Conectado com

Notícias

Na Suinfest 2014, Agroceres PIC Génétiporc apresenta conceitos e ferramentas genéticas para alta eficiência produtiva

Publicado em

em

A Agroceres PIC Génétiporc participa entre os dias 30 e 31 de julho, em Ponte Nova (MG), da 8ª Suinfest – Feira Mineira de Suinocultura. Durante o evento, a empresa irá reforçar junto ao público a importância da genética para a melhoria constante dos índices zootécnicos das granjas. O foco é demonstrar como a adoção de conceitos voltados à produtividade e de ferramentas de alta tecnologia genética permitem desempenho e qualidade superior dos animais, assegurando maior rentabilidade ao sistema produtivo. Um dos conceitos a serem trabalhados é o de quilos totais de desmamados por fêmea/ano, índice cujo parâmetro é mais de 210 kg, com o menor custo de produção.
 
Atingir esta meta exige reprodutores de máximo valor genético e alta performance em conversão alimentar, agregado da adoção de ferramentas como a Genética Líquida. Esta tecnologia possibilita a atualização genética de todo o plantel em tempo real, assegurando elevado nível de biossegurança e qualidade espermática. O CBV Max é o programa responsável por avaliar os índices de todos os machos reprodutores, garantindo que apenas os posicionados no topo da pirâmide de melhoramento genético forneçam material para a Genética Líquida. O uso de machos de máximo valor genético determina que as progênies sempre terão um desempenho superior ao dos leitões da geração anterior. “O objetivo é demonstrar toda esta evolução tecnológica em melhoramento genético, disponibilizando diversas ferramentas ao suinocultor; todas com uma característica em comum: alta qualidade e desempenho superior”, explica Sandro Cardoso, gerente de Desenvolvimento de Negócios da Agroceres PIC Génétiporc.
 
Outros destaques 
A Agroceres PIC Génétiporc também irá aproveitar a forte presença de produtores, empresários e profissionais ligados ao setor suinícola na feira para intensificar a divulgação do 11º Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC Génétiporc, que acontece entre os dias 27 e 29 de agosto, em Florianópolis (SC).
 
A programação de palestras da Suinfest também contará com a participação da empresa. O gerente de Serviços Técnicos da Agroceres PIC Génétiporc, Daniel Linhares, ministrará a palestra “Avanços contra PEDv”, participando em seguida de um debate com outros especialistas. A enfermidade é responsável por enormes prejuízos na suinocultura dos Estados Unidos. Casos também foram registrados neste ano em países vizinhos ao Brasil, como Equador, Peru e, principalmente, na Colômbia. Fato que tem preocupado suinocultores e autoridades sanitárias brasileiras, que intensificam medidas para evitar a entrada do PEDv na produção do país.
 
Realizado a cada dois anos no município de Ponte Nova (MG), a Suinfest é organizada pela Associação dos Suinocultores do Vale do Piranga (Assuvap) e Cooperativa dos Suinocultores de Ponte Nova e Região (Coosuiponte). Além de gerar oportunidades de negócios, o evento promove a troca de experiência entre os agentes da cadeia produtiva de suínos e apresenta em sua feira as principais tecnologias disponíveis à suinocultura.
 
11º Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC Génétiporc 
Com o tema “Brasil 2025 – Reflexões, Caminhos e Agenda Estratégica”, o 11º Seminário Internacional de Suinocultura Agroceres PIC Génétiporc acontece entre os dias 27 e 29 de agosto no Costão do Santinho Resort Golf SPA, em Florianópolis (SC). Durante toda a Suinfest, a empresa irá reforçar a divulgação do evento. Considerado referência por sempre apontar tendências e panoramas futuros em questões produtivas, econômico-conjunturais e de mercado, a edição deste ano do Seminário deve reunir cerca de 400 participantes. Um público que representa um plantel equivalente a 1,2 milhão de fêmeas alojadas. Informações sobre inscrições e outros detalhes pelo telefone (19) 3526-8605 ou e-mail: [email protected], com Gabriela Beloto.
 
Serviço
8ª Suinfest – Festa Mineira de Suinocultura
Data: 30 e 31 de julho de 2014
Local: Centro de Eventos Babilônia – Ponte Nova (MG)
Realização: Assuvap e Coosuiponte

Fonte: Ass. de Imprensa – Agronotícia

Continue Lendo

Notícias São Paulo

Campanha de vacinação contra Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça-feira, 30 de junho

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

Publicado em

em

Foto e texto: Assessoria

A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA) informa que a Campanha de vacinação contra a Brucelose no primeiro semestre acaba na próxima terça, dia 30 de junho. A campanha subsequente referente ao segundo semestre de 2026 tem início na quarta-feira, dia 1º de julho com prazo para imunização das bezerras bovinas e bubalinas de três a oito meses de idade até 31 de dezembro.

Por se tratar de uma vacina viva, passível de infecção para quem a manipula, a vacinação deve ser feita por um médico-veterinário cadastrado que, além de garantir a correta aplicação do imunizante, fornece o atestado de vacinação ao produtor.

A relação dos médicos-veterinários cadastrados na Defesa Agropecuária para realizar a vacinação em diversos municípios do Estado de São Paulo está disponível em Link.

A declaração de vacinação deve ser feita pelo médico-veterinário responsável pela imunização, que, ao cadastrar o atestado de vacinação no sistema informatizado de gestão de defesa animal e vegetal (GEDAVE) em um prazo máximo de quatro dias a contar da data da vacinação e dentro do período correspondente à campanha, validará a imunização dos animais.

A exceção acontecerá quando houver casos de divergências entre o número de animais vacinados e o saldo do rebanho declarado pelo produtor no sistema GEDAVE.

Em caso de incongruências, o médico-veterinário e o produtor serão notificados das pendências por meio de mensagem eletrônica, enviada ao e-mail cadastrado junto ao GEDAVE. Neste caso, o proprietário deverá regularizar a pendência para a efetivação da declaração. 

O modelo alternativo de identificação – o primeiro do país aprovado pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) – de vacinação contra a Brucelose trata-se de uma alternativa não obrigatória à marcação a fogo que além do bem-estar animal, estimula a produtividade e a qualidade do manejo, além de aumentar a segurança do produtor e do veterinário responsável pela aplicação do imunizante.

É estabelecido o botton amarelo para a identificação dos animais vacinados com a vacina B19 e o botton azul passa a identificar as fêmeas vacinadas com a vacina RB 51. Anteriormente, a identificação era feita com marcação à fogo indicando o algarismo do ano corrente ou a marca em “V”, a depender da vacina utilizada.

Para o caso de perda, dano ou qualquer alteração que prejudique a identificação, deverá ser solicitada nova aplicação que deverá ser feita ao médico-veterinário responsável pela aplicação ou ainda, para a Defesa Agropecuária.

Havendo a impossibilidade da aquisição do botton, o animal deverá ser identificado conforme as normativas vigentes do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose (PNCEBT).

A Defesa Agropecuária informa ainda que o uso do botton só é válido dentro do Estado de São Paulo, não sendo permitido o trânsito de animais identificados de forma alternativa para demais estados da federação.

 

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias Rio Grande do Sul

Febrac reforça prazo para declaração anual de rebanho no Rio Grande do Sul

Atualização deve ser feita por produtores rurais até 30 de junho e abastece a base de dados da defesa sanitária animal

Publicado em

em

Foto: Divulgação

Produtores rurais do Rio Grande do Sul têm até 30 de junho para realizar a Declaração Anual de Rebanho 2026. A Federação Brasileira das Associações de Criadores de Animais de Raça (Febrac) reforça a orientação a criadores, pecuaristas e associados para que façam a atualização dentro do prazo estabelecido.

De acordo com o vice-presidente técnico da Febrac, José Arthur Martins, a campanha busca chamar a atenção para a qualidade dos registros sobre rebanhos e propriedades rurais. “Essas informações são extremamente necessárias. A Febrac conclama todos os produtores rurais para que não deixem de realizar essa declaração, pois ela permite conhecer melhor a infraestrutura, os controles sanitários e os saldos dos rebanhos existentes nas propriedades do Rio Grande do Sul”, destaca.

Segundo Martins, a atualização da base de dados ajuda o sistema de defesa agropecuária a organizar respostas em caso de ocorrências sanitárias. Para o dirigente, a precisão dos registros interfere diretamente na capacidade de atuação diante de situações que possam afetar a pecuária gaúcha. “A informação é essencial para que o sistema de defesa sanitária tenha condições de responder de forma mais rápida e objetiva em caso de algum incidente sanitário que possa atingir os rebanhos do Estado”, afirma.

O dirigente compara a Declaração Anual de Rebanho à declaração do Imposto de Renda, pelo caráter periódico e pela necessidade de atualização dos dados. “A declaração de rebanho pode ser considerada como um imposto de renda que o produtor rural deve fazer todos os anos. Esses dados são extremamente importantes para que o sistema de defesa agropecuária tenha informações precisas sobre as características dos rebanhos em cada localidade e possa agir de maneira imediata diante de qualquer ocorrência sanitária”, explica.

A declaração pode ser realizada pela internet, no Produtor Online, do Sistema de Defesa Agropecuária, disponível no portal da Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul. O atendimento presencial também ocorre nas Inspetorias e Escritórios de Defesa Agropecuária dos municípios.

Martins afirma que a orientação da Febrac é para que os produtores não deixem a entrega para o fim do prazo. “O prazo final para entrega da Declaração Anual de Rebanho é 30 de junho de 2026. É importante que todos os produtores cumpram essa obrigação dentro do período estabelecido”, conclui.

 

Fonte: Assessoria
Continue Lendo

Notícias

Conheça as tecnologias brasileiras que podem transformar a agricultura tropical

De importador de conhecimento agrícola, Brasil passou a desenvolver soluções adaptadas aos trópicos que hoje podem ser replicadas na África, Ásia e América Latina.

Publicado em

em

Foto: Divulgação

A agricultura brasileira viveu uma transformação histórica nas últimas décadas. Se antes dependia de tecnologias desenvolvidas para ambientes temperados, hoje se tornou uma das principais referências mundiais em ciência aplicada aos trópicos.

Engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto: “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio” – Foto: Divulgação

Para o engenheiro agrônomo, mestre em Irrigação e Drenagem, doutor em Solos e Nutrição de Plantas e PhD em Física do Solo e Modelagem em Agricultura, Durval Dourado Neto, o país deixou de importar pacotes tecnológicos incompatíveis com sua realidade para construir soluções próprias, capazes de serem replicadas em outras regiões do planeta. “Como engenheiro agrônomo, compreendi que o avanço da nossa agricultura dependeria de uma forte base em ciência”, afirma.

Segundo ele, a principal contribuição brasileira para outros países tropicais está nas chamadas tecnologias “poupa-terra”, que permitem aumentar a produção preservando recursos naturais.

Uma das maiores conquistas do Brasil foi adaptar culturas originalmente desenvolvidas para regiões temperadas. O desenvolvimento de variedades de soja adaptadas às baixas latitudes é considerado um marco da ciência brasileira e pode beneficiar países africanos com condições edafoclimáticas semelhantes às do Cerrado.

Foto: Roberto Dziura Jr

Outro avanço importante está no Manejo Integrado de Pragas (MIP), desenvolvido para enfrentar a intensa pressão biológica existente nos trópicos. “Criamos protocolos específicos para otimizar a eficiência dos defensivos de forma mais racional, reduzindo custos e impactos”, explica.

Vitrine atual da agricultura brasileira

Na avaliação de Durval, a maior vitrine atual da agricultura brasileira é a expansão dos bioinsumos. “O Brasil lidera hoje a adoção em larga escala de biodefensivos e biofertilizantes. Utilizamos a própria biodiversidade tropical para o controle natural de pragas e para a fixação biológica de nitrogênio”, ressalta.

O pesquisador também destaca o melhoramento genético do Nelore, do café, do feijão e da cana-de-açúcar, além da introdução de gramíneas africanas que revolucionaram a pecuária nacional.

Segundo ele, esses avanços permitiram ao Brasil construir o maior e mais eficiente sistema de produção de proteína animal a pasto do mundo.

Para Durval, a ciência tropical desenvolvida no país será cada vez mais importante diante do crescimento da demanda mundial por alimentos e da necessidade de produzir mais com menor impacto ambiental.

Fonte: O Presente Rural
Continue Lendo

NEWSLETTER

Assine nossa newsletter e recebas as principais notícias em seu email.