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Montana expande mercado no MS. Estado é o que mais compra reprodutores da raça no País

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Em recente pesquisa realizada pela equipe técnica do Programa Montana, foi constatado o crescimento do envio de reprodutores da raça para projetos pecuários do Mato Grosso do Sul. O estado, que em 2011 era o responsável por 17% das vendas de touros Montana, em 2012 recebeu 20,3% dos reprodutores da safra 2010, se tornando o principal destino para os machos da raça no País.
De acordo com a gerente de operações do Programa Montana, Gabriela Giacomini, a alta procura de pecuaristas do MS por animais da raça se deve, entre outros fatores, ao alto desempenho destes touros em uma produção de ciclo curto. “São ótimas opções para as características da pecuária sul-matogrossense, que sofre forte concorrência com o crescimento da produção de outras culturas, como o eucalipto, por exemplo”, enfatiza Gabriela.
A genética Montana estará à disposição no próximo dia 12, no 15º Megaleilão Virtual Montana, que será transmitido ao vivo pelo Canal do Boi (sistema SBA) a partir das 20h30. No remate serão comercializados os 120 melhores reprodutores da safra 2011, oriundos de criatórios das regiões Sudeste e Centro-Oeste.
Todos os animais ofertados são classificados entre os TOP 1, 2 e 3% na avaliação genética, com andrológico positivo e com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), outorgado pelo Ministério da Agricultura aos 23% melhores machos nascidos na safra. 
“São os melhores touros dos vendedores, aqueles que mais se destacaram na avaliação genética e com fenótipo perfeito. Além disso, são animais com CEIP, certificado que garante ao produtor adquirir reprodutores realmente melhoradores”, afirma Giacomini. 
No Megaleilão Virtual Montana 2013, os pecuaristas terão condições especiais no pagamento – 14 parcelas (2+2+10) – e frete rodoviário grátis para toda malha rodoviária do Brasil na compra de cargas fechadas de 16 ou 24 touros, ou poderão retirar qualquer quantidade de touros nos pontos de entrega localizados em Magda (SP), Presidente Venceslau (SP), Aporé (GO), Rio Brilhante (MS) e Três Lagoas (MS).
 
Os touros Montana se destacam por serem totalmente adaptados à pecuária tropical, com grandes índices de produtividade a campo e famosos pela facilidade de ganho de peso

Fonte: Ass. Imprensa da Montana

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Luiz Vicente Suzin Artigo

As cooperativas de Santa Catarina e a paz

Em um mundo em guerra e ameaçado pelo flagelo da fome, o Estado catarinense oferece o exemplo da produção de alimentos e a solidariedade associativista, confirmando o que já proclamaram a ONU e a ACI, as cooperativas provaram ser mais resilientes a crises, fomentam a participação econômica, combatem a degradação ambiental e as mudanças climáticas.

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As crises que eclodem e se sucedem em todos os continentes – em especial a guerra Rússia x Ucrânia – criam uma situação crítica na qual, entretanto, é possível vislumbrar a importância dos países produtores de alimentos, por um lado, e a essencialidade do cooperativismo, de outro.

No caso do conflito em curso, além das atrocidades que horrorizam a humanidade a cada dia, sobressai a grave questão do rompimento das cadeias de suprimento. Os dois países em beligerância respondem por cerca de 30% dos cereais do comércio mundial. O conflito militar na Europa pode gerar interrupção na cadeia logística que afetará o mercado global e, consequentemente, o Brasil.  Importamos mais de 85% dos fertilizantes agrícolas, com grande dependência de remessas de fósforo e potássio.

A globalização transformou o mundo em uma aldeia global, tudo está interconectado. Santa Catarina sente esses influxos, pois tem forte atuação no mercado mundial de grãos e proteína animal. A Organização Mundial do Comércio alertou sobre a ameaça real, iminente e concreta de uma crise de fome no Planeta: até agora, 23 nações limitaram  a exportação de alimentos.

Esse cenário amplia o espaço para o Brasil e Santa Catarina aumentarem seu protagonismo no comércio internacional, confirmando nossa vocação para consolidar uma liderança na condição de potência em produção de alimentos. Além de reduzir os riscos de uma crise mundial de fome, será possível ampliar a presença brasileira e catarinense no comércio mundial.

Essas mesmas circunstâncias da geopolítica mundial realçam duas faces fundamentais do cooperativismo. Uma delas resulta no fato de que parte significativa da produção de grãos, carne, lácteos, frutas, hortaliças e pescado está ancorada no sistema cooperativista. A outra é a doutrina do cooperativismo, que inclui democracia, igualdade, equidade e solidariedade, honestidade, transparência, responsabilidade. Em outras palavras: elementos substanciais para a paz. Esses e outros valores éticos inspiraram a definição da temática do Dia Internacional do Cooperativismo – “Cooperativas constroem um mundo melhor” – que, neste ano, será comemorado no dia 2 de julho.

Será a 100ª vez que essa data emblemática será comemorada, sob orientação da Aliança Cooperativa Internacional (ACI). Num mundo em conflagração, as cooperativas se constituem em porto seguro porque têm uma benfazeja ação na sociedade, onde combinam adesão livre e voluntária, gestão democrática, participação econômica nos resultados com a prática da cooperação e o desenvolvimento sustentável das comunidades. Nesse aspecto, Santa Catarina construiu, pelo cooperativismo, uma sólida alternativa de empreendedorismo, com vocação coletiva, sustentável, eficiente e humanista que reúne mais da metade da sua população.

Em um mundo em guerra e ameaçado pelo flagelo da fome, Santa Catarina oferece o exemplo da produção de alimentos e a solidariedade associativista, confirmando o que já proclamaram a ONU e a ACI, as cooperativas provaram ser mais resilientes a crises, fomentam a participação econômica, combatem a degradação ambiental e as mudanças climáticas, geram  empregos, contribuem para a segurança alimentar, mantêm o capital financeiro nas comunidades locais, constroem cadeias de valor éticas e contribuem para a paz mundial.

Fonte: Por Luiz Vicente Suzin, presidente da OCESC
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Notícias Por dois anos consecutivos

Unium é a 2ª maior produtora de leite do país

Intercooperação registrou crescimento no volume de captação com um aumento de 7,8 milhões de litros produzidos.

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Unidade de Beneficiamento de Leite de Castro (PR) - Fotos: Divulgação/Unium

A Associação Brasileira de Produtores de Leite (Abraleite) divulgou o resultado do 25º Ranking das Maiores Empresas de Laticínios do Brasil em 2021. Das 13 empresas participantes, somente duas apresentaram crescimento no volume de captação, dentre elas a Unium, que cresceu 0,6% em relação a 2020 – refletindo em um aumento de aproximadamente 7,8 milhões de litros produzidos por ano.

A cadeia do leite das cooperativas integrantes da Unium tem crescido tanto em qualidade quanto em volume. Em termos de produtividade por produtor, a marca segue na liderança, com média de 2.428 litros de leite gerados por produtor no dia – 18% a mais que em 2020.

Produção da marca Naturalle, linha de produtos livres de aditivos

Atualmente, a produção dos cooperados da Unium é comercializada por meio de duas marcas de lácteos: Naturalle e Colônia Holandesa. Para Edmilton Aguiar Lemos, superintendente de Operações Lácteas da Unium, o reconhecimento da qualidade dos produtos é consequência da dedicação de todos os cooperados que fornecem matéria prima de leite. “O resultado se deve também ao modelo de negócios da Unium. Ao trazer para o Brasil o modelo de intercooperação e com os resultados recentes em diversos setores, mostra-se que foi uma decisão acertada e que tende a crescer no mercado.”

Fonte: Assessoria
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AGS fecha parceria com Prefeitura de Rio Verde (GO) para divulgar carne suína para 25 mil alunos

Projeto prevê a realização de cursos para merendeiras e palestras para estudantes com o objetivo de incentivar o consumo da carne suína

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FOTOS: Prefeitura de Rio Verde e equipe da AGS.

Cerca de 25 mil alunos da rede municipal de ensino de Rio Verde, na região sudoeste de Goiás, serão beneficiados com o projeto ‘Um novo olhar sobre a carne suína’, promovido pela Associação Goiana de Suinocultores (AGS). O projeto foi apresentado ao prefeito Paulo do Vale e ao secretário municipal de Educação, Miguel Rodrigues Ribeiro, neste mês, pelo vice-presidente da AGS, Fernando Cruvinel, a secretária-executiva da associação, Crenilda Neves, e o diretor-técnico Iuri Pinheiro.

A ação consiste em promover oficinas com nutricionistas e chefs de cozinha para merendeiras de escolas públicas e responsáveis pela alimentação de hospitais e instituições públicas, a fim de ensinar novos cortes e receitas com a carne suína. Para os estudantes e familiares, são realizadas palestras com os mesmos profissionais para desmistificar o consumo da carne, que ainda carrega fama errônea de carne pesada e gordurosa.

Nos últimos 30 anos, por causa do avanço na genética e tecnologia no manejo, e a inclusão de novas técnicas de criação com foco no bem-estar dos suínos, a carne conquistou a redução de 35% de gordura, o que a tornou mais magra, saborosa e competitiva. Atualmente, a carne de porco é uma das mais baratas no mercado.

“Mostramos ao prefeito que a carne é interessante também por causa da vantagem competitiva sobre a bovina, em relação ao preço mais acessível e reforçamos ser fundamental o envolvimento dos demais servidores públicos, como cozinheiras de abrigos e de hospitais, além de ampliar parceria da prefeitura com o comércio local, estimulando a participação dos açougueiros e a economia”, relata Crenilda.

Rio Verde é o maior polo suinícola de Goiás e já oferta a carne suína na merenda das 60 escolas municipais. De acordo com o secretário Miguel Ribeiro, a prefeitura adquire 50 toneladas da proteína por ano para o consumo dos 25 mil estudantes e tem a previsão de aumentar a oferta da carne em mais dias da semana.

Além de Rio Verde, a AGS já apresentou esse projeto neste ano para as prefeituras de Senador Canedo, Aparecida de Goiânia, Piracanjuba, Morrinhos, Guapó, Bela Vista de Goiás, Cachoeira Alta, Palmeiras de Goiás e Varjão, que atendem mais de 100 mil estudantes. O projeto está previsto para ser implementado no segundo semestre.

 

Fonte: Assessoria
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