

A granulometria é um grande fator na nutrição avícola, influenciando o consumo de ração, a digestibilidade dos nutrientes e o desenvolvimento do trato digestivo das aves. Durante a apresentação, o palestrante abordará como o processamento e o tamanho das partículas impactam a fisiologia animal, além de discutir estratégias para otimizar o desempenho produtivo por meio do manejo adequado da ração.

De acordo com a presidente do Nucleovet, Aletéia Britto da Silveira Balestrin, temas ligados à nutrição são fundamentais para a eficiência da produção. “O SBSA busca trazer conteúdos que contribuam diretamente para o dia a dia do setor produtivo. A nutrição é um dos pilares da avicultura, e compreender fatores como a granulometria é essencial para melhorar resultados e garantir sustentabilidade na produção”, destaca.

A presidente da comissão científica do SBSA, Daiane Albuquerque, ressalta a importância de discutir aspectos técnicos que impactam diretamente a performance das aves. “A qualidade da ração vai além da formulação nutricional. O processamento e as características físicas do alimento têm papel decisivo na resposta produtiva dos animais. Esse tipo de abordagem contribui para decisões mais assertivas dentro da cadeia”, afirma.

O 26º SBSA será realizado entre 7 a 9 de abril de 2026 e é considerado um dos principais eventos técnicos da avicultura latino-americana. Paralelamente ao Simpósio, ocorre a 17ª Brasil Sul Poultry Fair, feira que reúne empresas nacionais e multinacionais ligadas à cadeia produtiva avícola.

Para acompanhar a palestra e os demais conteúdos da programação científica é necessária inscrição no evento. O terceiro lote está disponível, com investimento de R$ 890,00 para profissionais e R$ 500,00 para estudantes. O acesso à 17ª Brasil Sul Poultry Fair custa R$ 200,00. As inscrições podem ser realizadas no site, acesse clicando aqui.

Programação geral

26º Simpósio Brasil Sul de Avicultura  

17ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 07/04 – Terça-feira

13h30 – Abertura da Programação

13h40 – Painel Gestão de Pessoas

Capital humano em crise: o futuro da mão de obra na avicultura.

Palestrantes:

Delair Bolis

Joanita Maestri Karoleski

Vilto Meurer

Luciana Dalmagro – Coordenadora da mesa redonda

15h40 – Intervalo

16h – Commodities em foco: superando barreiras logísticas e incertezas do futuro.

Palestrante: Arene Trevisan

(15 minutos de debate)

17h- Solenidade de Abertura Oficial

17h40 – Palestra de abertura: Cenários Globais 2026

Palestrante: Heni Ozi Cukier – HOC

19h15 – Coquetel de Abertura na 16ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 08/04 – Quarta-feira

Bloco Abatedouro

8h – Velocidade de processamento e qualidade do abate.

Palestrante: Darwen de Araujo Rosa

(15 minutos de debate)

9h – Comparativo microbiológico entre países no contexto da ciência da segurança alimentar.

Palestrante: Dianna V. Bourassa

(15 minutos de debate)

10h – Intervalo

Bloco Nutrição

10h30 – Granulometria e seu impacto no trato digestivo.

Palestrante: Wilmer Pacheco

(15 minutos de debate)

11h30 – Níveis de Ca e P nas dietas modernas do frango de corte.

Palestrantes: Roselina Angel

(15 minutos de debate)

12h30 – Intervalo almoço

Eventos Paralelos

Painel Manejo

14h00 – Manejo do Frango de Corte Moderno

Palestrantes:

Lucas Schneider

Rodrigo Tedesco Guimarães

16h – Intervalo

Bloco Conexões que Sustentam o Futuro

  16h30 – Do conhecimento à ação: como transformar orientações em resultados na avicultura.

Palestrante: Kali Simioni e João Nelson Tolfo

(15 minutos de debate)

17h30 – Porque bem-estar é crucial para a sustentabilidade?

Palestrante: Prof. Celso Funcia Lemme

(15 minutos de debate)

18h30 – Eventos Paralelos

19h30 – Happy Hour na 18ª Brasil Sul Poultry Fair

Dia 09/04 – Quinta-feira

Bloco Sanidade

8h – Tríade do diagnóstico de Laringotraqueíte infecciosas – enfoque nos diferentes métodos de diagnóstico das doenças respiratórias

Palestrante: Prof. Renata Assis Casagrande

(15 minutos de debate)

9h – Micotoxinas: a ameaça silenciosa à saúde intestinal das aves.

Palestrante: Dr. Ricardo Rauber

(15 minutos de debate)

10h – Intervalo

10h30 – Gumboro em foco: avanços recentes e novas fronteiras no controle da doença.

Palestrante: Gonzalo Tomás

(15 minutos de debate)

11h30 – Influenza aviária – plano de contingência em caso real.

Palestrante: Taís Barnasque

(15 minutos de debate)

Sorteios de brindes.

Fonte: Assessoria Nucleovet
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Avicultura

Mercado do frango congelado mostra reação no curto prazo

Alta diária é registrada, enquanto o acumulado mensal segue negativo.

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Foto: Shutterstock

O preço do frango congelado no estado de São Paulo registrou leve alta na última sexta-feira (27), segundo dados do Cepea/Esalq.

A cotação chegou a R$ 6,95 por quilo, com avanço de 0,72% no dia. Apesar da recuperação pontual, o produto ainda acumula queda de 4,27% no mês de março.

Nos dias anteriores, os preços apresentaram pouca variação diária. Na quinta-feira (26) e na quarta-feira (25), o valor ficou em R$ 6,90/kg, enquanto na terça (24) e na segunda-feira (23), a cotação foi de R$ 6,88/kg.

Mesmo com algumas oscilações positivas ao longo da semana, o mercado segue com desempenho negativo no acumulado mensal.

Fonte: O Presente Rural com Cepea
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Avicultura

Pesquisadora do Paraná vence Prêmio Nacional de Inovação

Ana Maria da Silva desenvolveu um sorvete a partir da proteína de frango e foi premiada na categoria Pequenos Negócios – Recursos Renováveis.

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Ana Maria desenvolveu um sorvete que tem como base a proteína do frango - Fotos: CNI

A inovação do Paraná esteve em destaque com três representantes vencedores do 9º Prêmio Nacional de Inovação (PNI). Realizado pelo Sebrae e pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o prêmio reconheceu, na categoria Ecossistema, o Sistema Regional de Inovação (SRI) do Norte Pioneiro (pequeno porte) e o SRI do Sudoeste do Paraná (médio porte). Já na categoria Pequenos Negócios – Recursos Renováveis, a vencedora foi a empresa Nilo & By Lysis, com um sorvete desenvolvido a partir de proteína de frango.

Ana Maria da Silva, vencedora do PNI, na categoria Pequenos Negócios – Recursos Renováveis: “Essa conquista mostra o que uma mãe pode fazer por sua filha”

De Marechal Cândido Rondon, no Oeste do Estado, a pesquisadora e empreendedora Ana Maria da Silva transformou um desafio pessoal em inovação. Ela desenvolveu uma proteína hidrolisada altamente digestível, inclusiva e de elevado valor nutricional, voltada a públicos com restrições alimentares. A iniciativa nasceu da união entre ciência, propósito e impacto social. “Essa conquista mostra o que uma mãe pode fazer por sua filha. Ela teve câncer de mama gestacional e consumia sorvete para amenizar a dor, mas não conseguia ingerir outros alimentos. Fomos atrás, enfrentamos desafios e encontramos parceiros que nos ajudaram nesse propósito”, relembra.

Inicialmente, o produto tinha base proteica de frango e arroz. Com o crescimento do negócio, a empresa ampliou o portfólio e hoje também produz sopas, caldos, barrinhas de cereais, iogurtes e queijos com proteína de tilápia. Durante a premiação, Ana convidou as mulheres presentes a se levantarem. “Dedico esse troféu a todas as pesquisadoras que, mesmo sem condições, enfrentam obstáculos e seguem em busca de realizar seus sonhos”, destacou.

História com o Sebrae

A pesquisadora é acompanhada pelo Sebrae/PR desde 2019 quando a empresa ainda estava em formação, com outro nome, depois seguiu em 2022 quando iniciou com a By Fish, e segue até hoje com o projeto do Ali Produtividade e Agente Regional de Inovação – ARI.

Para o gerente regional do Sebrae/PR, Augusto Stein, o reconhecimento traduz a força do empreendedorismo e inovação no Oeste do estado. “Nossa equipe está muito feliz. A empreendedora Ana Maria merece esse reconhecimento nacional. Mais uma vez, um empreendedor do Oeste ganha destaque e desta vez, uma empreendedora que já enfrenta todos os desafios de um pequeno empresário no ambiente de negócios do Brasil e que ainda carrega uma característica importantíssima: ser pesquisadora. A pesquisa no Brasil, de modo geral, é cara e demorada. Por isso, o empreendedor que se dispõe a esse caminho para alavancar ainda mais o seu negócio merece ainda mais reconhecimento”, comemora Stein.

Do Paraná

Equipe do Paraná reunia durante o Congresso de Inovação – Foto: Fabio Eufrazio

Ao todo, o Paraná contou com seis finalistas nacionais entre os 59 selecionados. Também participaram da premiação, com apoio do Sebrae/PR ou participação em suas ações, o ecossistema Estação 43 (grande porte), de Londrina; a TecnoSpeed (média empresa – IA para produtividade); e a Protium Dynamics (média empresa – descarbonização), ambas de Maringá. “Essas conquistas representam o trabalho realizado em conjunto entre inúmeros parceiros. Demonstram anos de esforços na metodologia dos Ecossistemas Locais de Inovação (ELI), criada e estimulada no Paraná desde 2017. O PNI reconhece aqueles que transformam conhecimento em soluções completas, que impactam os pequenos negócios e a sociedade por meio da inovação”, afirma o diretor técnico do Sebrae/PR, César Rissete.

Os vencedores paranaenses subiram ao palco ao lado dos Agentes Regionais de Inovação que atuam em suas regiões. Resultado de uma parceria entre Sebrae/PR, Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial do Paraná (Seia), Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti) e Fundação Araucária, os agentes têm como objetivo fortalecer e fomentar iniciativas nos ecossistemas locais de inovação.

Essas ações também contribuíram para que o Paraná fosse escolhido como sede do ELI Summit 2026, um dos principais eventos nacionais voltados à inovação e ao empreendedorismo, previsto para ocorrer em Londrina, entre 24 e 26 de novembro.

Ecossistemas

Outro destaque foi na categoria Ecossistema de Pequeno Porte, com o SRI Norte Pioneiro chegando à final pela terceira vez consecutiva e conquistando o troféu, repetindo o resultado de 2022. O presidente do SRI, Leandro de Azevedo Lima, destaca que a região é formada por 29 pequenos municípios, todos com menos de 50 mil habitantes. “Temos cidades com cerca de 40 mil moradores, mas também municípios com 3 mil. Por isso, a integração é fundamental. Sozinhos, os pequenos municípios têm mais dificuldade de avançar, mas, quando trabalhamos juntos, ganhamos escala e força, representando uma região com cerca de 400 mil habitantes”, comenta.

Os vencedores Leandro (SRI Norte Pioneiro, Ana Maria (Nilo & by Lysis) e Marcelo Rogério (SRI Sudoeste do PR) celebrando ao lado de César Rissete (Sebrae/PR) – Foto: Eduardo Pereira

Ele também ressalta os impactos econômicos do trabalho conjunto. Em dez anos, os cinco municípios fundadores do ecossistema (Jacarezinho, Santo Antônio da Platina, Cambará, Andirá e Bandeirantes) registraram crescimento médio de 23,17% no Produto Interno Bruto (PIB) per capita.  “Para chegarmos até aqui, foi preciso estruturar o trabalho de cada cidade, com leis de inovação, conselhos municipais e fundos ativos. Isso garante que estejam preparados para fazer parte do ecossistema e acessar oportunidades. Com essa base organizada, conseguimos avançar mais rápido e aproveitar melhor os recursos disponíveis”, finaliza.

Na categoria de médio porte, o SRI do Sudoeste do Paraná também foi vencedor. Para o presidente do ecossistema, Marcelo Rogério da Silva, a conquista reflete a maturidade do trabalho desenvolvido na região. “Esse avanço é resultado de uma construção coletiva que já vem sendo desenvolvida há cerca de 20 anos, com aplicação de metodologia e inteligência institucional no território. O projeto inscrito apresenta justamente esse modelo de articulação do ecossistema, mostrando como diferentes instituições trabalham juntas para gerar oportunidades e novos negócios. O foco é criar conexões, apoiar iniciativas inovadoras e estimular uma cultura de inovação cada vez mais forte no sudoeste do Paraná”, ressalta.

Segundo ele, os resultados são sustentados pela atuação integrada entre diferentes atores do território. “A inovação não acontece de forma isolada. Ela depende de uma base estruturada, que envolve políticas públicas, instituições de ensino e parceiros que apoiam o empreendedor. As universidades têm um papel fundamental, porque são responsáveis pela formação de pessoas, que é o principal ativo dentro da cadeia de inovação. Quando esses atores trabalham de forma alinhada, o ecossistema ganha consistência e consegue gerar resultados mais efetivos para a região”, completa.

Prêmio

Nas oito edições iniciais, o PNI teve 16,5 mil inscritos e 113 vencedores, das 5 regiões do país. A inscrição é gratuita e todos os inscritos recebem um relatório de feedback da avaliação. Além de certificados e do troféu da premiação, os finalistas recebem divulgação em mídia espontânea e participam do Congresso de Inovação da Indústria.

O presidente da CNI, Ricardo Alban, afirmou aos finalistas da premiação que competir, ser reconhecido e premiado alavanca a vontade de persistir.  “Que nós possamos estar sempre premiando e estimulando. Hoje são 20 prêmios, vamos considerar que quanto mais [premiados] e mais diversificado melhor. Vamos ter mais inovações para demandar mais setores, mais ideias, mais prêmios e mais entregas. O que é importante da inovação e da tecnologia é que ela venha para a realidade da prática sustentável. Que possamos, sim, com isso, melhorar a produtividade”, disse Ricardo Alban.

A premiação é composta de sete modalidades: descarbonização, recursos renováveis, digitalização de negócios, IA para produtividade e Lei do Bem para pequenas, médias e grandes empresas; ecossistemas de inovação de pequeno, médio e grande porte; e pesquisador empreendedor de pequena, média e grande empresa. O anúncio fez parte da programação do 11º Congresso de Inovação da Indústria, no WTC, em São Paulo.

Congresso de Inovação

Além do PNI, o Congresso de Inovação reuniu lideranças empresariais, governo e instituições de ciência e tecnologia (ICTs), para discutir os principais desafios e oportunidades de inovação do país e, assim, contribuir com políticas públicas em torno da agenda.

Realizado bianualmente pela CNI e pelo Sebrae, o Congresso teve também correalização do Sesi, Senai e IEL. Esta edição contou com o apoio estratégico do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), apoio institucional do INPI e do OCB. Além de patrocínio da Embrapii, Finep, BNDES, Embraer, Petrobras, Itaú, Grupo Boticário, Bosch, Rockwell, Siemens e Vale, na cota prata.

Assista a cerimônia completa pelo YouTube da CNI, clicando aqui.

Fonte: Assessoria Sebrae/CNI
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