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MSD aposta na inovação do SNDS para aproximar a cadeia suinícola
A MSD Saúde Animal é parceira ouro do XVII SNDS e acredita que o evento reúne as principais lideranças do setor de suínos do Brasil
A MSD, uma das líderes mundiais em sanidade animal, garantiu a cota ouro de patrocínio do XVII Seminário Nacional de Desenvolvimento da Suinocultura (SNDS), que acontece entre os dias 28 a 30 de junho no Tauá Resort Atibaia em São Paulo. Organizado pela Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), esta edição do SNDS conta com a apoio da Associação Paulista de Criadores de Suínos (APCS) e Sebrae Nacional. O encontro consolidou-se como o principal evento de lideranças da suinocultura no Brasil, buscando apontar tendências e unir o setor.
A MSD Saúde Animal é uma companhia global que atua há mais de 125 anos no segmento de suínos. “Buscamos oferecer ao mercado soluções em sanidade animal, no que diz respeito, inclusive, a produtos inovadores”, explica o gerente de produtos – suinocultura, Robson Gomes.
Nesta edição o evento traz como tema “Transformação: Novos Rumos para a Cadeia de Suínos Brasileira”, com o objetivo de estimular a troca de informações para promover a união da cadeia. Robson Gomes afirma que o SNDS reflete o trabalho da ABCS de reunir a cadeia em busca de inovação para o setor e que enxerga no evento uma oportunidade de estar perto dos produtores para entender as demandas da suinocultura. “Vamos participar um com time diferencial para aprimorar o relacionamento com os nossos clientes e também buscar estar ao lado dos produtores para ouvir suas preocupações e anseios”.
Os painéis temáticos também já estão definidos. O evento começa na quarta-feira, dia 28 de junho, com a cerimônia de lançamento da 17° edição, que será seguida pela Conferência Magna e o Jantar de Abertura. No dia seguinte, o primeiro painel terá como tema “A Adaptação da suinocultura aos desafios de uma nova era”, no período da manhã. Durante a tarde do mesmo dia, o evento segue com as palestras e haverá o segundo painel, que tem como proposta debater os desafios da atividade trazendo “O Mercado em Transformação: do Campo a Mesa”. Na manhã de sexta-feira, dia 30 de junho, evento terá o último painel que tem como tema principal a capacidade de liderança, “O Líder como agente transformador”. “O SNDS tem uma programação holística que agrega os interesses da cadeia suinícola dentro do agronegócio brasileiro, pois os painéis não são somente técnicos, mas trazem propostas relevantes para o setor”,destaca Gomes.
Inscrições abertas
As inscrições para o principal evento de lideranças da suinocultura estão abertas. Todas as informações sobre o evento, como programação, localização, inscrições, valores de investimento, patrocinadores e palestrantes, podem ser encontradas no site www.snds.com.br. Outras informações e inscrições podem ser realizadas em contato com a sede da ABCS em Brasília pelo telefone (61) 3030-3200
Fonte: Ass. de Imprensa

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Mudanças climáticas interferem no desempenho dos suínos, exigindo novas soluções nutricionais, aponta pesquisador da UFMG
O assunto faz parte do livro Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus

O aumento das temperaturas médias e a intensificação das ondas de calor já estão entre os maiores desafios da suinocultura mundial. De acordo com o professor e pesquisador Bruno Silva, especialista em bioclimatologia animal e nutrição de suínos da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), o ambiente térmico é hoje o principal fator limitante da produção, impactando bem-estar, saúde e desempenho dos animais.
Sensíveis ao calor por possuírem glândulas sudoríparas pouco desenvolvidas, os suínos sofrem quando expostos a temperaturas acima da zona de conforto térmico, que varia entre 16°C e 21°C para matrizes e de 26°C a 34°C para leitões. Conforme a fase de vida, os animais rapidamente apresentam queda de desempenho e maior vulnerabilidade fisiológica. “O estresse térmico reduz o consumo de alimentos, compromete a integridade intestinal e altera o metabolismo, afetando produtividade e eficiência”, explica especialista da UFMG.
O problema tem escala global. Nos Estados Unidos, as perdas relacionadas ao estresse por calor alcançaram US$ 400 milhões em 2024. No Brasil, onde altas temperaturas são constantes, os prejuízos podem ter atingido de R$ 2 bilhões a R$ 3 bilhões no mesmo período. “Além das mudanças climáticas, as fêmeas modernas se tornaram mais produtivas, geram mais calor metabólico e se tornaram mais sensíveis às variações térmicas”, destaca Silva.
Segundo o pesquisador, esse desafio exige ajustes nutricionais para reduzir o efeito termogênico da dieta, como diminuição da proteína bruta associada a aditivos e nutrientes específicos que ajudem a manter a homeostase metabólica e a integridade intestinal.
Bruno Silva é um dos colaboradores do livro técnico Nutrição e Estratégias de Produção para as Matrizes Suínas de Hoje, lançado pela Novus, líder global em nutrição animal inteligente. “A Novus é uma empresa global com forte influência no desenvolvimento de tecnologias nutricionais para suínos. A elaboração desse livro representa um marco na atualização e difusão do conhecimento gerado pelos principais grupos de pesquisa do mundo dedicados a estudar as fêmeas suínas modernas. Sem dúvida, é um livro que deve estar na mesa de cabeceira de todo nutricionista de suínos. Contribuir para sua elaboração foi uma grande honra para mim e uma grande oportunidade para compartilhar um pouco dos trabalhos desenvolvidos na nossa universidade nessa área”, afirma o professor da UFMG.
Para baixar o livro gratuitamente no site da NOVUS, acesse clicando aqui.
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Eficiência produtiva e gestão estratégica ganham centralidade na suinocultura
Desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado.

A suinocultura brasileira enfrenta um cenário econômico complexo, marcado pela volatilidade dos preços dos grãos, aumento dos custos de produção e margens mais restritas.
Nesse contexto, a rentabilidade da atividade tem sido cada vez mais associada à capacidade de integrar decisões técnicas e financeiras de forma estruturada.
Ajustes pontuais, como mudanças em dietas ou negociações de curto prazo com fornecedores, tendem a ter efeito limitado quando não estão inseridos em uma estratégia mais ampla de gestão. A análise detalhada de custos, margens e retorno sobre o investimento passa a ser um elemento central para a sustentabilidade dos sistemas produtivos.
Para Giovani Frederico, consultor técnico comercial na Agroceres Multimix, o desafio atual exige uma abordagem mais profissional da atividade. “O suinocultor precisa integrar as áreas técnica e financeira da produção. A busca por eficiência produtiva não pode estar dissociada de uma análise consistente de custos, indicadores e resultados”, afirma.
Segundo ele, o desempenho da suinocultura contemporânea depende menos de fatores isolados e mais da capacidade de adaptação às mudanças do mercado, da incorporação de tecnologias e do uso de dados como base para a tomada de decisão.
“A rentabilidade deixa de ser apenas consequência do desempenho técnico e passa a ser resultado direto de uma gestão estratégica”, completa.
Um artigo completo, que aprofunda essa análise sobre eficiência e rentabilidade na suinocultura, está disponível no agBlog, da Agroceres Multimix.
Acesse já clicando aqui.
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Robô com inteligência artificial revoluciona alimentação de suínos no Show Rural Coopavel
Equipamento desenvolvido pela Roboagro será demonstrado no evento, em fevereiro, e promete reduzir custos, otimizar o manejo e ampliar o bem-estar animal nas granjas.

Parece não existir limites para o alcance e a abrangência da Inteligência Artificial. Máquinas e equipamentos cada vez mais sofisticados chegam ao campo com a missão de melhorar desempenho, reduzir o fardo de trabalho dos produtores e otimizar resultados. É o que acontece com a fabricação de um robô alimentador de suínos, que estará em demonstração no pavilhão da pecuária do Show Rural Coopavel, de 09 a 13 de fevereiro.
Um protótipo desse robô, desenvolvido pela Roboagro, indústria gaúcha de Caxias do Sul, vai mostrar o uso da IA na alimentação de plantéis. “Essa tecnologia foi criada há alguns anos, mas a atualização é constante, inclusive com a instalação de câmeras e sensores que, por exemplo, medem a temperatura dos animais e do ambiente e também estimam o peso de cada exemplar”, observa o médico veterinário da área de Fomento da Coopavel, Gustavo Bernart. Todo controle do equipamento acontece por aplicativo, permitindo ao criador programar os horários de servir a ração e as quantidades certas.
Já há criadores integrados à Coopavel e na região de abrangência da cooperativa que utilizam esse equipamento e os resultados são muito bons. Outro ponto importante é destacado pelo gerente do Frigorífico de Suínos, Mauro Turchatto, que é a redução da carga de trabalho sobre os produtores rurais. “Como o robô devidamente programado faz parte da operação, eles então têm mais tempo disponível para gerir o negócio e pensar estratégias para elevar os rendimentos da propriedade”.
Benefícios
Segundo técnicos da Roboagro, a tecnologia empregada no robô alimentador de suínos contribui também com a redução de perda de ração, otimização de tempo de trabalho, garante ganhos e melhorias na conversão alimentar e proporciona maior bem-estar aos animais. A empresa já firmou várias parcerias, como com a Embrapa Suínos e Aves, e robôs têm sido instalados em inúmeras regiões do Brasil em países da América Latina.
