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MSD Saúde Animal lança o primeiro dispositivo livre de agulha e intradérmico com dois injetores para vacinação suína

Com o único movimento, IDAL® 3G Twin chega para facilitar a aplicação de duas vacinas, no combate de duas importantes doenças: pneumonia enzoótica e a Circovirose

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Foto: Divulgação

Investindo cada vez mais em soluções que auxiliem o produtor, garantindo maior rentabilidade e com foco no bem-estar animal, a MSD Saúde Animal acaba de anunciar a chegada de IDAL® 3G Twin.

Trata-se de um dispositivo sem agulha e intradérmico com duas cabeças injetoras, que combina os benefícios da vacinação sem agulha e da aplicação intradérmica de vacinas. O equipamento está disponível para aplicação das exclusivas vacinas inativadas contra a infecção por circovírus suíno tipo 2 (Porcilis® PCV ID) e contra a enfermidade Mycoplasma hyopneumoniae (Porcilis® M1 ID).

“Como o dispositivo IDAL® 3G Twin não utiliza agulhas, ele regula a dose da vacina e a pressão de aplicação eletronicamente, evita os erros de volume da dose aplicada e também possíveis lesões teciduais, que podem ocorrer no local da vacinação com agulha, são minimizadas ou inexistentes”, explica Robson Gomes, gerente de produtos da MSD Saúde Animal.

Segundo estudos, a resposta imune após a vacinação intradérmica é tão boa ou superior quanto à obtida após a vacinação intramuscular tradicional. O dispositivo também apresenta menores exigências de volume de frascos para ser manejado e controlado nas geladeiras de armazenamento de vacinas, tornando-se assim mais conveniente.

A tecnologia reduz o risco de disseminação de doenças entre os suínos – que pode ocorrer devido à reutilização da mesma agulha em vários animais -, elimina o risco de quebra de agulhas, abcessos e condenações de carcaças associadas a esses fatos, além de melhorar a segurança do operador, evitando ferimentos acidentais com as agulhas.

 

Pesquisa e Inovação

IDAL® 3G Twin faz parte da terceira geração do IDAL® System. O novo modelo é ergonomicamente projetado com uma distribuição de peso o que garante fácil manuseio e o que proporciona esforço mínimo do operador. Além disso, ele chega ao mercado com um sensor bluetooth e de posição. São mais de 1.200 aplicações em uma carga de bateria. A necessidade de manutenção periódica requerida pelo IDAL 3G também foi melhorada, aumentando a autonomia do equipamento.

O exemplo mais conhecido de um dispositivo de vacinação sem agulhas em toda indústria de saúde animal é o IDAL® System, desenvolvido na Alemanha por especialistas em tecnologia de fabricação de produtos médicos em colaboração com a MSD Saúde Animal, que apareceu oficialmente no mercado em 2001.

Desde 2013, a MSD Saúde Animal trouxe ao mercado os modelos melhorados de IDAL® System I e II, respectivamente, o que proporcionou uma grande vantagem para essa tecnologia, já que seu desenvolvimento ocorreu juntamente com uma linha de vacinas exclusivas para o uso da via ID.

“A vacinação intradérmica é um avanço nos processos de imunização de animais. IDAL® System é o mais moderno e inovador sistema de vacinação do mercado brasileiro e promove melhorias relacionadas ao bem-estar animal. “Essa é a terceira geração do equipamento que chega ao mercado, mostrando que a MSD Saúde Animal investe constantemente em tecnologia e o IDAL faz parte de uma estratégia global da companhia”, completa Robson Gomes.

 

Fonte: Assessoria da MSD
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Feedis® anuncia reforços

As novas contratações fazem parte de um dos pilares da nova estratégia da austro-brasileira de estar ainda mais próxima de seus clientes para apoio e suporte técnico

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Médica veterinária Júlia Balena Spricigo - Foto: Divulgação

Dois novos profissionais passam a compor o time Feedis®. O médico veterinário Felipe Rodrigues Chagas, especialista em Nutrição Avícola, e a médica veterinária Júlia Balena Spricigo são os novos talentos, apostas apoiadas no crescimento sustentável desta nova fase da companhia austro-brasileira.

Médico veterinário Felipe Rodrigues Chagas, especialista em Nutrição Avícola

“Felipe chega para somar e dar todo o suporte para os clientes Feedis® nas regiões Sudeste e Sudoeste. Já a Júlia ficará sediada em Concórdia (SC) e dará apoio técnico comercial a região Sul. São reforços que atestam o compromisso Feedis® com o mercado. Profissionais qualificados e preparados para suporte e prestação de serviços técnicos”, destaca o Diretor Geral da Feedis®, Fernando Toledano.

 

Em julho, os novos contratados visitaram a sede e realizaram treinamentos para imersão nos valores da empresa e no portfólio de produtos Feedis®. “Este foi um período de muito aprendizado e troca de experiências. Apresentamos nossa cultura, missão e valores, além do treinamento técnico, pois contamos com uma ampla gama de aditivos, suplementos e ingredientes que promovem a saúde dos animais sem que haja a necessidade de uso de antibióticos”, lembra o Gerente de Negócios Feedis®, Luciano Heis.

“Já mantinha relacionamento com a Feedis® e acompanhava o desempenho da empresa no interior do estado de São Paulo. Agora passo a compor este time. Estou animado e preparado para plantar boas sementes nesta nova etapa da companhia”, discorre Felipe. E Júlia compartilha sentimento e objetivo: “Estou feliz em fazer parte da Feedis®, uma empresa que traz consigo a paixão por alimentar animais com nutrientes saudáveis e livres de antibióticos”, declara.

Fonte: Assessoria
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Parceria entre Bayer e Universidade Federal de Viçosa (MG) incentiva pesquisa sobre doenças na cultura da soja

Por meio do acordo firmado pela multinacional e a instituição de ensino superior será possível estudar organismos que causam a podridão na soja brasileira

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Foto: O Presente Rural

A Bayer e a Universidade Federal de Viçosa (MG) assinaram uma parceria de colaboração técnico-científica para o desenvolvimento de um estudo de variabilidade de populações de Phytophthora – que são patógenos que provocam a podridão radicular e da haste da soja no Brasil.

“Os resultados da pesquisa permitirão melhor compreensão dos mecanismos de ação no fungo, pois durante o projeto será possível investigar os patótipos e a genética do Phytophthora, responsável por um dos principais problemas que afetam a cultura da soja hoje. Com a pesquisa queremos determinar as raças que causam podridão radicular e da haste da soja; descobrir a variação nas amostras coletadas em diferentes regiões e estimar a efetividade dos genes. Além de comparar as estruturas genéticas dessas populações” explica Dirceu Júnior, diretor do Centro de Expertise em Agricultura Tropical (CEAT) da Bayer.

A podridão radicular e da haste em soja é uma doença causada pelo oomiceto Phytophthora sojae, típico patógeno habitante de solo. Em solos mal drenados, a doença pode causar impactos econômicos expressivos e a melhor forma de manejo da doença tem sido o uso de variedades de soja resistentes.

Fonte: Assessoria
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Biofilme deve ser retirado de tubulações de água de bebida para manter sanidade da granja

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Divulgação SANPHAR

Tão importantes quanto qualquer outra parte da instalação, as tubulações desempenham papel fundamental na granja – transportar a água potável para manter a hidratação dos animais e garantir a sua saúde. Entretanto, é imprescindível que, para manter a qualidade da água de bebida, os encanamentos estejam devidamente limpos e em bom estado. Para Ana Caselles, gerente técnica regional da Sanphar Saúde Animal, muitos produtos utilizados via água de bebida podem ir se acumulando ao longo das tubulações e, com o tempo, esses produtos, se não houver limpeza com a devida frequência, acabam aderindo à parte interna da tubulação da bebida,, tanto de suínos, como de aves.  “Além disso, há o biofilme, uma estratégia para sobrevivência das bactérias que se aderem à parede do encanamento que, junto da sujeira aderida e à água, se alimentam e se multiplicam. Isso proporciona um crescimento rápido e novos pontos de formação de biofilme e contaminação na tubulação”, explica a especialista da Sanphar.

Ana Caselles explica que, embora a ingestão do biofilme em si não esteja associada diretamente a enfermidades, pode haver a persistência de agentes patogênicos (como Salmonella) na água de bebida por conta do biofilme de um lote para outro. Caso a granja faça controle de Salmonelose, por exemplo, deve se atentar à limpeza dessas tubulações para que possa melhorar a saúde dos animais e evitar a infecção. Outro ponto importante é que, além de favorecer a persistência de agentes patogênico na tubulação de água de bebida, a falta de limpeza dessa estrutura pode comprometer a viabilidade de vacinas fornecidas via água de bebida, tal qual outros produtos e medicamentos, comprometendo a saúde desses animais.

Para que essa limpeza seja eficiente, devem ser utilizados os produtos corretos. “Por falta de informação, as granjas acabam utilizando substâncias inadequadas, como o cloro em altíssima dosagem, que não é eficiente na limpeza de rede hidráulicas com biofilme. Outro fator é que o cloro é corrosivo e, com o tempo, pode danificar as tubulações, provocando prejuízos econômicos”, afirma Ana Caselles.

A gerente técnica da Sanphar alerta que a limpeza das tubulações deve ser realizada nos intervalos de lote, já que os produtos utilizados para higienização do encanamento não são indicados nessas concentrações para o consumo animal, podendo acarretar problemas na saúde e perdas, caso ingeridos.

“É importante ficar atento para o acúmulo da sujeira e do biofilme. Durante o processo de limpeza, esses resíduos podem se desprender e acumular entupindo bicos dos bebedouros e assim impossibilitar a passagem da água e comprometer o consumo pelos animais”.

Atenta à sanidade das granjas, a Sanphar Saúde Animal oferece Timsen® como solução para limpeza das tubulações e retirada do biofilme devido ao seu alto poder de penetração. Trata-se de desinfetante biocida à base de cloreto de alquil dimetil benzil amônia 40% na forma de cristais solúveis. Uma fórmula patenteada que possui amplo espectro de ação e eficácia, mesmo na presença de matéria orgânica. “A Sanphar é parceira dos avicultores e suinocultores e coloca à sua disposição produtos eficazes e seguros para o manejo sanitário das granjas”, destaca Ana Caselles.

Fonte: Ass. de Imprensa
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