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MUB Brasil com novos Horizontes

A chegada de Luciano Alvarenga e ações conjuntas com o grupo Royal De Heus da Holanda trazem importantes inovações para a MUB Brasil

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O objetivo é claro: fortalecer a participação no mercado de nutrição de bovinos no País. Com foco integral nessa estratégia, a MUB Brasil vem implementando importantes mudanças estruturais em conjunto com grupo Royal De Heus, do qual é integrante como joint venture.

“Ter a MUB como parte do nosso grupo é motivo de muito orgulho, porque sua estratégia de atuação no mercado está totalmente alinhada com a estratégia De Heus de participação nos mercados mundiais onde atuamos: Levar soluções inovadoras para nossos clientes, agregando valor aos seus negócios. É desta forma que a De Heus trabalha e é assim também que a MUB vem trabalhando nestes seus primeiros anos no Brasil, apresentando uma solução diferente e inovadora para a nutrição de animais a pasto, capaz de reduzir custos e de levar praticidade; promovendo otimização das pastagens, maior desempenho dos animais e, consequentemente, maiores lucros ao pecuarista” – afirma Ademir Pereira, Gerente de Negócios Bovinos do grupo De Heus no Brasil.

A MUB Brasil, com sede e fábrica própria em Guararapes (SP), tem sua equipe fortalecida com a contratação do zootecnista Luciano Alvarenga, graduado pela Universidade Federal de Lavras (MG) e mestre em Nutrição de Ruminantes pela mesma instituição, que responde agora pela Gerência Nacional de Vendas da Companhia no Brasil.

Com experiência destacada no mercado de nutrição animal, Luciano Alvarenga se diz muito motivado com este novo desafio profissional. “Estar presente e contribuir com a evolução da nutrição animal no Brasil é um compromisso que assumi há mais de 17 anos. Fazer parte de um grande projeto que tem o propósito de inovar a forma de nutrir os rebanhos é um privilégio, pois o que traz resultados há mais de 40 anos nas pastagens americanas, tem tudo para também ser sucesso no Brasil”, analisa.

O gerente conta com o apoio irrestrito do Diretor Presidente Hermanus Wigman e do Gerente de Negócios Bovinos Ademir Pereira, ambos da De Heus; que agora passam também a responder, juntamente com Alvarenga, pelos negócios da MUB no Brasil. O desafio principal é o de dar continuidade à expansão dos negócios da empresa em território brasileiro e em países circunvizinhos da América do Sul, com a linha de produtos MUB (Mistura de Umidade Baixa) que traz alta tecnologia e um conceito inovador para a pecuária de corte e leite.

A MUB apresenta um portfólio de produtos sem similares no mercado brasileiro, trazendo como principais diferenciais um conceito moderno de produto, resistente a intempéries naturais, tais como chuva e ventos; redução de mão-de-obra para fornecimento dos suplementos aos animais e um sistema de suprimento de proteínas, minerais, vitaminas e aditivos para o gado criado a pasto, que dispensa o uso do cocho, já que o produto apresenta-se acondicionado em resistentes baldes de 50 Kg, que são depositados diretamente no pasto. Uma tecnologia comprovada que hoje domina o mercado de suplementação a pasto nos Estados Unidos, com uma trajetória de mais de 40 anos na América do Norte. 

Tecnologia e inovação que aproximam as duas empresas: MUB e De Heus, por atuarem na vanguarda do mercado de nutrição animal, como conclui positivamente Hermanus Wigman:  “A integração da MUB ao nosso grupo representa um ganho expressivo para ambas as empresas, que passam, a partir de agora, a otimizar ainda mais os seus recursos tecnológicos e humanos. Os  ganhos sinérgicos são exponenciais e consolidam cada vez mais o nosso trabalho de conduzir a De Heus, agora junto com a MUB, para ser um dos principais players no mercado brasileiro de nutrição animal.”

 

A MUB BRASIL – A MUB Brasil possui tecnologia inovadora de nutrição animal que há mais de 40 anos é utilizada nas pastagens americanas. A empresa, localizada em Guararapes/SP, é uma joint venture do grupo holandês Royal De Heus, com investimentos crescentes no Brasil. A fábrica própria no interior de São Paulo, conta com equipamentos de última geração, inéditos no Brasil e uma equipe técnica especializada para dar todo o suporte necessário aos pecuaristas, que buscam soluções inovadoras e de resultados superiores para suas propriedades.  

Fonte: Ass. de Imprensa De Heus

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Empresas Ameaça silenciosa

Como a Doença de Gumboro Afeta a Sanidade, Performance e Rentabilidade das Aves

Altamente contagiosa, a enfermidade viral desafia o sistema imunológico das aves e pode gerar prejuízos expressivos à avicultura industrial

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Divulgação / Fotos: Zoetis

A avicultura industrial brasileira, reconhecida mundialmente por sua eficiência produtiva, enfrenta desafios cada vez mais complexos no manejo sanitário dos plantéis. Entre esses desafios, a Doença de Gumboro, também chamada de Doença Infecciosa da Bursa (DIB) é altamente contagiosa. A enfermidade viral acomete principalmente aves jovens entre 3 e 10 semanas de idade, comprometendo o sistema imunológico e impactando diretamente o desempenho zootécnico das granjas.

A doença é causada por um vírus do gênero Avibirnavirus, notável por sua resistência ambiental — capaz de permanecer ativo por longos períodos mesmo após procedimentos de limpeza e desinfecção. Ao atingir a bolsa de Fabricius, órgão essencial à formação das células de defesa das aves, o vírus provoca imunossupressão severa, tornando os animais mais vulneráveis a outras infecções e interferindo na eficácia de vacinas de rotina.

Além do impacto financeiro direto, os efeitos produtivos da doença são amplos e muitas vezes silenciosos na forma subclínica. Em um cenário de alta densidade de alojamento, o controle da imunossupressão é um fator decisivo para sustentar a competitividade da produção de frangos no país.

“A Doença de Gumboro é uma ameaça muitas vezes silenciosa, mas de alto impacto econômico. Mesmo infecções subclínicas, podem reduzir o ganho de peso, comprometer a conversão alimentar e afetar a qualidade dos ovos. O monitoramento eficaz é o primeiro passo para conter o avanço da enfermidade e proteger o potencial produtivo das granjas”, destaca Eduardo Muniz, Gerente Técnico de Aves da Zoetis Brasil.

Na prática, o produtor pode perceber a presença da doença por sinais clínicos como depressão, diarreia aquosa, desidratação e penas arrepiadas. Contudo, é a observação de indícios produtivos como a queda na taxa de ganho de peso diário ou a redução na qualidade dos ovos que costuma revelar a circulação do vírus em sua forma subclínica. Em lotes de alto desempenho, qualquer variação nesses parâmetros representa perda direta de margem e eficiência.

“Em granjas industriais, onde milhares de aves convivem em densidades elevadas, a probabilidade de disseminação viral é alta. O controle eficaz depende de um conjunto de medidas: vigilância sanitária constante, diagnóstico laboratorial preciso e imunização bem planejada. Mais do que uma rotina de biosseguridade, trata-se de uma estratégia de rentabilidade”, reforça Muniz.

A prevenção da Doença de Gumboro deve ser encarada como um investimento zootécnico estratégico. Além da escolha de vacinas adequadas à realidade imunológica dos lotes, é essencial realizar o acompanhamento técnico dos resultados, observando tanto o desempenho produtivo quanto a resposta imunológica. O uso de vacinas como a Poulvac® Procerta® HVT-IBD vacina de vírus vivo congelado contra as doenças de Marek e Gumboro, torna-se uma ferramenta fundamental dentro de estratégias preventivas consistentes e de longo prazo. A vacinação pode ser feita via subcutânea, ou in ovo em ovos embrionados de galinha saudáveis com 18 a 19 dias de idade.

Para a Zoetis, líder mundial em saúde animal, o enfrentamento da Doença de Gumboro faz parte do ciclo contínuo de cuidado. A empresa reafirma que, em um cenário global cada vez mais desafiador, sanidade é sinônimo de desempenho, e o cuidado com a imunidade é o alicerce da produção avícola moderna.

Fonte: Assessoria
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Boehringer Ingelheim anuncia Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing de Aves e Suínos

A executiva assume a posição anteriormente ocupada por Filipe Fernando, que ascendeu ao cargo de Head de Grandes Animais da empresa

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Foto: Divulgação/Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim, multinacional farmacêutica referência na produção de medicamentos para humanos e animais, anuncia a chegada de Patricia Aristimunha como nova gerente sênior de marketing da unidade de negócios de Aves e Suínos, assumindo o cargo anteriormente ocupado por Filipe Fernando, novo diretor de Grandes Animais da companhia.

A gerente é graduada em Medicina Veterinária pela Universidade Federal de Santa Maria, onde também concluiu o mestrado. Além disso, possui doutorado em Zootecnia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e um MBA em Gestão Estratégica e Econômica de Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No âmbito profissional, Patricia conta com mais de 18 anos de experiência em empresas nas áreas de saúde, produção e nutrição animal, com forte atuação em marketing estratégico.

“Estou muito contente e animada em iniciar esse novo capítulo profissional em uma empresa líder e referência global na área da saúde, como a Boehringer Ingelheim. Com minha sólida experiência técnica e prática no segmento de avicultura e suinocultura, estou ansiosa para colaborar com a equipe e contribuir ativamente para os resultados e inovações da empresa”, afirma Patricia Aristimunha.

A chegada da executiva, que ingressou no cargo na primeira semana de novembro, reforça o compromisso da Boehringer Ingelheim em fortalecer sua liderança e inovação no mercado de saúde animal, especialmente nos setores de aves e suínos. Com sua vasta experiência no segmento, a empresa espera que Patrícia impulsione ainda mais as estratégias de marketing da companhia, contribuindo significativamente para o sucesso contínuo de seus clientes e parceiros no agronegócio.

Fonte: Assessoria Boehringer Ingelheim
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Ventilação eficiente é chave na preparação do agro para a chegada do calor

Manutenção preventiva dos motores ajuda a reduzir perdas e preservar o bem-estar animal 

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Divulgação Hercules Energia em Movimento

Com a chegada da primavera e a aproximação do verão, as altas temperaturas passam a impactar diretamente a produção animal no Brasil. O calor excessivo é um dos principais fatores de estresse térmico, comprometendo o desempenho dos animais, reduzindo a produtividade e elevando riscos sanitários e econômicos para os produtores.

Segundo Drauzio Menezes, diretor da Hercules Energia em Movimento, a manutenção preventiva dos motores é fundamental nesse período. “A confiabilidade dos motores determina o bom funcionamento dos sistemas de ventilação, que são essenciais para manter as granjas em condições adequadas”, afirma.

Manutenção e ventilação: aliados da produtividade

A ventilação é um dos recursos mais eficazes para preservar o bem-estar dos animais durante os meses mais quentes. Para que os equipamentos cumpram sua função com eficiência, é essencial que os motores estejam revisados e em pleno funcionamento. Entre as ações mais importantes estão a manutenção dos motores, isolamento térmico das estruturas, controle da umidade e fornecimento constante de água fresca, além de ajustes na densidade de lotação em períodos de calor extremo. “Esses sistemas precisam operar com segurança e sem falhas para garantir conforto térmico, reduzir o estresse dos animais e evitar perdas na produção”, reforça Menezes.

Segundo ele, a Hercules Energia em Movimento oferece soluções adequadas para esse tipo de demanda, com motores monofásicos, trifásicos e customizados, todos com alta eficiência energética, conformidade com as normas NEMA e IEC, e aprovação do Inmetro. Os equipamentos são projetados para atender ambientes de produção animal, que exigem desempenho constante mesmo em condições severas.

Motor Air Over ventilação – Divulgação Hercules

Alta nas temperaturas exige preparação antecipada

De acordo com previsões do INMET e da Climatempo, a primavera e o verão de 2025/2026 devem registrar temperaturas acima da média histórica em várias regiões do país, com destaque para o Centro-Oeste, Sudeste e partes do Sul. A previsão também aponta para chuvas mal distribuídas e períodos prolongados de tempo seco, elevando o risco de ondas de calor e agravando os desafios para a criação de aves.

Esse cenário reforça a necessidade de antecipar cuidados com a climatização das áreas de produção animal. “Ambientes bem ventilados ajudam a mitigar os efeitos do calor excessivo, preservando o desempenho zootécnico das aves e garantindo a continuidade da produção com segurança”, conclui Menezes.

Fonte: Ass. de Imprensa
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