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Empresas Leite

Muito além do leite materno: outros fatores que influenciam no desenvolvimento saudável das bezerras

Cuidado adequado com os animais pode levar à máxima expressão do potencial genético e mais lucro ao produtor

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Divulgação Quimtia

A alimentação e o manejo das bezerras são fundamentais para manter o bem-estar dos animais, afinal, saudáveis se tornam vacas fortes e preparadas para continuar o ciclo de produção de leite. Para tal, é necessário entender de que maneira o trato deve acontecer para aproveitar todo o potencial genético e trazer ainda mais lucro ao produtor.

Para garantir a nutrição das bezerras logo após o nascimento, é oferecido o colostro da matriz ou ainda de outra vaca doadora, que teve esse alimento congelado para uso posterior. Esse material é rico em nutrientes e possui anticorpos que auxiliam no combate a diversas doenças. O colostro é oferecido às bezerras por meio de sonda ou mamadeiras, e cada animal consome em média seis litros nas 12 primeiras horas, recebendo este alimento até o terceiro dia de vida.

Suplementação

Como o leite geralmente se torna apto à comercialização a contar do terceiro dia da lactação, a partir desse período se inicia a mudança gradual de alimentação das bezerras, a fim de destinar quase todo o leite para a venda. “Para substituir o leite, um sucedâneo lácteo deve ser dado à bezerra diariamente na proporção de 10 a 15% do seu peso. Para que elas possam consumir melhor o alimento, ele precisa ser dividido em duas ou três porções diárias até as fêmeas atingirem por volta de 90 kg, sendo então desmamadas”, explica Solano Alex Oldoni, analista técnico da Quimtia.

Junto com o substituto, é importante oferecer uma ração com alta palatabilidade e nutrientes específicos para cada fase da vida. Com a suplementação, as bezerras podem atingir seu ápice genético e, dessa maneira, serem mais fortes durante toda a sua vida e desenvolverem um leite de melhor qualidade. Após 45 dias de vida, além dos outros complementos, os animais ainda devem ter acesso ao feno de boa qualidade.

“As principais vantagens do uso de suplementos para bezerras é a garantia de um alimento de alto padrão diariamente, a possibilidade de aleitamento mais vezes ao dia, independentemente do número de ordenhas, além da prevenção de doenças, pois esses produtos são ricos em aditivos, minerais e vitaminas que melhoram o desenvolvimento animal”, conta o especialista.

A Quimtia, empresa referência em nutrição animal, conta com uma linha composta por diversas soluções que auxiliam o produtor. Entre seus principais produtos, estão o Bovistart, o Nuvilac e o Nuvimilk, alimentos que podem ser diluídos em água morna e atuam como substituto do leite materno ou ainda podem ser disponibilizados de maneira conjunta. As enzimas exógenas também podem ser usadas para aumentar a imunidade e ampliar a eficiência alimentar.

Manejo

Um dos fatores que merece atenção redobrada no manejo das vacas é a água. A bezerra precisa de água limpa, fresca e de boa qualidade desde os primeiros dias de vida. Para evitar que o animal desidrate e perca peso por causa de doenças como a diarreia, é preciso oferecer produtos constituídos de leveduras vivas que devem ser adicionadas na ração. O Biosinergy da Quimtia é um exemplo de produto com essa finalidade.

Mais do que da água, o ambiente em que esses animais estão inseridos também deve estar sempre limpo, desde os utensílios usados para alimentação até o espaço de descanso. Além disso, o local deve estar seco, aquecido e com amplo espaço para que as bezerras se movimentem.  “É preciso lembrar que as vacas são um animal com rotina, por isso o manejo alimentar deve ser sempre feito no mesmo horário”, ressalta Oldoni. O especialista ainda alerta que os produtores sigam o calendário de vacinação e vermifugação de cada categoria animal do rebanho, para que não exista perda de desempenho por questões sanitárias.

 

Fonte: Ass. de Imprensa
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Empresas Bovinos

Graciele e Thaize Enéias, pecuaristas com muito orgulho e competência

“Nossa primeira sensação foi de: Uau! Nós estamos entre grandes da pecuária. Depois que a ficha caiu, pensamos: Fizemos por merecer”.

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Fotos : Divulgação

A frase de Graciele Enéias, uma das proprietárias da Fazenda Ipê (Santa Fé do Araguaia, TO), refere-se ao evento de entrega dos prêmios da primeira edição (2019) do Programa de Eficiência de Carcaça (PEC), iniciativa da Minerva Foods, Phibro e Biogénesis-Bagó, que contribui para a pecuária atingir um novo patamar de eficiência, com a disseminação de boas práticas, integração dos elos da cadeia produtiva e apoio aos pecuaristas para produzir mais e melhor, atendendo às necessidades da indústria frigorífica e satisfazendo as crescentes exigências dos consumidores finais.

Graciele e a irmã Thaize, que dividem a gestão da fazenda, receberam o troféu Ouro como as melhores entre todos os fornecedores de gado para abate na unidade de Araguaína (TO), da Minerva Foods. A Fazenda Ipê tem 1.500 hectares e rebanho total de 2.000 animais – genética Nelore, Angus e Hereford. O abate é de perto de 500 cabeças por ano.

“Nós percebemos ali que produzir bem, com responsabilidade ambiental e foco nos atributos de desempenho do gado, independem de gênero. Nós, mulheres, também somos ótimas gestoras de pecuária”, complementa a irmã Thaize.

E elas fizeram por merecer o prêmio, que veio como recompensa de um trabalho de três décadas.

“Meu pai faleceu no final dos anos 80 e deixou a propriedade para os filhos: eu, Thaize e um irmão. Até então, nós só íamos para a fazenda visitar, nos divertir. Meu irmão preferiu sair do negócio, mas eu e Thaize gostamos da ideia de tocar o gado. Mas, desde o início, pensamos: ‘Se vamos fazer, tem de ser bem feito’”, diz Graciele.

Bioquímica de formação, Thaize levou o projeto a sério e saiu de Almenara (Norte de Minas Gerais) e foi morar em Araguaína. Graciele, formada em fisioterapia, ficou na cidade e passou a cuidar da gestão e administração.

Cada uma com suas responsabilidades, construíram um negócio produtivo e rentável. “Fizemos tudo o que era curso de pecuária, de gestão, de novas tecnologias. Melhoramos a genética, intensificamos o manejo dos pastos e a suplementação e cuidamos da saúde, sem nos descuidar da sustentabilidade”, detalha Graciele.

Ainda tinha muito a fazer. “Começamos a apurar o gado, nos preocupar com precocidade, qualidade da carcaça, rendimento no gancho, até a importância do pH da carne nós aprendemos. Ué, e não é que deu resultado! De repente, estávamos produzindo o gado do futuro, como diz o PEC”, ri Graciele.

Ao mesmo tempo em que a Fazenda Ipê progredia Graciele e Thaize se afastavam de suas atividades de formação e se tornaram ainda melhores pecuaristas. “A pecuária exige muito de nós. Eu e Thaize sempre gostamos de nos envolver, de fazer direito, de estudar, buscar, conquistar. E já caminhamos bastante, o que dá uma satisfação danada!”.

Essa exposição positiva das irmãs do Tocantins abriu novas frentes. Graciele e Thaize passaram a transitar em grupos de mulheres do agro e da pecuária, são convidadas para eventos nos quais contam sua história de luta, investimentos e conquistas.

“A gente sabe que a pecuária é dinâmica. O que é ótimo hoje pode não ser nem bom amanhã. Não se pode parar. Por exemplo: no PEC 2020 nós não ficamos entre os top 3. Mas não pense que isso nos desanimou. Já nos inscrevemos no PEC 2021 e, quem sabe, pode vir algo bom para a gente este ano”, provoca Graciele.

Thaize concorda. Ela diz que o PEC mostra que o investimento em novas tecnologias, em nutrição de qualidade, em genética diferenciada, em manejo e em gestão contribuem para a produção de gado precoce, bem terminado e que rende muito no frigorífico. “Além disso, o Prêmio Ouro no PEC 2019 também mostra que as mulheres também sabem fazer pecuária de qualidade.

“Fica aqui um recado para todas as mulheres que, assim como nós, amam a pecuária. Acreditem em vocês. Vocês podem. Nós podemos. Lugar de mulher é onde ela quiser, inclusive na pecuária”, arremata Graciele Enéias.

Fonte: Assessoria
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Empresas Oportunidade

GTFoods oferta vagas de emprego em Maringá e outras unidades do Paraná

Empresa abre, mensalmente, postos para cargos operacionais, técnicos e/ou administrativos

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Para quem está em busca de colocação no mercado de trabalho em Maringá e outras regiões do Paraná, a GTFoods, uma das gigantes do setor avícola, oferece, periodicamente, diversas oportunidades de contratação. Mensalmente, são efetivados em torno de 220 colaboradores. As vagas são para funções operacionais, cargos técnicos e/ou administrativos.

Atualmente, a empresa possui mais de 200 vagas disponíveis, distribuídas nas unidades de Maringá, Paranavaí, Paraíso do Norte, Mirador, Douradina, Indianópolis, Marilena, Quatro Pontes, Rondon, São Manoel do Paraná e Terra Boa.

A Coordenadora de Desenvolvimento Humano Organizacional Gente & Gestão da GTFoods, Deni Juncanssi, relata que as pessoas contratadas possuem oportunidades de crescimento e desenvolvimento dentro da empresa. “Trabalhamos internamente com divulgação de vagas, a fim de ofertar a possibilidade de crescimento e desenvolvimento aos nossos colaboradores, como por exemplo, a efetivação de um aprendiz. Colaboradores que entram na empresa, podem, futuramente, atingir cargos administrativos e/ou de liderança”, explica.

A empresa oferece também outros benefícios para colaboradores admitidos. “Além da remuneração e potencial de crescimento interno, a contratação possui atrativos como: alimentação no local, prêmios de assiduidade, plano médico e odontológico, parcerias com universidades e convênios com farmácias, escolas e outros estabelecimentos”, complementa Deni.

Processo seletivo

As vagas possuem etapas seletivas diferentes, que vão de acordo com o cargo concorrido. Os interessados podem procurar a Agência do Trabalhador da cidade em que deseja se candidatar ou comparecer em uma das unidades da empresa e preencher a ficha de cadastro solicitada. Além disso, as inscrições podem ser realizadas também pelo site da GTFoods (http://www.gtfoods.com.br/) ou por envio de currículo no e-mail: recrutamento@gtfoods.com.br.

Fonte: Assessoria
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Empresas Mulheres

Gerente de unidade chave da BRF espelha o avanço feminino

Executiva em Videira/SC retrata o aumento de mulheres em postos de liderança na Companhia, perto de atingir a meta de 30% de presença feminina no comando

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Lucineia Antunes Valtte Leidens ( Foto: Divulgação)

A BRF, uma das maiores companhias de alimentos do mundo, tem a valorização da diversidade como um dos seus princípios, e o aumento da liderança feminina como compromisso público. Até 2025, a meta é atingir a proporção de 30% de mulheres em posições executivas.A Companhia está perto de atingir esse percentual: comparadaa 2018, a presença de mulheres em cargos executivos saltou de 15% para 22%, conforme os dados de fevereiro de 2021.

Esse avanço da liderança feminina, que se refleteinclusive na alta direção, com o exemplo de Grazielle Parenti, desde janeiro vice-presidente Global de Relações Institucionais, Reputação e Sustentabilidade, encontra-setambém no dia a dia de uma unidade chave para a BRF. A gerência industrial em Videira (SC), terra natal da Perdigão, uma das empresas que formaram a BRF, está desde o final do ano passado nas mãos de uma mulher.

Lucineia Antunes Valtte Leidens é uma das protagonistas do movimento de valorização de lideranças femininas que a BRF acelerou nos últimos anos.  Formada em Administração de Empresas, com MBA em Gestão de Pessoas, Lucineia está há 26 anos na BRF. Começou pela área de recursos humanos em Videira e foi promovida para o cargo de gerente regional Sul de RH após a consolidaçãoda fusão com a Sadia, em 2014. Dois anos depois, assumiu a gerência industrial de Campos Novos, dirigindo também a planta de Herval d’Oeste.

Com a equipe, Lucineia Valtte conseguiu colocar a unidade em destaque nos níveis de qualidade, gestão de pessoas e resultados, lucratividade e ampliação no número de habilitações para exportações de suínos. “Campos Novos se tornou uma referência pelos resultados alcançados no Sistema de Excelência Operacional em 2019 e recebeu troféus nos pilares pessoas, saúde, segurança e meio ambiente, sustentabilidade, operações industriais e gestão”, lembra.

Com aproximadamente 41% de mulheres entre mais de 90 mil colaboradores ativos no Brasil, a BRF entende que o conhecimento e o desenvolvimento das pessoas, um ambiente que valoriza a diversidade e relações baseadas em honestidade e respeito garantem o bom funcionamento da BRF e sua evolução constante.

Fonte: Ass. BRF
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CONBRASUL/ASGAV

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