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Nova campanha de marketing da Bayer transforma doenças da soja em personagens

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Com o slogan “Deixe as doenças e as preocupações do lado de fora”, a Bayer CropScience tem uma nova campanha de marketing para o fungicida FOX®, mostrando como sua ação ajuda no manejo do complexo de doenças que comprometem a produtividade das lavouras de soja, como a ferrugem asiática, antracnose, oídio e mancha-alvo.
Nesta nova fase, FOX® cria, de forma lúdica, um campo invisível que bloqueia a entrada nas lavouras de soja da Ferrugem e companhia. Entre os personagens da campanha está Ferrugem, representado pelo ator Luiz Alves Pereira Neto, que faz parte do conceito publicitário desenvolvido para o produto desde sua primeira fase.
As ações do projeto foram idealizadas com base em uma frente de inteligência de mercado que investigou as necessidades dos agricultores que utilizam FOX® em suas lavouras de soja. “A ideia da nova campanha é enfatizar a seriedade das doenças como obstáculos que precisam ser superados nas lavouras e FOX® como uma importante ferramenta para ajudar a contornar estes problemas, com as mensagens colocadas de forma lúdica, fácil de serem entendidas e interpretadas em todo o Brasil”, enfatiza Everson Zin, gerente de Marketing Estratégico FOX® da Bayer CropScience.
Criada e desenvolvida pela agência Arteria Comunicação, a estratégia de comunicação inclui anúncios nos meios impressos – sobretudo publicações especializadas no agronegócio –, internet, televisão aberta, outdoors, spots em rádios e materiais visuais nos pontos de venda e distribuidores. Além disso, os personagens estão circulando por algumas das principais feiras agrícolas e criando músicas que envolvem os visitantes que passam pelo estande da Bayer.
“O foco é evidenciar o FOX® como a solução que está à disposição do produtor, o ajudando a produzir mais e melhor. Além disso, queremos aproveitar todas as oportunidades de interação que acontecerão daqui para frente para estarmos ainda mais próximos dos agricultores, mostrando os benefícios proporcionados pelo FOX® nas lavouras”, finaliza Zin.  
Em quatro anos fazendo parte da agricultura brasileira, FOX® já tratou mais de 70 de milhões de hectares no País, barrando as doenças e contribuindo, assim, para o máximo potencial produtivo das lavouras de soja.

Sobre a Bayer CropScience

A Bayer é uma empresa global com suas principais atividades concentradas nas áreas de saúde, agricultura e materiais de alta tecnologia. A Bayer CropScience, subgrupo da Bayer AG e responsável pelo negócio agrícola, tem vendas anuais de EUR 8.819 bilhões (2013), sendo uma das maiores empresas do mundo em ciências e inovação nas áreas de sementes, proteção de cultivos e controle de pragas não agrícolas. Oferece uma excelente gama de produtos, incluindo sementes de alto valor, soluções para a proteção de cultivos baseadas em modos de ação químicos e biológicos, bem como extensivos serviços de apoio para o desenvolvimento de uma agricultura moderna e sustentável. Na área de produtos não agrícolas, a Bayer CropScience tem um amplo portfólio de produtos e serviços para o controle de pragas, que abrangem desde aplicações de casa e jardim até para o segmento de reflorestamento. A empresa conta com uma força de trabalho global de mais de 22.400 colaboradores e está presente em mais de 120 países. No Brasil, faz parte do Grupo Bayer, com mais 118 anos de atuação no País e aproximadamente quatro mil colaboradores. A Bayer CropScience, no Brasil, conta com mais de 1,6 mil colaboradores, uma instalação industrial em Belford Roxo (RJ) e um Centro de Pesquisa e Inovação no Estado de São Paulo. 

Fonte: Ass. Imprensa da Bayer CropScience

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Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul

Atualização deve ser feita por produtores rurais até 30 de junho e abastece a base de dados da defesa sanitária animal

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Produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça a orientação a criadores, pecuaristas e associados para que façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a campanha busca chamar a atenção para a qualidade dos registros sobre rebanhos e propriedades rurais. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, destaca.

Segundo Martins, a atualização da base de dados ajuda o sistema de defesa agropecuária a organizar respostas em caso de ocorrências sanitárias. Para o dirigente, a precisão dos registros interfere diretamente na capacidade de atuação diante de situações que possam afetar a pecuária gaúcha. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, afirma.

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à declaração do Imposto de Renda, pelo caráter periódico e pela necessidade de atualização dos dados. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser realizada pela internet, no Produtor Online, do Sistema de Defesa Agropecuária, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial também ocorre nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins afirma que a orientação da Febrac é para que os produtores não deixem a entrega para o fim do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, conclui.

 

Fonte: Assessoria
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Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

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A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
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Cadeia da proteína animal apresenta demandas do setor a pré-candidatos ao governo gaúcho

Representantes da avicultura, suinocultura, bovinocultura e setor lácteo defenderam políticas para ampliar a competitividade do Rio Grande do Sul.

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Representantes das principais cadeias da proteína animal do Rio Grande do Sul promoveram, na quarta-feira (24), um debate com pré-candidatos ao governo estadual para apresentar as principais demandas do setor e discutir propostas voltadas ao fortalecimento da agroindústria gaúcha. O encontro foi realizado no Hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre, por iniciativa da Associação Gaúcha de Avicultura (Asgav), em parceria com o Sindicato da Indústria de Produtos Suínos no Estado do Rio Grande do Sul (SIPS), o Sindicato da Indústria de Carnes e Derivados no Estado do Rio Grande do Sul (Sicadergs) e o Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat/RS).

Foto: Divulgação

Mediado pelo jornalista Léo Saballa Jr., o painel reuniu empresários, dirigentes de entidades e representantes dos segmentos de aves, ovos, suínos, bovinos de corte e lácteos, que têm peso relevante na produção agroindustrial e nas exportações do estado.

Participaram do debate os pré-candidatos Gabriel Souza (MDB) e Marcelo Maranata (PSDB). Também convidados pelas entidades organizadoras, Juliana Brizola (PDT) e Luciano Zucco (PL) não compareceram ao evento.

Durante a discussão, foram abordados temas considerados estratégicos para a cadeia produtiva, como infraestrutura, logística, ambiente de negócios, segurança jurídica, sustentabilidade, resiliência climática e competitividade. Os pré-candidatos também responderam a questionamentos apresentados pelas entidades representativas do setor.

Setor busca ampliar diálogo com futuros gestores públicos

Na avaliação do presidente executivo da Organização Avícola do Rio Grande do Sul

Presidente executivo da Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul (Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos: “A cadeia da proteína animal é uma das grandes forças econômicas do Rio Grande do Sul, gerando emprego, renda e desenvolvimento em todas as regiões do Estado” – Foto: Divulgação/Asgav

(Asgav/Sipargs), José Eduardo dos Santos, a aproximação entre o setor produtivo e os postulantes ao Executivo estadual é importante para a construção de políticas públicas alinhadas às necessidades da agroindústria. “A cadeia da proteína animal é uma das grandes forças econômicas do Rio Grande do Sul, gerando emprego, renda e desenvolvimento em todas as regiões do Estado. Este debate permitiu apresentar aos pré-candidatos as demandas e os desafios enfrentados pelos diferentes segmentos, fortalecendo um diálogo institucional necessário para a construção de políticas públicas que assegurem a competitividade e o crescimento sustentável do setor”, afirmou.

As entidades destacaram que a avicultura e as demais cadeias da proteína animal desempenham papel relevante na economia gaúcha, tanto pela geração de empregos quanto pela produção destinada aos mercados interno e externo.

Segundo os organizadores, a realização conjunta do debate reforça o objetivo de construir uma agenda voltada ao fortalecimento da competitividade e ao desenvolvimento sustentável da agroindústria no estado.

Fonte: Assessoria Asgav
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