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Notícias Abastecimento

Não há notícia de falta de alimentos, diz ministra

Segundo ela, o Mapa também está preocupado com os pequenos produtores e orientando associações e empresas para garantir segurança para os trabalhadores do setor

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Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, a ministra Tereza Cristina disse na quarta-feira (1°) que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento está trabalhando, desde o início da pandemia de Coronavírus no Brasil, para garantir o abastecimento, a produção e distribuição de alimentos no país. Segundo ela, não há notícias de falta de alimentos em nenhuma cidade.

“Hoje nós temos no Brasil o abastecimento em todas as capitais e todas as cidades, não temos nenhuma notícia de que esteja faltando qualquer tipo de alimento nas prateleiras dos supermercados, das vendas. Essa é a missão hoje do Ministério”, disse.

Segundo ela, o Mapa também está preocupado com a situação dos pequenos produtores e orientando associações e empresas para tirar dúvidas e garantir segurança para os trabalhadores do setor. Em outra frente, ela disse que tem trabalhado em parceria com ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, para garantir o transporte dos produtos do setor agropecuário.

“Precisamos dessa categoria para que os alimentos saiam de dentro das porteiras, cheguem nos armazéns e depois se encaminhem para as fábricas, para as agroindústrias de transformação e se transformem em alimentos e cheguem até as prateleiras dos supermercados para que a gente dê tranqüilidade aos brasileiros, para que não se tenha tumulto. Isso graças a Deus vem acontecendo”

Tereza Cristina destacou a importância dos produtores rurais neste momento. “Temos os médicos, que fazem o trabalho na ponta, de cuidar dos doentes, e temos os produtores que estão produzindo e temos que fazer distribuição para que esses alimentos cheguem nos supermercado para que população que está em casa hoje tenha tranqüilidade quando precisar de alimentos, as prateleiras estejam abastecidas”.

A ministra também disse que o Ministério da Agricultura está monitorando os preços dos alimentos, que podem ter variações semanais por causa de questões logísticas. “Temos verificado, acompanhado, mas vamos ter que ter muita calma nessa hora. O que temos feito é checado se realmente existe falta para ter essa subida de preços ou não, em um gabinete de acompanhamento que o Ministério montou”.

A ministra também citou a disponibilização de 84 laboratórios do Mapa e da Embrapa para ajudar na análise de testes do Coronavírus.

Fonte: Mapa
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Notícias Segundo IBGE

Agropecuária é único setor da economia com crescimento na pandemia

Resultado positivo foi puxado pelo bom desempenho da safra, como a da soja, no primeiro trimestre do ano

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Divulgação/MAPA

A agropecuária apresentou crescimento de 0,6% no primeiro trimestre de 2020 em comparação ao quarto trimestre de 2019, conforme dados divulgados na sexta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do país. O setor foi o único da atividade econômica nacional a crescer no período analisado.

Em relação a igual período do ano anterior, no caso primeiro trimestre, a agropecuária teve crescimento de 1,9%. “Este resultado pode ser explicado, principalmente, pelo desempenho de alguns produtos da lavoura com safra relevante no primeiro trimestre, como a soja, e pela produtividade, visível na estimativa de variação da quantidade produzida vis-à-vis a área plantada”, diz o IBGE. O PIB do país teve contração de 1,5% nos primeiros três meses do ano no comparativo com o quarto trimestre do ano passado.

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) tem destacado as ações adotadas pelo Mapa e demais órgãos do governo federal para garantir o abastecimento interno de alimentos, as exportações dos produtos agropecuários e o funcionamento sem interrupção da cadeia produtiva do agro durante a pandemia.

“Temos tido sucesso com isso porque, além da grande safra que foi colhida neste verão, temos tido a logística absolutamente normalizada. Portanto, além do abastecimento dos 212 milhões de brasileiros, também temos conseguido cumprir a nossa missão de provedores de alimentos do mundo”, disse a ministra, ao participar de balanço das ações de combate aos impactos do coronavírus no dia 26 deste mês, no Palácio do Planalto.

O Governo Federal tem atuado ainda na abertura de mercados para os produtos do agro brasileiro. Desde janeiro de 2019, foram mais de 60 mercados abertos para os mais diversos produtos, como castanha-de-baru para Coreia do Sul, melão para China (primeira fruta brasileira para o país asiático), gergelim para a Índia, castanha-do-Brasil (conhecida também por castanha-do-Pará) para Arábia Saudita e material genético. As exportações do agronegócio atingiram valor recorde em abril, ultrapassando pela primeira vez a barreira de US$ 10 bilhões no mês.

Soja e arroz

O crescimento registrado pela agropecuária pode ser atribuído a vários fatores. “O primeiro é o desempenho das lavouras e da pecuária, que têm obtido crescimento excepcional neste ano. O IBGE destaca o desempenho da produção de soja e do arroz, que têm apresentado elevado crescimento da produção. A produtividade foi também um fator relevante nesses resultados. Os resultados da Balança Comercial, publicados pelo Mapa, em maio, mostraram que as vendas externas da agropecuária tiveram um crescimento de 17,5% pela média diária nos quatro primeiros meses do ano, comparando com igual período do ano anterior. Esse foi outro fator que impulsionou o crescimento”, analisa José Garcia Gasques, coordenador geral de Avaliação de Políticas da Informação do Mapa.

De acordo com coordenador, o crescimento do PIB agropecuário refletiu-se também sobre o saldo líquido de empregos formais gerados neste ano. As estatísticas do Caged mostram que houve um saldo (admissões menos desligamentos) de 10.032 contratações.

Alta em 2020

Apesar da pandemia do novo coronavírus, o PIB do setor agropecuário brasileiro deve ter alta de 2,5% em 2020. A previsão é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), com base em dados do IBGE. Levando em conta a safra de grãos estimada pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a taxa deve chegar a 2,3%. Mesmo em um cenário com maior risco de impacto da Covid-19 na demanda por produtos agropecuários, os pesquisadores projetam aumento, em ritmo menor, de 1,3%.

Para a safra 2019/20, a estimativa para a produção de grãos é de 250,9 milhões de toneladas, volume 3,6% (8,8 milhões de toneladas) superior ao colhido em 2018/19, de acordo com o 8º Levantamento da Safra 2019/20 divulgado no último dia 12, pela Conab.

Fonte: MAPA
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Notícias Sanidade

China relata surto de peste suína africana na província de Gansu

Mais de 90 porcos já morreram na criação em que a doença foi verificada, que possui 9.900 animais

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O Ministério da Agricultura e Assuntos Rurais da China disse na sexta-feira (29) que detectou um novo surto de peste suína africana nas proximidades da cidade de Lanzhou, na província de Gansu, noroeste do país.

Mais de 90 porcos já morreram na criação em que a doença foi verificada, que possui 9.900 animais, segundo a pasta.

O ministério ampliou recentemente os esforços para detectar casos da doença, que é mortal para suínos e não possui cura ou vacina.

Fonte: Reuters
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Notícias Saúde

BRF diz que contraprova de Covid-19 em fábricas em SC e RS confirma número baixo de positivos

Em ambas as unidades, quando feito o RT-PCR, 8 em cada 10 casos com resultado positivo no teste rápido são negativos para o vírus

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REUTERS/Rodolfo Buhrer

A BRF afirmou na sexta-feira (29) que a testagem em massa de trabalhadores em Concórdia (SC) e Lajeado (RS) apontou presença do novo coronavírus em 46 funcionários na fábrica catarinense e 89 empregados na gaúcha, após exame específico de Covid-19, o RT-PCR.

Na fábrica em Santa Catarina, foram testados 5.325 trabalhadores entre funcionários e terceirizados, enquanto a de Lajeado, realizou o teste em 2.759 empregados. “Em ambas as unidades, os profissionais com diagnóstico positivo para Covid-19 já estavam afastados de maneira preventiva e seguem monitorados”, afirmou em nota.

A companhia havia divulgado na segunda-feira (25) que cerca de 340 funcionários de sua fábrica em Concórdia, equivalentes a 6,6% da força de trabalho daquela unidade, tiveram resultado positivo para o vírus em testes rápidos e foram submetidos a contraprovas para confirmação da doença. Os 93,4% trabalhadores restantes tiveram diagnóstico negativo nos testes rápidos e retornariam ao trabalho no último dia 25.

A BRF ponderou que pequenas variações no número final de Concórdia podem ocorrer no percentual porque ainda se espera o resultado de cerca de 50 testes de RT-PCR. Mas ressaltou que em ambas as unidades, quando feito o RT-PCR, 8 em cada 10 casos com resultado positivo no teste rápido são negativos para o vírus.

Fonte: Reuters
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