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MSD Saúde Animal apoia segundo Swine Day

2ª. edição do simpósio promovido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) acontece no dia 22, com o objetivo de propiciar troca de conhecimentos entre a academia e indústria da suinocultura

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Com o objetivo de disseminar novos conhecimentos para o mercado da suinocultura brasileira, a MSD Saúde Animal marca, mais uma vez, presença como patrocinadora máster na 2ª edição do Swine Day, que acontece no dia 22 de novembro, na Favet – Faculdade de Veterinária da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

A companhia, parceria do evento desde a primeira edição, confirma sua participação no simpósio, com a presença do médico veterinário e gerente comercial de suínos da MSD Saúde Animal, Marco Aurelio Gallina. Neste ano, serão apresentados 18 trabalhos técnicos, entre dissertações e teses de alunos de mestrados e doutorados que serão concluídas nos próximos meses.

O conceito do Swine Day é propiciar um importante momento de troca de conhecimento entre profissionais da indústria e alunos de graduação e pós-graduação e ainda potencializa o desenvolvimento de tecnologias para a suinocultura. Já nos painéis temáticos serão debatidos temas como nutrição, sanidade, reprodução e manejo dos suínos.

“A MSD Saúde Animal participa ativamente deste evento por acreditar no conhecimento e na prestação de serviço. Ao patrocinar o Swine Day, estamos promovendo mais uma vez o apoio ao setor”, diz César Feronato, gerente técnico Suinocultura da MSD Saúde Animal.

De acordo com ele, o papel do simpósio é reunir a cadeia em busca de inovação para o setor e entender as demandas da suinocultura. O Swine Day que tem por objetivo proporcionar um canal direto de troca de informações entre a universidade e a indústria.

“O foco é apresentar às empresas as informações desenvolvidas e produzidas pela UFRGS na área de suinocultura e captar as necessidades do mercado”, diz um dos responsáveis pelo evento, professor Dr. Fernando Pandolfo Bortolozzo, – do Departamento de Patologia e Clínica Veterinária com Doutorado em Reprodução Animal na Tieraerztliche Hochschule Hannover, Alemanha.

O professor explica que a universidade tem hoje nos setores de pós-graduação, mestrado e doutorado, núcleos com 40 alunos que desenvolvem projetos voltados para a suinocultura. “Há várias pesquisas que saem do papel e vão para o campo. Em geral, ações eficientes com resultados aplicáveis que vem de encontro às necessidades do setor, destaque para o manejo no setor de creche, cuidados com  leitões ao nascimento”, diz.

 

Foco no Conhecimento

Com um jeito inovador de estimular os estudos e o conhecimento para a suinocultura, recentemente, a MSD Saúde Animal apoiou o desenvolvimento do Oink. Trata-se de um aplicativo de fácil manuseio baseado em gamificação desenvolvido pela Agriness, que estimula a melhoria dos resultados com o aprimoramento da equipe das granjas. A aplicação é gratuita e já conta com mais de quatro mil downloads em todo o Brasil. A proposta do recurso é levar conhecimentos importantes para a suinocultura de uma forma simples e interativa, através de um jogo intuitivo dividido em quatro trilhas: manejo, sanidade, nutrição e genética. 

Durante o uso do aplicativo, o usuário, além de aprender sobre suinocultura, acumula pontos e compete com outros jogadores. O aplicativo pode ser usado por profissionais de granja, estudantes, técnicos, e todos aqueles que queiram aprender sobre suinocultura, além da equipe MSD Saúde Animal, engajando o crescimento dos times por meio da meritocracia dentro das atividades propostas. Para mais informações, acesse: http://www.agriness.com/pt/oink/

Fonte: Ass. de Imprensa

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Empresas Vetanco no Pig Meeting

Alternativa para atualização profissional

O PIG MEETING vem para fortalecer os debates e tendências do setor de proteína animal.

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Tiago Urbano – Diretor Técnico/Comercial – Vetanco Unidade Brasil. - Foto: Divulgação

Parceira e apoiadora dos eventos promovidos pelo NUCLEOVET – Núcleoo Oeste de Médicos Veterinários e Zootecnistas, a Vetanco que é patrocinadora DIAMANTE do evento híbrido digital,  destacou a importância da transferência  de conhecimento através de um encontro ONLINE .

“ Nós da Vetanco sempre estivemos presentes nos eventos organizados pelo Nucleovet de Chapecó, em especial no Simpósio Brasil Sul de Suinocultura, participando como patrocinadores, apoiadores e expositores nos eventos. Diante da impossibilidade de realização de eventos presenciais durante esse ano, entendemos que a difusão de conhecimento técnico e atualizações sobre o segmento, pela via digital, é a melhor das alternativas. Portanto, não poderíamos deixar de participar desse evento, pois entendemos que mesmo em períodos de isolamento social a suinocultura nacional não para e nós também não podemos parar” afirmou Tiago Urbano – Diretor Técnico/Comercial – Vetanco Unidade Brasil.

O desenvolvimento do setor, mesmo durante a pandemia são inquestionáveis. Mas, simultaneamente a demanda por análises técnicas e por uma previsibilidade assertiva tem aumentado exponencialmente.  Para  isso o PIG MEETING vem para fortalecer os debates e tendências do setor de proteína animal.

Tiago comentou ainda a importância de manter uma comunicação ativa junto aos clientes, parceiros e equipe. “Diante da impossibilidade de mantermos a nossa rotina normal de trabalho durante esse ano, direcionamos muito do nosso foco para as vias digitais, seja através de reuniões remotas com nossos clientes, ou mesmo através de Webinares nos quais proporcionamos atualizações e treinamentos das equipes técnicas e de produção de nossos clientes”, destaca.

“Como estratégia em comum de facilitar o acesso à informação qualificada, o departamento de Comunicação e Marketing da Vetanco têm trabalhado exaustivamente em aprimorar nossa presença em mídias sociais, veículos de comunicação especializados na área e em eventos on line, como uma forma de suprir a afastamento provisório de nossas equipes junto a nossos clientes”,  finalizou Urbano.

 

 

Fonte: Assessoria
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Empresas Plantio

Estudo mostra que plantadeiras estão com performance 15% abaixo do necessário

Problema reflete na produtividade da lavoura

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Foto: O Presente Rural

O trabalho no dia a dia de uma fazenda levou o seu administrador a perceber que as plantadeiras em atividade não estavam realizando o serviço de forma a entregar todo o seu potencial. Em geral ou consumiam mais insumos ou sobrava, o que, ao final, resultava em custos e menor produção da lavoura. Em princípio a solução poderia ser apenas uma regulagem melhor ou treinamento dos operadores. Mas, mesmo tendo feito estas correções, o problema continuava por várias safras.

Segundo o diretor executivo da Geração Agro, empresa de consultoria especializada em gestão de áreas críticas das propriedades rurais, o agrônomo Flávio Marques, o trabalho a campo mostrou que mesmo mudando de marcas de plantadeiras o problema persistiu, configurando então que pode haver um problema de projeto. “Mas o mais relevante nesta questão é que em média esta situação de problema no plantio traz um reflexo lá na frente quando o produtor deixa de colher cerca de 12 sacas de soja por hectare, o que significa um valor financeiro bastante algo que não entra no caixa da empresa”, ressalta Marques.

Conforme diz o agrônomo, discos gastos, condutor da semente danificado, articulação das rodas limitadoras de profundidade com folga, tensão da mola sem uniformidade entre as linhas, foram alguns dos problemas encontrados com frequência, que acarretaram nesta quebra de produtividade. “Para se ter uma ideia, em um cliente, encontramos 31 anomalias nos equipamentos de plantio, alguns, já de fábrica. Então, quando o produtor pensa que está tudo perfeito para realizar o seu trabalho, acaba percebendo que alguns “detalhes” comprometem o resultado final e o seu ganho que, segundo a nossa avaliação, vai ser em média, 15% menor”, assegura.

Marques complementa afirmando que muito mais que fazer correções nas regulagens e nas peças gastas, ou mesmo treinamento, o produtor vai ter que atentar para o equipamento como um todo, fazendo uma check list pente fino, para conseguir melhorar a performance das plantadeiras, a fim de não ter queda na sua produtividade. Diz ainda que uma das expertises da Geração Agro é justamente o trabalho de Certificação das Plantadeiras, onde realizam todo este check list. “Cada semente que não produz uma planta é um valor que deixa de entrar na conta do produtor, e este é o verdadeiro valor de cada planta”, finaliza.

Fonte: Assessoria
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Empresas

Empresa catarinense referência mundial no agro completa 20 anos

Tecnologia, produtividade e design são atributos presentes no DNA da GTS do Brasil desde seu nascimento.

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Foto: Divulgação

Há 20 anos, a Empresa trilhava seus primeiros passos sendo referência no espaçamento reduzido entre linhas, lançando a primeira plataforma para colheita de milho toda em alumínio do mundo. O resultado foi mais leveza, agilidade, produtividade e economia de combustível.

Fundada no ano 2000, buscou sempre oferecer soluções que fizessem a diferença na lavoura. Por serem filhos de agricultores, os irmãos Strasser projetaram seus produtos, baseados nas necessidades de quem está dia a dia no campo.

Com muito trabalho, honestidade e competência, ano após ano a GTS do Brasil foi se destacando no agronegócio brasileiro, através de seu pioneirismo em inovações que causaram uma grande disruptura no mercado de implementos agrícolas.

Após consolidar-se no mercado nacional, a GTS expandiu suas fronteiras e hoje exporta máquinas para as Américas, Europa, África e, mais recentemente, Oceania.

Atualmente administrada pelo Diretor Presidente Assis Strasser e pela diretora financeira Gilvana Ribeiro, a GTS do Brasil gera cerca de 300 empregos diretos, e mais de mil indiretos.
Possui duas unidades na cidade de Lages/SC, e planeja inaugurar a terceira fábrica em 2021.

A GTS do Brasil completa seus 20 anos de história com bases sólidas, pavimentadas em um passado de muito esforço e trabalho, olhando sempre à frente, vislumbrando um futuro promissor e repleto de projetos que contribuem com o agronegócio. Afinal, Nossa força vem do Agro!

Fonte: Assessoria
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Biochem site – lateral

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