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Movimento de queda nos preços do suíno começa a perder força

Houve até mesmo reajustes em alguns estados ao longo da semana, caso de Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina

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O movimento de queda nos preços do mercado suíno começou a perder força frente ao declínio agressivo observado nas últimas semanas. Segundo o analista de SAFRAS & Mercado, Allan Maia, houve até mesmo reajustes em alguns estados ao longo da semana, caso de Minas Gerais, Goiás e Santa Catarina.

Conforme Maia, alguns frigoríficos atuaram de maneira retraída nas negociações, com o escoamento da carne evoluindo abaixo do esperado, conforme os relatos, mesmo com a proximidade dos feriados. “O fato de a carne bovina também seguir com preços enfraquecidos segue sendo um fator negativo às cotações do suíno”, afirma.

Outro ponto que afeta o mercado, neste momento, é que as indústrias sinalizam posições confortáveis de estoques para atender ao mercado neste período de final de ano. “Deste modo, a expectativa é que o ambiente de negócios fique mais arrastado no curto prazo”, sinaliza.

O analista ressalta que, além do preço mais baixo do suíno vivo, outra preocupação está no preço do milho, que começa a ensaiar um novo movimento de alta no Centro-Sul do país, o que acaba pesando sobre as margens da atividade. “Vale destacar que o cenário para o cereal no primeiro semestre deve ser complicado, devido a uma safra verão de menor volume, quebras por seca no Sul do Brasil e logística concentrada na soja”, alerta.

Levantamento de SAFRAS & Mercado apontou que a média de preços do quilo do suíno vivo na região Centro-Sul do Brasil baixou 0,59% ao longo da semana, de R$ 6,78 para R$ 6,74. A média de preços pagos pelos cortes de pernil no atacado caiu 1,08%, de R$ 13,19 para R$ 13,04. A carcaça registrou um valor médio de R$ 10,43, queda de 4,36% frente à semana anterior, de R$ 10,90.

As exportações de carne suína fresca, refrigerada ou congelada do Brasil renderam US$ 87,817 milhões em dezembro (9 dias úteis), com média diária de US$ 9,757 milhões. A quantidade total exportada pelo país no período chegou a 36,047 mil toneladas, com média diária de 4,005 mil toneladas. O preço médio ficou em US$ 2.436,20.

Na comparação com dezembro de 2019, houve avanço de 19,69% no valor médio diário exportado, ganho de 27,58% na quantidade média diária e baixa de 6,18% no preço. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

A análise semanal de preços de SAFRAS & Mercado apontou que a arroba suína em São Paulo baixou de R$ 145,00 para R$ 135,00. Na integração do Rio Grande do Sul o quilo vivo seguiu em R$ 5,90. No interior do estado a cotação continuou em R$ 7,40.

Em Santa Catarina o preço do quilo na integração seguiu em R$ 6,40. No interior catarinense, a cotação subiu de R$ 7,20 para R$ 7,25. No Paraná o quilo vivo caiu de R$ 7,20 para R$ 7,10 no mercado livre, enquanto na integração o quilo vivo permaneceu em R$ 6,00.

No Mato Grosso do Sul a cotação na integração retrocedeu de R$ 7,00 para R$ 6,40, enquanto em Campo Grande o preço recuou de R$ 6,60 para R$ 6,30. Em Goiânia, o preço avançou de R$ 6,50 para R$ 6,60. No interior de Minas Gerais o quilo do suíno aumentou de R$ 6,70 para R$ 7,40. No mercado independente mineiro, o preço passou de R$ 6,80 para R$ 7,50. Em Mato Grosso, o preço do quilo vivo na integração do estado permaneceu em R$ 6,00. Já em Rondonópolis a cotação diminuiu de R$ 6,50 para R$ 6,10.

Fonte: Agência SAFRAS
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Notícias Alimentação

Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul apoia solicitação de inclusão de ovos na cesta básica do brasileiro

Brasil produz aproximadamente 54 bilhões de ovos por ano e o Rio Grande do Sul em torno de 3,8 bilhões de ovos ano

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A Organização Avícola do Estado do Rio Grande do Sul – O.A.RS e suas entidades membros, Associação Gaúcha de Avicultura – ASGAV, Sindicato da Indústria e Produtos Avícolas no Estado do RS – SIPARGS e o Programa Ovos RS, encaminharam nesta data ofício ao Deputado Federal Arthur Lira – Presidente da Câmara Federa de Deputados , solicitando a votação em pauta da inclusão do alimento ovo na composição da cesta básica, conforme requerimento do Deputado Federal, Jerônimo Goergen encaminhado ressentimento para apreciação do Projeto de lei nº 4534/2020 que altera o decreto lei 399 de 30/04/1938.

O ovo é um dos alimentos mais completos do mundo depois do leite materno, além de ser um alimento de fácil acesso à todas as classes sociais e também devido ao empreendedorismo e pujança do setor produtivo é produzido em larga escala no Brasil, por pequenos, médios e grandes produtores.

A entidade no teor de seu pedido destacou algumas informações relevantes ligadas à produção de ovos como fatores sociais e de sustentabilidade, conforme segue:

  • Os ovos tem vários benefícios exclusivos para saúde em todas as fases da vida;
  • Os ovos são cientificamente comprovados em reduzir o atraso no crescimento infantil;
  • Os ovos são uma fonte de proteína de baixo impacto ambiental;
  • Os ovos tem uma baixa pegada de carbono, tornando-os uma escolha saudável e sustentável;
  • O setor de produção de ovos dá uma contribuição significativa a vários fatores econômicos e sociais associados a redução da pobreza e da fome;
  • Os ovos estão ajudando ativamente a alimentar a crescente população mundial;
  • No âmbito da ciência e pesquisa os ovos também contribuem para o desenvolvimento de vacinas contra diversas doenças, incluindo o Covid-19.

“Dada a importância deste alimento para milhões de pessoas e também por se tratar de atividade em constante evolução, tanto em contribuição alimentar como em tecnificação e modernização setorial, é que julgamos de extrema importância a apreciação e votação do referido PL no parlamento, bem como, contamos com aprovação do mesmo”, comenta José Eduardo dos Santos, presidente Executivo da O.A.RS.

O Brasil produz aproximadamente 54 bilhões de ovos por ano e o Rio Grande do Sul em torno de 3,8 bilhões de ovos ano.

Fonte: Assessoria
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Notícias Paraná

JBS investe R$ 1,85 bilhão em nova fábrica de alimentos preparados e em expansão de unidade

Planos da Companhia preveem investimentos na cidade de Rolândia (PR); previsão é gerar 2,6 mil novos empregos diretos

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A JBS, segunda maior empresa de alimentos e maior de proteína do mundo, oficializou nesta sexta-feira (14) o investimento de R$ 1,85 bilhão em Rolândia (PR) até 2025. A expectativa é criar cerca de 2,6 mil novos empregos diretos. Os planos incluem a construção de uma nova fábrica de alimentos preparados, além da modernização e expansão da atual unidade de aves já em operação. O objetivo é atender as demandas dos mercados interno e externo, tanto para produção de proteína in natura quanto de alimentos preparados. A obra já foi iniciada e tem previsão de conclusão no quarto trimestre de 2022.

“A JBS está sempre atenta às demandas do mercado para ampliar a sua capacidade produtiva. Os nossos investimentos demonstram a relevância global do estado do Paraná como polo produtor de alimentos para o mundo.”, destaca Wesley Batista Filho, Presidente da JBS América do Sul e da Seara.

Atualmente, a unidade de Rolândia emprega 3,7 mil colaboradores diretos, além da parceria com mais de 390 integrados. Com a ampliação, outros 150 produtores serão integrados. A empresa já possui operações em 14 municípios do Paraná, incluindo unidades produtivas, centros de distribuição, incubatórios e fábricas de ração. A Companhia já emprega mais de 14 mil pessoas no estado e ainda conta com uma rede de mais de 2 mil produtores integrados, que fornecem matéria-prima para a empresa e movimentam economicamente as regiões do entorno de suas fábricas.

Fonte: Assessoria
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Notícias Santa Catarina

Suinocultores aprovam as contas da ACCS

Assembleia Geral Ordinária foi realizada de forma online em 2021

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As contas da Associação Catarinense de Criadores de Suínos (ACCS) referentes ao ano de 2020 foram aprovadas em Assembleia Ordinária Virtual ocorrida na manhã desta sexta-feira (14). Por conta da Covid-19, a participação presencial ficou limitada ao conselho fiscal e aos representantes do Conselho Deliberativo Superior, sedo que os suinocultores integrantes dos núcleos municipais e regionais puderam interagir de forma online.

Toda a movimentação financeira da Associação também passou pelo crivo de uma auditoria externa, além da análise criteriosa do conselho fiscal. “A organização da entidade serve de inspiração para a gente aplicar dentro de nossas propriedades. O que chamou a nossa atenção é que a movimentação financeira da ACCS é feita via cartão ou banco, além da nota. Isso é uma duplicidade na comprovação de todos os investimentos feitos. A Associação é um exemplo de transparência e profissionalismo”, destaca Ricardo Perlochner, representante do conselho fiscal e suinocultor de Treze Tílias.

De acordo com a auditoria externa, a Associação que representa centenas de produtores catarinenses é gerida por pessoas sérias e preocupadas com o futuro da entidade. “Há vários anos eu sou o responsável pela auditoria externa da ACCS e nunca houve qualquer indício de irregularidade. Isso comprova o trabalho responsável e rigoroso feito pelo setor administrativo da entidade e por toda a diretoria. Eles estão preocupados em investir os recursos com responsabilidade”, reitera José Alberto Olmi, responsável pela auditoria externa da ACCS

Todos os anos a ACCS realiza uma assembleia de prestação de contas e também reúne os suinocultores na sede da entidade para trocar informações sobre o setor. Mesmo com as dificuldades impostas pelo coronavírus, a Associação viabilizou a reunião de forma virtual.

“Esse é o nosso objetivo: integrar e compartilhar conhecimento. No ano passado tivemos inúmeras dificuldades, mas mesmo assim conseguimos manter as contas em ordem e a ACCS em franco crescimento. A nossa missão é atender o produtor cada vez melhor. É uma responsabilidade muito grande para a nossa diretoria e aos colaboradores representar a suinocultura de Santa Catarina, mas também é muito gratificante”, avalia o presidente Losivanio Luiz de Lorenzi.

Fonte: Assessoria
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