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MSD Saúde Animal fortalece o time de Suinocultura
Primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave.

Com o intuito de dar sustentação ao crescimento da unidade de negócio de Suinocultura, com a velocidade e capacidade de resposta que o mercado exige, a MSD Saúde Animal apresenta movimentações estratégicas no time. A primeira é a chegada de João Xavier como gerente técnico nacional, marcando uma nova fase de trabalho do profissional na companhia. Outra ação é a nova posição do médico-veterinário Ronaldo Risso, que assume como coordenador de Contas-Chave e passa a integrar a equipe de liderança da unidade.

João Xavier, gerente técnico nacional da unidade de negócio de Suinocultura
Segundo Fernando Chucid, diretor de Suinocultura, a unidade de negócio vive uma fase de forte desenvolvimento na MSD Saúde Animal. “Com um time altamente especializado, estamos expandindo nosso portfólio, realizando lançamentos e reforçando nossa presença estratégica no mercado de suínos. Essas mudanças no time trazem ainda mais força, especialmente pela experiência do João e do Ronaldo.”

Ronaldo Risso, coordenador de Contas-Chave da unidade de negócio de Suinocultura
O doutor em Ciências Veterinárias e mestre em Medicina Veterinária João Xavier está retornando à MSD Saúde Animal, onde atuou de 2018 a 2024 como coordenador técnico. Na nova fase, como gerente técnico nacional de Suinocultura, ele terá a missão de fortalecer ainda mais o diferencial e posicionamento técnico da companhia. Já Ronaldo ingressou na MSD Saúde Animal em 2018 e, desde então, atuou como coordenador de assistência técnica e coordenador de território. Agora, será responsável pela gestão de parceiros distribuidores da unidade de negócio de Suinocultura.

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Glicinatos da MCassab passam a ser fornecidos pela Biochem, após aquisição do negócio da Basf
Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização.

A MCassab Nutrição e Saúde Animal (NSA), empresa do Grupo MCassab, comunica que os glicinatos utilizados em sua linha de minerais orgânicos são, agora, fornecidos pela alemã Biochem – empresa que assumiu a fabricação dos ingredientes da Basf, que anunciou a saída do negócio.
“Ambos são glicinatos nos quais o mineral está complexado a uma molécula de glicina, seguindo o mesmo princípio químico e padrão tecnológico de produção. Trata-se da mesma base estrutural e conceitual em termos de formulação e qualidade, mantendo o reconhecimento já consolidado pelo mercado.”, afirma o diretor executivo da MCassab Nutrição e Saúde Animal, Mauricio Graziani.
Glicinatos são minerais desenvolvidos para que o organismo dos animais consiga aproveitá-los melhor, facilitando sua absorção e utilização. Esses ingredientes estão presentes na linha MinerPAC, da MCassab, e são destinados tanto à inclusão direta em rações (feed) quanto à aplicação via água de bebida (solúveis), com produtos à base de zinco, cobre, manganês, ferro, cromo e blends específicos, aplicados em diferentes espécies, como aves e suínos.
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Parasitas na pecuária: o custo escondido que ameaça a rentabilidade e o bem-estar animal
Com perdas anuais que chegam a R$ 70 bilhões, o manejo estratégico contra parasitas se torna imperativo para a pecuária brasileira.

A pecuária brasileira, pilar econômico e o maior protagonista no mercado global de carne bovina, responsável por cerca de 20% de toda a produção mundial, enfrenta um inimigo invisível de alto impacto: os parasitas. Mais que um incômodo sanitário, a infestação parasitária impõe um custo oculto e contínuo que mina a rentabilidade das fazendas, afeta a saúde dos animais e compromete o posicionamento do Brasil em mercados exigentes.
Estudos de instituições do setor constantemente evidenciam a magnitude desses prejuízos. Segundo levantamento publicado em 2025 pela Revista Brasileira de Parasitologia Veterinária, os parasitas podem causar um prejuízo de até R$ 70 bilhões à pecuária nacional anualmente. Isso ocorre, pois, a atividade parasitária gera um ciclo de perdas significativas ao animal: menor ganho de peso, redução na produção de leite e carne, queda na eficiência reprodutiva e maior suscetibilidade a outras doenças, elevando custos com medicamentos. Em casos graves, pode levar à mortalidade ou descarte, corroendo margens de lucro e impactando diretamente a competitividade do produtor.
O impacto se estende à saúde e ao bem-estar dos animais. Parasitas causam desconforto, estresse crônico, anemia e imunossupressão, tornando animais debilitados mais vulneráveis e menos produtivos. O controle é vital não apenas para a produtividade, mas para a qualidade do rebanho e a entrega de produtos superiores, alinhando-se às expectativas de mercados que valorizam o bem-estar animal e a sustentabilidade.
“O controle de parasitas na pecuária não deve ser visto como uma despesa, mas um investimento estratégico essencial e contínuo para a viabilidade econômica”, destaca Filipe Fernando, diretor da unidade de negócios de grandes animais da Boehringer Ingelheim. “As consequências de uma infestação se traduzem em perdas financeiras e degradação sanitária do rebanho. Produtores que adotam um manejo proativo blindam sua produtividade e asseguram a competitividade de seus negócios”, complementa o executivo.
Adicionalmente, os pecuaristas devem ter atenção redobrada com os parasitas internos, como nematódeos gastrintestinais, uma vez que sua detecção visual direta é inviável, dificultando seu controle. “Esse tipo de agente patogênico representa cerca de 50% das perdas econômicas na pecuária, segundo estimativas de mercado, sendo ainda mais perigoso que os parasitas externos. Por isso, uma estratégia preventiva e eficaz é tão recomendada para minimizar riscos, principalmente quando entendemos a dimensão do mercado brasileiro de bovinocultura de corte, com um valor bruto de produção de mais de R$205 bilhões, de acordo com o MAPA”, explica o executivo.
Nesse contexto, a indústria de saúde animal busca inovar com ferramentas eficientes para o controle parasitário, com produtos como Ivomec® e Topline®. “A presença de soluções robustas e eficazes é crucial para que o pecuarista possa traduzir o conhecimento sobre o manejo parasitário em resultados efetivos no campo”, afirma Filipe. “Esses produtos consolidaram-se como pilares no combate aos parasitas, contribuindo diretamente para a saúde dos animais e, por consequência, para a rentabilidade da fazenda”, finaliza.
Assim, a pecuária exige uma abordagem estratégica e contínua no combate aos parasitas, que vai desde o diagnóstico preciso e o uso racional de antiparasitários, até o manejo adequado de pastagens e a adoção de boas práticas. É a partir dessa visão holística e tecnicamente embasada, aliada à disponibilidade de soluções inovadoras da indústria, que o setor poderá não apenas mitigar perdas, mas também garantir a sanidade, o bem-estar e a sustentabilidade lucrativa do agronegócio brasileiro.
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Cargill Nutrição e Saúde Animal inaugura planta no Mato Grosso e amplia presença no maior polo de pecuária do país
Unidade reforça atuação da empresa no mercado de suplementos para bovinos e aproxima ainda mais a indústria do campo.

A Cargill Nutrição e Saúde Animal inaugurou na última semana, sua planta de produção de suplementos para bovinos de corte em Primavera do Leste (MT). A unidade, focada nos produtos com a marca Probeef, amplia a presença da companhia no principal estado pecuarista do Brasil e reforça a estratégia de se aproximar cada vez mais do produtor rural.
Com mais de dez mil metros quadrados de área construída, a nova planta foi projetada para garantir alto desempenho operacional, segurança e eficiência energética. A operação abrange o recebimento e armazenagem de matérias-primas, em granel, big bags e sacaria. O material recebido segue para moagem, dosagem automática, mistura e ensaque dos produtos, até a estocagem em armazém de produto acabado.
Com capacidade produtiva de até 150 mil toneladas por ano, a unidade atende a crescente demanda por suplementos para bovinos de pasto e confinamento, duas modalidades que ajudaram a colocar o Brasil como um dos grandes players globais no fornecimento de proteína animal.
De forma automatizada, a unidade une sustentabilidade e rastreabilidade, pois a empresa opera 100% dos equipamentos de movimentação interna com energia renovável, incluindo empilhadeiras e transpaleteiras. Os produtos são facilmente identificáveis em cada etapa do processo fabril para facilitar a gestão e o controle de qualidade, permitindo rastrear em cada saco de produto qual foi a origem exata de cada matéria-prima usada.
Desenvolvimento local
A escolha por Primavera do Leste se deu pela sinergia com outras operações da Cargill, que já possui no município uma unidade de processamento de soja, e pela posição estratégica para atender o Vale do Araguaia e outras regiões do Mato Grosso – estado que concentra o maior rebanho bovino do país.
“A nova unidade representa um marco estratégico para nossa atuação lado a lado do produtor rural. Aqui, inovação, eficiência e sustentabilidade serão realidade para transformar a força da marca em produtos, serviços e equipes que levem soluções para os desafios da pecuária de hoje e do futuro”, comemora Celso Mello, VP de Nutrição e Saúde Animal para a América do Sul na Cargill.
Mais de 230 trabalhadores atuaram nas fases de construção, montagem e automação. Na operação, foram gerados 80 empregos diretos, com potencial de expansão para 120 posições conforme ativação de novos turnos. A empresa priorizou a contratação de mão de obra local e a capacitação das lideranças em unidades locais.
Além da proximidade com importantes polos produtores de grãos e fontes de DDG (grãos secos de destilaria), a localidade oferece eficiência operacional e agilidade no atendimento a clientes de regiões com pecuária intensiva, estimulando produtividade e redução de perdas.



