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Bovinos / Grãos / Máquinas

Mosca não é só incômodo, é prejuízo

Em propriedades onde são desenvolvidas atividades pecuárias, as populações de moscas domésticas podem crescer acima dos limites toleráveis, criando graves perigos sanitários

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Artigo escrito por Margareth Mathias Dellatorre, Zootecnista e Consultora Técnica

A infestação por moscas é um dos problemas relacionados ao manejo do esterco nas propriedades rurais, devido aos diferentes tipos de instalações, pelas práticas de limpeza, higienização, saneamento e manutenção adotadas, bem como pelas próprias condições climáticas e sazonais da região. Em propriedades onde são desenvolvidas atividades pecuárias, as populações de moscas domésticas podem crescer acima dos limites toleráveis, criando graves perigos sanitários. Essas infestações causam sérios problemas em criações de animais, interferindo no ganho de peso pelo estresse causado, podendo resultar em grandes perdas econômicas para os pecuaristas.

As moscas são insetos com hábitos diurnos, incomodam as pessoas e irritam os animais. Atuam como carreadoras potenciais de até cem diferentes agentes patogênicos para seres humanos e animais, podendo transmiti-los através das pernas, corpo, peças bucais (tromba), pela regurgitação (vômito) ou pelas fezes.

Algumas doenças que podem ser transmitidas pelas moscas são mastite, queratoconjutivite, febre aftosa, salmoneloses, diarreias, tuberculose, miíases (bicheiras e berne), algumas verminoses e anemia infecciosa equina.

Altas infestações de moscas em criações intensivas de bovinos (leite e corte) podem causar perdas econômicas, tais como, perda de peso e diminuição da produção de leite das vacas causadas pelo estresse, queda na qualidade do leite, devido às altas infestações de moscas, podendo a produção de leite reduzir, aumento na contagem de bactérias no leite, pois é rotineiro encontrarmos moscas nas salas de leite, tornar-se um incômodo grave tanto ao redor da fazenda, como em cidades (comunidades) próximas, perdas de até 20% no ganho de peso e de até 10% na conversão alimentar.

As principais espécies de moscas encontradas em instalações rurais

Mosca Doméstica – pode percorrer distâncias de até 30 km em curto espaço de tempo, mas costumam se concentrar perto de criadouros de animais, pois suas larvas alimentam-se de matéria orgânica em decomposição, tais como esterco, matéria vegetal e animais mortos, dispersando-se de acordo com os odores levados pelo vento.

Mosca Varejeira – são as moscas metálicas de cor verde brilhante, azulada ou cor de cobre. Criam-se em carcaças em decomposição, em lugares sujos com leite e ovos quebrados, em estercos de animais e, também, em fezes humanas, por serem ricos em proteínas.

Mosca Doméstica Menor – algumas espécies do gênero Fannia são comumente encontradas se reproduzindo no esterco dos animais e em instalações de pecuária intensiva. As moscas adultas podem ser reconhecidas por seu comportamento de voar lentamente em círculos e manterem-se imóveis no ar. Com frequência poderá vê-las desenhando círculos acima dos currais e corredores.

Mosca dos Estábulos – Comumente conhecida como “Mosca dos Estábulos”, é de tamanho aproximado ao da mosca doméstica. É uma mosca hematófaga (alimenta-se de sangue de mamíferos), que ataca diversas espécies, entre as quais se destacam bovinos, caprinos, ovinos, equinos, cães e até mesmo o homem. É a única mosca picadora que usa as instalações de criação intensiva de animais de produção para criadouro. A oviposição e o desenvolvimento das larvas se dão em locais com grande quantidade de matéria vegetal, como silos, cama dos animais com urina e fezes, feno em fase de putrefação, forragem em fermentação, grama cortada e outros materiais vegetais em decomposição.

Ciclo de vida da mosca doméstica

A fêmea utiliza o olfato para dirigir-se a uma área adequada para receber seus ovos. Ela inicia a postura no período de 1 a 2 dias após a cópula. Os ovos são depositados logo abaixo da superfície escolhida. Após eclosão, as larvas sofrem três mudas (ou ecdises) antes de virar pupa (empupar). O adulto liberta-se do pupário, permitindo a passagem da mosca adulta para o meio externo.

O desenvolvimento de ovo a adulto pode ocorrer em cerca de seis e 11 dias, nos meses mais quentes e úmidos, com temperatura média superior a 30°C, ou de 40 a 49 dias nos meses mais frios e secos, com temperatura média em torno dos 16°C. Em consequência, o número de gerações de moscas pode variar com a época do ano e com as condições meteorológicas locais e regionais (temperatura, umidade relativa, velocidade do vento, índice pluviométrico).

A fêmea da mosca doméstica coloca em média de 650 ovos (400 – 900) em quatro a seis vezes durante sua vida.

Controle

O objetivo fundamental a ser buscado no controle integrado não é a erradicação das moscas, mas sim, a diminuição da população destes insetos a níveis toleráveis, tais que não comprometam de nenhuma forma a criação adequada e proveitosa dos animais de produção.

Portanto, para um manejo adequado do problema é preciso que estejamos familiarizados com um mínimo de informações sobre a biologia das principais espécies de moscas encontradas nas instalações rurais.

Principais etapas do Controle Integrado de moscas

Detecção do problema e identificação das espécies envolvidas – uma boa inspeção fornecerá informações que ajudarão na identificação da (s) espécie (s) e do nível da infestação

Decisão e implementação das medidas de controle (preventivas/corretivas e químico)

Medidas preventivas e corretivas (culturais) – telamento das instalações onde necessário e possível; um bom manejo do esterco; evitar vazamento nos bebedouros; limpar, lavar e higienizar os bezerreiros; uma boa higienização na ordenhadeira; não deixar lixo exposto; uso de armadilhas e de cortinas de ar onde possível; colocar abrigos sobre coxos para evitar que a ração possa molhar-se demasiadamente, etc.

Medidas de eliminação – atualmente o controle químico é o método mais utilizado para a eliminação de infestações existentes.

Os métodos de controle químico podem ser de dois tipos:

Uso de adulticidas (iscas, pulverização, por pincelamento ou impregnação de cordões). São produtos que vão atuar apenas na fase adulta da mosca.

Uso de larvicidas (pulverização nos criadouros – esterco). Esses produtos atuam na fase jovem da moscas – as larvas. Eles podem ser inseticidas ou Inibidores de Desenvolvimento de Insetos (I.D.I.).

Monitoramento permanente de manutenção.

Manter um controle das moscas durante todo o ano, com aplicações de adulticidas e de larvicidas nos pontos onde ainda haja proliferação de moscas e não apenas nas épocas de pico da infestação.

O controle das moscas pode aumentar significativamente a produção de leite e de carne.9 Sendo assim, os animais sem o estresse e as doenças associadas às moscas, poderão expressar seu potencial produtivo, gerando mais lucros.

 

Mais informações você encontra na edição de Bovinos, Grãos e Máquinas de março/abril de 2016 ou online.

Fonte: O Presente Rural

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Bovinos / Grãos / Máquinas Safra 20/21

Colheita de soja tem início e produção deve atingir 133,7 milhões de toneladas

Produção total deve registrar um crescimento de 7,9 milhões de toneladas se comparado com a safra 2019/20

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Arquivo/OP Rural

Com um aumento de área em 3,4%, a produção de soja na safra 2020/21 pode chegar a 133,7 milhões de toneladas no país.  A oleaginosa é a principal cultura cultivada e representa cerca de 50% da colheita de grãos no Brasil, estimada em 264,8 milhões de toneladas, como indica o 4º Levantamento da Safra de Grãos. Divulgado nesta quarta-feira (13) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o boletim ainda revela que a produção total deve registrar um crescimento de 7,9 milhões de toneladas se comparado com a safra 2019/20, quando a colheita foi de 256,94.

A colheita da oleaginosa já teve início em Mato Grosso, conforme foi divulgado pela Companhia no Progresso de Safra desta semana. Principal estado produtor de soja, a produção poderá chegar a 35,43 milhões de toneladas, com uma ligeira queda com o estimado na safra anterior, mesmo com a expectativa de aumento na área plantada. O resultado é reflexo da estimativa de menor produtividade, uma vez que as condições climáticas de 2019 não se repetiram até então.

Outro grão de destaque é o milho. Com produção total estimada em 102,3 milhões de toneladas, a primeira safra do cereal deve apresentar uma queda de 6,9%.  As condições climáticas desfavoráveis no momento do cultivo da primeira safra influenciaram a produtividade, principalmente no Sul do país. No Rio Grande do Sul, a diminuição neste índice foi estimada em 11%. Com isso, a produção tende a ser 9,3% menor. Em Santa Catarina, os percentuais de queda na produtividade e na colheita da primeira safra são ainda maiores, chegando a 14% e 12,7% respectivamente. Em ambos os estados, a área destinada ao plantio do grão deve crescer, o que reduz um pouco a queda no volume de produção.

No caso do arroz, o aumento de área foi menor do que o esperado, principalmente pelo fato de as chuvas não abastecerem satisfatoriamente as barragens que fornecem água para as lavouras irrigadas na região Sul. Além do menor aumento de área, as condições climáticas também impactaram a produtividade. Assim, a produção deve atingir 10,9 milhões de toneladas, queda de 2,5% em comparação com a safra anterior.

Quadro de oferta e demanda

Neste 4a levantamento, houve uma revisão da periodicidade e metodologia do quadro de oferta e demanda de arroz. A Conab alterou a janela de análise anual de cada safra, passando do período de março a fevereiro para janeiro a dezembro.

Esta mudança já era solicitada pelo setor e visa trazer maior transparência e precisão nas estimativas de estoques, uma vez que, ao estimar o estoque de passagem em fevereiro, era preciso desconsiderar o produto novo colhido nos primeiros meses do ano. Isto gerava dificuldade na extração de tal informação, além de poder levar a uma interpretação equivocada do quadro de suprimento, em vista que o estoque físico real, ao final de fevereiro, é sempre maior do que o publicado como estoque de passagem.

Com esta mudança, o estoque físico real, ao final de dezembro, será igual ao publicado como estoque de passagem no fim do mesmo mês, pois a colheita do arroz inicia-se apenas em janeiro de cada ano.

Fonte: Conab
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Bovinos / Grãos / Máquinas Segundo INMET

Chuvas devem ficar acima da média na maior parte do Brasil no primeiro trimestre de 2021

Chuvas devem ficar acima da média na maioria das regiões nos três primeiros meses do ano, exceto na região Sul

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Divulgação/MAPA

O Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) divulgou na sexta-feira (08) o primeiro Boletim Agroclimatológico Mensal de 2021. De acordo com os dados divulgados, as chuvas devem ficar acima da média na maioria das regiões nos três primeiros meses do ano, exceto na região Sul.

Para a Região Norte, a previsão climática do INMET indica maior probabilidade de que as chuvas durante o trimestre janeiro, fevereiro e março deverão ocorrer acima da média climatológica em praticamente toda a região, podendo ficar abaixo no sul do Pará e do Amazonas, em Rondônia e no sul do Tocantins. A temperatura do ar próximo a superfície deverá prevalecer um pouco acima da média em grande parte da região. A previsão do balanço hídrico no solo indica predomínio de excedentes hídricos em grande parte da Região Norte, durante os meses de janeiro fevereiro e março, exceto em Roraima onde tem-se a previsão de ocorrência de déficit hídrico no solo.

Já na Região Nordeste a previsão indica chuvas dentro da faixa normal ou acima na parte mais ao norte que vai do Maranhão ao Rio Grande do Norte. Em Alagoas, Sergipe, Bahia e em algumas localidades de Pernambuco, as previsões de chuvas apontam para uma maior probabilidade de volumes abaixo da média. As temperaturas do ar devem variar em torno da média ou acima principalmente em Alagoas, Sergipe e Bahia. No norte da Região Nordeste, as temperaturas devem ficar próximas da média ou ligeiramente abaixo. Os mapas das variáveis do balanço hídrico no solo indicam para os meses de janeiro e fevereiro uma área com deficiência hídrica sobre a Bahia, sudeste do Piauí e toda a faixa leste da região. Há, porém, probabilidade de condições hídricas no solo mais satisfatórias no Maranhão, norte do Piauí e no Ceará.

A previsão do INMET para a Região Centro-Oeste indica que as chuvas deverão ocorrer acima da média sobre a maior parte do Mato Grosso e do Mato Grosso do Sul, nas demais áreas a previsão indica chuvas abaixo da média. As previsões de temperaturas indicam que deverão predominar valores acima da média durante o trimestre. O balanço hídrico previsto pelo modelo do INMET indica o predomínio de excedente hídrico em grande parte da Região Centro-Oeste, durante os três meses, exceto no oeste do Mato Grosso do Sul, onde há probabilidade de déficit hídrico.

A previsão do modelo do INMET indica que as chuvas permanecerão acima da média em São Paulo e faixa litorânea da Região Sudeste. Em Minas Gerais, a previsão indica chuvas abaixo da média, principalmente no noroeste mineiro. A temperatura do ar próximo a superfície deverá prevalecer um pouco acima da média em grande parte da região. A condição prevista para os primeiros meses de 2021 indica um excedente na quantidade de água no solo em praticamente toda a Região Sudeste, com exceção do norte de Minas Gerais e Espírito Santo, onde são previstos déficits hídricos nos meses de janeiro e fevereiro.

E para a Região Sul as previsões climáticas indicam que o trimestre deve ficar com chuvas próximas ou abaixo da média climatológica no Rio Grande do Sul e parte de Santa Catarina. No Paraná e leste de Santa Catarina, devem predominar áreas dentro da faixa normal do período ou ligeiramente acima. A temperatura do ar próximo a superfície deverá prevalecer um pouco acima da média em grande parte da região. Para o mês de janeiro, o modelo de previsão do balanço hídrico do INMET indica o predomínio de áreas com condições hídricas regulares na Região Sul, principalmente no Paraná e em Santa Catarina. Já nos meses de fevereiro e março existe uma tendência de expansão das áreas de déficit hídrico nos três Estados.

Condições oceânicas

O Boletim monstra que a interação entre a superfície dos oceanos e a atmosfera interfere nas condições do tempo e do clima em diversas localidades no mundo. No Brasil, fenômenos como El Niño-Oscilação Sul (ENOS), no Oceano Pacífico Equatorial, e o gradiente térmico do Oceano Atlântico Tropical, também chamado de Dipolo do Atlântico, são exemplos dessa interação oceano-atmosfera que influenciam o clima no Brasil.

No Oceano Pacífico Equatorial, as médias mensais da área de referência para definição do evento ENOS, denominada região de Niño 3.4 (entre 170°W-120°W), começaram a apresentar valores médios negativos a partir de maio, iniciando um processo de resfriamento anômalo que caracteriza o fenômeno La Niña. Durante o mês de novembro, as águas do Pacífico Equatorial permanecem frias em toda sua extensão, com valores de até -3,0ºC. Ainda neste mês, o valor médio sobre a região do Niño 3.4 registrado foi de -1,0°C, ainda com intensidade classificada como moderada.

O multimodelo de previsão de ENOS do APEC Climate Center (APCC), centro de pesquisa sediado na Coréia do Sul, aponta para uma probabilidade acima de 70% que o fenômeno La Niña vai atuar durante o verão 2020/2021 até o início do outono/2021, perdendo intensidade gradativamente até abril. Diante deste cenário, é importante observar os possíveis impactos da La Niña sobre o clima e agricultura do Brasil.

De forma geral, este fenômeno favorece a agricultura sobre a parte norte das regiões Norte e Nordeste, devido ao aumento no volume das chuvas, enquanto na Região Sul ocorre o oposto. Além disso, este não é o único fenômeno determinante para o comportamento do clima, pois existem outros fatores naturais que podem intensificar ou atenuar os potenciais efeitos de uma La Niña, como por exemplo a temperatura do oceano Atlântico na faixa tropical ou no sudeste da América do Sul.

Análise das condições climáticas em dezembro de 2020

O Boletim do INMET traz ainda o cenário de contrastes na distribuição das chuvas no Brasil marcou o último mês de 2020. As cinco regiões do país fecharam o ano apresentando áreas com déficit e excesso ao mesmo tempo.

Na Região Norte, os maiores volumes de chuva no mês de dezembro ocorreram sobre os estados do Amazonas, Acre, Rondônia, Tocantins e Pará, com acumulados entre 120 e 450 mm. Em Roraima e Amapá, os acumulados registrados ficaram na faixa entre 70 e 130 mm.

No Nordeste, o mês de dezembro na maior parte do semiárido e das faixas litorâneas norte e leste é um período naturalmente seco ou baixa pluviosidade, e os totais observados foram inferiores à 40 mm, como mostra o mapa de chuva acumulada. Porém, no sul do Maranhão e do Piauí e no leste da Bahia, os volumes acumulados em dezembro foram entre 60 e 200 mm.

No Centro-Oeste, os volumes de dezembro foram significativamente superiores aos do mês anterior, contudo ainda houve irregularidade acentuada na precipitação em toda a região. No Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, os totais variaram entre 70 e 330 mm. No Estado de Goiás e no Distrito Federal, as chuvas ficaram na faixa entre 80 e 300 mm.

No Sudeste, os contrastes na distribuição das chuvas foram ainda mais acentuados. Os menores volumes ocorreram nas mesorregiões mineiras, norte de Minas, Jequitinhonha e Vale do Mucuri, com totais entre 30 e 90 m, e norte do Espírito Santo, com totais na faixa entre 50 e 100 mm. Nas demais regiões de Minas Gerais, sul do Espírito Santo, Rio de Janeiro e em São Paulo, os totais ficaram, predominantemente, na faixa entre 130 e 400 mm, mas algumas localidades ficaram além desse limite, como observado, por exemplo, nas estações meteorológicas do INMET Patrocínio (MG), com 421 mm, e em Duque de Caxias-Xerém (RJ), com 559 mm.

Na Região Sul, os totais de chuva em Santa Catarina e no Paraná ficaram próximos ou acima da média em diversas localidades, com volumes entre 90 e 230 mm. Contudo, no Rio Grande do Sul, as chuvas foram mais irregulares e resultaram em volumes mais modestos, com acumulados variando na faixa entre 40 e 120 mm.

Quanto as temperaturas, a média mensal das temperaturas máximas no ficou entre 26 e 36°C. No semiárido nordestino, a temperatura máxima ficou, em média, entre 34 e 36ºC, porém em algumas localidades do Piauí e do Ceará, as temperaturas máximas em alguns dias ficaram acima dos 38 °C, como em Piripiri-PI, que chegou a registrar 38,6°C. Temperaturas mais amenas foram observadas no leste das regiões Sul e Sudeste, com temperaturas máximas entre 22 e 28°C, em média.

Fonte: O Presente Rural
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Bovinos / Grãos / Máquinas Pecuária

Demanda externa e oferta enxuta devem manter preços firmes em 2021

Ainda que com menor intensidade, outro fator que pode influenciar uma sustentação nos preços internos é a demanda doméstica

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Arquivo/OP Rural

Depois de registrar recordes ao longo do ano passado, o setor pecuário nacional inicia 2021 com perspectivas positivas para o mercado.

Segundo pesquisadores do Cepea, os principais fatores que fundamentam esse cenário mais otimista estão relacionados à demanda externa e à possível continuidade de oferta restrita de animais para abate neste ano, sobretudo no primeiro semestre.

Ainda que com menor intensidade, outro fator que pode influenciar uma sustentação nos preços internos é a demanda doméstica, que pode se aquecer neste ano, à medida que a economia brasileira se recupere.

Fonte: Cepea
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CONBRASUL/ASGAV

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